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novembro 24, 2005

O PROMETIDO É DEVIDO


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Eu bem tento ensaiar a coreografia, mas creio que nunca chegarei a um nível tão avançado. Talvez se eu tivesse o video completo, o original, de há dez anos atrás... Se ouvisse a música. Mas isto é melhor do que nada.

Publicado por Filipe Moura às novembro 24, 2005 06:07 PM

Comentários

momento lindo!

Publicado por: francisco curate em novembro 24, 2005 07:41 PM

momento lindo!

Publicado por: francisco curate em novembro 24, 2005 07:41 PM

O que têm é dor de cotovelo, não é? Vá. confessem lá!

Publicado por: Margarida em novembro 24, 2005 10:29 PM

Das meiúchas branquitas?
:-)

Publicado por: LR em novembro 24, 2005 10:52 PM


Ó LR, o seu ecrã deve ser muito maior do que o meu pois eu só enxergo até aos joelhos... Mas como de facto o filmezinho de deixou bem disposta, para despedida, deixo aqui um extractozinho da entrevista que vem hoje na Visão:

(...)

Visão – Mas não houve também uma alteração da política de comunicação do PCP?

Jerónimo de Sousa – Tínhamos de facto um problema. Muitas vezes procuravam-se dirigentes do partido e o seu secretário-geral, não para dar entrevistas, mas para os submeter quase a interrogatórios. O partido estava a encontrar dificuldades, havia uma situação interna complexa, vínhamos de maus resultados eleitorais durante quase duas décadas, e muitos analistas, gurus, decretaram o fim do PCP.

Visão – Agora elogiam-no a si…

Jerónimo de Sousa – Pois, é verdade. Mas isto para dizer que, muitas vezes, para nós era difícil dar uma entrevista. Existiriam, com certeza, dificuldades da nossa parte. Admito. Creio que houve evoluções mútuas que levaram, não digo a favorecer, mas a alguma isenção por parte de alguma comunicação social.

Visão – O senhor está mais disponível para falar de coisas como a vida privada…

Jerónimo de Sousa – Nos estatutos do meu partido e no seu programa não está inscrita nenhuma norma que nos condicione.

Visão – Mas era uma prática.

Jerónimo de Sousa – Isso também depende de cada camarada. Tenho esta forma de ser, sou assim mesmo, não aprendi em nenhuma universidade nem fiz nenhum curso de formação (risos). Tem a ver com razões de origem, de percurso, de relacionamento solidário, dos ensinamentos que uma fábrica também me permitiu receber, tem a ver com uma passagem pela guerra colonial…Enfim, toda uma experiência de vida que me levou a ser assim. Não estou a criticar este ou aquele dirigente do partido.
(…)
Visão, 24/11/05

PS: Tchau a todos, havemos de nos encontrar num qualquer blog por aí!

Publicado por: Margarida em novembro 24, 2005 11:37 PM

Obrigadíssimo por tudo, Margarida! Especialmente por este belíssimo trecho da entrevista. De certeza que nos encontraremos por aí, lá para o ano que vem. Um abraço.

Publicado por: Filipe Moura em novembro 24, 2005 11:57 PM