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outubro 19, 2005

AS QUINTAS-FEIRAS COM CAVACO EM BELÉM

A chave política escolhida por António Brotas para analisar os candidatos à Presidência da República parte de um curioso exercício de especulação: «imaginar os futuros encontros de José Sócrates com o futuro PR». O candidato que gera mais expectativas neste jogo virtual, até porque ainda não se apresentou nem lhe conhecemos as linhas programáticas, é evidentemente Cavaco Silva. Sobre Cavaco já se disse tudo e mais alguma coisa, com realce para as várias direitas (salivantes com a perspectiva de roubarem à esquerda, finalmente, o Palácio de Belém), mas falta saber de que forma Cavaco pretende realmente exercer os seus poderes constitucionais. Apostará o ex-primeiro-ministro num mandato tranquilo e pouco intrometido nas matérias governativas, embora vigiando de perto eventuais excessos de um PS com mãos livres no Parlamento e cada vez mais dono e senhor da máquina pública? Ou será um PR interventivo, em irónica luta contra a "ditadura da maioria" e impondo-se no cenário político como um contra-poder, sempre com a ameaça da dissolução da Assembleia a pairar sobre a cabeça de Sócrates?
Ávido de vingança, depois do imaginário "golpe de estado constitucional" que o teria afastado da governação, Morais Sarmento já veio deixar claro, em entrevista ao Diário Económico, o que espera de Cavaco e dos encontros semanais com o primeiro-ministro:

«— Na situação em que o país se encontra, o Presidente da República é talvez o mais forte ponto de arranque de um processo de reformas. Aquilo que eu acho que o prof. Cavaco Silva é capaz de concretizar é o projecto e a tarefa mais difíceis desde 1976. Mas isto apenas se ele aparecer já dizendo ao país quais são os pontos de bloqueio, sem receio de afirmar objectivamente quais são os receios e os tabus que o país conhece. E estou a falar, por exemplo, da dimensão do sector público, da dimensão do Estado, do número de funcionários públicos; estou a falar da gratuitidade das prestações sociais, da inflexibilidade da prestação social em matéria de despedimento, etc.. Estas reformas não são uma questão de esquerda ou direita, de partidos ou de governo. São balizas para a actuação de um governo e ele deve dizer já o que pensa destas matérias.
Mas o Presidente entraria na esfera do Governo…
— Apresentando-se desta forma ao país, o Presidente deixa de estar às quintas-feiras a receber o primeiro-ministro para comentar a situação do país e passa a estar às quintas-feiras a receber o PM para julgar em que medida o Governo está ou não a cumprir as directrizes. Enquanto estes pontos forem respeitados na livre decisão do Governo, tudo bem. Quando qualquer destes pontos for tocado, o Governo terminou nesse dia. Com ou sem maioria.»

Será também por aqui, pela definição clara da esfera em que o PR pode e deve agir, que a discussão em torno das próximas eleições passará. E, ou muito me engano, ou vamos deparar com mais focos de presidencialismo agudo em sociais-democratas que andam perdidos no deserto ou a gerir a ressaca da sua súbita expulsão do aparelho estatal.

Publicado por José Mário Silva às outubro 19, 2005 05:53 PM

Comentários

Eu julgava que o Socrates ainda se iria referir ao Cavaco como uma "for,ca de bloqueio", mas e pior o Cavaco e que se vai referir ao Socrates como uma "for,ca de bloqueio".

Publicado por: Luis Oliveira em outubro 19, 2005 07:27 PM

Jasus! O gajo disse mesmo que o governo ia estar unicamente às ordens do projecto político do presidente? É sempre triste ver alguém recair em desgraças antigas...

Publicado por: LR em outubro 19, 2005 08:05 PM

Estes gajos querem que a malta pense que o Cavaco e' o Humberto Delgado e que o Socrates e' o ...

[ai o que eu ia dizer, e' melhor calar-me!]

Publicado por: Luis Oliveira em outubro 19, 2005 09:59 PM

"a gerir a ressaca da sua súbita expulsão do aparelho estatal" e do aparelho partidário. No entanto, não me parece de todo que o PSD, seja com Marques Mendes, seja com outro líder qualquer, alinhe nesta tese. Sinceramente, algum PM gostaria de ser líder de uma espécie de governo sombra, às ordens de Cavaco?
Mais ainda, também não me parece que Cavaco queira ser um PR-PM: been there, done that

Publicado por: NG em outubro 19, 2005 10:20 PM

Será um discurso interessante, amanhã.
Autoritário ou não?

Publicado por: Ricardo Alves em outubro 19, 2005 11:36 PM

Uh! Uh! Vem aí o fássismo!...

Publicado por: Pedro Oliveira em outubro 20, 2005 12:39 AM

Lançamento da candidatura no Cais das Colunas.
A produção da SIC garantirá máquinas de nevoeiro para dar credibilidade.
As forças da nação estarão em peso, da direita à esquerda mais respeitada pelo mercado.
O colorido será garantido por majorettes - recrutadas entre as santanettes - que exibirão um lindíssimo cartaz onde se lerá "Cavaco candidate-se pleaseeee!"
O discurso de partida para a corrida presidencial será grave, de acordo com o momento bicudo que o país atravessa.
Os jornalistas limitar-se-ão a tirar fotografias para actualizar os arquivos. Os artigos de opinião serão finalmente tirados da gaveta - assim como as notícias, que já foram todas escritas.
Para desespero do homem das castanhas, Cavaco anunciará ao país que ele é que é o verdadeiro Cavaco. O Outro era apenas um clone.

Publicado por: CausasPerdidas em outubro 20, 2005 02:33 AM

"roubar finalmente a presidência à esquerda"
qual é a esquerda a que se referem?
o PS?
ihihih ihh vocês não andam com o aparelho de medição avariado?

Publicado por: xatoo em outubro 20, 2005 04:23 PM

A Contradição ou o acto de contrição de Cavaco.


O Professor Cavaco Silva, extremamente hábil na gestão da lei do silêncio mas não na argumentação e astúcia politica, enfim, lá afirmou o que toda a gente estava a espera, que é candidato.


Não é deveras e assaz de admirar toda esta parafernalia Sebastianista que rodeia o surgimento de Cavaco de volta a Arena Politica Nacional.Todo o revivalismo do Cavaquismo nos surge novamente na retina e a argumentação periférica, defensiva, inócua, do chamado discurso de “minuta”, uma espécie de cassete de Direita volta novamente, sem novidades e que até com um certo bolor nos remete ao saudosismo do memorando de pouco dizer para não comprometer na também simultaneidade da guerrilha politica activa desprovida da necessária genuinidade de preocupação e clarividência Nacional, prevalecendo a trica e o sequioso ódio da disputa pessoal personalizado em cínicas e indirectas em afirmações que têm tanto de despudoradas como de profundo como é o caso de este, Cavaco afirmar que não terá porta voz em uma clara alusão ao divorcio de Soares em comentar o fim do tabu Sebastianizado do Professor.


O acto de contrição de Cavaco acontecera invariavelmente nesta campanha as presidenciais em que perniciosamente Cavaco tentara ocultar ou justificar a passividade de cadeira que o remeteu para um excessivo, cúmplice e por vezes criminoso silencio que necessitaria de uma outra actuação por parte de quem se diz politico e preocupado crónico pela Nação, principalmente em questões fulcrais no âmbito da Economia, segurança e até de Cultura do nosso Portugal contemporâneo.

Sabemos que cavaco desvitalizou o PSD enquanto esteve no poder e a prova disso é que a solidez partidária não foi precatada, fundamentada ou fomentada dando lugar a uma flutuação de “pontas de lança” de secretários gerais que desde Fernando Nogueira até Durão Barroso para não falar no desastre benzoca de Santana Lopes se revêem no Deslocamento (conceito náutico) de Cavaco no seio da própria maquina Partidária do PSD.A prova também disso é a satisfação de velhos fosseis partidários, o caso do Dr. Alberto João Jardim, arauto do modelo autonómico egocêntrico, tentacular e obsoleto e que encontra em Cavaco um encosto justificativo, o pronuncio de uma certa e amarga vingançazeca de nunca ter tido preponderância em Lisboa, uma espécie de estaca para poder sodomizar com palavras e actos, a verborreia de cloaca de sempre do bicho papão de Lisboa personificando também a velharia, redundância e desnovidade da estrutura e mensagem Cavaquista.


Na Contradição de Cavaco Silva há a reter que este tentara anestesiar o Eleitorado com um discurso Sebastianista ostentando e golpeando sobre os adversários o estilo protocolar de administrativo que se expressa cinicamente na terceira pessoa do singular e no artigo indefinido do plural e que aparece para recolher os cacos de uma economia em que contraditoriamente criou parcialmente o parco " modus operandi " e portando-se como um funcionário publico incompetente e no silencio constrangedor e cúmplice aparece com o cínico semblante de “alto lá e para o baile”.


Cavaco Silva a semelhança de Mário Soares é um velho do Restelo, ponto final.

Jerónimo de Sousa debitara a sua cassete do proletário desprotegido mas que simultaneamente o PC precisa deste para existir e parasitando-o necessita da dormência do trabalhador lírico que ainda acredita que um qualquer comité central comunista possa algum dia governar o País.Francisco Louça é um corredor de fundo politico que em um universo paralelo ou seja nas pistas de fora disputa esta corrida presidencial dependendo também este do refrescar o seu partido, o Bloco de Esquerda.
Manuel Alegre constitui a alternativa credível e conscienciosa a corrida presidencial.
No seu vasto leque de qualidades há a destacar a sua irrepreensível conduta politico-partidaria bem como o seu elevado sentido de estado que sempre potenciado pela sua verticalidade de carácter, pelo seu inspirador percurso politico e pela fineza da sua conciliadora diplomacia o colocam como o perfil por excelência para candidato presidencial.
Vamos todos não como um grito de revolta mas sim como um grito de afirmação e também no potenciar do conceito de “pátria de poetas” e neste caso de um politico credenciado e de inegável valor, munido de estratégia e visão politica e também de forma a repensar um Portugal moderno pleno de contemporaneidade personalizada. Impregnar gentes e coisas e votar em força e convicção em Manuel Alegre é pertinentemente necessário.

José António Santos

Publicado por: José António Santos em outubro 21, 2005 10:02 PM

A Contradição ou o acto de contrição de Cavaco.


O Professor Cavaco Silva, extremamente hábil na gestão da lei do silêncio mas não na argumentação e astúcia politica, enfim, lá afirmou o que toda a gente estava a espera, que é candidato.


Não é deveras e assaz de admirar toda esta parafernalia Sebastianista que rodeia o surgimento de Cavaco de volta a Arena Politica Nacional.Todo o revivalismo do Cavaquismo nos surge novamente na retina e a argumentação periférica, defensiva, inócua, do chamado discurso de “minuta”, uma espécie de cassete de Direita volta novamente, sem novidades e que até com um certo bolor nos remete ao saudosismo do memorando de pouco dizer para não comprometer na também simultaneidade da guerrilha politica activa desprovida da necessária genuinidade de preocupação e clarividência Nacional, prevalecendo a trica e o sequioso ódio da disputa pessoal personalizado em cínicas e indirectas em afirmações que têm tanto de despudoradas como de profundo como é o caso de este, Cavaco afirmar que não terá porta voz em uma clara alusão ao divorcio de Soares em comentar o fim do tabu Sebastianizado do Professor.


O acto de contrição de Cavaco acontecera invariavelmente nesta campanha as presidenciais em que perniciosamente Cavaco tentara ocultar ou justificar a passividade de cadeira que o remeteu para um excessivo, cúmplice e por vezes criminoso silencio que necessitaria de uma outra actuação por parte de quem se diz politico e preocupado crónico pela Nação, principalmente em questões fulcrais no âmbito da Economia, segurança e até de Cultura do nosso Portugal contemporâneo.

Sabemos que cavaco desvitalizou o PSD enquanto esteve no poder e a prova disso é que a solidez partidária não foi precatada, fundamentada ou fomentada dando lugar a uma flutuação de “pontas de lança” de secretários gerais que desde Fernando Nogueira até Durão Barroso para não falar no desastre benzoca de Santana Lopes se revêem no Deslocamento (conceito náutico) de Cavaco no seio da própria maquina Partidária do PSD.A prova também disso é a satisfação de velhos fosseis partidários, o caso do Dr. Alberto João Jardim, arauto do modelo autonómico egocêntrico, tentacular e obsoleto e que encontra em Cavaco um encosto justificativo, o pronuncio de uma certa e amarga vingançazeca de nunca ter tido preponderância em Lisboa, uma espécie de estaca para poder sodomizar com palavras e actos, a verborreia de cloaca de sempre do bicho papão de Lisboa personificando também a velharia, redundância e desnovidade da estrutura e mensagem Cavaquista.


Na Contradição de Cavaco Silva há a reter que este tentara anestesiar o Eleitorado com um discurso Sebastianista ostentando e golpeando sobre os adversários o estilo protocolar de administrativo que se expressa cinicamente na terceira pessoa do singular e no artigo indefinido do plural e que aparece para recolher os cacos de uma economia em que contraditoriamente criou parcialmente o parco " modus operandi " e portando-se como um funcionário publico incompetente e no silencio constrangedor e cúmplice aparece com o cínico semblante de “alto lá e para o baile”.


Cavaco Silva a semelhança de Mário Soares é um velho do Restelo, ponto final.

Jerónimo de Sousa debitara a sua cassete do proletário desprotegido mas que simultaneamente o PC precisa deste para existir e parasitando-o necessita da dormência do trabalhador lírico que ainda acredita que um qualquer comité central comunista possa algum dia governar o País.Francisco Louça é um corredor de fundo politico que em um universo paralelo ou seja nas pistas de fora disputa esta corrida presidencial dependendo também este do refrescar o seu partido, o Bloco de Esquerda.
Manuel Alegre constitui a alternativa credível e conscienciosa a corrida presidencial.
No seu vasto leque de qualidades há a destacar a sua irrepreensível conduta politico-partidaria bem como o seu elevado sentido de estado que sempre potenciado pela sua verticalidade de carácter, pelo seu inspirador percurso politico e pela fineza da sua conciliadora diplomacia o colocam como o perfil por excelência para candidato presidencial.
Vamos todos não como um grito de revolta mas sim como um grito de afirmação e também no potenciar do conceito de “pátria de poetas” e neste caso de um politico credenciado e de inegável valor, munido de estratégia e visão politica e também de forma a repensar um Portugal moderno pleno de contemporaneidade personalizada. Impregnar gentes e coisas e votar em força e convicção em Manuel Alegre é pertinentemente necessário.

José António Santos

Publicado por: José António Santos em outubro 21, 2005 10:03 PM

A Contradição ou o acto de contrição de Cavaco.


O Professor Cavaco Silva, extremamente hábil na gestão da lei do silêncio mas não na argumentação e astúcia politica, enfim, lá afirmou o que toda a gente estava a espera, que é candidato.


Não é deveras e assaz de admirar toda esta parafernalia Sebastianista que rodeia o surgimento de Cavaco de volta a Arena Politica Nacional.Todo o revivalismo do Cavaquismo nos surge novamente na retina e a argumentação periférica, defensiva, inócua, do chamado discurso de “minuta”, uma espécie de cassete de Direita volta novamente, sem novidades e que até com um certo bolor nos remete ao saudosismo do memorando de pouco dizer para não comprometer na também simultaneidade da guerrilha politica activa desprovida da necessária genuinidade de preocupação e clarividência Nacional, prevalecendo a trica e o sequioso ódio da disputa pessoal personalizado em cínicas e indirectas em afirmações que têm tanto de despudoradas como de profundo como é o caso de este, Cavaco afirmar que não terá porta voz em uma clara alusão ao divorcio de Soares em comentar o fim do tabu Sebastianizado do Professor.


O acto de contrição de Cavaco acontecera invariavelmente nesta campanha as presidenciais em que perniciosamente Cavaco tentara ocultar ou justificar a passividade de cadeira que o remeteu para um excessivo, cúmplice e por vezes criminoso silencio que necessitaria de uma outra actuação por parte de quem se diz politico e preocupado crónico pela Nação, principalmente em questões fulcrais no âmbito da Economia, segurança e até de Cultura do nosso Portugal contemporâneo.

Sabemos que cavaco desvitalizou o PSD enquanto esteve no poder e a prova disso é que a solidez partidária não foi precatada, fundamentada ou fomentada dando lugar a uma flutuação de “pontas de lança” de secretários gerais que desde Fernando Nogueira até Durão Barroso para não falar no desastre benzoca de Santana Lopes se revêem no Deslocamento (conceito náutico) de Cavaco no seio da própria maquina Partidária do PSD.A prova também disso é a satisfação de velhos fosseis partidários, o caso do Dr. Alberto João Jardim, arauto do modelo autonómico egocêntrico, tentacular e obsoleto e que encontra em Cavaco um encosto justificativo, o pronuncio de uma certa e amarga vingançazeca de nunca ter tido preponderância em Lisboa, uma espécie de estaca para poder sodomizar com palavras e actos, a verborreia de cloaca de sempre do bicho papão de Lisboa personificando também a velharia, redundância e desnovidade da estrutura e mensagem Cavaquista.


Na Contradição de Cavaco Silva há a reter que este tentara anestesiar o Eleitorado com um discurso Sebastianista ostentando e golpeando sobre os adversários o estilo protocolar de administrativo que se expressa cinicamente na terceira pessoa do singular e no artigo indefinido do plural e que aparece para recolher os cacos de uma economia em que contraditoriamente criou parcialmente o parco " modus operandi " e portando-se como um funcionário publico incompetente e no silencio constrangedor e cúmplice aparece com o cínico semblante de “alto lá e para o baile”.


Cavaco Silva a semelhança de Mário Soares é um velho do Restelo, ponto final.

Jerónimo de Sousa debitara a sua cassete do proletário desprotegido mas que simultaneamente o PC precisa deste para existir e parasitando-o necessita da dormência do trabalhador lírico que ainda acredita que um qualquer comité central comunista possa algum dia governar o País.Francisco Louça é um corredor de fundo politico que em um universo paralelo ou seja nas pistas de fora disputa esta corrida presidencial dependendo também este do refrescar o seu partido, o Bloco de Esquerda.
Manuel Alegre constitui a alternativa credível e conscienciosa a corrida presidencial.
No seu vasto leque de qualidades há a destacar a sua irrepreensível conduta politico-partidaria bem como o seu elevado sentido de estado que sempre potenciado pela sua verticalidade de carácter, pelo seu inspirador percurso politico e pela fineza da sua conciliadora diplomacia o colocam como o perfil por excelência para candidato presidencial.
Vamos todos não como um grito de revolta mas sim como um grito de afirmação e também no potenciar do conceito de “pátria de poetas” e neste caso de um politico credenciado e de inegável valor, munido de estratégia e visão politica e também de forma a repensar um Portugal moderno pleno de contemporaneidade personalizada. Impregnar gentes e coisas e votar em força e convicção em Manuel Alegre é pertinentemente necessário.

José António Santos

Publicado por: José António Santos em outubro 21, 2005 10:03 PM