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setembro 28, 2005

E=mc?

Algumas reacções à minha afirmação «grande parte dos engenheiros informáticos já nem sabe o que é o "2"», no meu anterior texto, confirmam que só existem 10 tipos de pessoas: as que entendem piadas sobre linguagem binária, e as que não entendem.

Publicado por Filipe Moura às setembro 28, 2005 11:12 PM

Comentários

Já era de esperar Filipe. Agora vêm os comentários dos que te vão dizer que te estás a armar aos cucos com essa da liguagem binária.

Publicado por: João André em setembro 29, 2005 08:58 AM

Já agora, e um textozinho sobre a relatividade, ao estilo "Relatividade for dummies" não se esgalhava? Como diria a SIC, isso é que era serviço público.

Publicado por: João André em setembro 29, 2005 09:00 AM

João:

Mate-te com o Filipe mete-te ... Olha que eu e o Filipe fomos colegas de licenciatura e no último jantar de curso ele chamou-me c*na verbosa à frente de professores e tudo.

[Que eu sou uma c*na já toda a malta sabe, agora acusar-me de ser verboso é que é de veras injusto!]

Publicado por: Luis Oliveira em setembro 29, 2005 09:53 AM

Olha o Filipinho a debitar pidadas de informático, !!

Errado, os Eng. conhecem muito bem o 2, de facto
conhecem todos os números de 0 a F.
Ao contrário de outras áreas cientificas de que tão básicassão que apenas conhecem o sistema digital, que até um puto de 2 anos sabe.

Filipinho:
Cá para mim fazias era um probe a essa tua backdoor não faz ter um overflow de sumplementos protraicos com esses plug-ins que andas a conectar !!


Serviço público era fazer uma dealloc ao BDE no heap do blogesfera nacional, esse objecto desreferenciado e desnorteado seria um piteu para qualquer GC, pois não passa de uma fuga de memória, um loop vicioso, um arremetar de ciclos de relógio. Eram clusters que se ganhavam, inodones seriam libertados e as janelas dos protocolos já deixavam sacar as fotos da Carla Matadinho numa mão cheia de pacotes...

P.S.

Vejam lá se percebem a piada:

Filipe Moura & Inteligência = 0x0001
Filipe Moura & Burrice = 0xFFFF


Cumps


Publicado por: Mr X em setembro 29, 2005 10:24 AM

a ver se estou correcto...
10em base 2 é 2...certo?
00- 0
01- 1
10- 2
11- 3

Publicado por: electronico em setembro 29, 2005 10:37 AM

Electronico, correctissimo.

Luis, nao sejas injusto... Quem te chamou originalmente "cona verbosa" nao fui eu (limitei-me a repetir). Quem te chamou assim foi em resposta a uma "conice" tua. Mas olha, uma verdadeira cona verbosa e essa coisa que assina o comentario a seguir ao teu.

Publicado por: Filipe Moura em setembro 29, 2005 11:10 AM

Luís, essa da "c*na verbosa" é gira, tenho que me lembrar. Em todo o caso não me parece que o Filipe se incomode por eu lhe sugerir um texto sobre a relatividade. O máximo que pode acontecer é eu levar com a proposta de o escrever eu para um itálico (mesmo que eu não seja físico). Mas, para não defraudar ninguém, que tal escreveres tu, Luís, o tal texto. Afinal, se também és físico podes fazê-lo :)

Publicado por: João André em setembro 29, 2005 11:19 AM

Não será: FCP-2-Artemedia-3 ?

Publicado por: José Maria em setembro 29, 2005 11:38 AM

7365206E616F20666F737373656D206F7320656E67656E686569726F732065737461207465727261206572612070696F722061696E6461

Publicado por: JCV em setembro 29, 2005 11:38 AM

Arranjem lá uma vida!

Publicado por: cuco em setembro 29, 2005 01:39 PM

Estou muita contente, pois não çendo inginheiro nem enfurmàticu percebi há primeira...

Publicado por: Teofilo M. em setembro 29, 2005 01:39 PM

Grande Teófilo

Publicado por: JCV em setembro 29, 2005 02:20 PM

De facto... É dos piores temas para ser usado em piadas... Tem uma vantagem (aliás são várias):
Aumenta o amor próprio dos que sabem (alguns só impinaram, não perceberam) o que quer dizer a equação e cada um dos seus termos... Expõe as fragilidades e inseguranças de cada um dos que acham que o seu conhecimento é mais importante do que o conhecimento dos outros. Evidencia o grau de ignorância (seu nível limite de conhecimento) de cada um.
A propósito! Quanto é que cada um de vocês sabe?
Vá! Agora não aproveitem para continuar, por aí abaixo, a repetir "lugares comuns", porque eu não tenho tempo para "alimentar a discussão, por mais que me agradasse. Só vim tentar deixar alguma coisinha para PENSAR, como por exemplo: a origem das dificuldades "terminais" de Einstein.
Cá para mim, há por aí muita gente que está enganada: a descrição de matéria (massa) é empírica; não tem correspondência real, no domínio das leis físicas.
Mas, já o outro dizia: os fenómenos são, sempre, muito mais simples do que a ideia que se faz deles (mas atenção! É preciso ser capaz de "fazer alguma ideia"). A complexidade das descrições deve-se à visão de quem as faz.
As semelhanças, objectivas, entre as descrições dos fenómenos e os própriso fenómenos são (pelo menos até agora), na maior parte dos casos, pura coincidência. Mas é assim mesmo que a ciência se faz...
Cá para mim, se tivesse que solucionar problemas desta natureza, tentaria uma outra descrição da matéria...
Vocês não queriam falar de coisas complicadas? Então, aí têm, entretenham-se! Mas não esqueçam que as coisas, na sua essência, são simples. Por isso a criança foi quem descobriu, primeiro, que "o rei vai nu".
Não vale a pena ficarem preocupados com o meu equilíbrio psicológico. Estes ainda não são os sintomas. Além disso, em liberdade, cada um divaga sobre o que lhe aprás!

Publicado por: Biranta em setembro 29, 2005 03:07 PM

Há quem brinque com naturalidade e como tal demonstre o seu conhecimento de forma mais desarmada (ou primária) e há qum utilize métodos mais rebuscados para tentar demonstrar conhecimento ou superioridade intelectual.

Publicado por: JCV em setembro 29, 2005 03:26 PM

Só um esclarecimento: a história da "cona verbosa" teve origem aqui no BdE, em mais um dos despiques entre o Luís (que na altura não usava asterisco) e o nosso mais explosivo comentador.

JCV, eu não quero demonstrar conhecimentos e nem superioridade intelectual. Tu é que demonstras falta de sentido de humor. Relaxa, homem!

Publicado por: Filipe Moura em setembro 29, 2005 06:25 PM

Era para o Biranta, eu achei piada ao post.

Publicado por: JCV em setembro 29, 2005 06:30 PM

(...) "Convencidos da vida há-os, afinal, por toda a parte, em todos (e por todos) os meios. Eles estão convictos da sua excelência, da excelência das suas obras e manobras (as obras justificam as manobras), de que podem ser, se ainda não são, os melhores, os mais em vista.

Praticam, uns com os outros, nada de genuinamente indecente: apenas um espelhismo lisonjeador. Além de espectadores, o convencido precisa de irmãos-em-convencimento. Isolado, através de quem poderia continuar a convencer-se, a propagar-se?"

(...) "No corre-que-corre, o convencido da vida não é um vaidoso à toa. Ele é o vaidoso que quer extrair da sua vaidade, que nunca é gratuita, todo o rendimento possível. Nos negócios, na política, no jornalismo, nas letras, nas artes. É tão capaz de aceitar uma condecoração como de rejeitá-la. Depende do que, na circunstância, ele julgar que lhe será mais útil.

Para quem o sabe observar, para quem tem a pachorra de lhe seguir a trajectória, o convencido da vida farta-se de cometer «gaffes». Não importa: o caminho é em frente e para cima. A pior das «gaffes», além daquelas, apenas formais, que decorrem da sua ignorância de certos sinais ou etiquetas de casta, de classe, e que o inculcam como um arrivista, um «parvenu», a pior das «gaffes» é o convencido da vida julgar-se mais hábil manobrador do que qualquer outro.

Daí que não seja tão raro como isso ver um convencido da vida fazer plof e descer, liquidado, para as profundas. Se tiver raça, pôr-se-á, imediatamente, a «refaire surface». Cá chegado, ei-lo a retomar, metamorfoseado ou não, o seu propósito de se convencer da vida - da sua, claro - para de novo ser, com toda a plenitude, o convencido da vida que, afinal... sempre foi."

Alexandre O'Neill, in 'Uma Coisa em Forma de Assim'

Publicado por: Luís Simões em setembro 29, 2005 06:42 PM

Filipe, eu não levei aquilo a mal, fiquei um pouquito constrangido devido ao contexto, mais nada.

Um abraço

Publicado por: cona verbosa (sem asterisco) em setembro 29, 2005 06:51 PM

Aquilo já eram efeitos do Monte Velho, Luís... Um abraço para ti também.

Publicado por: Filipe Moura em setembro 29, 2005 07:07 PM

Agora a sério e sem animosidades. Eu, por brincadeira cultivo, uma certa rivalidade entre a engenharia e as outras áreas "do saber", mas na verdade uma boa parte dos engenheiros deste país, já não praticam a engenharia no seu sentido eclético. Já não têm grande capacidade para resolver problemas que não estejam directamente relacionados com a sua especialização e muito menos para redigir correctamente um relatório, ou uma simples carta , no entanto a maior parte dos cursos de engenharia ainda são de "banda larga". O que é que se passa? O costume, a democracia veio alargar o acesso à ao ensino mas o estado não soube educae. Isto é uma banalidade mas ninguém quebra o ciclo vicisoso que é esta deseducação.

Publicado por: JCV em setembro 29, 2005 07:16 PM

JCV: dou possíveis explicações. Um ensino, como dizes, de banda larg, muito teórico num mundo cada vez mais prático. Falta de interesse noutras áreas, devido a uma ditadura das notas (os estudantes pouco se interessam por outras actividades). A entrada em cena dos computadores que vieram facilitar muitas coisas e que desincentivam o esforço.

Publicado por: João André em setembro 29, 2005 10:02 PM

NÃO SE PREOCUPEM MAIS COM A OTA

Depois de ter sido (mais uma vez) exposta publicamente esta semana mais uma contradição do foro interno no actual (des)governo de José Sócrates, já deu para entender perfeitamente que este Executivo nunca vai conseguir decidir a localização de um novo Aeroporto, quanto mais ter tempo para construir um de raiz. :)

http://geracao-rasca.blogspot.com

Publicado por: André Carvalho em setembro 29, 2005 10:17 PM

JCV, se quiseres escreve algo sobre isso. Eu bem gostaria de escrever sobre educação, mas nunca tenho tempo. E prefiro escrever sobre ciência, porque apesar de tudo as pessoas preocupam-se mais com a educação...
Mas a questão que levantas sobre o ensino da engenharia é muito interessante.

André, se queres que te diga, o que eu defendo (sendo pouco mais que um leigo na matéria) pelo menos nesta altura é um novo aeroporto pequeno (adaptação de alg que já exista, como se propõe) para low-costs, e a manutenção do actual para as companhias clássicas.

Publicado por: Filipe Moura em setembro 29, 2005 10:41 PM

zzzzzzzzzzzzzz

Publicado por: anónimo em setembro 30, 2005 11:18 AM

Quem foi que disse que eu não achei piada ao post? Isso não obsta a que esse tipo de questões sejam elitistas, no sentido de só serem acessíveis a quem tem um dado tipo de formação...
Agora... Tenham atenção à forma como se melindram, porque cada um só consegue perceber nos (ou assacar aos) outros, os seus próprios defeitos. Escuso-me de caracterizar as pessoas (e a sua inutilidade social) que só vêem defeitos e más intenções nos outros...
Isto para concluir que os comportamentos (talvez institivos, mas nem por isso menos perniciosos) dos intelectuais, têm um enorme peso (sempre tiveram) na evolução, ou não, de um povo...
Eu sabia que não devia ter voltado aqui...
De facto, há convencidos e convencidos: há uns que só olham para o seu próprio umbigo (e partem a escaqueirar tudo o que não se conforme com o seu próprio convencimento) e outros que se esforçam por melhorar o Mundo... Mas eu estou-me nas tintas para os convencidos que acham que podem condicionar os outros. Depender desse tipo de reconhecimento, ou desse tipo de anátemas, não faz o meu género. Jogo noutro campeonato. Até porque, em democracia (com ou sem convencidos, tanto faz) cada um tem o direito de escolher o seu (campeonato)...
Fiquem bem e tenham calma, porque têm todas as condições para conviverem em paz e se compreenderem uns aos outros... Eu não me importo de ficar de fora...

Publicado por: Biranta em setembro 30, 2005 01:03 PM

Quem foi que disse que eu não achei piada ao post? Isso não obsta a que esse tipo de questões sejam elitistas, no sentido de só serem acessíveis a quem tem um dado tipo de formação...
Agora... Tenham atenção à forma como se melindram, porque cada um só consegue perceber nos (ou assacar aos) outros, os seus próprios defeitos. Escuso-me de caracterizar as pessoas (e a sua inutilidade social) que só vêem defeitos e más intenções nos outros...
Isto para concluir que os comportamentos (talvez institivos, mas nem por isso menos perniciosos) dos intelectuais, têm um enorme peso (sempre tiveram) na evolução, ou não, de um povo...
Eu sabia que não devia ter voltado aqui...
De facto, há convencidos e convencidos: há uns que só olham para o seu próprio umbigo (e partem a escaqueirar tudo o que não se conforme com o seu próprio convencimento) e outros que se esforçam por melhorar o Mundo... Mas eu estou-me nas tintas para os convencidos que acham que podem condicionar os outros. Depender desse tipo de reconhecimento, ou desse tipo de anátemas, não faz o meu género. Jogo noutro campeonato. Até porque, em democracia (com ou sem convencidos, tanto faz) cada um tem o direito de escolher o seu (campeonato)...
Fiquem bem e tenham calma, porque têm todas as condições para conviverem em paz e se compreenderem uns aos outros... Eu não me importo de ficar de fora...

Publicado por: Biranta em setembro 30, 2005 01:04 PM

O lugar dos simples e dos não corruptos e também de todos aqueles que querem simplificar a complexidade e votar na cadeia da produção todos aqueles que cometeram crimes contra a Portugalidade entre eles os bushes de m...

benvindos ao vosso portal

Publicado por: BlogTok em outubro 10, 2005 10:37 PM