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setembro 21, 2005

AQUI FARROUPILHA!

Passaram esta semana 170 anos sobre o início da Guerra dos Farrapos. A tradição progressista do povo do Rio Grande do Sul é bem anterior ao Fórum Social Mundial! Sugiro uma comemoração à maneira, com um bom churrasco, aguardente e chimarrão.

Publicado por Filipe Moura às setembro 21, 2005 08:20 PM

Comentários

Há 67 anos chegou um furacão a Nova Inglaterra e matou 600 pessoas. Há 78 anos, Jack Dempsey perdeu uma oportunidade de reconquistar o título de pesos-pesados. Há 407 anos, o dramaturgo Ben Jonson foi acusado de assassinato, depois de um duelo. Há 16 anos, morreu o centenário Irving Berlin. E há 33 anos, a minha mãe queimou umas panquecas.

Publicado por: LR em setembro 22, 2005 01:17 AM

Boa ideia. Eu levo a camisa do Grêmio (apesar dele estar na segundona)! :-)
A guerra dos farrapos foi a mais sangrentas das guerras civis que assolaram o sul do Brasil.

Publicado por: Marco Oliveira em setembro 22, 2005 10:25 AM


Ora aqui temos um extracto tipo lençol do historiador Brasileiro Said Barbosa, sobre as coisinhas boas do Greenpeace, muito activa no Brasil e tão do agrado da esquerda dos humanismos modernos. Pelo menos vai entretendo a malta, na ausência do posteador-mor.

"Entidades e organizações ditas "não-governamentais estão escancaradamente mandando em nosso País, estabelecendo todas as diretrizes micro e macro econômicas e políticas, em todas as esferas, num processo que eu terei que analisar numa outra oportunidade.
Na verdade, instituições como o famigerado WWF, o Greenpeace e coisas do gênero, estão obliterando o nosso desenvolvimento de uma forma inimaginável, coisa que nossos militares têm que encontrar um forma de reagir o quanto antes. Camuflados de demiurgos da modernidade, estão, como praga peçonhenta, envenenando nosso Brasil, a nossa juventude, a nossa família brasileira, com a complacência exatamente daqueles que se dizem nacionalistas e progressistas, como o atual ministro da Justiça Aluízio Nunes não sei de que.


O Greenpeace, por exemplo, é o caso mais sintomático. A sua intenção de se instalar no Brasil vem do período de 1987-88, quando a organização decidiu acelerar a sua expansão internacional. Na ocasião, a máfia ecoterrorista já colaborava informalmente com entidades ambientalistas brasileiras que pressionavam o Governo para proibir a caça à baleia no País. Em outubro de 1989, aproveitando o lançamento no RJ do disco Rainbow Warriors, que reúne canções de cantores "pop" simpatizantes das causas ambientais, a então coordenadora do Greenpeace para a América Latina, a socióloga gualtemalteca Tani Marilena Adans, formalizou a intenção do grupo de abrir um escritório no País. Era o momento racionalmente propício para a ação. Antes disso, porém, estrategicamente, o grupo iniciou algumas atividades informais, colaborando diretamente com grupos ambientalistas envolvidos no debate sobre uma das questões mais importantes para nossa Soberania no atual contexto mundial: a questão nuclear.


Em novembro de 1990, o Greenpeace entregou ao deputado estadual "verde", obviamente do PT, Carlos Minc (PT-RJ), e ao então prucurador-geral da República, Gustavo Tepedino, cópias do chamado "Relatório Netuno", um exaustivo e nada científico levantamento sobre acidentes envolvendo bielonaves nucleares. A intenção era obviamente de utilizar as informações tendenciosas do relatório em eventuais ações judiciais contra a presença de tais bielonaves em águas brasileiras. É a partir daí - é bom que se diga - que começou a transformação de alguns setores do Ministérios Público e de setores do Judiciário em verdadeiros instrumentos dessas organizações não-governamentais na manipulação de resultados de ações que se relacionem ao meio ambiente e ao desenvolvimento nacional, sempre em benefício de uma política que inviabilize o desenvolvimento do País (Isso, aliás, vem sendo objeto de investigação da CPI da ONGs no Senado).


Mas, o que está por trás desta e de outras entidades tão "politicamente corretas", tão voltadas para a felicidade e o bem estar da humanidade? Quais são suas fontes de financiamento, quem cria suas estratégias, a quem estão ligados e quais setores estratégicos que os direcionam e por quais razões? Este internacionalismo humanista "espontâneo" foi resultado de idealismo de "pôrra loucas" hypporongas dos Anos 60, preocupados com a Paz e o Amor, ou é o resultado natural de uma estratégia geopolítica da plutocracia financeira anglo-saxônica em nos destruir? Acredito piamente na segunda hipótese. E acredito também que figurinhas ditas "esquerdistas" como FHC, membros do PT, Aluízio não sei de quê e Cia, são títeres destas forças. Senão, vejamos alguns dados e fatos.


Como mostra um texto excelente de uma revista do Movimento de Solidariedade Ibero-americana e que praticamente transcrevo (copio mesmo) ao longo deste texto, o Greenpeace e a sua complexa rede de coisas do gênero, continua sendo um dos mais eficientes e perniciosos instrumentos desse verdadeiro aríete anticivilizatório que é o movimento ambientalista. Movimento que não é, de forma alguma, um simples fenômeno sociológico espontâneo decorrente da coscientização sobre um suposto "desequilíbrio" nas relações homem-Natureza, como tentam fazer crer . Na verdade, dura e crua, ele é o produto de um sofisticado e sórdido processo de "engenharia social" desenvolvido pelos principais centros do poder político-econômico global, especialmente a oligarquia sediada no eixo Londres-NY, o autodenominado "Clube das Ilhas". Encabeçado pela família real britânica, a casa de Windsor, o clubinho envolve entidades poderosas, onde destaca-se a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), o Fundo Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), o Fundo Mundial para a Natureza (anteriormente, Fundo Mundial para a Vida Selvagem - WWF), a Fundação Rockefeller, o Instituto Tavistock, o Instituto Aspen, o Clube de Roma e outras coisinhas do gênero. Todas, entidades com um longo currículo nada nobre de colaboração com o Pentágono e agências de inteligência norte-americanas e inglesas (como a CIA) ao longo da Guerra Fria, contra a estabilidade de nossas instituições".


Publicado por: Bomba em setembro 22, 2005 06:31 PM


E isto é um pedacinho dum artigo da Academia de Ciências Rasileira, mais moderno, sobre o mesmo assunto:


"O relatório da Abin diz que chega a 115 o número de organizações não-governamentais (ONGs) que atuam na Amazônia Ocidental e levanta suspeitas sobre os reais interesses dessas entidades. "Muitas vezes, a serviço de outras nações, valorizam o mapeamento detalhado das riquezas minerais, o acesso aos recursos genéticos e aos conhecimentos tradicionais associados à biodiversidade da região, sem o devido controle governamental", diz o relatório do coronel Gelio Fregapani. "Tudo indica que os problemas ambientais e indigenistas são apenas pretextos. Que as principais ONGs são, na realidade, peças do grande jogo em que se empenham os países hegemônicos para manter e ampliar sua dominação", alerta o texto. "Certamente servem de cobertura para seus serviços secretos."

De acordo com o documento, as ONGs contribuíram para a criação de extensas terras indígenas, áreas de proteção ambiental e corredores ecológicos que, atualmente, "sem dúvida alguma, dificultam e inibem a presença do Estado e (aplicação) dos programas de políticas públicas para a região". O documento ressalta que a falta de controle reforça a suspeita de que as ONGs sejam utilizadas pelos países desenvolvidos para controlar os países emergentes e a riqueza de vastos territórios.

A Abin chama os movimentos ambientalistas de "Clube das Ilhas" e os classifica em três setores: um elabora as diretrizes gerais, outro planeja as operações e um terceiro, a chamada linha de frente, realiza a ação direta como uma "tropa de choque". No topo, estão a União Nacional para a Conservação da Natureza (UINC) e o Fundo Mundial para a Natureza (WWF), orientado pelo Príncipe Charles, do Reino Unido, e que teria entre seus dirigentes o banqueiro Joseph Safra".

Publicado por: Bomba em setembro 22, 2005 06:43 PM

questões candentes com certeza sobretudo quando parece que os ambientalistas são cada vez mais um saco onde cabe tudo. há uns tempos atrás um relatório que vi algures na net dava os portugueses como um dos povos do planeta com maior "patada ecológica" por ... consumirmos muito bacalhau e a nossa situação era dada como gravíssima quanto à preservação das espécies por causa do lince da malcata..., nada mau para um país em risco acelerado de desertificação.
o que me preocupa neste tipo de denúncias é o apelo aos militares logo nos primeiros parágrafos... os militares brasileiros (insuspeitos de colaborarem com o pentágono tal como as organizações ambientalistas segundo o artigo?)não são um assunto muito ecológico no que toca a desenvolvimento humano ou qualquer outro.
um coroné qualquer faz um relatório qualquer a chamar espiões aos ambientalistas e acredita-se piamente? Não existem outros interesses a escavacar a amazónia e a soberania brasileira à pala do "desenvolvimento"? pelo facto de existirem com certeza organizações que se auto classificam de ambientalistas com objectivos pouco claros, vão deixar de existir razões para nos preocuparmos com o ambiente? Não intervém a greenpeace em muitas situações que afectam o tal eixo anglo saxão?

Publicado por: tchernignobyl em setembro 22, 2005 08:42 PM

isto anda muito fraco... só 1 ou 2 posts por dia!? que miséria... já diz o ditado: "patrão fora, dia santo na loja"

Publicado por: xana em setembro 22, 2005 10:20 PM

é fodido. mas o pessoal também curte estas charlas mais amodorradas pelas caixas de comentários

Publicado por: tchernignobyl em setembro 22, 2005 11:52 PM

Eu desconfio que há gente que venha cá só para isso. Olha o caso do bombas até já conseguiu granjear o apoio do Fernando Venâncio. E tu quando te deixas de paninhos quentes também escreves muito bem: por exemplo o que escreveste sobre a Fatinha. É fodido.

Publicado por: Luis Oliveira em setembro 23, 2005 10:09 AM

Tcher,


Também eu não gostei muito de ver soldados a investigarem estas coisas tão complicadas. Ainda andamos traumatizados pelas Juntas gregas e brasileiras, pelos pinochets, os napoleões e wellingtons das maçonarias de antanho. Mas a verdade é que nem todos os militares sofrem de militarite ou andam a cobiçar o poder. Lembremo-nos dos nossos herois do 25 de Abril, se precisarmos dum exemplo, tão lestos a depositarem a autoridade nas mãos do povo. E depois também podemos concordar que nestes dias de democracia e água benta o sumamente corrupto da política tende mais a vestir Armani do que andar de mochila às costas.

Mas há o dever de ler estas coisas e considerá-las como muito cuidado. A mim, pelo menos, ajuda-me a compreender melhor os golpes baixos dum imperialismo metamorfoseante de forças ocultas sem mãos a medir e daí forçado a recorrer à imagem humanitária ambientalista que convence tanto parolo. Ainda gostaria de saber se o alegado plano do Club of the Isles para reduzir a população do planeta em 80 por cento até ao ano 2050 influirá no número de carros eléctricos que ficarão ainda a deslizar nas ruas de Lisboa. Temos que alertar as raparigas militantes dos partidos de vanguarda sobre a dramática possibilidade de despedimentos em massa ou mortes prematuras causadas por medicamentos para baixar as tensões.

Luís,

Andas sempre a picar, meu provocador. Põe-te a pau com o Tcher, não lhe faças subir a mostarda ao nariz.

Publicado por: Bomba em setembro 23, 2005 11:01 AM

OS CANDIDATOS FANTOCHES

Depois do convite recusado por Ricardo Araújo Pereira, membro destacado dos mediáticos «Gatos Fedorentos», Mário Soares resolveu - por influência do seu amigo Medeiros Ferreira - convidar a até agora quase desconhecida do grande público, Joana Amaral Dias, a ser a sua mandatária para a juventude.

A jovem ex-deputada bloquista que actualmente integra o órgão máximo do partido (Mesa Nacional do Bloco de Esquerda), aceitou o convite. E se ainda ontem estava de alma e coração com Francisco Louçã, hoje já diz acreditar piamente "no projecto de Mário Soares".

Apesar de estar maioritariamente representada no parlamento, a desorientação actual da Esquerda é por demais evidente, e já não é novidade para ninguém que a eventual candidatura de Cavaco Silva à presidência da república está a deixar «à beira de um ataque de nervos» muitas alminhas por esse país fora.

Com o anúncio público deste convite à bloquista, entende-se perfeitamente o facto de Francisco Louçã se ter apresentado no primeiro debate parlamentar com uma expressão muito mais sorumbática do que aquela a que já nos habituou; é que o pobre homem esteve toda a noite acordado a matutar numa nova estratégia para depois das autárquicas, e a conceber a melhor forma para dar o já publicamente dito e reafirmado... por não dito.

Convém recordar o que se passou à entrada para o último fim-de-semana de Agosto (ainda não fez um mês), data em que apresentou a sua candidatura a Belém. Francisco Louçã fez a questão de afirmar que iria «dar inicio a uma luta contra a irresponsável elite política». Será que Louçã está a pensar trocar uns sopapos com a sua camarada Joana? Ou vai antes optar pela auto flagelação? :)

Mas os comunistas também não se podem ficar a rir das desgraças dos bloquistas, pois depois do apoio público que José Saramago deu à candidatura de Mário Soares, a candidatura de Jerónimo de Sousa também sofreu um forte abanãozinho, e o "candidato" comunista surgiu bastante combalido na entrevista que concedeu esta semana à RTP1.

Como já se esperava, não vai ser preciso muito para Mário Soares conseguir transformar os "candidatos" do PCP e do Bloco de Esquerda nuns "inocentes" candidatos fantoches.

http://geracao-rasca.blogspot.com

Publicado por: André Carvalho em setembro 23, 2005 01:54 PM

Bomba:

Se calhar quem precisa de se pôr a pau és tu (com o Mr. X). Se precisares de ajuda apita. Quanto aos comentários do Tchern já disse o que tinha a dizer.


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Filipe até breve.

Publicado por: Luis Oliveira em setembro 23, 2005 03:14 PM