« APÓS AS ELEIÇÕES ALEMÃS | Entrada | MULHER LÊ ROMANCES. MARIDO É CHATO. CHEGA PRIMO. GAJA METE-SE COM PRIMO. CRIADA CHANTAGEIA-A. PRIMO PISGA-SE. MULHER MORRE. »

setembro 20, 2005

ESPREITANDO ACIDENTES

- O Leonardo Ralha indigna-se contra "demagogia e sacristanismo" do jornalismo português. Tenho impressão que é o mesmo Leonardo Ralha que trabalha para o equivalente do New York Times português: O Independente.

- O Henrique Raposo protesta contra os títulos da imprensa europeia. Mesmo que a imprensa americana tenha os mesmos cabeçalhos.

- O PPM vocifera contra os partidos "partidos populistas e extremistas". Não sei se será o mesmo PPM que apoiava Paulo Portas ou um clone.

Publicado por Jorge Palinhos às setembro 20, 2005 12:23 PM

Comentários

Faz o favor de responder a argumentos com argumentos, Jorge Palinhos. É o que as pessoas sérias fazem.

Publicado por: Leonardo Ralha em setembro 20, 2005 01:37 PM

E já agora faz um esforço por ler os “posts”. A “indignação” de que falas tem a ver com uma reportagem e não com o tal “jornalismo português”. Mas a honestidade intelectual é, por vezes, um luxo...

Publicado por: Leonardo Ralha em setembro 20, 2005 01:40 PM

Já não vejo muito valor no acidental. Ainda se apanham umas coisas em jeito do Luciano Amaral mas já nem procuro. O Acidental tornou-se um depósito de tipos sem se encontrar critério naquilo, tornou-se essencialmente um clubinho a que não acho que valha a pena dar muita atenção.

Ainda assim, relativamente ao post do Leonardo Ralha, acho que não terás muita razão, tenha ele praticado o mesmo mal ou não. O post dele identifica uma reportagem específica e, se citada correctamente (ou próximo o suficiente), a pergunta é realmente idiota.

Quanto ao do Henrique Raposo, mais vale dar de barato. Nem links nem indicação de onde vieram os "títulos". Tanto quanto sei podem ter vindo do Avante ou do jornal oficial do CDS/PP. Ou mesmo da imaginação delirante do autor. É absolutamente indiferente.

Publicado por: João André em setembro 20, 2005 02:06 PM

Eu conheço um portas que faz parte de um partido extremista, populista, demagogo e muito pouco democrático. Esse portas não se chama paulo nem o partido é o cds/pp.
Querem ver que existem dois portas e que o cds/pp não é o único partido populista em Portugal.

Publicado por: fidel em setembro 20, 2005 02:20 PM

Jorge Palinhos escreve "professionais" e não corrige, apesar de alguém ter chamado a atenção para isso no respectivo post. (quem chamou a atenção disse que era apenas um promenor, mas passa a ser uma alarvidade quando nod chamam a atenção e não corrigimos

Publicado por: Francisco Soares em setembro 20, 2005 02:35 PM

>Já não vejo muito valor no acidental.
Concordo, mas olha que em relação ao BDE não vejo nem valor nem inteligência !!

cumps

Publicado por: Mr X em setembro 20, 2005 02:36 PM

EU TAMBÉM ESTOU AQUI

http://geracao-rasca.blogspot.com

Publicado por: André Carvalho em setembro 20, 2005 05:19 PM

Mr X, tudo bem, cada um terá a sua opinião. A diferença está na coerência. Eu, achando que o Acidental não tem muito valor, já lá não vou e não me chateio nem os chateio a eles. O seu caso é diferente, não reconhece inteligência nem valor no BdE mas continua a vir aqui e a comentar. São opções...

Publicado por: João André em setembro 20, 2005 05:38 PM

Tanto moralismo, tanta certeza e tanta virtude! E para que sobressaiam mais, o Jorge Palinhos deita mão ao Independente e ao Acodental.

É a mesma táctica do Louça. No seu périplo pelo país foi há dias a Amarante e ameaça ir a Gondomar (mais uma vez…) e a Oeiras denunciar os candidatos-bandidos.

Fazem lembrar aqueles anúncios do detergente “a minha toalha ao pé da tua não tem comparação. Está mais branca!”

Publicado por: Margarida em setembro 20, 2005 05:58 PM

Sorry, era acidental que queria escrever. E faltou-me ainda o PPM....

Publicado por: Margarida em setembro 20, 2005 06:15 PM

Caro Joãozito Andrezito,

Não nada melhor para manter a boa disposição do que
ler os posts do Filipe Moura pela manhã e os comentários subsequentes !

Relamente à aqui pessoal que ainda acredita nos politicos e sobretudo nas ideoligias politicas e socias !

É como acreditar no Pai Natal ao 50 anos..

Lol

Publicado por: Mr X em setembro 20, 2005 07:57 PM

Mr X, como disse são gostos. Ou opções. Há quem queira não acreditar no Pai Natal em altura nenhuma da sua vida. Há quem possa querer acreditar nele (como outros acreditarão noutras entidades ditas superiores por exemplo) e ao mesmo tempo queira saber escrever correctamente. Aos 50, antes ou depois. Esquisitices, é o que eu lhe digo...

Publicado por: João André em setembro 20, 2005 09:07 PM

lemos os comentários do mr. x e lembramo-nos sempre da velha anedota da hiena.
um desgraçado que só diz bacoradas ri (lol...amarelo certamente) de quê?
quanto ao bom ralha, convenhamos que o post dele se presta a várias interpretações e eu até posso concordar hipoteticamente com algumas delas. mas como o seu próprio desabafo é suficientemente vago e desce ao nível da "boca" inconsequente vindo de quem põe o nome num pasquinzeco repugnante como o malogrado "Indy", o que é que o Ralha vê de criticável no post do J? sem esquecer o tom "self righteous" claro..
já o sentido do comentário da margarida carece de investigação por peritos em esoterismo. aguardemos desenvolvimentos.

Publicado por: tchernignobyl em setembro 20, 2005 10:27 PM

Há quanto tempo, tchern!

Muito folgo que consigas concordar hipoteticamente com algumas interpretações do meu post. Só não percebo muito bem - mas isso será defeito de fabrico de quem põe o nome num “pasquinzeco repugnante" - quais são essas interpretações.
Só encontro uma interpretação: caso a jornalista tenha feito mesmo a pergunta como me pareceu ouvi-la fazer - e olha que sou mesmo duro de ouvido; quando faço uso do condicional é mesmo por isso e não por vício na inconsequência - houve um caso de mau jornalismo. E que é de lamentar, quer vá contra o Avelino, o Louçã ou qualquer outra pessoa.

Passa bem. Eu continuarei a pôr o meu nome no Independente e fico à espera que tu um dia também metas o teu aqui no BdE.

Publicado por: Leonardo Ralha em setembro 20, 2005 10:42 PM

ok, faltava este teu esclarecimento adicional que soa como um bálsamo vindo de quem tem o nome no tal pasquinzeco.
o mau jornalismo é de lamentar quer contra o avelino, o louçã ou contra qualquer outra pessoa.
reabilitado assim quanto a esta divergência, por esta corajosa demonstração de equidistância profissional, só espero que não acabes despedido do pasquim. Mas se calhar há males que vêm por bem....

Publicado por: tchernignobyl em setembro 21, 2005 08:02 AM

tchernignobyl

dass pah, traduz lá isso para português !
Vc's e a mania da intelectualidade, metem palavras usados no tempo do Salazar e afins, saudozismos ?

Johny,
Quantos ao erros, pah é uma clara responsabilidade do ensino em Portugal !

Publicado por: Mr X em setembro 21, 2005 09:54 AM

talvez te fizesse bem um pouco de "mania de intelectualidade" para aprenderes a escrever saudosismo, como aliás já se fazia no tempo do Salazar

Publicado por: tchernignobyl em setembro 21, 2005 10:08 AM

Mais vale o tal “pasquinzeco” do que uma multidão de anónimos mais interessados no insulto do que na discussão de ideias.

E agora uma dúvida: tu não assinas com o teu nome verdadeiro por falta de coragem ou tens vergonha do nome que está no registo (será Eufrasino ou Ruben Filipe)?

Publicado por: Leonardo Ralha em setembro 21, 2005 11:25 AM

caro ralha, eu não assino pelo meu nome porque não me apetece. divulgo-o quando calha, aos meus amigos, a quem se encontra comigo nos copos e aos outros quando surge um problema de natureza pessoal, por exemplo quando mando alguém não anónimo à puta que o pariu.
Não sei onde encaixar a tua sugestão que eu tenho problemas com o valor estético dos meus nomes, tentativa de insulto ou anedota do tipo "coitadinho do crocodilo"?

Publicado por: tchernignobyl em setembro 21, 2005 11:44 AM

Já eu não mando nenhum anónimo à puta que o pariu,

Desconfio sempre que a mãe não tem culpa nenhuma.

Publicado por: Leonardo Ralha em setembro 21, 2005 12:51 PM

eu mando. evitá-lo sempre quando apetece fazê-lo tanto, não nos faz melhores pessoas, talvez pelo contrário. e também porque adultos relativamente civilizados sabem que nestes casos a mãe nunca tem nada a ver com o caso. quando se acha que tem, o insulto é muito mais específico.
claro que o não faço como anónimo a um não anónimo.
é como as calúnias. são criticáveis nos não anónimos mas são piores feitas pelos anónimos, nisso concordo.

Publicado por: tchernignobyl em setembro 21, 2005 02:16 PM

Ainda bem que concordamos em qualquer coisa (suponhamos que também teremos algum consenso na crença que o oxigénio é bom).

Passa mesmo bem.

Publicado por: Leonardo Ralha em setembro 21, 2005 02:18 PM

Caro Leonardo,


Desculpe a intromissão. O oxigénio não é "bom". É necessário. Em certas quantidades mata. É como certas conversas. Não que esta seja uma delas: até estou a gostar muito.

Publicado por: Bomba em setembro 21, 2005 03:44 PM

Não me parece que esta discussão faça grande sentido. O Jorge equivocou-se ligeiramente com o âmbito do post do Leonardo. Não é coisa complicada admiti-lo.

Publicado por: Luis Rainha em setembro 21, 2005 04:02 PM

Seja bem lido, grande compartilhador das minhas iniciais!

E que tal mais uns "posts" à maneira, daqueles que até os escribas de pasquinzecos gostam de ler?

Abraço,

Leonardo

Publicado por: Leonardo Ralha em setembro 21, 2005 05:25 PM

Equivocar-se ligeiramente com o âmbito é um eufemismo muito simpático. E qual é o problema de protestar quanto aos títulos da imprensa europeia mesmo que a imprensa americana tenha os mesmos cabeçalhos? O Palinhos espreita acidentes, mas escancara falácias.

Publicado por: cordobes em setembro 21, 2005 05:59 PM


Caro Leonardo,


Eu sei que você já escreveu pelo menos um romance e que tem outro em preparação e que não gosta de poesia e que o Bush ganhou as eleições sem margem para dúvidas. Mas,como tenho esta máscara, ganhei coragem para lhe fazer duas perguntas:

a) Por que é que meteu uma vírgula a seguir à palavra "maneira";

b)Tem ainda algumas dúvidas de que a imprensa portuguesa se componha duma selecção interessante de "pasquinzecos", aliás como tantas outras por esse mundo fora? Se tiver, agradeceria me disesse porquê, pois também estou a escrever um conteco à volta desse tema e talvez pudesse aproveitar um pouco da sua experiência. Muito agradecido.

Publicado por: Bomba em setembro 21, 2005 10:12 PM

Prezado Bomba.

Aqui seguem as respostas.

a) Porque os “posts” do Luís Rainha são “à maneira” e não “à maneira daqueles que até os escribas de pasquinzecos gostam de ler”. Caso a pergunta fosse irónica peço desculpa pela aula de Português.

b) Tenho. Porque entre a imprensa portuguesa há muito boa gente que, contra ventos e marés, contra a falta de meios e pressões inacreditáveis de interesses instalados (tanto de direita quanto de esquerda), contra ideias feitas e contra a má-fé de alguns, se esforça por fazer jornais e revistas que sejam mais do que "pão e circo" ou versões oficiosas do Diário da República.

Espero que as respostas sejam úteis para o seu conteco. E parabéns pela pesquisa no Google. Vou também colocar lá a palavra “bomba” a ver se fico a saber algo sobre si.

Publicado por: Leonardo Ralha em setembro 21, 2005 11:11 PM

Leonardo,

Por favor, não me faças festas ao ego, que o bicho já teima em não caber na gaiola. Folgo em ver que o gradiente do teu entusiasmo com isto dos blogues é simétrico ao meu; já tens por aqui um leitor atento...

PS: olha que, embora talvez não tenhas dado por isso, ando a colaborar com o teu "pasquinzeco".

Publicado por: LR em setembro 22, 2005 01:07 AM

A sério? Acredita que muito folgo em sabê-lo, embora confesse que de facto ainda não havia dado por isso. Tratarei de investigar.

Abraço,

Leonardo

Publicado por: Leonardo Ralha em setembro 22, 2005 01:19 AM

Caro Leonardo,


Pois não havia ironia propositada da parte deste homem muito dado a pontapés na gramática e a teorias da conspiração, incluindo as das vírgulas e novas locuções adjectivas. Explicou-me. Agradeço a lição e passemos à frente, antes que apareçam por aqui outros puristas com intenções de mandarem o vernáculo às compras.

Ainda bem que admite uma certa cooperação entre as forças que se opõem (provocando os tais ventos, marés e correntes contrárias) a um jornalismo que sirva os interesses da maioria. Mas essa é, infelizmente, a resposta padrão que tem servido aos que pretendem “explicar” uma profissão (aqui nas europas e nas américas) que nos últimos anos se tem esforçado para nos contar quase nada dos problemas reais deste mundo.

Para o jornalista típico, não há, só para citar alguns exemplos, conspiração política, científica, histórica e religiosa. Em vez disso, andam por aí outros “perigos” quotidianos contra os quais convem advertir a malta: o petróleo está a acabar como nos conta a OPEC, a camada de ozono tem um buraco que causa ciclones, a eugenesia era uma rapariga exclusivamente sueca mas já morreu e a SIDA veio certamente do macaco, como o homem. Se juntarmos a estas certezas jornalísticas as auto-censuras que não se confessam, mas que governam os comunicados politicos do dia, presas a interesses ideológicos e à necessidade de se ter um emprego para se poder viver, ficamos com uma boa ideia em que águas mansas andamos a nadar e para onde é que as correntes nos levam quando estamos de maré.

Publicado por: Bomba em setembro 22, 2005 11:17 AM

Tem bom remédio para alterar o que considera ser os males do jornalismo português. Basta tornar-se também jornalista (neste caso atípico), caso não o seja já.

Publicado por: Leonardo Ralha em setembro 22, 2005 11:27 AM

A comunicação social é propriedade dos grandes grupos económicos e os grandes grupos económicos são os principais beneficiários da política de direita, seja quem for que a pratique e seja a que níveis ela seja praticada: local, regional, nacional ou internacional.

Logo, é óbvio e fácil de entender o apoio dado por todos os media à política de direita e aos políticos que a praticam.

Por isso parece-me esotérica (pelo menos e para não lhe chamar outra coisa) a tónica que tanto a bomba como o Leonarda Ralha põem no "jornalista".

O "jornalista" até pode ter uma escrita escorreita, ideias sensatas, honestidade à prova de bala, sensibilidade social, criatividade, bom gosto, capacidade de trabalho, tudo o que são boas qualidades, mas por um lado o seu recrutamento depende do "patrão" e a publicação do que escreve depende do "boss" que o "patrão" lá pôs, precisamente também para vigiar se o que escreve (ou diz) defende (ou pelo menos não ataca) os seus interesses.

E se quisermos que as coisas mudem, exortemos os profissionais da comunicação social a lutarem por situações de emprego com direitos e contra a precaridade que cada vez mais os atinge e a juntarem-se à denúncia da concentração (cada vez maior) da propriedade dos media. Para começar.

E não liguemos muito aos que se auto-denominam independentes, plurais, isentos e imparciais. Eles sabem que com vinagre não se apanham moscas...


Publicado por: Margarida em setembro 22, 2005 06:26 PM

Maggie,


Eu continuo com o meu desejo de aprofundar as coisas, mas tu persistes em pintar à pistola ou a espetares o ferrão como uma valquíria que nunca está contente com aquilo que lhe dão. Já tive a oportunidade de sugerir aqui que o teu partido está tanto ao serviço do capitalismo como o CDS, ou mais, mas tu não tens vergonha e voltas à carga com a impetuosidade do costume e como se nada tivesse acontecido ou sido dito. Que lata!

Tónica esotérica, hem? Último exemplo da maestria do teu partido no espalhar a confusão para fugir à verdade escondida nos bolores dos passados conspirativos. Aqui há tempos o Vital Moreira comentava no seu blogue sobre declarações dum membro importante do PS à volta dos tipos de traseiros esotéricos que se têm sentado na cadeira de Presidentes da AR. A Maçonaria vai à frente em número de campeonatos ganhos. Fui a correr ao site do Avante para ver qual era a opinião deles, coloquei a palavrinha mágica e adivinha qual foi o resultado? Nicles de Bitocles!!

"Exortemos os profissionais da comunicação social a lutarem por situações de emprego", arrancas tu. Good one. Faz-me lembrar as arengas a que o meu tio Florindo era submetido nas reuniões distrais do MUD Juvenil. Duvido que haja algo que cheire mais a azedo que essa tua exortação.

Wake up, darling. This is kickass time. Stop being juvenile and try to learn something.

Publicado por: Bomba em setembro 22, 2005 09:21 PM

Eu limitei-me a lembrar que os jornalistas têm patrões,que há luta de classes e que quem controla os media é a classe que domina a sociedade. O seu paleio é de negação da realidade. O Bush sofre do mesmo mal. E não só.

Publicado por: Margarida em setembro 22, 2005 10:30 PM

Sim, e que os patrões têm "bosses" e que os independentes são perigosos e caçam moscas com açucar, e que quem não concorda contigo é bushista, etc.etc. Enfim, a regateirice do costume. Paciência do caraças para aturar isto.

Publicado por: Bomba em setembro 22, 2005 11:03 PM

lol!

Publicado por: tchernignobyl em setembro 23, 2005 12:08 AM

Nota à margem: o Bombas escreve cada vez melhor, está muito mais interessante. E agora anda a fazer-se à Margarida. Ai mundo mundo!

Publicado por: fernando venâncio em setembro 23, 2005 07:58 AM

Quando vês gozo nunca deixas fugir a oportunidade, Fernando. Típico. O que estava à espera era que também ralhasses quando andei a enxovalhar a Língua numa conversa com o teu confrade Leonardo. E não tenho ilusões a respeito da Marga, somos dois casos perdidos: eu para os comunismos de atalaia, ela para as realidades. O que me interessa é que não fique doída com as minhas palavras.

Publicado por: Bomba em setembro 23, 2005 10:33 AM

Bomba:

O que seria de nós sem a tua preocupação com a nossa saúde mental ...

Tu queres ver que o Bomba e o Fernando são velhos compadres e sempre o souberam e não querem dizer nada a ninguém?

Publicado por: Luis Oliveira em setembro 23, 2005 10:40 AM

Vejamos o Público: O patrão Belmiro tem o cacau com que contratou o boss Fernandes a quem deu o pau para manter alinhadinho o pessoal.

E se a "independência" do pessoal chocar com os interesses do patrão Belmiro lá vem o Fernandes mais o pau...

Claro que perante abusos, o pessoal pode ir para o tribunal. Os que têm a situação laboral segura. E os precários, e os estagiários que são cada vez mais mato neste matagal?

Claro também que se o Público dissesse que era o órgão da Sonae e dos interesses do grande capital, não se tornava muito interessante para a malta mais intelectual. Por isso diz que é independente, pluralista, isento e imparcial. E até lá estão o Rosas e a Esther e a Teresa e o Vital, além do figurão pachecal. Também para provar que isso é que é real, a tal "independência", "pluralismo", etc. e tal...

O Bush também falava do eixo do mal, dos tais que tinham o grande arsenal. E quem disse o contrário falou mal?

Publicado por: Margarida em setembro 23, 2005 10:43 AM

Luís Oliveira,

Digo-te mais: o Bombas, o Fernando... e a Margarida. Conhecem-se mal, diria que basto marginalmente, mas há modos de conhecer.

Publicado por: fernando venâncio em setembro 23, 2005 11:13 AM

É bem verdade, caro Fernando Venâncio.

Publicado por: Luis Oliveira em setembro 23, 2005 02:13 PM

Quero juntar-me ao Fernando no elogio ao Bomba. Está carinhoso. É o flower power.

Publicado por: Valupi em setembro 23, 2005 03:55 PM

Já estou a ficar submerso em tanto gozo, Valupi. Andas por aí no blogue a seres o figurante que te apetece e agora (já com a conversa com o Leonardo a pertencer à história) apareces para me acusar de cinderela de cravo na boca ao serviço do rockafella. Too late, son.

Podias ter metido esse apêndice olfactivo e culto nas falas deste post que no fim até atrairam a Margarida, sempre bem disposta e nada inferior, em calor e dedicação, ao Kamenerva da revolução russa. Fica para a próxima. Embeiçados com octogenários como andamos, não te faltarão nas semanas próximas mais oportunidades para defenderes um capitalismo reformado, inteligente, etc., etc. que não te envergonhe nem veja crime nas poluções nocturnas socialistas que te saíam do corpo quando eras um rapazote.

Publicado por: Bomba em setembro 23, 2005 09:46 PM