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maio 28, 2005

DELÍRIOS ESCAQUÍSTICOS

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Hoje, por imperativos familiares, fui assistir a uma função religiosa comandada por um bispo. Sim, um bispo à séria, daqueles de báculo, paramentos vários e tudo.
Não sei bem porquê, cada vez que ele desdobrava a mitra e a punha na cabeça, começava eu a ouvir ao longe um tropel de cavalos de freio na boca e desatava a fantasiar a nave da igreja invadida por hordas de ferozes peões, sequiosos da episcopal hemoglobina.
Bem dizia o Fischer: o xadrez não é como a vida; o xadrez é a vida.

Publicado por Luis Rainha às maio 28, 2005 11:13 PM

Comentários

O Fischer é maluco. O grande problema dele é que essa frase nada tem de metafórica. E os resultados são os conhecidos: se ainda não levou xeque-mate, pode dizer-se que está numa espécie de zugzwang.

Publicado por: José Mário Silva em maio 30, 2005 10:21 AM