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abril 26, 2005

OS RISCOS QUE APAGAM A CRISE

Descendo a avenida, vogando como quem desce um rio, encalhei no conhecido subversivo Luis Rainha, acompanhado por uma cúmplice.
Tentavam escapulir-se furtivamente, ao volante de uns curiosos veiculos onde se amontoavam redondas criancinhas que segundo algumas testemunhas o sinistro maximalista utiliza como trabalho não pago na colagem em ritmo de sweat shop de cartazes de duvidoso teor para organizações suspeitas em locais proibidos.
Ao redor, um grupo de agitadores lançava-se ao ATTAC.

Pá, marquem um almoço para a semana.

Lançou-me com o maior descaramento ( a fome parece apertar entre os sediciosos e isso é bom), enquanto eu olhava para todos os lados procurando não ser reconhecido em tão comprometedora companhia.
Camarada Zé Mário: a vous de jouer, onde é que é?

Publicado por tchernignobyl às abril 26, 2005 03:46 PM

Comentários

Não sendo isto a Maçonaria, tcher, ainda assim sugiro que combinemos o repasto por outras vias (e-mail do blogue).
Até já.

Publicado por: José Mário Silva em abril 26, 2005 05:24 PM