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abril 26, 2005

ISTO É CADA VEZ MAIS ESTRANHO

O Grande Oriente Lusitano – Maçonaria Portuguesa reafirmou hoje em comunicado que o dossier que entregou à Torre do Tombo contém "115 folhas" com "relações distritais de agentes" da antiga polícia politica (PIDE) ou da Legião Portuguesa.

O comunicado do Grande Oriente Lusitano surge na sequência das declarações ao semanário “Expresso” do director da Torre do Tombo, Pedro Dias, segundo as quais se trata apenas de “um conjunto de listas de pessoas ou instituições para as quais a LP [Legião Portuguesa] queria enviar propaganda”.

O semanário acrescenta que a Procuradoria-Geral da República está a estudar o caso porque “a sua ocultação poderá ter frustrado os interesses punitivos do Estado relativamente aos membros da Legião Portuguesa”.

Publicado por Jorge Palinhos às abril 26, 2005 11:56 AM

Comentários

espero que a maçonaria tenha tirado uma fotocópia...

Publicado por: tchernignobyl em abril 26, 2005 01:41 PM

de resto não há muito a temer. o unico puide de que há memória que tenha assassinado alguém foi o rosa casaco e mesmo assim...
o resto era tudo mangas de alpaca, pacatos funcionários de secretaria. gente boa e humilde, trabalhadora.

Publicado por: tchernignobyl em abril 26, 2005 01:43 PM

Concerteza que a maçonaria tirou uma fotocópia. O facto de aqueles que possam constar da lista saberem que quem saiba, é suficiente para dar poder a quem sabe que os outros sabem que eles sabem.
JCV

Publicado por: JCV em abril 26, 2005 02:52 PM

Concerteza que a maçonaria tirou uma fotocópia. O facto de aqueles que possam constar da lista saberem que há quem saiba, é suficiente para dar poder a quem sabe que os outros sabem que eles sabem.
JCV

Publicado por: JCV em abril 26, 2005 02:53 PM

queres dizer que... eram pides coitadinhos há que protegê-los?
mas então o que é feito do estilo caceteiro do vai ou racha que a direita instalou como "senso comum" desde que foi preciso tomar a iniciativa?
temos aqui "dois pesos e duas medidas"?
há uns tempos descobriu-se que uma velhinha inglesa espiou para os soviéticos nos anos cinquenta. veio a casa a baixo para os conservadores ingleses... aqui, há que preservar "privacidades" a essa canalha.

Publicado por: tchernignobyl em abril 26, 2005 03:16 PM

..... isso é comigo??? eu não defendo pides, o que escrevei não pode ser interpretado dessa forma. Por mim a lista dveria ser publicada. Estava só a escrever sobre o tipo de consequências do pseudo-secretismo.

Publicado por: jcv em abril 26, 2005 03:28 PM

ok, ok... admito que o meu comentário saiu um bocado descontrolado.
voltando ao tema, parece-me que efectivamente a unica maneira de evitar especulações ( acho incrivel esta disparidade de interpretações entre o pedro dias e a maçonaria) e possiveis hipoteses de chantagem ( essa possibilidade não se enquadra bem com a disponibilização da lista como um todo e sem ser aos bochechos (lembrar caso casa pia) e com o facto de o antonio arnault ter uma imagem de pessoa séria), seria divulgá-la publicamente desde já.

Publicado por: tchernignobyl em abril 26, 2005 04:13 PM

Não sejam tão desconfiados. A Augusta e Universal Fraternidade Maçónica também vela por vós.

Publicado por: mestre noaquita em abril 26, 2005 04:26 PM

E esta eiinn !!!!!!

Publicado por: JCV em abril 26, 2005 04:33 PM

com tanta vela a velar por nós ainda organizamos uma regata

Publicado por: tchernignobyl em abril 26, 2005 04:51 PM

E estamos de olho em si, Caro Tchernignobyl. O colégio invisível já ponderou endereçar-lhe um amável convite para ser recebido entre colunas.

Publicado por: mestre noaquita em abril 26, 2005 04:52 PM

Afinal onde está o secretismo que tanto apreciavamos, será que só nos restam os livro de Umberto Eco para o manter o mistério. Mais uma curiosidade hotmail.com ??????

Publicado por: JCV em abril 26, 2005 04:59 PM

calha bem mestre, por mim podemos ir já ao IKEA neste fim de semana comprar o avental.
é isso jcv o hotmail está cada vez de pendor mais esotérico e o mestre noaquita abusou certamente do "passport"

Publicado por: tchernignobyl em abril 26, 2005 05:22 PM

Tchernignobyl não desperdices a oportunidade, poderás vir a ocupar grandes cargos (fora do BCP)aproveita.

Publicado por: JCV em abril 26, 2005 05:30 PM

bem lembrado, JCV. Vamos ter muito trabalho com a "obra" nos próximos anos de pontificado :)

Publicado por: mestre noaquita em abril 26, 2005 05:38 PM

bem, confesso que até tenho uma conta no BCP, mas nunca pago compras lúbricas (tipo lingerie feminina para oferecer, camisinhas com sabor a morango et al) com o respectivo cartão. Para isso, uso o do Espírito Santo.

Publicado por: mestre noaquita em abril 26, 2005 05:41 PM

Penso que sim, não me parece que as recentemente propaladas, mudanças de opinião do novo ocupante, se venham a tornar realidade.

Publicado por: JCV em abril 26, 2005 05:46 PM

Pronto o cavaleiro já deixou caír o elmo, gostei da brincadeira mas já há muitos posts acima e dá trabalho tanto scroll para chegar cá abaixo

Publicado por: JCV em abril 26, 2005 06:01 PM

Primeiro eram listas de informadores da Pide metidos em cofres de bancos para não fugirem, e agora, surpresa das surpresas, são agentes da Legião Portuguesa e da dita Pide, padres com visões tortas da cristandade e da liberdade. E está quase tudo morto, ainda por cima. Talvez porque os mortos não se possam defender ou apontar com um dedo aqueles que se tornaram democratas. Depois o Expresso entra na galdeirice para dar uma ideia de que há liberdade de imprensa e finge dar um tiro no cú da maçonaria e a maçonaria dá um ai ainda mais fingido e os idiotas que escreveram as barbaridades acima não notam que lhes estão a fazer o ninho atrás da orelha. E viva o quico no alto da cabeça, Dona Chica!

Publicado por: Boa Prenda em abril 26, 2005 09:43 PM

O iluminado aí em cima na vertigem da sua agressividade nem se apercebeu que os "idiotas" se limitam a observar os factos, factos esses que por acaso até os divertem.

Publicado por: JCV em abril 26, 2005 10:22 PM

Visitei o site www.glnp.pt e gostei do que li. Muita informação da maçonaria portuguesa. Um Palácio muito bonito. Estarei desejoso de o conhecer.

Publicado por: Mário Mourão em maio 1, 2005 02:08 AM

RETIREI DO SITIO WWW.GLNP.PT

Em Março do ano 2000 vários irmãos maçons, membros regulares, na tentativa de manterem a tradição maçónica, levam as suas Lojas a fundarem a Grande Loja Nacional Portuguesa, que em cinco anos constituíu 21 Lojas. Imensos membros das diversas correntes maçónicas aderem ao Alto Conselho Maçónico, que denominaram oficialmente como o Grande Conselho dos Mestres, que se procura afirmar pelo rigor da maçonaria tradicional, que vai beber as suas fontes à Grande Loja de York, a considerada Grande Loja Mãe da Maçonaria no Mundo. Como é sabido, em 1705 forma-se a "Old York Grand Lodge". Vinte anos depois, a Grande Loja de York adopta o nome de "Grand Lodge of All England". Em 2005, na sequência desse pensamento tradicional, um conjunto significativos de irmãos ingleses, da Grande Loja Unida de Inglaterra, constituem-se no "Masonic High Council for England and Wales", que determinou a criação da "Regular Grand Lodge of England".

Old Grand Lodge of York 1705

The Mother Grand Lodge, Ancient and Honourable Society and Fraternity of Freemasons, meeting since time immemorial in the City of York receiving the name Grand Lodge of All England in 1725.

Regular Grand Lodge of England 2005

300 Years Anniversary since the Foundation of the Mother Grand Lodge of Freemasonry the Regular Grand Lodge of England Preserving the original Tradition of Craft Freemasonry.

Baseados na tradição herdada e na regularidade continental, os maçons portugueses tradicionais, nestes cinco anos, adquirem o Palácio Maçónico sedeado em Mirandela, edifício lindíssimo do século XVIII, conhecido como o Palácio dos Condes de Vinhais. Este importante Palácio do século XVIII é adaptado para receber a Maçonaria, um Museum contemporâneo Maçónico e uma Biblioteca Nacional Maçónica.

Enquanto efectuam a formação dos Obreiros na metodologia tradicional maçónica, um grupo de 11 maçons, orientados pelo principal fundador da Maçonaria Tradicional em Portugal, o Irmão Álvaro Carva, fundam em 2004, com o apoio do Supremo Conselho da França*, considerado regular e constituído em 1804, o SUPREMO CONSELHO DE PORTUGAL do Rito Escocês Antigo e Aceite, e o respectivo último grau maçónico neste rito: o grau 33º. Em 09 de Março de 2005 comemoram o 5 Aniversário desta Obediência Regular. Esse dia é para os maçons tradicionais portugueses o seu dia especial, que é comemorado em todas as Lojas da Obediência. Em 2005, segundo o seu grão-mestre Álvaro Carva, está previsto constituir-se uma nova Obediência, que praticará o Rito Escocês Rectificado, sistema maçónico cavalheiresco e cristão criado em França e na Alemanha na tradição de Martinez de Pasqually. O apoio surgirá da principal Obediência regular, herdeira da representatividade do rito: o Grande Priorado das Gálias que, conjuntamente, com o Grande Priorado da Espanha apoiarão o desenvolvimento do Grande Priorado de Portugal.

*O Supremo Conselho da França foi o primeiro Supremo Conselho a ser constituído na Europa.

O 2º a nível Mundial.

“No passado criou-se a Grande Loja Nacional Portuguesa que quer dizer a Instituição mais maravilhosa que jamais viram os nossos olhos”


Isto foi dito por um célebre crítico maçónico que vive em Paris em 2000 a propósito da criação da Grande Loja Nacional Portuguesa.

A Grande Loja Nacional Portuguesa vai fazendo a sua opção pela discrição, pelas suas intervenções, pelo seu percurso nacional e internacional.


Admirada nas outras Grandes Lojas a Maçonaria Tradicional expõe as suas ideias e intervenções em todos os lugares.

Nestes últimos cinco anos expôs-se, colectivamente, em França, Itália, Espanha, Bélgica, Brasil, Haiti, Marrocos, Madagáscar, Sérvia e Montenegro, Roménia, México, Estados Unidos, Inglaterra, Itália, Libano, Equador,Suiça, Senegal, Congo e em muitos outros lugares.

Ao deparar-se com a tradição maçónica o nosso crítico dizia-nos:

“Eu não posso deixar de acompanhar esta Grande Loja. Tudo o que fazem é feito de forma diferente do precedente e sempre mais perfeito”.


Esta importante visão fez com que a equipa que orienta este projecto nacional e internacional sinta ainda uma maior responsabilidade.

Por isso, falar-vos do passado e da formação da Grande Loja Nacional Portuguesa leva-nos a momentos de confiança, energia, com uma relação próxima e gratificante com a Maçonaria anglo-saxónica, donde a maior parte dos maçons e das Lojas provieram. Mas, felizmente, vieram muitos

mais de outros lugares e, hoje, a Grande Loja Nacional Portuguesa representa um vasto número de maçons que lhe conferem a autenticidade da Maçonaria Tradicional. Pelos valores que cultivam, pela postura e pelas relações internacionais que mantêm, a Grande Loja Nacional Portuguesa definiu a exigência do rigor, da antiguidade nos procedimentos, o prestígio, a pesquisa de conjunto que reúne as condições para uma transposição perfeita da cultura maçónica tradicional.

Desta forma, após necessários estudos e empreendimentos, a Grande Loja Nacional Portuguesa já pode apresentar-lhe, muito em breve, mais e maiores desafios de que muito nos congratulamos, pela enorme exigência que a dimensão da Grande Loja Nacional Portuguesa apresenta, quer pela complexidade que os seus trabalhos requerem.

Ao terminarmos esta breve apresentação histórica, reforçamos o relacionamento tradicional e historicamente profícuo entre a maçonaria e a Arte Maçónica. Uma e outra são comuns. E a Grande Loja Nacional Portuguesa orgulha-se de representar as duas.


"Com efeito, na actual época contemporânea de que somos coevos, a maçonaria portuguesa parece-nos começar a exprimir tímida e paulatinamente, na sua ampla diversidade de organizações externas, a manifestação efectiva daquele seu dinamismo hermético próprio (essência da Ordem que ela mesma afirma representar), em detrimento da profanidade de que tem sido alvo e manifestado mesmo em conexão com a Tradição iniciática especifica portuguesa do Quinto Império e da Idade do Espírito Santo da Redenção regeneradora da Humanidade. Esperemos que ela doravante trabalhe apenas e de facto à Gloria do Grande Arquitecto do Universo, seu Patrono e único Grande Mestre absoluto e autentico, e não mais a do mundo profano, que se lhe opõe e com o qual ela se tem ilicitamente envolvido em compromisso".


Publicado por: Mário Mourão em maio 1, 2005 02:09 AM

RETIREI DO SITIO WWW.GLNP.PT

Em Março do ano 2000 vários irmãos maçons, membros regulares, na tentativa de manterem a tradição maçónica, levam as suas Lojas a fundarem a Grande Loja Nacional Portuguesa, que em cinco anos constituíu 21 Lojas. Imensos membros das diversas correntes maçónicas aderem ao Alto Conselho Maçónico, que denominaram oficialmente como o Grande Conselho dos Mestres, que se procura afirmar pelo rigor da maçonaria tradicional, que vai beber as suas fontes à Grande Loja de York, a considerada Grande Loja Mãe da Maçonaria no Mundo. Como é sabido, em 1705 forma-se a "Old York Grand Lodge". Vinte anos depois, a Grande Loja de York adopta o nome de "Grand Lodge of All England". Em 2005, na sequência desse pensamento tradicional, um conjunto significativos de irmãos ingleses, da Grande Loja Unida de Inglaterra, constituem-se no "Masonic High Council for England and Wales", que determinou a criação da "Regular Grand Lodge of England".

Old Grand Lodge of York 1705

The Mother Grand Lodge, Ancient and Honourable Society and Fraternity of Freemasons, meeting since time immemorial in the City of York receiving the name Grand Lodge of All England in 1725.

Regular Grand Lodge of England 2005

300 Years Anniversary since the Foundation of the Mother Grand Lodge of Freemasonry the Regular Grand Lodge of England Preserving the original Tradition of Craft Freemasonry.

Baseados na tradição herdada e na regularidade continental, os maçons portugueses tradicionais, nestes cinco anos, adquirem o Palácio Maçónico sedeado em Mirandela, edifício lindíssimo do século XVIII, conhecido como o Palácio dos Condes de Vinhais. Este importante Palácio do século XVIII é adaptado para receber a Maçonaria, um Museum contemporâneo Maçónico e uma Biblioteca Nacional Maçónica.

Enquanto efectuam a formação dos Obreiros na metodologia tradicional maçónica, um grupo de 11 maçons, orientados pelo principal fundador da Maçonaria Tradicional em Portugal, o Irmão Álvaro Carva, fundam em 2004, com o apoio do Supremo Conselho da França*, considerado regular e constituído em 1804, o SUPREMO CONSELHO DE PORTUGAL do Rito Escocês Antigo e Aceite, e o respectivo último grau maçónico neste rito: o grau 33º. Em 09 de Março de 2005 comemoram o 5 Aniversário desta Obediência Regular. Esse dia é para os maçons tradicionais portugueses o seu dia especial, que é comemorado em todas as Lojas da Obediência. Em 2005, segundo o seu grão-mestre Álvaro Carva, está previsto constituir-se uma nova Obediência, que praticará o Rito Escocês Rectificado, sistema maçónico cavalheiresco e cristão criado em França e na Alemanha na tradição de Martinez de Pasqually. O apoio surgirá da principal Obediência regular, herdeira da representatividade do rito: o Grande Priorado das Gálias que, conjuntamente, com o Grande Priorado da Espanha apoiarão o desenvolvimento do Grande Priorado de Portugal.

*O Supremo Conselho da França foi o primeiro Supremo Conselho a ser constituído na Europa.

O 2º a nível Mundial.

“No passado criou-se a Grande Loja Nacional Portuguesa que quer dizer a Instituição mais maravilhosa que jamais viram os nossos olhos”


Isto foi dito por um célebre crítico maçónico que vive em Paris em 2000 a propósito da criação da Grande Loja Nacional Portuguesa.

A Grande Loja Nacional Portuguesa vai fazendo a sua opção pela discrição, pelas suas intervenções, pelo seu percurso nacional e internacional.


Admirada nas outras Grandes Lojas a Maçonaria Tradicional expõe as suas ideias e intervenções em todos os lugares.

Nestes últimos cinco anos expôs-se, colectivamente, em França, Itália, Espanha, Bélgica, Brasil, Haiti, Marrocos, Madagáscar, Sérvia e Montenegro, Roménia, México, Estados Unidos, Inglaterra, Itália, Libano, Equador,Suiça, Senegal, Congo e em muitos outros lugares.

Ao deparar-se com a tradição maçónica o nosso crítico dizia-nos:

“Eu não posso deixar de acompanhar esta Grande Loja. Tudo o que fazem é feito de forma diferente do precedente e sempre mais perfeito”.


Esta importante visão fez com que a equipa que orienta este projecto nacional e internacional sinta ainda uma maior responsabilidade.

Por isso, falar-vos do passado e da formação da Grande Loja Nacional Portuguesa leva-nos a momentos de confiança, energia, com uma relação próxima e gratificante com a Maçonaria anglo-saxónica, donde a maior parte dos maçons e das Lojas provieram. Mas, felizmente, vieram muitos

mais de outros lugares e, hoje, a Grande Loja Nacional Portuguesa representa um vasto número de maçons que lhe conferem a autenticidade da Maçonaria Tradicional. Pelos valores que cultivam, pela postura e pelas relações internacionais que mantêm, a Grande Loja Nacional Portuguesa definiu a exigência do rigor, da antiguidade nos procedimentos, o prestígio, a pesquisa de conjunto que reúne as condições para uma transposição perfeita da cultura maçónica tradicional.

Desta forma, após necessários estudos e empreendimentos, a Grande Loja Nacional Portuguesa já pode apresentar-lhe, muito em breve, mais e maiores desafios de que muito nos congratulamos, pela enorme exigência que a dimensão da Grande Loja Nacional Portuguesa apresenta, quer pela complexidade que os seus trabalhos requerem.

Ao terminarmos esta breve apresentação histórica, reforçamos o relacionamento tradicional e historicamente profícuo entre a maçonaria e a Arte Maçónica. Uma e outra são comuns. E a Grande Loja Nacional Portuguesa orgulha-se de representar as duas.


"Com efeito, na actual época contemporânea de que somos coevos, a maçonaria portuguesa parece-nos começar a exprimir tímida e paulatinamente, na sua ampla diversidade de organizações externas, a manifestação efectiva daquele seu dinamismo hermético próprio (essência da Ordem que ela mesma afirma representar), em detrimento da profanidade de que tem sido alvo e manifestado mesmo em conexão com a Tradição iniciática especifica portuguesa do Quinto Império e da Idade do Espírito Santo da Redenção regeneradora da Humanidade. Esperemos que ela doravante trabalhe apenas e de facto à Gloria do Grande Arquitecto do Universo, seu Patrono e único Grande Mestre absoluto e autentico, e não mais a do mundo profano, que se lhe opõe e com o qual ela se tem ilicitamente envolvido em compromisso".


Publicado por: Mário Mourão em maio 1, 2005 02:10 AM

Em Março do ano 2000 vários irmãos maçons, membros regulares, na tentativa de manterem a tradição maçónica, levam as suas Lojas a fundarem a Grande Loja Nacional Portuguesa, que em cinco anos constituíu 21 Lojas. Imensos membros das diversas correntes maçónicas aderem ao Alto Conselho Maçónico, que denominaram oficialmente como o Grande Conselho dos Mestres, que se procura afirmar pelo rigor da maçonaria tradicional, que vai beber as suas fontes à Grande Loja de York, a considerada Grande Loja Mãe da Maçonaria no Mundo. Como é sabido, em 1705 forma-se a "Old York Grand Lodge". Vinte anos depois, a Grande Loja de York adopta o nome de "Grand Lodge of All England". Em 2005, na sequência desse pensamento tradicional, um conjunto significativos de irmãos ingleses, da Grande Loja Unida de Inglaterra, constituem-se no "Masonic High Council for England and Wales", que determinou a criação da "Regular Grand Lodge of England".

Old Grand Lodge of York 1705

The Mother Grand Lodge, Ancient and Honourable Society and Fraternity of Freemasons, meeting since time immemorial in the City of York receiving the name Grand Lodge of All England in 1725.

Regular Grand Lodge of England 2005

300 Years Anniversary since the Foundation of the Mother Grand Lodge of Freemasonry the Regular Grand Lodge of England Preserving the original Tradition of Craft Freemasonry.

Baseados na tradição herdada e na regularidade continental, os maçons portugueses tradicionais, nestes cinco anos, adquirem o Palácio Maçónico sedeado em Mirandela, edifício lindíssimo do século XVIII, conhecido como o Palácio dos Condes de Vinhais. Este importante Palácio do século XVIII é adaptado para receber a Maçonaria, um Museum contemporâneo Maçónico e uma Biblioteca Nacional Maçónica.

Enquanto efectuam a formação dos Obreiros na metodologia tradicional maçónica, um grupo de 11 maçons, orientados pelo principal fundador da Maçonaria Tradicional em Portugal, o Irmão Álvaro Carva, fundam em 2004, com o apoio do Supremo Conselho da França*, considerado regular e constituído em 1804, o SUPREMO CONSELHO DE PORTUGAL do Rito Escocês Antigo e Aceite, e o respectivo último grau maçónico neste rito: o grau 33º. Em 09 de Março de 2005 comemoram o 5 Aniversário desta Obediência Regular. Esse dia é para os maçons tradicionais portugueses o seu dia especial, que é comemorado em todas as Lojas da Obediência. Em 2005, segundo o seu grão-mestre Álvaro Carva, está previsto constituir-se uma nova Obediência, que praticará o Rito Escocês Rectificado, sistema maçónico cavalheiresco e cristão criado em França e na Alemanha na tradição de Martinez de Pasqually. O apoio surgirá da principal Obediência regular, herdeira da representatividade do rito: o Grande Priorado das Gálias que, conjuntamente, com o Grande Priorado da Espanha apoiarão o desenvolvimento do Grande Priorado de Portugal.

*O Supremo Conselho da França foi o primeiro Supremo Conselho a ser constituído na Europa.

O 2º a nível Mundial.

“No passado criou-se a Grande Loja Nacional Portuguesa que quer dizer a Instituição mais maravilhosa que jamais viram os nossos olhos”


Isto foi dito por um célebre crítico maçónico que vive em Paris em 2000 a propósito da criação da Grande Loja Nacional Portuguesa.

A Grande Loja Nacional Portuguesa vai fazendo a sua opção pela discrição, pelas suas intervenções, pelo seu percurso nacional e internacional.


Admirada nas outras Grandes Lojas a Maçonaria Tradicional expõe as suas ideias e intervenções em todos os lugares.

Nestes últimos cinco anos expôs-se, colectivamente, em França, Itália, Espanha, Bélgica, Brasil, Haiti, Marrocos, Madagáscar, Sérvia e Montenegro, Roménia, México, Estados Unidos, Inglaterra, Itália, Libano, Equador,Suiça, Senegal, Congo e em muitos outros lugares.

Ao deparar-se com a tradição maçónica o nosso crítico dizia-nos:

“Eu não posso deixar de acompanhar esta Grande Loja. Tudo o que fazem é feito de forma diferente do precedente e sempre mais perfeito”.


Esta importante visão fez com que a equipa que orienta este projecto nacional e internacional sinta ainda uma maior responsabilidade.

Por isso, falar-vos do passado e da formação da Grande Loja Nacional Portuguesa leva-nos a momentos de confiança, energia, com uma relação próxima e gratificante com a Maçonaria anglo-saxónica, donde a maior parte dos maçons e das Lojas provieram. Mas, felizmente, vieram muitos

mais de outros lugares e, hoje, a Grande Loja Nacional Portuguesa representa um vasto número de maçons que lhe conferem a autenticidade da Maçonaria Tradicional. Pelos valores que cultivam, pela postura e pelas relações internacionais que mantêm, a Grande Loja Nacional Portuguesa definiu a exigência do rigor, da antiguidade nos procedimentos, o prestígio, a pesquisa de conjunto que reúne as condições para uma transposição perfeita da cultura maçónica tradicional.

Desta forma, após necessários estudos e empreendimentos, a Grande Loja Nacional Portuguesa já pode apresentar-lhe, muito em breve, mais e maiores desafios de que muito nos congratulamos, pela enorme exigência que a dimensão da Grande Loja Nacional Portuguesa apresenta, quer pela complexidade que os seus trabalhos requerem.

Ao terminarmos esta breve apresentação histórica, reforçamos o relacionamento tradicional e historicamente profícuo entre a maçonaria e a Arte Maçónica. Uma e outra são comuns. E a Grande Loja Nacional Portuguesa orgulha-se de representar as duas.


"Com efeito, na actual época contemporânea de que somos coevos, a maçonaria portuguesa parece-nos começar a exprimir tímida e paulatinamente, na sua ampla diversidade de organizações externas, a manifestação efectiva daquele seu dinamismo hermético próprio (essência da Ordem que ela mesma afirma representar), em detrimento da profanidade de que tem sido alvo e manifestado mesmo em conexão com a Tradição iniciática especifica portuguesa do Quinto Império e da Idade do Espírito Santo da Redenção regeneradora da Humanidade. Esperemos que ela doravante trabalhe apenas e de facto à Gloria do Grande Arquitecto do Universo, seu Patrono e único Grande Mestre absoluto e autentico, e não mais a do mundo profano, que se lhe opõe e com o qual ela se tem ilicitamente envolvido em compromisso".


Publicado por: Mário Mourão em maio 1, 2005 02:10 AM

"maçons portugueses tradicionais, nestes cinco anos, adquirem o Palácio Maçónico sedeado em Mirandela, edifício lindíssimo" afima-se no texto acima transcrito.

É necessário serem descarados. A GLNP não comprou o edificio, mas alugou-o e o edificio só é lindissimo por fora. Po dentro está em ruinas. Onde tinham eles dinheiro? nem para mandarem cantar um cego....

O "senhor" Alvaro Carva é uma FRAUDE, é um MENTIROSO, um MANIPULADOR, que não repesenta nada além de um pequeno grupo de cerca de 60 pessoas no território português.

Será isto a Maçonaria? Ou será u um puto chamado Carva anda a brincar às Maçonarias?

Publicado por: Alvaro de C<mpos em maio 4, 2005 10:49 AM