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setembro 04, 2005

PORTUGAIS - GUIDE DE CONVERSATION (III)

Communications :
Pourriez-vous lui dire de me rappeler au numéro...?
Podia-lhe dizer de me chamar ao número...?

Je cherche une boîte aux lettres.
Estou à procura dum marco postal.

Où se trouve la poste restante?
Onde se encontra a posta-restante?

Puis-je accéder au net depuis ici?
Posso-me ligar ao net daqui?


O guia inclui ainda uma secção de gastronomia, onde são descritas algumas das mais conhecidas iguarias portuguesas. Não faltam as "punhetas de bacalhau":
salade froide composée de lamelles de morue, tomates, oignons et coriandre. Este prato é referido como bastante comum, fácil de encontrar em qualquer restaurante. Se alguma vez ouvirem falar de turistas franceses a pedirem "punhetas de bacalhau" no Gambrinus ou no Tavares, já sabem a que se deve.

Publicado por Filipe Moura às setembro 4, 2005 08:30 AM

Comentários

"Encore bien que je te trouve"
(Ainda bem que te encontro)

"Tu est ici tu est dans l'eau"
(tás aqui tás na água!)

Publicado por: Luis Moita em setembro 4, 2005 10:57 AM

Também é conhecido o "mettre-toi au milieu de la rue"...!
Adoro os guias de conversação.
:)

Publicado por: L.G. em setembro 4, 2005 11:10 AM

She must go

( ela mastigou)

Publicado por: Paulo Eduardo em setembro 4, 2005 11:40 PM


A anáfora da água


A anáfora da água assume-se como acto num sistema e noutros sistemas. Foge-se pelo fluir e parte-se à arqueologia. Ou seja, o truque é a distância, raciocinar o raciocínio. Pensar é importante, não haja dúvidas, ajuda a arrumar o mundo. Mas não te deixes minar por um pensamento. Por assim dizer exige-se inquirir os verbos e os substantivos principais. Queres seguir o ritmo da intuição? A flutuação tem leis, leis incertas se calhar., daí os relógios à prova de água. A grande questão é saber quantas nuvens existem, se há alguma forma de plasma que impulsione a variação da água em/para cima e em/para baixo ( sem prioridades). Estará o zénite imune à pressão atmosférica? Pelo contrário as folhas caem invariavelmente, caem poque são pessoas, pessoas que são metáforas. Isto é, quem não vai ao campo não antecede o mar, é certo que indo pode ver a resina, a ardência dos porcos, e das casas, os homens todos; todavia a saliva diz coisas, impõe na autobiografia a vitalidade inerente: Hoje comi frango com Corn Flakes e bebi um copo de água na refeição do almoço etc etc etc Que diremos da conservação da água? Nesse ápice os berlindes já se rarefizeram, a energia secreta subjaz, por fim o “nós primordial”, a omnisciência brilhante difunde-se nas sete portas.

Tudo são lagos onde chapinharemos certezas como o facto de Deus não ser má pessoa

Publicado por: Paulo Eduardo em setembro 4, 2005 11:40 PM

E no entanto o pior guia de conversação de sempre é da autoria de dois ilustres portugueses do século XIX, que escreveram o famoso "English as She is Spoke", acerca do qual Mark Twain dizia: "Nobody can add to the absurdity of this book, nobody can imitate it successfully, nobody can hope to produce its fellow; it is perfect."

Para saber mais:
http://crossroads.net/honyaku/easis/

Publicado por: Sergio em setembro 6, 2005 11:21 AM