« MORREU UM GRANDE, UM ENORME ESCRITOR | Entrada | ÚNICO POST PAPAL »

abril 06, 2005

ARTE DA PROVOCAÇÃO

Atirar um anzol, qualquer que seja o anzol, sabendo que haverá sempre peixes dispostos a morder o isco.

Publicado por José Mário Silva às abril 6, 2005 08:40 AM

Comentários

tell me about it! ;)

Publicado por: Monty em abril 6, 2005 10:15 AM

sim, haverá sempre alguém a querer tergiversar sobre as propriedades da minhoca, a exaltar as suas qualidades sagradas e ou profanas e, em última instância, a rezar pela pele do pescador. Provoque-se mas com conhecimento do dano. E do amo.

Publicado por: Pedro Vieira em abril 6, 2005 10:31 AM

Como é que a mesma pessoa pode ser tão APAZIGUADOR (Valupi dixit, por palavras suas) e tão PROVOCADOR (sugestão do próprio)?

Viverão, no mesmo vasilhame físico, duas almas? Isto começa a dar ares de thriller.

Publicado por: fernando venâncio em abril 6, 2005 12:31 PM

Ó meu Brigadeiro:

Então a coisa é isso? Você fantasia um caso, e corre a dizer que está contada a história do mundo?

Que mais destinos trágicos há por aqui, que não sejam o exactíssimo seu? Ai que drama, que drama!

Publicado por: fernando venâncio em abril 6, 2005 03:33 PM

não te apoquentes fernando. o destino do brigadeiro é ali a vitrina do balcão do Cister.

Publicado por: tchernignobyl em abril 6, 2005 03:53 PM

Tcher: para gente má em geografia, traduz lá isso.

Publicado por: fernando venâncio em abril 6, 2005 04:54 PM

até tenho vergonha de explicar uma coisa tão comezinha a quem num excelente fim de tarde me apontou a varanda onde viveu um outro fernando, pessoa.
a cister é apenas uma pastelaria com tradições em lisboa, fica na rua da escola politécnica em frente à faculdade de ciências.
Embora um pouco amarrotada pelas modernices ainda tem uns excelentes e aprumados brigadeiros ( e outros bolos) prontos para o garfo.

Publicado por: tchernignobyl em abril 6, 2005 05:03 PM

Reconheço. Nunca frequentei, enbora fosse muito à vizinha rua de São Marçal. Agora que brigadeiro seja um bolo, ignorava. Ganhei o dia, afinal.

Publicado por: fernando venâncio em abril 6, 2005 07:00 PM

cheira-me que o nosso Brigadeiro (continência) andou a ler a crónica do Fernando Veríssimo no Espesso do passado sábado..

Publicado por: Pedro Vieira em abril 7, 2005 01:20 AM

Há gente que nem para insultar consegue arranjar um pedacito de ideia original...

Publicado por: asasasasas em abril 7, 2005 12:55 PM

Muito a propósito, recordo um poema do Pedro Mexia (in «Eliot e outras observações», Gótica, 2003):

PASTELARIA

Uma senhora reles, com peles,
come um brigadeiro.

Publicado por: José Mário Silva em abril 7, 2005 02:17 PM