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março 08, 2005

VIVA A SOMÁLIA, O PARAÍSO DOS NOSSOS LIBERAIS!

Na Somália, o paraíso na Terra para os nossos fundamentalistas do liberalismo económico, parece que há problemas de poluição por lixos tóxicos desalojados pelo tsunami e deixados junto à costa por empresas privadas europeias que se terão aproveitado da ausência de Estado, uma ausência que esses mesmos fundamentalistas propõem que se estenda ao nosso país.
Não é tão bom, o Estado pequeno?
(Jorge Candeias)

Publicado por José Mário Silva às março 8, 2005 02:14 PM

Comentários

Isso também aconteceu nas águas territoriais libanesas, durante a guerra civil naquele país.

Publicado por: Marco Oliveira em março 8, 2005 02:45 PM

bde deriva de bidé, não é?

Publicado por: Adolfo em março 8, 2005 04:50 PM

Ai que piadinha que tu tens, Adolfo. Tanta piadinha. O teu Adolfo também deriva do Hitler, não é?

Publicado por: brutus em março 8, 2005 06:45 PM

ah ah ah oh adolfo toma e embrulha...

Publicado por: oscar pinto em março 8, 2005 08:32 PM

Adolfo Hitler com muito orgulho.

Publicado por: Adolfo em março 9, 2005 01:42 PM

Não há no planeta países mais poluídos de resíduos tóxicos - químicos e nucleares - do que os antes pertencentes à União Soviética... e não me parece que operacem por lá muitas empresas privadas!

Publicado por: miguel caldas em março 9, 2005 04:16 PM

Miguel, obrigado por colocares aqui um comentário que tem a ver com o post, mesmo caindo na velhíssima armadilha das direitas de não responder às questões incómodas por via de ataques a um cadáver morto e enterrado há 15 anos.

Gostava de ver a vossa resposta às questões incómodas, uma vez sem exemplo. Para mostrar como se faz, vou responder à questão, que pareces achar incómoda mas não o é nem um pouco, do caso soviético.

A resposta é simples: o estado soviético era o dono das empresas soviéticas. Houve, na esquerda, quem chamasse ao regime soviético "capitalismo monopolista de estado" e embora eu considere o epíteto exagerado, quem o defende consegue encontrar bons argumentos e é bastante útil para compreender o paralelismo com casos como este.

Porque a semelhança principal entre o caso em apreço e o caso soviético é que em ambos não existe ninguém capaz de controlar o que fazem os donos das empresas. Na Somália, nem há estado nem há nada para além de mercado livre e acéfalo; na URSS não havia nada com um mínimo de poder fora do estado.

Não te dá que pensar?

Publicado por: Jorge em março 9, 2005 05:27 PM

Bem me parecia, Adolfo. Esse "orgulho" explica tudo.

Publicado por: José Mário Silva em março 9, 2005 07:27 PM