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março 02, 2005

A VIDA SEM SAIR DO POPÓ

Depois dos restaurantes drive-in e dos cinemas drive-in, a Alemanha descobre os bordéis drive-in.

Publicado por Jorge Palinhos às março 2, 2005 11:01 AM

Comentários

Isso já existe mais ou menos em Espanha. Aqueles clubes a beira das estradas nacionais...

Publicado por: Elvira em março 2, 2005 11:13 AM

o título e o assunto do post prestam-se a péssimas rimas

Publicado por: Pedro Vieira em março 2, 2005 11:55 AM

Existe por cá um, há anos. O Pereira Coutinho até vai construir ao lado um condomínio de luxo.

Publicado por: esgoto em março 2, 2005 01:32 PM

Isso existe há anos na Holanda, são divisórias para os carros colocadas em recintos fechados. Vi na Sic Notícias há mais de um ano atrás.

Publicado por: Miguel em março 2, 2005 06:50 PM

Os foguetes da Ignorância vão estalejando sem parar com a ajuda entusiástica dos bloguistas que posteiam por postear, para nos distrair sem saberem que nos andam a enganar. O homem descontraido de esquerda do circo cibernético lusitano prefere levar a vida inteira a aprender a contar o troco de contas mal feitas, colocando-se assim a soldo de ideias e princípios que nem ele próprio consegue descortinar ou exprimir claramente. E desta vez ganhou ares de ad lib e lá se foi à Alemanha pescar estranhos lupanares de podridão que denuncia com humor bem aprendido. Mas ninguém reparou na graça que há duas ou três semanas atrás houve em ninguém se lembrar neste blogue de parabéns, aleluias e congratulações do aniversário do crime abominável de Dresden na segunda guerra mundial. Cabeça inane a que ainda pensa que napalm foi coisa expressamente inventada para o Vietnam. Para quem é que estas donzelas se dignam abrir e fechar as canetas belas? Sim, Pedro Vieira, popó rima com cocó que parece pão-de-ló antes de ir ao forno..E com este sol-e-dó, mesmo sem o patrocínio do Filipe Moura e do U2 ou do Trovante no outro post, o que entra pelo ouvido do homem sinceramente renovado é rejeitado pelo cú num instante. Com som staccato de tambor não marcial a dar ao corpo a voz de amor natural.

Publicado por: Ribaldo em março 3, 2005 10:17 AM