« NOTAS AVULSAS | Entrada | VIVA ESPAÑA! E VIVA A EUROPA! »

fevereiro 21, 2005

VPV

Pergunta: qual é a piada de ler o texto de Vasco Pulido Valente sobre as eleições de ontem?
Resposta: a certeza, rapidamente confirmada, de que para ele todos os partidos perderam e não houve um único vencedor digno desse nome (nem sequer Sampaio).

Publicado por José Mário Silva às fevereiro 21, 2005 07:06 PM

Comentários

música infantil à laia de canção de parabéns:

Eu perdi o BLÓ da minha viola
Da minha viola eu perdi o BLÓ

BLÓ-co de Esquerda é muito bom, é muito bom
BLÓ-co de Esquerda é muito bom, é muito bom

É bom camarada, é bom camarada, é bom, é bom, é bom
É bom camarada, é bom camarada, é bom, é bom, é bom

É Bom!

Publicado por: henrique frederico em fevereiro 21, 2005 07:55 PM

Bloco de esquerda é muito mau!!!


www.blocoesquerdaprocaralho.blogspot.com

Publicado por: Pantera em fevereiro 21, 2005 08:11 PM

Para ele já não há emenda. Mas tem alguma piada, ainda assim. O homem deve andar sempre com azia, é o que é.

Publicado por: Sérgio em fevereiro 21, 2005 08:14 PM

Ainda é cedo para saber quem realmente ganhou alguma coisa, até ver... ganhou uma marca de carros de luxo, mas também ainda é cedo para saber qual. :)

Publicado por: NVPA em fevereiro 21, 2005 08:46 PM

Bom... os médicos dizem sempre que é bom começar o dia de bom humor. O Vasco está só a ajudar.

Publicado por: JR Ewing em fevereiro 22, 2005 01:55 AM

O Vasco Pulido Valente é um dos lúcidos, embora da vertente mais comum, a trágica em acento cínico (o que não lhe permite levar a lucidez para a sua consumação: o profetismo).

Há uns dias contou que tinha, fazia pouco tempo, relido Camilo de fio a pavio. Vejamos, quem relê integralmente Camilo no último terço de vida está à procura de alguma coisa, ainda não desistiu, abriga um romântico (e será um solitário, preferindo viajar no tempo a sair de casa). Pode ser azedo, mas não é azia.

Consequentemente, olha para a classe política com uma independência que os ignaros confundem com derrelicção.

Publicado por: Valupi em fevereiro 22, 2005 02:38 AM

VPV é homem de vinagre com pouca acidez em terra de muito mel. Uma situação pouco invejável quando a política parece fazer sentido para o grosso dos cidadãos. As acusações de indigência política atiradas com solenidade madura e nome histórico às caras e figuras dos partidos não oferece contrapartidas de esperança independente, nem propostas de cura, nem ideias novas no campo da ablação de tumores de incompetência, irracionalidade e probidades contaminadas a nivel molecular. Segundo ele, as coisas acontecem porque acontecem tristemente. Por defeito ou efeito de gravidade. E é preciso relacioná-las no fim de mais um dia cansativo de trabalho eleitoral. Mas o homem criticado, preso na moldura que escolheu para enganar ou ser enganado, não é subtraído por ele à dimensão politica em que se enquadra, nem reduzido a esterco microscòpicamente analisável. VPV vai a um funeral sòzinho, abre a urna antes da descida à profundidade eterna e vê um morto que se parece consigo neste mundo sem alternativa política aceitável.


Publicado por: Lucrécia em fevereiro 22, 2005 08:24 AM

... O VPV é um E.T. disfarçado de jornalista.

Publicado por: alien rufino em fevereiro 22, 2005 12:49 PM

Burguesinhos e bem da vida com complexos de culpa que votam no BE criticam quem não compreendem. Também não admira. A mediocracia que orienta a politica e os media portugueses não suporta o génio.

Masturbem-se bem, e principalmente não olhem para trás. O que os olhos não vêm, o cú não sente...

Publicado por: Pedro Oliveira em fevereiro 23, 2005 01:00 PM