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fevereiro 18, 2005

IDEOLOGIA

Numa altura em que pouco tempo falta para eu poder deixar de dizer "os meus inimigos estão no poder", é altura de revisitar o saudoso e grande Cazuza. Pouco depois de se saber infectado com a doença com que haveria de sucumbir (algo que se nota na letra desta e de outras canções), Cazuza lançou mãos à obra e gravou aquele que seria o seu melhor álbum. O apelo lançado por Cazuza é o que eu deixo ao futuro governo: que tenha uma ideologia. As ideologias são necessárias e urgentes.

Publicado por Filipe Moura às fevereiro 18, 2005 06:51 PM

Comentários

Convite à leitura

Publicado por: LFV em fevereiro 18, 2005 09:24 PM

A propósito e já agora, aproveito.
No debate na RTP desta terça-feira 15, ficámos a saber por que razão quer Sócrates quer Santana não quiseram debater com Francisco Louçã. Sim, porque foi por isso que Sócrates, logo à partida, disse que só aceitava dois debates: um com Santana Lopes e outro a cinco. Não tinha problemas em discutir com Santana, nem com Portas com quem se iria entreter a discutir se os deputados que o CDS presuntivamente ganharia seriam obtidos á custa do PS ou do PSD, nem com Jerónimo de Sousa como se veria se não tivesse ficado rouco de repente, mal começou o debate a cinco.
Por seu lado, Santana assegurou que ia a todos os debates mas depois, com as trocas e baldrocas que lhe são peculiares, baldou-se.
De facto era difícil qualquer um deles debater com Louçã taco a taco. Portas teve a experiência, Jerónimo também.

Louçã teve uma intervenção de grande nível.
Portas não perdeu a oportunidade para chamar arrogante a Louçã, seguido de perto pela mímica e os trejeitos de Santana – um par brilhante. A arrogância que a direita detecta em Louçã, não é arrogância: é rigor, é saber, é segurança, é convicção. Aliás a eficácia assertiva das posições do Bloco defendidas por Louçã, face ao manobrismo videirinho de Portas e Santana é de facto demolidora e dá direito a queixinhas.
Muito interessante foi depois ouvir o painel de jornalistas, na RTP/N a comentarem o debate. Para eles ninguém foi capaz de dizer como se resolve a crise da segurança social. No entanto Louçã disse-o com toda a clareza: com os ganhos de produtividade e com a alteração do método da contribuição das empresas- passar a ser em função do valor acrescentado e não, como até agora, em função do número de trabalhadores.
Para Sérgio Figueiredo a confrontação de Santana com os benefícios à banca não passou de demagogia de Louçã pois há uma lei que permite, não só à banca mas também às empresas, serem libertas de taxas e impostos em grandes operações nomeadamente de restruturação e fusão para não se enredarem nas mil e uma malhas da burocracia paralizante. Falta explicar por que há essa lei e que a existência da lei em nada altera o fundo da questão: o favorecimento da banca e das grandes empresas. As leis fazem-se e desfazem-se – por isso há políticas diferentes¸ por isso mesmo há eleições.
José Manuel Fernandes também veio em socorro da banca esclarecendo que as dezenas de milhões de lucros anuais se devam à real concorrência existente (quando se tratava exactamente de reduzir a concorrência, pela fusão de três entidades bancárias). O mesmo JMF, ontem, em comentário a uma laracha assassina do Paulo Portas, fez um dos ataques mais torpes que é possível imaginar ao Bloco.

Classificando o debate quase exclusivamente em função das posições de Sócrates e Santana, misturando o trigo com o joio, os nossos comentadores nada enchergam que vá além dum bloco central sem saída nem respostas, ao mesmo tempo que fingem – isso sim demagogicamente, já que a demagogia não é monopólio de alguns políticos – exigir respostas novas que eles sabem só existirem de um lado: exactamente aquele que eles fazem tudo por ignorar ou minimizar - o Bloco de Esquerda.

O berloque afinal é um Bloco de Esquerda

O Bloco vai ter o maior resultado de sempre, o que já vai sendo uma normalidade. Isto é, o Bloco em cada eleição aumenta o score. De vagar se vai ao longe. Consolidadamente, enfrentando o julgamento dos eleitores já pela quarta vez (quinta contando as últimas eleições autárquicas cujos resultados não podem ainda ser contabilizados na perspectiva em que escrevo).
O Bloco quando surgiu foi considerado por alguns como um epifenómeno da incomodidade “existencial” de alguns sectores de “esquerda privilegiada”, ou como esconderijo para prolongar mais algum tempo a agonia letal de correntes totalitárias (todas aquelas que, reivindicando-se do marxismo, se comprometeram ideologica e politicamente com a revolução) numa vã tentativa de aggiornamento; ou mesmo uma criação (quase) da comunicação social (pelos vistos muito volúvel) a precisar de algum sal para a política nacional condenada ao vazio das propostas repetitivas e em cículo vicioso determinado pelo neoiliberalismo transbordante.
Afinal, como garantiram os seus fundadores, afirmou-se, instalou-se no cenário político nacional, mas não se acomodou. O Bloco tem sido julgado a aprovado por cada vez maior núnero de portugueses.
Mudou, obrigou à mudança da política, com os seus dois, depois três deputados, mas que na realidade foram seis, graças à rotatividade que tanto incomodou os defensores da permanência como forma de responsabilização esquecendo a responsabilidade política que o próprio BE assumiu perante os eleitores.
Segundo aquelas opiniões, o Bloco, da posse do mandato dos seus eleitores, estaria apto para o manobrismo político em detrimento do compromisso eleitoral, da fidelidade ao programa sufragado, da relação de fidelidade e lealdade com os eleitores. É esta a perspectiva daqueles que em paleio exigem seriedade na política. A política vista como um somatório de espertezas e fintas, de jogo de rins (que ás vezes é preciso), num ambiente saturado da banalidade pusilânime e rotina bafienta, afeiçoamento à modernidade conservadora ou seja, melhor dizendo, à globalização imperialista e ao pensamento único.
De repente, o Bloco, de enfant gatté passou a arrogante, de plural e diversificado à beira da implosão permanente, a monolítico
Está a tornar-se incómoda a subida consistente do Bloco que significa o avanço do apoio social às suas propostas que, de fracturantes como gostavam de lhes chamar na tentativa de as colocarem no limbo, passaram a ser consideradas integradas no sistema; ou então plagiadas, como insiste o bom rapaz Jerónimo, enquanto repete maçadoramente a mensagem do PCP, inalterável há trinta anos: o PS é igual ao PSD, mas se o PS não for igual ao PSD e se vier para a esquerda porque o PCP (com mais votos) o vai obrigar a vir para a esquerda, poder-se-á dar início a um período frutífero de conquistas...de Abril – as portas que Abril abriu, etc.


O bom rapaz Jerónimo, com a sua simplicidade desarmante, mantém todas as qualificações que fizeram dele um aguerrido representante do sectarismo estrutural e essencial do seu partido, que se traduz na inqualificável tentativa de liquidação política e moral de quem à sua esquerda tem uma acção polítca que, por si mesma, desmascara e impede a credibilidade da trapaça da “maioria de esquerda” com o PS.
Acusar o Bloco de “falta de ética” porque supostamente plagiaria as ideias do PCP (sem dizer especificamnete quais), é de um cinismo refinado e de um primarismo ultramontano.
Toda a esquerda digna desse nome compartilha o imenso património das lutas e das conquistas do proletariado durante mais de século e meio.
Nunca se viu disparate tão grande, em especial vindo de uma força política que se reivindica de matriz marxista, e se chama comunista, sem querer, aliás, dar a outros o direito de o serem.
O PS não quer nada com o PCP pelas boas razões: porque o PCP não alinha com o neoliberalismo, nem com a NATO, nem com os conselhos do Presidente (Bush), nem com a Constituição do senhor Giscard d’Estaing encomendada pelos senhores da finança europeia.


Mas o PCP, no seu anti-imperialismo retórico, esquece-se que a política em Portugal, como em todo o lado, é exactamente determinada pela NATO, pelo imperialismo, pelos conselhos do Presidente (Bush), e pelos tratados que foram cerzidos no tratado Constitucional do tio Giscard.
Portanto estar a dizer aos portugueses que é possível puxar o PS para o lado da esquerda consequente, é estar a criar-lhes ilusões mortíferas.
E assim dificulta o trabalho do Bloco de Esquerda na sua luta contra a direita e por uma alternativa de esquerda moderna e socialista. Do ponto de vista estratégico, com uma política sem ambiguidades, o Bloco não fecha (o campo dos “princípios” não é para aqui chamado) as portas a entendimentos com o PS (e claro, por maioria de razão, com o PCP) favoráveis à luta pelo emprego, pelos serviços públicos fundamentais na saúde, no ensino e na segurança social, pela defesa do ambiente, pela reforma fiscal que obrigue a banca e os especuladores bolsistas a pagar impostos; ou seja a entendimentos que não ponham em causa o compromisso de honra entre o Bloco e os seus eleitores. E é essa honra, essa ética, o respeito por esse compromnisso que faz o Bloco crescer e o fará crescer ainda mais e tornar-se numa força política determinante para a unidade de acção das esquerdas, dentro da sua pluralidade.


Não é por o bom rapaz Jerónimo não entender a Europa como a grande arena para os combates democráticos de hoje e do futuro e se sentir constrangido por essa perspectiva, nem por aceitar como eventualmente democrático o regime militarista fascista da Coreia do Norte e, mais que isso, como uma forma peculiar de aproximação ao socialismo o regime da China, nem pelo seu umbiguismo inalterável, que o Bloco deixa de considerar o PCP o parceiro mais próximo de entendimento e acção conjunta na maioria das lutas mais avançadas da sociedade portuguesa.
Mas a diferenciação e a clivagem fazem-se onde têm que ser feitas e é por isso que o PCP vai ter os votos dos conformados a uma visão estática, já em desuso nos anos setenta do século passado, comum a outros partidos, e que, se não fosse assumida como história mas ultrapassada enquanto resposta ao mundo de hoje, teria impedido o Bloco de ser o partido de tantos outros, irrequietos e inconformados e arriscando propostas novas para situações novas e outras ...ainda velhas.
Porque o Bloco de Esquerda se reforça e cresce na pluralidade e na sua livre expressão como forma mais avançada de organização política e de estruturação do poder, o bom rapaz Jerónimo chama-lhe Depósito de Adidos - linguagem a fugir para o militar, como é razoável esperar de quem só porque não tinha farda não pertencia ao MFA, claro que quando o MFA fosse todo PCP ou equivalente, conforme ele se esforçou bem para que fosse (como é que se pode trabalhar com quem não pensa como nós? - é só punhaladas e traições!...).
Estou a ser injusto porque o PCP já tem mais ou menos antevistos uns ministérios onde poderá ter boa prestação caso, é claro, o PS resolva ter uma política de esquerda.
O caso mais estranho desta campanha eleitoral é o facto de o PCP ainda não ter conseguido ler o programa eleitoral do PS, porque doutra forma não andaria permanentemente com esta dúvida angustiante e dilacerante, ao mesmo tempo de esperança infinita: será que depois das eleições o PS irá ter uma política compatível com a hipótese de o PCP nela participar no Governo?


Bom, certo certo é que o PS ganhará as eleições contra o PSD.
Mas o país ganhará apenas se o Bloco puder condicionar a política do guterrismo sem Guterres vocacionada para entender-se com o PSD e o CDS/PP.
E poderá condicioná-la pela capacidade demonstrada de gerar apoios sociais alargados às suas propostas obrigando a gerar maiorias políticas que resultem em medidas e legislação de viragem.
É esta, hoje, a grande valia do Bloco: aproximar tempos novos necessários não só para chegarmos perto dos índices de desenvolvimento da UE como, mais do que isso, para não ficarmos de fora dos movimentos de fundo que já se pressentem.


Publicado por: Mário Tomé em fevereiro 18, 2005 10:23 PM

Essa cagadeira chamada Bloco de Esterco, só defende paneleiros, criminosos, e drogados.
Quanto ao Mario Tomé que era conhecido no tempo da guerra pelo Major fascista,tal era a maneira brutal como tratava os seus subordinados.

Publicado por: HELIEL em fevereiro 18, 2005 11:53 PM

E Legião Urbana?

PS - O comentário do major é um portento. Não vens votar, Filipe? Ou votas aí?

Publicado por: Monty em fevereiro 19, 2005 01:32 AM

Caro Major Mário Tomé,
para começar, muito obrigado pelo seu comentário, que muito me honra.
Lamento dizer-lhe que, de acordo com o meu ponto de vista, o senhor deu vários bons motivos para não votar no Bloco... Quando diz que o PCP vai ter os eleitores conformados a ideias já em desuso nos ano s70 do ano passado... de quando serão as ideias e a retórica que nos apresenta?
Digo-lhe, não conclua com isto que eu vote na CDU nestas eleições, mas eu prefiro o PCP. A atitude que tanto critica, de procurar puxar o PS para a esquerda e chegar a um entendimento, é a única que me parece realista e frutífera. Há é o problema de muitas propostas do PCP e a sua retórica serem a meu ver desadequadas aos dias de hoje. Mas a retórica do Bloco, tomando o seu exemplo, e as ideias que o Bloco defende não me parecem tão diferentes.
Dito isto, creio que o PCP daria um muito melhor parceiro de coligação com o PS do que o Bloco. O PCP tem mais dúvidas onde o Bloco só tem certezas. Refere aquela sua ideia de que o PCP puxar o PS para a esquerda é "atrapalhar o trabalho do Bloco" (ou seja, o Bloco nunca poderá ir para o governo), para depois falar em "sectarismo estrutural e essencial do PCP". O que é isto que acabou de dizer senão sectarismo estrutural e essencial?
Fala o Major no PCP e no seu secretário geral, o "bom rapaz Jerónimo", que na verdade já é avô, e que "repete maçadoramente a mensagem do PCP, inalterável há trinta anos". Mas se a memória não me atraiçoa, ainda há dez anos o sr. Major era deputado à Assembleia da República, eleito nas listas... do PCP! Há dez anos o sr. Major deveria ter mais ou menos a idade que Jerónimo de Sousa tem hoje - talvez o sr. Major ainda fosse um rapaz...
Aceite os meus cumprimentos.

Publicado por: Filipe Moura em fevereiro 19, 2005 04:32 AM

Meu caro Filipe

Obrigado pelo comentário. Estamos de acordo qiuanto ás propostas não diferirem muito entre o Bloco e o PCP.
O problema é a matriz que permite ou não lutar eficazmente por elas e o enquadramento estratégico. Nestes casos não basta parecer é preciso ser! (ao contrário da mulher de César...)
Depois, a tentativa para puxar o PS à esquerda, como tentei argumentar, é, além de infrutífera (o PS está noutra desde sempre - a unidade dos PCP's e dos PS's é uma teoria do Kruchev a seguir ao fim do estalinismo com Estaline)uma uma armadilha na medida em que põe o pessoal à espera e na luta por uma coisa que não vai acontecer.
Estou de acordo que o PCP é melhor parceiro para o PS do que o Bloco.
mas o Bloco não que ser parceiro de coligação do PS!
O Bloco quer, com a força que ganhe do ponto de vista social e eleitoral, ter capital político na AR e fora dela para forçar a encontros e conjugações para avnçar com leis de mudança. Como sabemos isso já foi possível apesar do próprio PS.
Naquele tempo,(1991) a UDP propunha um pólo de esquerda com o PCP como forma de intervenção necessária para arrancar para novos voos. O PCP não quis coligação e nós aceitámos que eu fosse como candidato nas listas da CDU (O Carlos Marques tinha tido quase três por cento nas presidenciais e esse era o nosso capital). Na AR assumi a representação da UDP como deputado
independente.
Avançámos para o Bloco,na minha opinião o maior acontecimento à esquerda desde o 25 de Abril, porque "já não esperávamos nada do PS e não ficávamos à espera do PCP"!!!, como disse o LUís Fazenda em 1999.
UM abraço e muito obrigado uma vez mais.
Mário Tomé

Publicado por: Mário Tomé em fevereiro 19, 2005 11:09 AM

Caro Filipe
Desculpe voltar à liça.
primeiro para reconhecer que a forma como coloquei a questão das consequências da armadilha da "maioria de esquerda" não tenha sido a mais feliz. Principalmente se deu a entender que atrapalhar a luta do BE seria impedí-lo de ir para o Governo. Como tem sido várias vezes afirmado e eu sublinho no meu primeiro comentário, o Bloco só irá um dia para o governo se for para isso indigitado por uma votação insofismável quanto à capacidade de determinar as políticas de acordo com o seu programa que é inconciliável com o do PS.
Mas o que quero dizer é, exactamente: a táctica do PCP em relação ao PS dá a entender que o PS enquanto PS é "puxável" à esquerda. Eu acho que não exactamente pelo que é a matriz do seu pensamento e os interesses e lobies que a determinam. Nomeadamente a não demarcação em relação ao imperialismo e seus instrumentos de domínio: NATO, OMC, Banco Mundial, FMI, "Luta antiterrorista" enquanto bushiana estratégia global para a humanidade!... Não quer dizer que o PS não possa ser levado, perante expressão de apoio social e eleitoral incontornável, a apoiar propostas avançadas, fora da sua panóplia de respostas políticas, e a ceder em nome daquilo que é a sua presuntiva matriz fundadora. Esta, aliás, a diferença entre o PS e o PSD, quando têm políticas quase clonadas. É nesta base que o BE actua e portanto é capaz de trabalhar com o PS e ainda melhor com o PCP.
Quanto a sectarismo... ouviu a reacção da assistência no comício de ontem no Pavilhão Atlântico quando o Jerónimo falou no BE? Viu algo de parecido quando falou no PS ou no PSD e PP?
O problema é que para o PCP só há uma esquerda: ele próprio. O resto ou são esquerdistas e /ou submarinos a afundar. A esquerda enquanto entidade plural não lhes diz nada.
Para o Bloco, a esquerda ou é plural ou não é. Esta a diferença. Com quem vamos trabalhar?
Um abraço
Mário Tomé

PS Aproveito para fazer agradecer a Monty a simpatia com que se referiu ao meu primeiro comentário.
MT

Publicado por: Mário Tomé em fevereiro 19, 2005 06:11 PM

Vou sem resposta, que vou melhor...

Publicado por: Monty em fevereiro 19, 2005 07:26 PM

Fico sem resposta, que fico pior...(Subtil é o Senhor)

Publicado por: Mário Tomé em fevereiro 20, 2005 04:37 PM

Caro Mário Tomé,
obrigado pelos seus esclarecimentos. Concordo com umas coisas, com outras nem por isso. Oportunamente espero discutir estes assuntos, mas nunca há tempo para tudo... Um abraço para si também.

Publicado por: Filipe Moura em fevereiro 21, 2005 08:46 PM

Caro Mário Tomé,
obrigado pelos seus esclarecimentos. Concordo com umas coisas, com outras
nem por isso. Oportunamente espero discutir estes assuntos, mas nunca há
tempo para tudo... Um abraço para si também.

Publicado por: Filipe Moura em fevereiro 21, 2005 08:59 PM

Mensagem recebida! Over and out!

Publicado por: Monty em fevereiro 22, 2005 11:37 PM