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fevereiro 08, 2005

BEETHOVEN NA GULBENKIAN

Atenção, melómanos: o Quarteto Artemis vai tocar esta tarde (daqui a pouco, às 19 horas), no Grande Auditório da Gulbenkian, o Opus 18 n.º 6, o Opus 59 n.º 1 e o Opus 95 do grande Ludwig.

Publicado por José Mário Silva às fevereiro 8, 2005 06:16 PM

Comentários

Deve ser para adormecer...só pode

Publicado por: Pantera em fevereiro 8, 2005 08:53 PM

O comentário anterior deve ser para rir ... só pode!

Publicado por: ajcm em fevereiro 8, 2005 10:59 PM

Para rir é a música deles...só pode!

Publicado por: Pantera em fevereiro 9, 2005 12:07 AM

Não sabes do que estás a falar, pantera, pois não?

Publicado por: José Mário Silva em fevereiro 9, 2005 12:16 AM

mas a música não é deles é do Beethoven

Publicado por: fernando em fevereiro 9, 2005 01:57 AM


óptimo. é mesmo aí que eu trabalho a vender pipocas.

Publicado por: Kude Bomba em fevereiro 9, 2005 05:26 AM

É um bom programa - um da série Lobkowitz, o "Serioso" e um Razumovsky, mas peca por não entrar no período tardio, de menor aceitação com o público.

A ver se a Festa da Música faz uma boa cobertura dos "dezasseis", incluindo o extraordinário op.133 ("Grosse Fuge").

Para os fãs: http://aartedafuga.blogspot.com/2005/02/beethoven.html

Publicado por: AA em fevereiro 9, 2005 12:30 PM

José Mário Silva :Toda a gente tem o seus gostos,gosto de umas quantas musicas clássicas.Por acaso até costumo ouvir,mas como o meu nome diz prefiro PANTERA......


www.blocoesquerdaprocaralho.blogspot.com

Publicado por: Pantera em fevereiro 9, 2005 05:38 PM

Já agora, queria dizer que o concerto foi muito bom:

- equilibrado o op. 18 n.º 6 (com destaque para "leitura" feliz do último andamento, «La Malinconia», um trecho maravilhoso que oscila entre o equilíbrio clássico dos quartetos de Haydn e, como que antecipando-as, as "derivas" experimentais dos últimos quartetos)

- rigoroso o op. 95 (apesar de alguns desacertos da primeiro violino, compensados pela expressividade com que os músicos atacaram um dos mais austeros quartetos de Beethoven)

- exaltante o op. 59 n.º1 (interpretação sem mácula, ao nível do que de melhor nos ofereceram agrupamentos "topo de gama", como o Amadeus ou o Melos)

- E como "encore", delicioso, o Presto do op. 130

Um belo fim de tarde na Gulbenkian, com aplausos (muitos e merecidos) para um jovem quarteto que pode aspirar aos mais altos voos.

Publicado por: José Mário Silva em fevereiro 9, 2005 06:16 PM

José Mário Silva : Da próxima vez convidas-me....Ok? :p

Publicado por: Pantera em fevereiro 9, 2005 06:21 PM