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fevereiro 04, 2005

OS PARTIDOS DOS PRIMOS: PNR

Com o aproximar da campanha eleitoral justifica-se dar a conhecer a natureza dos partidos a fim de todos poderem votar em consciência.
Tendo eu uma certa inclinação para dar prioridade aos mais fracos, decidi começar pelos partidos mais pequenos, aqueles em quem só votam o cônjuge, filhos, pais, irmãos e primos dos candidatos.
Por uma questão de respeito, vamos começar pelo partido com mais provecta idade (mental) e em relação ao qual julgo que todos os elementos do BdE nutrem um sentimento comum: o Partido Nacional Renovador.

O PNR é também conhecido como partido dos fachos ou partido racista. Mas esses epítetos parecem-me pouco fiáveis. Por exemplo, abrindo a sua página a primeira coisa que surge é um aviso de saúde pública, onde se alerta a população para a ameaça de uma epidemia gay. Apesar de citarem um reputado especialista na matéria, o arcebispo de Pamplona, o partido falha ao não nos informar como é que esta perigosa doença se transmite: Fluidos? Tosse? Pulgas? Pele?

Já quanto a propostas concretas, repare-se como o PNR combate eficazmente a mediocridade instalada, distinguindo claramente os merecedores dos não-merecedores:

Justiça e segurança para as pessoas honestas
Porque é a primeira das liberdades, a segurança dos Portugueses será restabelecida. Todos os crimes e delitos serão combatidos eficazmente, as penas aplicadas serão cumpridas, os bandos de delinquentes desmantelados e as nossas fronteiras serão rigorosamente controladas. As leis portuguesas devem ser aplicadas em todo o território nacional, inclusive nos bairros degradados e conflituosos, onde hoje a polícia não entra. Os crimes de sangue, tráfico de droga, violação de menores e de imigração ilegal devem ter penas mais pesadas. A Polícia e a Justiça terão os seus meios reforçados.
Connosco, Portugal será seguro.

Por outro lado, o conservadorismo inato do partido talvez seja um pouco excessivo. Por exemplo, os seus ideólogos talvez ganhassem em conhecer um novo e promissor meio de locomoção chamado "automóvel".

Salvar a agricultura e o campo
A retoma económica das nossas zonas rurais é urgente. Tal passa pela recuperação da agricultura (reforma da política agrícola, anulação das dívidas dos agricultores, recusa da mundialista Organização Mundial de Comércio) e pela diversificação das actividades, nomeadamente no sector terciário: desenvolvimento do teletrabalho e do trabalho no domicílio. Fortes incentivos fiscais facilitarão a instalação de empresas no interior, permitindo assim criar empregos e combater a desertificação rural. O Estado garantirá a manutenção dos serviços públicos de proximidade (escolas, correios, mercados, polícias, hospitais, etc.) e assegurará a existência das linhas ferroviárias secundárias e de acesso ao interior do País.
Connosco, Portugal será equilibrado.

Por fim, não se deve deixar de registar a lusa coragem e lucidez dos dirigentes nacionalistas que, caso sejam eleitos, não hesitarão em declarar guerra à África do Sul:

O PNR exige que os Negócios Estrangeiros portugueses cumpram o seu papel e intimem os responsáveis sul-africanos a pôr fim ao clima hostil que se faz sentir sobre os membros da comunidade portuguesa.

Publicado por Jorge Palinhos às fevereiro 4, 2005 02:34 PM

Comentários

teve tanta graça que ninguém comenta

Publicado por: nacionalista em fevereiro 5, 2005 12:40 AM

Ouça, nacionalista. Não é da minha lavra. Mas pode ser-lhe útil saber que o sistema esteve 24 horas de pantanas. Agradeça ao destino e pense naquilo a que o pouparam!

Publicado por: fv em fevereiro 5, 2005 10:23 AM

Recebi há uns tempos garantias vindas de um membro proeminente do PNR: "Ouve lá... a unica coisa que queremos realmente é expulsar os pretos do país. Esse é o único ponto da agenda. O resto são florzinhas. A malta não gosta mesmo é dessa cambada!"

Ai ai...

Publicado por: rodrigo marofas em fevereiro 5, 2005 01:18 PM


Não deixa de ser curioso a clara ligação deste "partido" a movimentos de inspiração neonazi - desde bandos de skinheads (uma espécie de tropa fandanga, indesejada mas que dá muito jeito para lhes colar os cartazes) a entrevistas dos "candidatos" e textos publicados em sites racistas, como este aqui: www.causanacional.net

Espreitando os blogues dos mesmo "candidatos" - que apenas o são por uma desatenção do Tribunal Constitucional, que ainda não se deve ter apercebido da corja que por lá anda - vê-se do mesmo. Desde mensagens de raiva à pretalhada, a cartas de amor fascistas, exaltação da Alemanha nacional-socialista, etc. Ver, por ex, www.novafrente.blogspot.com

Uma análise ainda muito relevante para perceber estas bestas está no relatório de Ricardo Alves, de 2003, escrito para o SOS Racismo, aqui:

http://www.sosracismo.pt/rel2002/direita.htm

Sem esquecer do blogue de António Cruz Rodrigues, que ajudou a parir o monstro, e agora anda aos berros contra os racistas no seu blogue, onde é vilipendiado a torto e a direito. Ver em:

http://nacionalismo-de-futuro.blogspot.com/

Publicado por: Pedro Jorge em fevereiro 5, 2005 05:13 PM


Ah, mas não podia deixar de partilhar convosco este belíssimo texto, escrito por um "skinhead" há alguns anos, que se tornou assim numa espécie de "Mein Kampf" para os jovens militantes do PNR. Alguns destes, fazem propaganda ao PNR, incluindo o endereço do seu grupo "skin" na Net, onde foi colocada uma versão do mesmo texto, já devidamente limada para parecer menos "nacional-socialista". O endereço fornecido é www.frente-nacional.org, um endereço mascarado para o verdadeiro, que é este:

www.forum-nacional.net/~fn

Eis:

««««««««««««MOVIMENTO:

É um texto de opinião com alguns anos e um clássico por entre algumas franjas do movimento nacional. É um assunto imtemporal e sempre oportuno á realidade que vivemos em Portugal.

É interessante ver as verdades contidas nestas palavras anónimas de quem sabe o que escreve. Toca-nos a todos e a cada um em particular, pois há sempre, certamente, algo em que nos revêmos nesta opinião.

É um must que todos devem ler e com isso devem aprender.


Porque é que em Portugal não existe um forte «movimento nacionalista»*?

*Expressões como «nosso movimento», «nossa luta», «nossas ideias» e outras semelhantes devem ser entendidas como o movimento em que nós, e muitas outras pessoas, acreditamos e as ideias e um modo de estar na vida pela qual lutamos. Este esclarecimento faz sentido pois poderão existir pessoas com outras ideias e concepções do que deve ser o «movimento Nacionalista». A eles, se existem, desde já aqui fica o convite para nos enviarem um artigo a expôr as suas ideias, desde que, como é óbvio, sejam ideias minimamente coadunáveis com o Nacionalismo!

Obviamente que a resposta a esta pergunta é complexa, mas talvez se possa resumir na seguinte ideia:

Em Portugal é tudo a feijões!

Não vale a pena enterrar mais a cabeça na areia. Apesar de alguns excelentes projectos e actividades que se têm realizado nos últimos anos em Portugal, a verdade é que o «movimento Nacionalista»* continua fraco. A altura para agir é agora. É mais do que tempo de colocar o dedo na ferida e mudar o rumo das coisas. Caso contrário, passaremos o resto das nossas vidas a lamentar isto e aquilo, sem «tomates» para dar um murro na mesa, e fazer opções, assumir compromissos. Sem dúvida de que seria mais agradável escrever um artigo onde dissesse apenas coisas muito bonitas, onde todas as pessoas fossem elogiadas, ser um «tipo porreiro» e, simultaneamente, dar um enormíssimo contributo para que as coisas, não evoluam, para além de não estar a ser verdadeiro para comigo próprio e para com os que me rodeiam. Caros amigos, todos, sem excepção, somos responsáveis pela actual situação do «movimento nacionalista»*. Sem dúvida de que alguns muito pouca culpa terão e certamente que outros a têm bastante, mas é altura de pensarmos o que é que poderíamos fazer mais, seja na nossa conduta pessoal, seja em actividades, para ajudar a desenvolver um «movimento» * forte e saudável. Vários outros aspectos ficaram concerteza por tratar, mas o objectivo deste artigo é apenas o de - superficialmente - ajudar a identificar, dar a devida importância e procurar oferecer alternativas, quando necessárias, a questões bem práticas e vitais do «nosso movimento»*, de forma a que se dê um grande salto em frente nos próximos meses e anos. E a boa notícia é que tal não é muito difícil, basta que cada um tenha um pouco mais de auto-motivação e dê um pouco mais de si, quer em actividades propriamente ditas, quer na sua postura diária.

Nota: Ao longo das várias observações que são feitas neste artigo, não são mencionados quaisquer nomes de pessoas nem são feitas quaisquer referências mais directas, pelo motivo de que cada um, melhor do que qualquer outra pessoa, sabe o que é que se lhe pode aplicar a si ou não. É importante ter bem presente que as pessoas evoluem continuamente e, como tal, nem a sua mentalidade nem a sua maneira de estar na vida são imutáveis. Como é completamente impossível estar a par do que se passa na cabeça de cada pessoa que se diz Nacionalista, o melhor é mesmo cada um de nós reflectir em silêncio sobre o nosso comportamento e cada um tirar as suas conclusões.

Sacrifício? Não, Obrigado!

A dedicação, fidelidade e a capacidade de sacrifício é praticamente inexistente entre os Nacionalistas Portugueses. E daqui decorrem a maior parte dos problemas actuais com que temos de lidar. Como um «bom» típico Português, fala-se muito, critica-se muito, mas faz-se muito pouco. Ouvem-se jovens a falar em palavras muito bonitas, a assumirem compromissos que duram muito pouco tempo, a instigar a fazer isto ou aquilo, quando eles próprios pouco ou nada fazem e pouco ou nada estão dispostos a sacrificar. Existem muitos Nacionalistas que conseguem ver a injustiça e miséria humana que nos rodeia, contudo nada fazem para além de falar (seja com longas conversas ou com breves comentários), passando também eles, de certa forma, a fazer parte dessa miséria humana. Por vezes alguns ainda vão agoirando, lançando suspeitas e boatos, desmotivando-se e desmotivando os outros sempre que psicologicamente se sentem um pouco fragilizados. Enfim, se é verdade que a apatia e o comodismo afectam todas as pessoas (e todos os movimentos políticos e não políticos) na nossa sociedade, também é verdade que se somos diferentes, temos de demonstrá-lo a todos os que nos rodeiam e ser um exemplo bem concreto de dedicação e fidelidade a um ideal, a esse ideal que é diferente de tudo o resto que hoje existe. Precisamos indubitavelmente de pessoas com uma vontade de ferro que sejam um exemplo para os outros.
Todas as pessoas assumem inúmeros compromissos ao longo da sua vida, contudo, poucas são aquelas que cumprem esses mesmos compromissos. Tal mentalidade ainda vai existindo no «nosso movimento»* e é altura de, primeiro, chamar a atenção às pessoas, voltar a fazê-lo e, se nada mudar, expôr essas pessoas como alguém que não tem palavra, que assumem realizar certas tarefas, aparecer em determinado local, etc, e que frequentemente nada fazem por cumprir o combinado.

24h por dia

Quando se faz referência à «nossa luta»*, ao «nosso movimento» * e às «nossas ideias»*, não é refirido exclusivamente o período de tempo que demora a realizar uma actividade de rua ou a ler uma revista ou livro. Não são uns minutos ou umas horas (sejam poucas ou muitas!) que fazem um militante. Para ser um Nacional Socialista é necessário mais do que isso! Uma pessoa tem de ter um comportamento e uma atitude diária que se reflecte na sua vida, em toda a sua vida, dia após dia. Convém aproveitar esta oportunidade para acabar com um outro «mito», que muito boa gente utiliza no «nosso movimento» *, que é falar em «vida pessoal» e «movimento» como se as duas coisas estivessem completamente desligadas uma da outra. Tal é mentira! Estão intimamente relacionadas. De que adianta ser um grande «activista» e na sua «vida privada» ser um ladrão, traficante de droga, violador, bêbado, mentiroso, cobarde, etc... ?

Vírus das quatro paredes

É mais do que oportuno salientar exactamente uma dessas «questões pessoais» que durante anos pairou no Nacionalismo em Portugal e que se prende com a homossexualidade. Por mais inacreditável e absurdo que possa parecer (e é!), a verdade é que existiam várias pessoas em Portugal que se diziam Nacionalistas e que não passavam de homossexuais. Tanto ou mais grave do que aqueles que têm esta doença, são aqueles que a toleraram no «nosso movimento» e aí o número de «Nacionalistas» subia bastante. E assim passou a ser divulgada, por certos indivíduos, a «brilhante» ideia de que «dentro das quatro paredes cada um faz o que quer». Entretanto, há uns anos atrás, englobado no âmbito de «reconquista» do «nosso movimento» *, passou a ser utilizada a expressão «vírus das quatro paredes» para definir abertamente todas as pessoas que se encontravam, e que ainda se encontrem, «infectadas» com esta ideia e expô-Ias ao rídiculo. As vítimas deste «vírus» foram pessoas que não queriam perder amizades (e/ou interesses) com «Nacionalistas» gays ou que queriam a «união» de todos os «Nacionalistas» (e aqui temos novamente o perigo e ridículo de muitas «uniões») ou eram ainda simplesmente homossexuais disfarçados e envergonhados, que procuravam assim ir justificando indirectamente o seu comportamento e mentalidade aberrante. O «vírus das quatro paredes» significa exactamente isso: uma ideia perigosa e decadente de que na nossa «vida pessoal» podemos fazer o que quisermos, pois o que interessa é apenas se alguém trabalha bem ou não em prol do movimento. Errado! Mais do que errado, é quase um crime alguém divulgar esta ideia no «nosso movimento»* e é como tal que qualquer pessoa que assim pense deve ser encarado, pelo menos até mudar convictamente de ideias. É preferível ter um movimento fraco ou pequeno, mas íntegro, honesto e fiel às nossas ideias, onde cada militante representa o que de melhor existe na nossa sociedade, do que ter uma grande organização, repleta de doentes, decadente, hipócrita, decrépita. Enfim, a boa notícia é de que estes indivíduos já pertencem ao passado. O alerta, no entanto, aqui fica: compete a todos nós que esses homossexuais, apoiantes do «vírus das quatro paredes», «putanheiros» e outros dementes e tarados, física e psicologicamente, independentemente das suas idades, e por mais posses financeiras ou por mais livros que tenham em casa, nunca mais se «unam» ao «nosso movimento»* e nunca mais se identifiquem sequer com o «nosso movimento»*, sob pena de serem fortemente penalizados... e disso podem ter a certeza!!! A «nossa casa» * tem sido arrumada ao longo dos últimos anos, há que acabar o trabalho de limpeza e mantê-Ia limpa daqui em diante.

Vírus do dinheiro

Por vezes surgem indivíduos que até podem ser activistas e ter (ou não) alguns conhecimentos, mas ter igualmente um outro vírus, que é o da ganância, da avidez. Que fique bem claro que não podem igualmente ser tolerados certos indivíduos no «nosso movimento»*, por mais que eventualmente possam fazer e por mais nossos «amigos» que possam ser. Como é possível estar a pretender combater toda uma visão do mundo, toda uma mentalidade mesquinha, capitalista, materialista, egoísta, quando dentro do nosso movimento existem autênticos «judeus»? Não, tal não é possível nem pode ser permitido! É óbvio que primeiro se chamam as pessoas à atenção e inclusive se avisa várias vezes a necessidade premente de mudarem de comportamento. Quando tal não acontece, a nossa atitude só pode ser uma: a de verdadeiros Nacional-Socialistas que colocam a integridade das suas ideias e a fidelidade para com verdadeiros Camaradas acima de tudo o resto. Quem é «judeu» não é certamente Camarada e não merece qualquer fidelidade. Estar constantemente a dever dinheiro a Camaradas e/ou outras pessoas, nunca estar disposto a dar dinheiro por revistas ou outro material, não ter o máximo de transparência no que diz respeito a dinheiro (e não só!) não se coaduna com o comportamento de um Nacional Socialista. Este aspecto poderá parecer a alguns leitores de pouca importãncia, mas não o é, pelo contrário. Numa sociedade onde somos confrontados diariamente com mensagens directas e subjacentes de apelo ao egoísmo, ao consumismo, ao prazer e ao bem-estar individual, a «nossa resposta»* tem de ser devastadora. E se tal não é fácil, com uma maçã completamente podre no meio torna-se muito mais complicado. Como é possível construir umas bases sólidas e saudáveis, de total confiança, se sempre que se fala em dinheiro, as pessoas olham de lado para alguém? O efeito que o comportamento de uma só pessoa vai ter nas outras, a curto prazo, é terrível. «Se ele não paga, porque é que eu hei-de pagar?» ou «Como é que eu posso confiar nele para coisas mais sérias, se nem sequer confio que me vá pagar o que deve?» são perguntas que rapidamente passam a ser colocadas e daí à derrocada completa é um passo muito pequeno.

Quando esse sacrifício não é bem direcionado

Existem jovens que, no pico da sua motivação, lá fazem alguma coisa. Uns mais, outros menos. Acontece que não basta querer fazer alguma coisa, não basta estar totalmente determinado em lutar pela nossa Nação e pela nossa Raça. Tão importante quanto isso é o saber canalizar toda essa vontade da melhor forma e, muitas vezes, isso é um problema. É um problema por vários motivos! Como explicar a um jovem que está cheio de vontade para fazer algo que, por exemplo, a «luta armada», que ameaçar alguém de morte, que juntar-se a uma actual organização legal ou partido, que usar certos símbolos «chocantes» (aos olhos da sociedade), etc, não é a melhor via? Como fazer isso sem melindrar os sentimentos dessa pessoa, sem entrar em rota de colisão com essa(s} pessoa(s}? Não é fácil! Requer muita paciência, serenidade e depende de outros factores exteriores, sendo sempre um risco. Contudo, essa é uma verdade que tem de ser dita, pois nada dizer, não chamar a atenção aos jovens (e menos jovens!), quando necessário, apenas com o intuito de não ser incómodo e um «desmancha-prazeres», tal é uma demonstração de um espírito fraco e já se sabe que «dos fracos não reza a história!».

«Odiados e orgulhosos»

Este lema pode ser encarado por duas formas e ambas pouco têm a ver uma com outra. Se pensarmos que somos odiados pelos nossos inimigos, sejam eles poucos ou muitos, se pensarmos que quanto mais actividades construtivas e projectos sérios formos realizando e fortalecendo, mais odiados ainda somos; então é sem dúvida caso para dizer que «sim, temos um infinito orgulho por sentir esse ódio de tão desprezíves sujeitos, que representam tudo aquilo que combatemos. Temos inclusive orgulho de ser considerados como o diabo ou o demónio por esses que deturpam, mentem e emporcam tudo aquilo em que tocam. Sem dúvida de que então somos o "diabo", o "diabo" que quer destruir a actual sociedade decadente e a actual mentalidade reinante.» No outro extremo, temos uma visão sectária, marginal, anti-social, que vê inimigos em tudo o que não conhece ou que não pertence ao seu grupo reduzido de amigos ou Camaradas. Obviamente que tal nada de nada tem a ver com o «nosso movimento» *, pelo contrário, é uma mentalidade inclusive bastante prejudicial.

Racistas ou traidores?

Outra herança que nos foi deixada prende-se com o «racismo» que muitos Salazaristas sentiam e cujo sentimento (ainda) tem passado infelizmente para muitos jovens. Há uns dias atrás um jovem com uns 27 anos dizia todo contente que «Eu sou racista! Tanto aperto a mão a um branco como as tetas a uma preta» e todos nós já ouvimos concerteza algum comentário do tipo. São jovens que contam anedotas dos «pretos estúpidos» e não hesitariam em ir atrás de umas «pretas jeitosas». Também aqui devo dizer que felizmente hoje em dia o «nosso movimento»* está saudável, está limpo. Viu-se livre de ideias e de pessoas nojentas, que poluíam a «nossa causa», sendo um terrível exemplo para outros, desmotivando-os ou, pior ainda, levando-os a pensar que tal comportamento seria normal para um Nacional Socialista. Contudo, há que estar atento para manter a «nossa casa»* limpa e não ouvir de ânimo leve um comentário deste tipo de alguém que se diga «Camarada».

Actividades de rua

Passar uma noite em claro, deitar às duas ou três da manhâ ou acordar às 4h da manhã para, por exemplo, ir fazer uma colagem de cartazes são sacrifícios que, infelizmente, muito poucas pessoas já fizeram e é algo que um número ainda mais reduzido de militantes faz de forma continuada. As justificações são muitas para nada se fazer, mas a verdade é que a ideia na cabeça de muitos é de que «os sacrifícios são bons é para os outros» ou de que «não estou para isso». Enfim, é a velha história daqueles que gostam muito de falar em revoluções... mas só de as ver ao longe, não de estarem envolvidos activamente e de participarem nela. E querem depois que haja um movimento Nacionalista forte? Bom, certamente que o «nosso movimento»* continuará a fortalecer-se, mas esses fracos de espírito não farão parte da história desse movimento, não estão a fazer parte da nossa história e, talvez sem se aperceberem, esse é o pior e mais triste preço que eles pagam! Nada fazerem quando muito podiam ter feito!! Por muito poucas que fossem as pessoas a realizar actividades de rua, ou até que não houvesse ninguém, nós continuremos a divulgar as nossas ideias, porque sabemos que estamos a fazer o correcto e nao precIsamos que nos venham dizer isso constantemente para ficarmos motivados. Sabemos que cada vez que distribuímos um folheto, colamos um autocolante ou um poster, estamos a fazer história, estamos a perpetuar as «nossas ideias» e a cometer um acto revolucionário, por mais pequeno que seja.

A «ponte» para a outra margem!

É imprescindível aproximar as nossas ideias do povo a que pertencemos, estabelecer, ou melhor, continuar a fortalecer esses alicerces, essa «ponte» que vem sendo construída entre nós, militantes Nacional Socialistas, e NÓS, povo Português. Tudo o resto são coisas que só nos vão fazer perder tempo ou são coisas que alguns fazem apenas para seu próprio prazer e gozo individual ou para aumentar o seu ego, e para chocar e revoltar as pessoas que são o «nosso povo»*. Desde o final da Segunda Guerra Mundial que o Nacional Socialismo é extremamente marginalizado na nossa sociedade, devido à campanha permanente de propaganda. Os nossos inimigos têm conseguido separar-nos do «nosso povo»*. E, para piorar a situação, o facto é que o comportamento de alguns de nós às vezes contribui (apesar da eventual boa vontade) para que essa marginalização fique ainda mais acentuada. Temos de continuar a lutar contra esse círculo vicioso, contra essa «barreira invisível» que foi construída à nossa volta e vir, cada vez com mais força, para a rua informar o «nosso povo»* das «nossas reais ideias»*, sejam de que projecto forem, desde que sério e construtivo.

Música, roupa e álcool

O facto de dedicar apenas algumas linhas a este tema já é, só por si, um bom sinal. Ouvir música Nacionalista (por mais inspiradora que seja) e vestir uma t-shirt «radical» não faz um Nacionalista e muito menos um activista. É algo muito simples, mas que continua, por vezes, a fazer certa confusão junto de algumas pessoas, por isso é sempre conveniente relembrar. Quanto ao álcool, é um facto que felizmente hoje em dia este já não é um problema tão grave como foi no passado, em que estar bêbado era sinónimo de «macho latino», guerreiro viking ou lusitano. Contudo, convém deixar bem claro aos mais jovens, e a quem ainda não entendeu, que o «nosso movimento» * não é um movimento de bêbados.

Skinheads fundamentalistas

Dentro do «movimento skinhead», tal como em tantos outros, existem pessoas com as mais distintas ideias e os mais diversos comportamentos. Aqueles skins a que eu exclusivamente faço referência aqui são os que, independentemente de serem ou não óptimas pessoas, colocam, antes de mais, os interesses e a imagem do movimento skinhead, antes das ideias, antes da luta pela nossa Nação. Enfim, não há muito mais a dizer quanto a este aspecto, simplesmente é um facto. Certamente que há alguns pontos em comum com esses skins que pensam dessa forma, mas a verdade é que esses pontos em comum são muito poucos. Entre vários outros aspectos completamente irreconciliáveis, posso por exemplo recordar aqui que a mentalidade de gang que vários skins assumem nada tem a ver com o Nacional Socialismo e nada tem a ver com um movimento aberto que procura ter o apoio popular. Seja como fôr, tal como acontece com qualquer outro aspecto aqui referido neste artigo, é bom lembrar que cada um sabe o caminho que quer seguir. Não se obriga ninguém a nada, simplesmente se esclarece o que implica fazer parte do «nosso movimento»* e as relações possíveis ou incompatíveis que se podem estabelecer com outras pessoas.

Unidos somos fortes?

Sem dúvida de que sim. Mas de que união estamos a falar? É que continuam a existir muitas pessoas que fazem uma grande confusão com essa ideia de «união» e repetem-na até à exaustão como se se tratasse de algum remédio santo para os problemas que temos de enfrentar. Pelo contrário! Na esmagadora maioria das situações uma união apenas vai fragilizar mais as pessoas e os projectos envolventes. Inicialmente cria-se uma falsa ideia de engrandecimento e de força, que rapidamente se desvanece, vindo ao de cima todas as diferenças. Por outro lado, quando, hoje em dia, algum Camarada conta que, sozinho ou com mais Camaradas, voltou a distribuir algumas centenas de folhetos em caixas de correios ou em carros, faz pensar para que é que vale a tal «união» de que tanto se fala? Para haverem mais pessoas a (tentar) desmotivar aqueles que querem e vão fazendo algo? Enfim, é a «velha» história do homem saudável que se junta a meia dúzia de inválidos para percorrer mais rapidamente um determinado percurso e que rapidamente descobre que, ao ter de carregá-los nos ombros, demorará um tempo infinitamente superior, se é que chegará a atingir o fim a que se propôs. Não vale a pena dramatizar nem entrar em histerismos. Com calma as pessoas vão-se conhecendo, vão trocando ideias diversas, e naturalmente cada um decide o quer (ou não) fazer. Se por vezes não existem condições suficientes para fazer a tal «união», seja entre quem fôr, então simplesmente cada um segue o seu percurso, sem se preocupar com o(s) outro(s). Quem sabe se um dia os seus caminhos não se voltam a cruzar? Em Portugal, e não só, tem existido uma mentalidade completamente auto-destruidora ao longo dos anos, ou seja, quase todas as pessoas continuam a querer «unir-se» intimamente, mesmo quando se torna óbvia a incompatibilidade, ou então passam a odiar-se profundamente, normalmente como consequência de uma «união» forçada e falhada. A verdade é que, mesmo quando existem condições suficientes para grupos/projectos diferentes unirem esforços, praticamente todas as pessoas esquecem-se de que qualquer «união» tem de ter os seus limites bem definidos (na teoria e depois na prática), caso contrário, mais cedo ou mais tarde, o seu fim é o mesmo: auto-destruição. Este é apenas mais um sinal de imaturidade do movimento, algo que tem de ser alterado se queremos criar mais e melhores estruturas e um ambiente mais saudável e transparente.

Os exemplos que temos

Tirando algumas honrosas excepções, a esmagadora maioria dos Nacionalistas Portugueses que já ultrapassaram a idade dos 25 ou 30 anos são uma referência muito pouco saudável para os mais jovens. Em muitos casos, são mesmo um exemplo lastimável do que não se deve ser e do que não se deve fazer. E aqui temos outro problema, pois todas as pessoas gostam de imaginar que existem «velhos que estão do nosso lado e que estão, algures, à espera para nos apoiar». Caros amigos, não vale a pena ficarem à espera de algo que não existe. Nós é que temos de lutar! Em nós é que reside a esperança! Consciencializares-te deste facto é imprescindível! «Mas onde é que estão as outras gerações anteriores à minha? Onde estão esses Nacionalistas?» perguntarão muitos de vocês. Pois bem, a resposta é muito simples: Estão onde se encontram a maior parte das outras pessoas que nos rodeiam; estão num mundo de apatia, comodismo e materialismo. Com mais ou menos vontade, adaptaram-se a esta sociedade decadente que nos rodeia, desiludidos com os enormes obstáculos que o Nacionalismo tem de enfrentar e desmotivados por ver outros ao seu lado a abandonar a «nossa luta». É óbvio que existem várias pessoas menos jovens que não são uma má referência, mas apenas pelo motivo de que não são referência alguma, pois nunca estiveram envolvidos activamente no «nosso movimento»*. A escolha agora é tua: queres ser mais um, entre tantos outros, que ao fim de 1, 2 ou 3 anos ou quando chega aos 20 ou 25, desiste e desinteressa-se pela luta das «nossas ideias» * ao consciencializar -se das dificuldades e ao ouvir os lamentos de outros Nacionalistas ou queres, ao invés, demonstrares a ti e a todos quanto te rodeiam que tu próprio vais sendo referência para tantos outros jovens Nacionalistas? Uma referência não porque o dizes, mas porque o demonstras pela tua conduta diária e pelo teu activismo constante de meses e anos? A escolha é tua!

Esoterismo

É muito interessante e importante que tenhamos uma forte componente espiritual, que saibamos que a nossa luta é muito mais do que simples política. Assim, são bem vindos todos aqueles que se dedicam a temas espirituais, à descoberta e reflexão do que nos rodeia. Contudo, o nosso dia-a-dia, e o de todos os Portugueses, não pode ser esquecido. Ao longo dos tempos, e não só (nem principalmente) em Portugal, têm havido alguns Camaradas que se dedicam a questões esotéricas, espirituais, não dando a devida atenção ou até menosprezando por completo os problemas bem concretos que a todos afecta. Obviamente que o resultado é o de criar um grupo sectário, quase considerado como «mais uma seita» ou de «grupo de lunáticos» aos olhos do «nosso povo»*. Enfim, é mais uma forma de auto-marginalização a que atrás foi feita referência e que contraria os propósitos da «nossa luta» * e que certamente agradará aos nossos inimigos.

Grupo de amigos

Quem é que não gosta e não quer ter um bom grupo de amigos? Penso que ninguém! A «nossa luta»* só tem a beneficiar, e muito, se para além de Camaradagem, existir igualmente uma forte amizade entre «nós»*. Contudo, de que vale a amizade sem a camaradagem? Não é obviamente um grupo de amigos que queremos construir. Esse não é, com toda a certeza, o propósito da «nossa luta» *. Se assim fosse, o movimento em Portugal seria enorme, pois certamente que todos nós temos ou tivemos dezenas de amigos do bairro, da escola ou do trabalho. Por outro lado, e falando a nível pessoal, não consigo conceber ter grandes amigos que não sejam grandes Camaradas, pois uma coisa está intimamente ligada à outra. E se algum Camarada me desilude profundamente, obviamente que não é só no aspecto da «nossa luta»* que tal irá ter consequências - sejam temporárias ou definitivas - pois, como foi dito anteriormente, a nossa «vida privada» está intimamente ligada à «vida do nosso movimento»*. É compreensível que para alguns seja um pouco difícil encarar as coisas desta forma. Apenas se pode dizer o seguinte: esta é uma brilhante forma de medir o grau de dedicação e fidelidade aos «nossos ideais» *. Vejam que reacção vocês e cada uma das outras pessoas que vos rodeiam tem ou teve na situação atrás referida (ou em outra semelhante) e saberão o grau de envolvimento e seriedade dessa pessoa no «nosso movimento» *.

«Vou-me infiltrar»

Já ouvi vários Camaradas afirmarem que se vão infiltrar num partido (normalmente o PP), pois, dizem eles, «só assim é que podemos lá chegar». Infelizmente, seria muito mais correcto e honesto se eles dissessem o verdadeiro motivo por que vão para um qualquer partido e esse é o de simplesmente querererm «fazer-se à vida». Já algumas pessoas juraram a pés juntos que tomam tal decisão apenas «pela nossa causa» e, poucas semanas depois o seu comportamento evidencia o óbvio: a tentativa desesperada de, tal como tantos outros, «tirar algo da política». Poucos meses depois, surgem outros sintomas e esses revelam já uma aversão a tudo o que sejam as «nossas ideias»*, pois «não posso comprometer o meu futuro no partido» afirmam. Caros amigos, simplesmente não percam o vosso tempo nem paciência. Mais cedo ou mais tarde, todos esses «infiltrados» hão-de perceber que os meses ou anos de trabalho ou de simples envolvimento político (que é o que normalmente acontece) tiveram uma única utilidade: servir os interesses de quem está à frente do partido, seja o PP ou algum partido minúsculo. Também acontece que muitos dos Nacionalistas, ao «infiltrarem-se», apenas procuram uma saída airosa da luta pelas «nossas ideias»*, uma forma de poderem dizer que continuam a fazer muito pela causa, mas sem arriscarem nada, sem se chatearem e sem trabalharem muito (ou pouco!). Quanto a este tema, e para concluir, basta pensar que os responsáveis de um partido político (por mais minúsculo ou independente que seja) têm, obviamente, a faca e o queijo na mão para colocar processos, desprezar algum militante ou simplesmente expulsá-lo se se tornar inconveniente, tal como já sucedeu, e depois o seu «árduo trabalho de infiltrado» revela-se o que sempre foi: completamente infrutífero e despropositado!

«Trabalho? Que chatice!»

Trabalhar regularmente durante uns meses ou por um, dois ou três anos é melhor do que nada, mas é imprescindível que todos se mentalizem de que à «nossa frente»* estão muitos anos de trabalho. Na verdade, deve estar toda uma vida de trabalho, mas um trabalho que não deve ser encarado como um fardo, como uma «grande chatice», mas um trabalho que se torna num prazer e num infinito orgulho. Um trabalho que nos faz sentir bem, um trabalho que deve ser encarado com toda a seriedade, claro, mas também com toda a alegria. Sem dúvida de que «o trabalho liberta» e este trabalho ajuda a libertar todo um povo, o nosso povo!

Lista de prioridades

Como é que imaginam que será a vossa vida dentro de cinco anos? Ou se preferirem, o que é que gostariam de estar a fazer nessa altura? A maior parte de vós responderá que gostaria de ter uma boa casa, ter uma boa namorada ou eventualmente estar casado, de talvez já ter filhos, de ter um bom carro, um emprego com um bom ordenado, fazer férias em locais exóticos, etc, etc... «e pronto». «Ah, é verdade», dirão alguns, «e vou continuar a fazer algo pelo "nosso movimento"*». Assim, de forma tão simples e clara, vem ao de cima o facto de que, infelizmente, ainda vão havendo muitos Nacionalistas que colocam as «nossas ideias»* no último lugar da lista de prioridades da sua vida. É óbvio que tal tem de continuar a evoluir, pois, caso contrário, se o envolvimento é pouco, também os resultados o serão. Quando pensamos no nosso «futuro», temos de nos habituar a pensar não só nosso futuro individual, mas no futuro no «nosso movimento»* e do «nosso povo»*. Sem objectivos e pensamentos a médio e longo prazo não é possível que uma ideia continue a desenvolver-se e se fortaleça! E é claro que alguém que não encare o «nosso futuro» * da mesma forma séria, preocupada e determinada com que encara o seu «futuro pessoal», será sempre alguém com um envolvimento muito superficial e temporário no «nosso movimento» *. Caros amigos, lembrem-se sempre desta máxima: NÃO BASTA QUERER ALGO, HÁ QUE QUERER APAIXONADAMENTE! E quando se quer dessa forma... tudo é possível!

«Tou nisto à bué»

Durante anos ouvia-se, e por vezes ainda se ouve, pessoas um pouco mais velhas do que nós, e alguns mais novos, afirmar com grande alarido que «já estou "nisto" à 'X' anos» ou que «tou na cena à bué». Mas o que é que significam estas expressões? Provavelmente que já à 'X' anos que muito pouco ou nada fazem e que muito pouco ou nada arriscam. Para eles, o «estar nisto à 3 ou à 30 anos» pode ser muitas coisas, mas certamente que não significa um combate constante e uma conduta correcta ao longo dos anos. Significa, sim, que procuram ganhar desesperadamente consideração pelas outras pessoas através da forma mais simples que existe: falando (e não fazendo!) e dizendo que «já fiz muito». A honestidade é um valor precioso no «nosso movimento»* e se alguém não fez nada ou muito pouco durante 'X' tempo, essa pessoa apenas tem de reconhecer, perante si próprio e perante os seus Camaradas, esse facto com toda a naturalidade. Quanto às expressões atrás referidas em nada dignificam a «nossa luta» *, que é algo demasiado grandioso e honrado para ser apelidado de «cena» ou «disto». Mesmo sem se aperceberem, muitos jovens utilizam este género de expressões, que acabam inclusivé por ir ajudando a criar uma mentalidade deformada entre «nós»*.

Legalização: A solução!?

Não há nenhum partido nem nenhuma organização legal em Portugal hoje em dia que mereça a confiança dos Nacionalistas que têm orgulho na nossa Nação e na nossa Raça. De tempos a tempos há jovens que se questionam se este ou aquele partido não «é dos nossos» e a quererem acreditar que «agora é que é, até porque não há mais nada». Bom, se queremos que em portugal o «nosso movimento»* vá para a frente, mas numa direcção correcta, saudável, construtiva, a um ritmo constante e duradouro, então temos de ultrapassar esse mito que ainda continua a grassar entre muitos de nós. O mito de que «as coisas só vão para a frente se houver um partido; temos de fazer um partido e depois é tudo fácil». Caros amigos, compreende-se perfeitamente o que vos leva a querer acreditar nesta «solução», tal como se compreende tantos outros jovens Camaradas que regularmente questionam se não haverá outra «solução» mais rápida de fazer crescer o movimento. Acontece que a criação de um partido ou associação legal não resolve absolutamente nada! Pelo contrário! Esta é uma falsa questão! Um partido ou associação não faz militantes, os militantes é que poderão fazer o partido! E a verdade é que os militantes não são muitos. Para quê construir um partido se não existe uma estrutura razoavelmente sólida e eficaz? Para ser mais um entre tantos outros que têm existido ao longo dos anos? Para ser mais um antro de intrigas, de conflitos, de inactividade? A resposta é óbvia e só pode ser uma: NÃO! Não é a criação de um partido ou organização que poderá levar «para a frente» o «nosso movimento»* em Portugal! Só através de Homens com H, só através de activistas verdadeiramente empenhados em lutar pelo nosso Povo e pela nossa Nação, só através de uma total dedicação em divulgar constantemente as nossas ideias e em procurar intensivamente uma uniformidade de ideias (o que implica uma grande paciência e tremenda determinação), só com estas pessoas e com esta mentalidade é que o movimento pode crescer. Não é o partido ou organização, são as pessoas e as ideias que contam! Depois de criadas estas condições, que é o mais difícil, poderão eventualmente surgir associações ou partidos legais que merecerão o nosso apoio inequívoco. Mas se/quando algo do género surgir, será uma consequência natural e não algo forçado, criando falsos movimentos. Mas se não há partidos ou associações legais com as quais vale a pena lutar, o que podes fazer então? Felizmente que o que não faltam são actividades, projectos e material. Quanto mais te envolveres na «nossa luta»*, mais te aperceberás deste facto. E não deixa de ser caricato quando, sem qualquer organização ou associação legal, já se fizeram e têm-se feito mais coisas do que durante o período mais activo da maior parte das organizações legais Nacionalistas Portuguesas. Não te esqueças de que o «show-off» pode ser algo muito bonito e atractivo, mas não passa disso mesmo; de uma exibição, de um balão de ar quente que se esvazia quando se espreita lá para dentro e se vê o vazio ou o caos existente. E é assim que, por mais boa vontade que algumas pessoas tinham/têm, as associações, movimentos e partidos legais «Nacionalistas» existiram/existem em Portugal: Um balão de ar quente que engana muitas pessoas durante algum tempo, mas não consegue enganar todos por muito tempo.

Em Portugal não existe um forte movimento Nacionalista porque é tudo a feijões!

Porque a esmagadora maioria dos Nacional Socialistas em Portugal ainda não se convenceu de que estas «nossas ideias»* e esta «nossa concepção do mundo» * não é nenhum hobby, não é moda e não é algo que desaparece ou que ocupa lugar de segundo plano quando se passa a ter 20, 25 ou 30 anos. Não se coaduna com comportamentos rebeldes e inconsequentes, não tem a ver com exibições gratuitas de símbolos ou roupa. Caro amigo, não faças aquilo que te dá prazer, não demonstres a tua revolta perante o que nos rodeia da forma mais primária ou de forma violenta... não faças aquilo que «eles» querem que tu faças. Não sejas uma marioneta nas mãos dos nossos oponentes! Se queres realmente fazer algo... respira fundo e procura antes canalizar toda essa revolta e energia para «atacar» o sistema com o material e actividades verdadeiramente revolucionárias e eficazes e apoiando os projectos sérios e construtivos, que visam não só lutar contra esta sociedade decadente, como lutar pela edificação de uma nova mentalidade e de um «novo homem»!!! Uma última pergunta poderá ocorrer-vos: «Se o movimento Nacionalista não está tão forte como gostaria e se existem tantas "condições" para ser um activista e para que as coisas "vão para a frente", e se ainda por cima fico por vezes decepcionado com algumas pessoas ou com algumas coisas que não correm bem, porque é que eu hei-de fazer parte desta luta tão exigente?» A resposta a esta pergunta é muito clara: Não faças parte!

É que a maior parte das pessoas que se interessam pelas nossas ideias estão connosco, «andam» conosco e dizem partilhar as nossas ideias, mas estão redondamente enganados. O seu lugar poderá ser em muitos locais, mas certamente não junto de Nacionalistas, as suas ideias (quando têm) poderão ser algumas, ou até muitas, mas certamente não são as «nossas» * e não têm o «nosso comportamento» * perante a vida. É para todas essas pessoas, independentemente da idade ou localização geográfica, que eu digo: Não façam parte do «nosso movimento»*. Basta de equívocos! Quanto mais cedo vocês e nós entendermos isso, melhor para todos. Ao longo dos últimos anos, o movimento Nacionalista felizmente tem evoluído imenso na sua qualidade humana. Tem-se depurado e exposto muitas pessoas, algumas delas eram mesmo consideradas como uma referência Nacionalista em Portugal, o que é gravíssimo. E que não haja qualquer dúvida: Apesar de querermos sempre evoluir mais e melhor, até porque tal está perfeitamnte ao nosso alcance, a verdade é que hoje em dia o «nosso movimento»*, apesar de ainda fraco (tendo em conta as nossas ambições) está provavelmente mais maduro e forte do que nunca! Para os Nacionalistas que se identificam com as «nossas ideias»*, a resposta à pergunta acima colocada é igualmente muito clara: Façam parte deste combate, pois é a causa mais justa e mais importante que pode existir para nós, Portugueses e Brancos. Para além do mais, é a nossa própria sobrevivência, enquanto Povo e Nação, que está em perigo.

Já aqui se mencionou que este "partido", dado e escasso número de militantes, não consegue prescindir dos tais "skinheads" para as suas acções de campanha. Estes últimos agruparam-se à volta de um "grupo", de nome "Frente Nacional", onde se encontram vários cabeças rapadas com cadastro. Alguns deles estiveram presos alguns anos, acusados do asassínio de um cidadão negro no Bairro Alto, em 1995.

Acabo de ver na minha caixa de correio um destes panfletos do PNR, em que está mencionada o endereço electrónico desta "Frente Nacional", o que estabelece uma clara ligação deste PNR com com os cabeças rapadas, cada vez mais activos na Internet, em blogues e fóruns de discussão, com as habituais ameaças de assassínio e propaganda racista ou apologista do nazismo.

Por falta de talento ou de inspiração, seguramente, os "rapados" têm no seu site na Internet um texto escrito há alguns anos por um dos seus camaradas fascitóides, devidamente "limado" para parecer menos racista, tirando-se as referências ao nazismo ou skinheads. No panfleto distribuído, somos convidados a visitar o site do PNR e destes badalhocos, aqui: www.frente-nacional.org, ou www.forum-nacional.net/~fn.

O mesmo está está disponível do blogue de uma destas bestas:
http://www.ordemnegra.blogspot.com/

Deixo aqui o texto, retirado do fórum destes palhaços:

[b]Porque é que em Portugal não existe um forte «movimento nacionalista»*?

*Expressões como «nosso movimento», «nossa luta», «nossas ideias» e outras semelhantes devem ser entendidas como o movimento em que nós, e muitas outras pessoas, acreditamos e as ideias e um modo de estar na vida pela qual lutamos. Este esclarecimento faz sentido pois poderão existir pessoas com outras ideias e concepções do que deve ser o «movimento Nacionalista». A eles, se existem, desde já aqui fica o convite para nos enviarem um artigo a expôr as suas ideias, desde que, como é óbvio, sejam ideias minimamente coadunáveis com o Nacionalismo!

Obviamente que a resposta a esta pergunta é complexa, mas talvez se possa resumir na seguinte ideia:

Em Portugal é tudo a feijões!

Não vale a pena enterrar mais a cabeça na areia. Apesar de alguns excelentes projectos e actividades que se têm realizado nos últimos anos em Portugal, a verdade é que o «movimento Nacionalista»* continua fraco. A altura para agir é agora. É mais do que tempo de colocar o dedo na ferida e mudar o rumo das coisas. Caso contrário, passaremos o resto das nossas vidas a lamentar isto e aquilo, sem «tomates» para dar um murro na mesa, e fazer opções, assumir compromissos. Sem dúvida de que seria mais agradável escrever um artigo onde dissesse apenas coisas muito bonitas, onde todas as pessoas fossem elogiadas, ser um «tipo porreiro» e, simultaneamente, dar um enormíssimo contributo para que as coisas, não evoluam, para além de não estar a ser verdadeiro para comigo próprio e para com os que me rodeiam. Caros amigos, todos, sem excepção, somos responsáveis pela actual situação do «movimento nacionalista»*. Sem dúvida de que alguns muito pouca culpa terão e certamente que outros a têm bastante, mas é altura de pensarmos o que é que poderíamos fazer mais, seja na nossa conduta pessoal, seja em actividades, para ajudar a desenvolver um «movimento» * forte e saudável. Vários outros aspectos ficaram concerteza por tratar, mas o objectivo deste artigo é apenas o de - superficialmente - ajudar a identificar, dar a devida importância e procurar oferecer alternativas, quando necessárias, a questões bem práticas e vitais do «nosso movimento»*, de forma a que se dê um grande salto em frente nos próximos meses e anos. E a boa notícia é que tal não é muito difícil, basta que cada um tenha um pouco mais de auto-motivação e dê um pouco mais de si, quer em actividades propriamente ditas, quer na sua postura diária.

Nota: Ao longo das várias observações que são feitas neste artigo, não são mencionados quaisquer nomes de pessoas nem são feitas quaisquer referências mais directas, pelo motivo de que cada um, melhor do que qualquer outra pessoa, sabe o que é que se lhe pode aplicar a si ou não. É importante ter bem presente que as pessoas evoluem continuamente e, como tal, nem a sua mentalidade nem a sua maneira de estar na vida são imutáveis. Como é completamente impossível estar a par do que se passa na cabeça de cada pessoa que se diz Nacionalista, o melhor é mesmo cada um de nós reflectir em silêncio sobre o nosso comportamento e cada um tirar as suas conclusões.

Sacrifício? Não, Obrigado!

A dedicação, fidelidade e a capacidade de sacrifício é praticamente inexistente entre os Nacionalistas Portugueses. E daqui decorrem a maior parte dos problemas actuais com que temos de lidar. Como um «bom» típico Português, fala-se muito, critica-se muito, mas faz-se muito pouco. Ouvem-se jovens a falar em palavras muito bonitas, a assumirem compromissos que duram muito pouco tempo, a instigar a fazer isto ou aquilo, quando eles próprios pouco ou nada fazem e pouco ou nada estão dispostos a sacrificar. Existem muitos Nacionalistas que conseguem ver a injustiça e miséria humana que nos rodeia, contudo nada fazem para além de falar (seja com longas conversas ou com breves comentários), passando também eles, de certa forma, a fazer parte dessa miséria humana. Por vezes alguns ainda vão agoirando, lançando suspeitas e boatos, desmotivando-se e desmotivando os outros sempre que psicologicamente se sentem um pouco fragilizados. Enfim, se é verdade que a apatia e o comodismo afectam todas as pessoas (e todos os movimentos políticos e não políticos) na nossa sociedade, também é verdade que se somos diferentes, temos de demonstrá-lo a todos os que nos rodeiam e ser um exemplo bem concreto de dedicação e fidelidade a um ideal, a esse ideal que é diferente de tudo o resto que hoje existe. Precisamos indubitavelmente de pessoas com uma vontade de ferro que sejam um exemplo para os outros.
Todas as pessoas assumem inúmeros compromissos ao longo da sua vida, contudo, poucas são aquelas que cumprem esses mesmos compromissos. Tal mentalidade ainda vai existindo no «nosso movimento»* e é altura de, primeiro, chamar a atenção às pessoas, voltar a fazê-lo e, se nada mudar, expôr essas pessoas como alguém que não tem palavra, que assumem realizar certas tarefas, aparecer em determinado local, etc, e que frequentemente nada fazem por cumprir o combinado.

24h por dia

Quando se faz referência à «nossa luta»*, ao «nosso movimento» * e às «nossas ideias»*, não é refirido exclusivamente o período de tempo que demora a realizar uma actividade de rua ou a ler uma revista ou livro. Não são uns minutos ou umas horas (sejam poucas ou muitas!) que fazem um militante. Para ser um Nacional Socialista é necessário mais do que isso! Uma pessoa tem de ter um comportamento e uma atitude diária que se reflecte na sua vida, em toda a sua vida, dia após dia. Convém aproveitar esta oportunidade para acabar com um outro «mito», que muito boa gente utiliza no «nosso movimento» *, que é falar em «vida pessoal» e «movimento» como se as duas coisas estivessem completamente desligadas uma da outra. Tal é mentira! Estão intimamente relacionadas. De que adianta ser um grande «activista» e na sua «vida privada» ser um ladrão, traficante de droga, violador, bêbado, mentiroso, cobarde, etc... ?

Vírus das quatro paredes

É mais do que oportuno salientar exactamente uma dessas «questões pessoais» que durante anos pairou no Nacionalismo em Portugal e que se prende com a homossexualidade. Por mais inacreditável e absurdo que possa parecer (e é!), a verdade é que existiam várias pessoas em Portugal que se diziam Nacionalistas e que não passavam de homossexuais. Tanto ou mais grave do que aqueles que têm esta doença, são aqueles que a toleraram no «nosso movimento» e aí o número de «Nacionalistas» subia bastante. E assim passou a ser divulgada, por certos indivíduos, a «brilhante» ideia de que «dentro das quatro paredes cada um faz o que quer». Entretanto, há uns anos atrás, englobado no âmbito de «reconquista» do «nosso movimento» *, passou a ser utilizada a expressão «vírus das quatro paredes» para definir abertamente todas as pessoas que se encontravam, e que ainda se encontrem, «infectadas» com esta ideia e expô-Ias ao rídiculo. As vítimas deste «vírus» foram pessoas que não queriam perder amizades (e/ou interesses) com «Nacionalistas» gays ou que queriam a «união» de todos os «Nacionalistas» (e aqui temos novamente o perigo e ridículo de muitas «uniões») ou eram ainda simplesmente homossexuais disfarçados e envergonhados, que procuravam assim ir justificando indirectamente o seu comportamento e mentalidade aberrante. O «vírus das quatro paredes» significa exactamente isso: uma ideia perigosa e decadente de que na nossa «vida pessoal» podemos fazer o que quisermos, pois o que interessa é apenas se alguém trabalha bem ou não em prol do movimento. Errado! Mais do que errado, é quase um crime alguém divulgar esta ideia no «nosso movimento»* e é como tal que qualquer pessoa que assim pense deve ser encarado, pelo menos até mudar convictamente de ideias. É preferível ter um movimento fraco ou pequeno, mas íntegro, honesto e fiel às nossas ideias, onde cada militante representa o que de melhor existe na nossa sociedade, do que ter uma grande organização, repleta de doentes, decadente, hipócrita, decrépita. Enfim, a boa notícia é de que estes indivíduos já pertencem ao passado. O alerta, no entanto, aqui fica: compete a todos nós que esses homossexuais, apoiantes do «vírus das quatro paredes», «putanheiros» e outros dementes e tarados, física e psicologicamente, independentemente das suas idades, e por mais posses financeiras ou por mais livros que tenham em casa, nunca mais se «unam» ao «nosso movimento»* e nunca mais se identifiquem sequer com o «nosso movimento»*, sob pena de serem fortemente penalizados... e disso podem ter a certeza!!! A «nossa casa» * tem sido arrumada ao longo dos últimos anos, há que acabar o trabalho de limpeza e mantê-Ia limpa daqui em diante.

Vírus do dinheiro

Por vezes surgem indivíduos que até podem ser activistas e ter (ou não) alguns conhecimentos, mas ter igualmente um outro vírus, que é o da ganância, da avidez. Que fique bem claro que não podem igualmente ser tolerados certos indivíduos no «nosso movimento»*, por mais que eventualmente possam fazer e por mais nossos «amigos» que possam ser. Como é possível estar a pretender combater toda uma visão do mundo, toda uma mentalidade mesquinha, capitalista, materialista, egoísta, quando dentro do nosso movimento existem autênticos «judeus»? Não, tal não é possível nem pode ser permitido! É óbvio que primeiro se chamam as pessoas à atenção e inclusive se avisa várias vezes a necessidade premente de mudarem de comportamento. Quando tal não acontece, a nossa atitude só pode ser uma: a de verdadeiros Nacional-Socialistas que colocam a integridade das suas ideias e a fidelidade para com verdadeiros Camaradas acima de tudo o resto. Quem é «judeu» não é certamente Camarada e não merece qualquer fidelidade. Estar constantemente a dever dinheiro a Camaradas e/ou outras pessoas, nunca estar disposto a dar dinheiro por revistas ou outro material, não ter o máximo de transparência no que diz respeito a dinheiro (e não só!) não se coaduna com o comportamento de um Nacional Socialista. Este aspecto poderá parecer a alguns leitores de pouca importãncia, mas não o é, pelo contrário. Numa sociedade onde somos confrontados diariamente com mensagens directas e subjacentes de apelo ao egoísmo, ao consumismo, ao prazer e ao bem-estar individual, a «nossa resposta»* tem de ser devastadora. E se tal não é fácil, com uma maçã completamente podre no meio torna-se muito mais complicado. Como é possível construir umas bases sólidas e saudáveis, de total confiança, se sempre que se fala em dinheiro, as pessoas olham de lado para alguém? O efeito que o comportamento de uma só pessoa vai ter nas outras, a curto prazo, é terrível. «Se ele não paga, porque é que eu hei-de pagar?» ou «Como é que eu posso confiar nele para coisas mais sérias, se nem sequer confio que me vá pagar o que deve?» são perguntas que rapidamente passam a ser colocadas e daí à derrocada completa é um passo muito pequeno.

Quando esse sacrifício não é bem direcionado

Existem jovens que, no pico da sua motivação, lá fazem alguma coisa. Uns mais, outros menos. Acontece que não basta querer fazer alguma coisa, não basta estar totalmente determinado em lutar pela nossa Nação e pela nossa Raça. Tão importante quanto isso é o saber canalizar toda essa vontade da melhor forma e, muitas vezes, isso é um problema. É um problema por vários motivos! Como explicar a um jovem que está cheio de vontade para fazer algo que, por exemplo, a «luta armada», que ameaçar alguém de morte, que juntar-se a uma actual organização legal ou partido, que usar certos símbolos «chocantes» (aos olhos da sociedade), etc, não é a melhor via? Como fazer isso sem melindrar os sentimentos dessa pessoa, sem entrar em rota de colisão com essa(s} pessoa(s}? Não é fácil! Requer muita paciência, serenidade e depende de outros factores exteriores, sendo sempre um risco. Contudo, essa é uma verdade que tem de ser dita, pois nada dizer, não chamar a atenção aos jovens (e menos jovens!), quando necessário, apenas com o intuito de não ser incómodo e um «desmancha-prazeres», tal é uma demonstração de um espírito fraco e já se sabe que «dos fracos não reza a história!».

«Odiados e orgulhosos»

Este lema pode ser encarado por duas formas e ambas pouco têm a ver uma com outra. Se pensarmos que somos odiados pelos nossos inimigos, sejam eles poucos ou muitos, se pensarmos que quanto mais actividades construtivas e projectos sérios formos realizando e fortalecendo, mais odiados ainda somos; então é sem dúvida caso para dizer que «sim, temos um infinito orgulho por sentir esse ódio de tão desprezíves sujeitos, que representam tudo aquilo que combatemos. Temos inclusive orgulho de ser considerados como o diabo ou o demónio por esses que deturpam, mentem e emporcam tudo aquilo em que tocam. Sem dúvida de que então somos o "diabo", o "diabo" que quer destruir a actual sociedade decadente e a actual mentalidade reinante.» No outro extremo, temos uma visão sectária, marginal, anti-social, que vê inimigos em tudo o que não conhece ou que não pertence ao seu grupo reduzido de amigos ou Camaradas. Obviamente que tal nada de nada tem a ver com o «nosso movimento» *, pelo contrário, é uma mentalidade inclusive bastante prejudicial.

Racistas ou traidores?

Outra herança que nos foi deixada prende-se com o «racismo» que muitos Salazaristas sentiam e cujo sentimento (ainda) tem passado infelizmente para muitos jovens. Há uns dias atrás um jovem com uns 27 anos dizia todo contente que «Eu sou racista! Tanto aperto a mão a um branco como as tetas a uma preta» e todos nós já ouvimos concerteza algum comentário do tipo. São jovens que contam anedotas dos «pretos estúpidos» e não hesitariam em ir atrás de umas «pretas jeitosas». Também aqui devo dizer que felizmente hoje em dia o «nosso movimento»* está saudável, está limpo. Viu-se livre de ideias e de pessoas nojentas, que poluíam a «nossa causa», sendo um terrível exemplo para outros, desmotivando-os ou, pior ainda, levando-os a pensar que tal comportamento seria normal para um Nacional Socialista. Contudo, há que estar atento para manter a «nossa casa»* limpa e não ouvir de ânimo leve um comentário deste tipo de alguém que se diga «Camarada».

Actividades de rua

Passar uma noite em claro, deitar às duas ou três da manhâ ou acordar às 4h da manhã para, por exemplo, ir fazer uma colagem de cartazes são sacrifícios que, infelizmente, muito poucas pessoas já fizeram e é algo que um número ainda mais reduzido de militantes faz de forma continuada. As justificações são muitas para nada se fazer, mas a verdade é que a ideia na cabeça de muitos é de que «os sacrifícios são bons é para os outros» ou de que «não estou para isso». Enfim, é a velha história daqueles que gostam muito de falar em revoluções... mas só de as ver ao longe, não de estarem envolvidos activamente e de participarem nela. E querem depois que haja um movimento Nacionalista forte? Bom, certamente que o «nosso movimento»* continuará a fortalecer-se, mas esses fracos de espírito não farão parte da história desse movimento, não estão a fazer parte da nossa história e, talvez sem se aperceberem, esse é o pior e mais triste preço que eles pagam! Nada fazerem quando muito podiam ter feito!! Por muito poucas que fossem as pessoas a realizar actividades de rua, ou até que não houvesse ninguém, nós continuremos a divulgar as nossas ideias, porque sabemos que estamos a fazer o correcto e nao precIsamos que nos venham dizer isso constantemente para ficarmos motivados. Sabemos que cada vez que distribuímos um folheto, colamos um autocolante ou um poster, estamos a fazer história, estamos a perpetuar as «nossas ideias» e a cometer um acto revolucionário, por mais pequeno que seja.

A «ponte» para a outra margem!

É imprescindível aproximar as nossas ideias do povo a que pertencemos, estabelecer, ou melhor, continuar a fortalecer esses alicerces, essa «ponte» que vem sendo construída entre nós, militantes Nacional Socialistas, e NÓS, povo Português. Tudo o resto são coisas que só nos vão fazer perder tempo ou são coisas que alguns fazem apenas para seu próprio prazer e gozo individual ou para aumentar o seu ego, e para chocar e revoltar as pessoas que são o «nosso povo»*. Desde o final da Segunda Guerra Mundial que o Nacional Socialismo é extremamente marginalizado na nossa sociedade, devido à campanha permanente de propaganda. Os nossos inimigos têm conseguido separar-nos do «nosso povo»*. E, para piorar a situação, o facto é que o comportamento de alguns de nós às vezes contribui (apesar da eventual boa vontade) para que essa marginalização fique ainda mais acentuada. Temos de continuar a lutar contra esse círculo vicioso, contra essa «barreira invisível» que foi construída à nossa volta e vir, cada vez com mais força, para a rua informar o «nosso povo»* das «nossas reais ideias»*, sejam de que projecto forem, desde que sério e construtivo.

Música, roupa e álcool

O facto de dedicar apenas algumas linhas a este tema já é, só por si, um bom sinal. Ouvir música Nacionalista (por mais inspiradora que seja) e vestir uma t-shirt «radical» não faz um Nacionalista e muito menos um activista. É algo muito simples, mas que continua, por vezes, a fazer certa confusão junto de algumas pessoas, por isso é sempre conveniente relembrar. Quanto ao álcool, é um facto que felizmente hoje em dia este já não é um problema tão grave como foi no passado, em que estar bêbado era sinónimo de «macho latino», guerreiro viking ou lusitano. Contudo, convém deixar bem claro aos mais jovens, e a quem ainda não entendeu, que o «nosso movimento» * não é um movimento de bêbados.

Skinheads fundamentalistas

Dentro do «movimento skinhead», tal como em tantos outros, existem pessoas com as mais distintas ideias e os mais diversos comportamentos. Aqueles skins a que eu exclusivamente faço referência aqui são os que, independentemente de serem ou não óptimas pessoas, colocam, antes de mais, os interesses e a imagem do movimento skinhead, antes das ideias, antes da luta pela nossa Nação. Enfim, não há muito mais a dizer quanto a este aspecto, simplesmente é um facto. Certamente que há alguns pontos em comum com esses skins que pensam dessa forma, mas a verdade é que esses pontos em comum são muito poucos. Entre vários outros aspectos completamente irreconciliáveis, posso por exemplo recordar aqui que a mentalidade de gang que vários skins assumem nada tem a ver com o Nacional Socialismo e nada tem a ver com um movimento aberto que procura ter o apoio popular. Seja como fôr, tal como acontece com qualquer outro aspecto aqui referido neste artigo, é bom lembrar que cada um sabe o caminho que quer seguir. Não se obriga ninguém a nada, simplesmente se esclarece o que implica fazer parte do «nosso movimento»* e as relações possíveis ou incompatíveis que se podem estabelecer com outras pessoas.

Unidos somos fortes?

Sem dúvida de que sim. Mas de que união estamos a falar? É que continuam a existir muitas pessoas que fazem uma grande confusão com essa ideia de «união» e repetem-na até à exaustão como se se tratasse de algum remédio santo para os problemas que temos de enfrentar. Pelo contrário! Na esmagadora maioria das situações uma união apenas vai fragilizar mais as pessoas e os projectos envolventes. Inicialmente cria-se uma falsa ideia de engrandecimento e de força, que rapidamente se desvanece, vindo ao de cima todas as diferenças. Por outro lado, quando, hoje em dia, algum Camarada conta que, sozinho ou com mais Camaradas, voltou a distribuir algumas centenas de folhetos em caixas de correios ou em carros, faz pensar para que é que vale a tal «união» de que tanto se fala? Para haverem mais pessoas a (tentar) desmotivar aqueles que querem e vão fazendo algo? Enfim, é a «velha» história do homem saudável que se junta a meia dúzia de inválidos para percorrer mais rapidamente um determinado percurso e que rapidamente descobre que, ao ter de carregá-los nos ombros, demorará um tempo infinitamente superior, se é que chegará a atingir o fim a que se propôs. Não vale a pena dramatizar nem entrar em histerismos. Com calma as pessoas vão-se conhecendo, vão trocando ideias diversas, e naturalmente cada um decide o quer (ou não) fazer. Se por vezes não existem condições suficientes para fazer a tal «união», seja entre quem fôr, então simplesmente cada um segue o seu percurso, sem se preocupar com o(s) outro(s). Quem sabe se um dia os seus caminhos não se voltam a cruzar? Em Portugal, e não só, tem existido uma mentalidade completamente auto-destruidora ao longo dos anos, ou seja, quase todas as pessoas continuam a querer «unir-se» intimamente, mesmo quando se torna óbvia a incompatibilidade, ou então passam a odiar-se profundamente, normalmente como consequência de uma «união» forçada e falhada. A verdade é que, mesmo quando existem condições suficientes para grupos/projectos diferentes unirem esforços, praticamente todas as pessoas esquecem-se de que qualquer «união» tem de ter os seus limites bem definidos (na teoria e depois na prática), caso contrário, mais cedo ou mais tarde, o seu fim é o mesmo: auto-destruição. Este é apenas mais um sinal de imaturidade do movimento, algo que tem de ser alterado se queremos criar mais e melhores estruturas e um ambiente mais saudável e transparente.

Os exemplos que temos

Tirando algumas honrosas excepções, a esmagadora maioria dos Nacionalistas Portugueses que já ultrapassaram a idade dos 25 ou 30 anos são uma referência muito pouco saudável para os mais jovens. Em muitos casos, são mesmo um exemplo lastimável do que não se deve ser e do que não se deve fazer. E aqui temos outro problema, pois todas as pessoas gostam de imaginar que existem «velhos que estão do nosso lado e que estão, algures, à espera para nos apoiar». Caros amigos, não vale a pena ficarem à espera de algo que não existe. Nós é que temos de lutar! Em nós é que reside a esperança! Consciencializares-te deste facto é imprescindível! «Mas onde é que estão as outras gerações anteriores à minha? Onde estão esses Nacionalistas?» perguntarão muitos de vocês. Pois bem, a resposta é muito simples: Estão onde se encontram a maior parte das outras pessoas que nos rodeiam; estão num mundo de apatia, comodismo e materialismo. Com mais ou menos vontade, adaptaram-se a esta sociedade decadente que nos rodeia, desiludidos com os enormes obstáculos que o Nacionalismo tem de enfrentar e desmotivados por ver outros ao seu lado a abandonar a «nossa luta». É óbvio que existem várias pessoas menos jovens que não são uma má referência, mas apenas pelo motivo de que não são referência alguma, pois nunca estiveram envolvidos activamente no «nosso movimento»*. A escolha agora é tua: queres ser mais um, entre tantos outros, que ao fim de 1, 2 ou 3 anos ou quando chega aos 20 ou 25, desiste e desinteressa-se pela luta das «nossas ideias» * ao consciencializar -se das dificuldades e ao ouvir os lamentos de outros Nacionalistas ou queres, ao invés, demonstrares a ti e a todos quanto te rodeiam que tu próprio vais sendo referência para tantos outros jovens Nacionalistas? Uma referência não porque o dizes, mas porque o demonstras pela tua conduta diária e pelo teu activismo constante de meses e anos? A escolha é tua!

Esoterismo

É muito interessante e importante que tenhamos uma forte componente espiritual, que saibamos que a nossa luta é muito mais do que simples política. Assim, são bem vindos todos aqueles que se dedicam a temas espirituais, à descoberta e reflexão do que nos rodeia. Contudo, o nosso dia-a-dia, e o de todos os Portugueses, não pode ser esquecido. Ao longo dos tempos, e não só (nem principalmente) em Portugal, têm havido alguns Camaradas que se dedicam a questões esotéricas, espirituais, não dando a devida atenção ou até menosprezando por completo os problemas bem concretos que a todos afecta. Obviamente que o resultado é o de criar um grupo sectário, quase considerado como «mais uma seita» ou de «grupo de lunáticos» aos olhos do «nosso povo»*. Enfim, é mais uma forma de auto-marginalização a que atrás foi feita referência e que contraria os propósitos da «nossa luta» * e que certamente agradará aos nossos inimigos.

Grupo de amigos

Quem é que não gosta e não quer ter um bom grupo de amigos? Penso que ninguém! A «nossa luta»* só tem a beneficiar, e muito, se para além de Camaradagem, existir igualmente uma forte amizade entre «nós»*. Contudo, de que vale a amizade sem a camaradagem? Não é obviamente um grupo de amigos que queremos construir. Esse não é, com toda a certeza, o propósito da «nossa luta» *. Se assim fosse, o movimento em Portugal seria enorme, pois certamente que todos nós temos ou tivemos dezenas de amigos do bairro, da escola ou do trabalho. Por outro lado, e falando a nível pessoal, não consigo conceber ter grandes amigos que não sejam grandes Camaradas, pois uma coisa está intimamente ligada à outra. E se algum Camarada me desilude profundamente, obviamente que não é só no aspecto da «nossa luta»* que tal irá ter consequências - sejam temporárias ou definitivas - pois, como foi dito anteriormente, a nossa «vida privada» está intimamente ligada à «vida do nosso movimento»*. É compreensível que para alguns seja um pouco difícil encarar as coisas desta forma. Apenas se pode dizer o seguinte: esta é uma brilhante forma de medir o grau de dedicação e fidelidade aos «nossos ideais» *. Vejam que reacção vocês e cada uma das outras pessoas que vos rodeiam tem ou teve na situação atrás referida (ou em outra semelhante) e saberão o grau de envolvimento e seriedade dessa pessoa no «nosso movimento» *.

«Vou-me infiltrar»

Já ouvi vários Camaradas afirmarem que se vão infiltrar num partido (normalmente o PP), pois, dizem eles, «só assim é

Publicado por: Pedro Jorge em fevereiro 5, 2005 05:25 PM


2ª Parte

«««««Vou-me infiltrar»

Já ouvi vários Camaradas afirmarem que se vão infiltrar num partido (normalmente o PP), pois, dizem eles, «só assim é que podemos lá chegar». Infelizmente, seria muito mais correcto e honesto se eles dissessem o verdadeiro motivo por que vão para um qualquer partido e esse é o de simplesmente querererm «fazer-se à vida». Já algumas pessoas juraram a pés juntos que tomam tal decisão apenas «pela nossa causa» e, poucas semanas depois o seu comportamento evidencia o óbvio: a tentativa desesperada de, tal como tantos outros, «tirar algo da política». Poucos meses depois, surgem outros sintomas e esses revelam já uma aversão a tudo o que sejam as «nossas ideias»*, pois «não posso comprometer o meu futuro no partido» afirmam. Caros amigos, simplesmente não percam o vosso tempo nem paciência. Mais cedo ou mais tarde, todos esses «infiltrados» hão-de perceber que os meses ou anos de trabalho ou de simples envolvimento político (que é o que normalmente acontece) tiveram uma única utilidade: servir os interesses de quem está à frente do partido, seja o PP ou algum partido minúsculo. Também acontece que muitos dos Nacionalistas, ao «infiltrarem-se», apenas procuram uma saída airosa da luta pelas «nossas ideias»*, uma forma de poderem dizer que continuam a fazer muito pela causa, mas sem arriscarem nada, sem se chatearem e sem trabalharem muito (ou pouco!). Quanto a este tema, e para concluir, basta pensar que os responsáveis de um partido político (por mais minúsculo ou independente que seja) têm, obviamente, a faca e o queijo na mão para colocar processos, desprezar algum militante ou simplesmente expulsá-lo se se tornar inconveniente, tal como já sucedeu, e depois o seu «árduo trabalho de infiltrado» revela-se o que sempre foi: completamente infrutífero e despropositado!

«Trabalho? Que chatice!»

Trabalhar regularmente durante uns meses ou por um, dois ou três anos é melhor do que nada, mas é imprescindível que todos se mentalizem de que à «nossa frente»* estão muitos anos de trabalho. Na verdade, deve estar toda uma vida de trabalho, mas um trabalho que não deve ser encarado como um fardo, como uma «grande chatice», mas um trabalho que se torna num prazer e num infinito orgulho. Um trabalho que nos faz sentir bem, um trabalho que deve ser encarado com toda a seriedade, claro, mas também com toda a alegria. Sem dúvida de que «o trabalho liberta» e este trabalho ajuda a libertar todo um povo, o nosso povo!

Lista de prioridades

Como é que imaginam que será a vossa vida dentro de cinco anos? Ou se preferirem, o que é que gostariam de estar a fazer nessa altura? A maior parte de vós responderá que gostaria de ter uma boa casa, ter uma boa namorada ou eventualmente estar casado, de talvez já ter filhos, de ter um bom carro, um emprego com um bom ordenado, fazer férias em locais exóticos, etc, etc... «e pronto». «Ah, é verdade», dirão alguns, «e vou continuar a fazer algo pelo "nosso movimento"*». Assim, de forma tão simples e clara, vem ao de cima o facto de que, infelizmente, ainda vão havendo muitos Nacionalistas que colocam as «nossas ideias»* no último lugar da lista de prioridades da sua vida. É óbvio que tal tem de continuar a evoluir, pois, caso contrário, se o envolvimento é pouco, também os resultados o serão. Quando pensamos no nosso «futuro», temos de nos habituar a pensar não só nosso futuro individual, mas no futuro no «nosso movimento»* e do «nosso povo»*. Sem objectivos e pensamentos a médio e longo prazo não é possível que uma ideia continue a desenvolver-se e se fortaleça! E é claro que alguém que não encare o «nosso futuro» * da mesma forma séria, preocupada e determinada com que encara o seu «futuro pessoal», será sempre alguém com um envolvimento muito superficial e temporário no «nosso movimento» *. Caros amigos, lembrem-se sempre desta máxima: NÃO BASTA QUERER ALGO, HÁ QUE QUERER APAIXONADAMENTE! E quando se quer dessa forma... tudo é possível!

«Tou nisto à bué»

Durante anos ouvia-se, e por vezes ainda se ouve, pessoas um pouco mais velhas do que nós, e alguns mais novos, afirmar com grande alarido que «já estou "nisto" à 'X' anos» ou que «tou na cena à bué». Mas o que é que significam estas expressões? Provavelmente que já à 'X' anos que muito pouco ou nada fazem e que muito pouco ou nada arriscam. Para eles, o «estar nisto à 3 ou à 30 anos» pode ser muitas coisas, mas certamente que não significa um combate constante e uma conduta correcta ao longo dos anos. Significa, sim, que procuram ganhar desesperadamente consideração pelas outras pessoas através da forma mais simples que existe: falando (e não fazendo!) e dizendo que «já fiz muito». A honestidade é um valor precioso no «nosso movimento»* e se alguém não fez nada ou muito pouco durante 'X' tempo, essa pessoa apenas tem de reconhecer, perante si próprio e perante os seus Camaradas, esse facto com toda a naturalidade. Quanto às expressões atrás referidas em nada dignificam a «nossa luta» *, que é algo demasiado grandioso e honrado para ser apelidado de «cena» ou «disto». Mesmo sem se aperceberem, muitos jovens utilizam este género de expressões, que acabam inclusivé por ir ajudando a criar uma mentalidade deformada entre «nós»*.

Legalização: A solução!?

Não há nenhum partido nem nenhuma organização legal em Portugal hoje em dia que mereça a confiança dos Nacionalistas que têm orgulho na nossa Nação e na nossa Raça. De tempos a tempos há jovens que se questionam se este ou aquele partido não «é dos nossos» e a quererem acreditar que «agora é que é, até porque não há mais nada». Bom, se queremos que em portugal o «nosso movimento»* vá para a frente, mas numa direcção correcta, saudável, construtiva, a um ritmo constante e duradouro, então temos de ultrapassar esse mito que ainda continua a grassar entre muitos de nós. O mito de que «as coisas só vão para a frente se houver um partido; temos de fazer um partido e depois é tudo fácil». Caros amigos, compreende-se perfeitamente o que vos leva a querer acreditar nesta «solução», tal como se compreende tantos outros jovens Camaradas que regularmente questionam se não haverá outra «solução» mais rápida de fazer crescer o movimento. Acontece que a criação de um partido ou associação legal não resolve absolutamente nada! Pelo contrário! Esta é uma falsa questão! Um partido ou associação não faz militantes, os militantes é que poderão fazer o partido! E a verdade é que os militantes não são muitos. Para quê construir um partido se não existe uma estrutura razoavelmente sólida e eficaz? Para ser mais um entre tantos outros que têm existido ao longo dos anos? Para ser mais um antro de intrigas, de conflitos, de inactividade? A resposta é óbvia e só pode ser uma: NÃO! Não é a criação de um partido ou organização que poderá levar «para a frente» o «nosso movimento»* em Portugal! Só através de Homens com H, só através de activistas verdadeiramente empenhados em lutar pelo nosso Povo e pela nossa Nação, só através de uma total dedicação em divulgar constantemente as nossas ideias e em procurar intensivamente uma uniformidade de ideias (o que implica uma grande paciência e tremenda determinação), só com estas pessoas e com esta mentalidade é que o movimento pode crescer. Não é o partido ou organização, são as pessoas e as ideias que contam! Depois de criadas estas condições, que é o mais difícil, poderão eventualmente surgir associações ou partidos legais que merecerão o nosso apoio inequívoco. Mas se/quando algo do género surgir, será uma consequência natural e não algo forçado, criando falsos movimentos. Mas se não há partidos ou associações legais com as quais vale a pena lutar, o que podes fazer então? Felizmente que o que não faltam são actividades, projectos e material. Quanto mais te envolveres na «nossa luta»*, mais te aperceberás deste facto. E não deixa de ser caricato quando, sem qualquer organização ou associação legal, já se fizeram e têm-se feito mais coisas do que durante o período mais activo da maior parte das organizações legais Nacionalistas Portuguesas. Não te esqueças de que o «show-off» pode ser algo muito bonito e atractivo, mas não passa disso mesmo; de uma exibição, de um balão de ar quente que se esvazia quando se espreita lá para dentro e se vê o vazio ou o caos existente. E é assim que, por mais boa vontade que algumas pessoas tinham/têm, as associações, movimentos e partidos legais «Nacionalistas» existiram/existem em Portugal: Um balão de ar quente que engana muitas pessoas durante algum tempo, mas não consegue enganar todos por muito tempo.

Em Portugal não existe um forte movimento Nacionalista porque é tudo a feijões!

Porque a esmagadora maioria dos Nacional Socialistas em Portugal ainda não se convenceu de que estas «nossas ideias»* e esta «nossa concepção do mundo» * não é nenhum hobby, não é moda e não é algo que desaparece ou que ocupa lugar de segundo plano quando se passa a ter 20, 25 ou 30 anos. Não se coaduna com comportamentos rebeldes e inconsequentes, não tem a ver com exibições gratuitas de símbolos ou roupa. Caro amigo, não faças aquilo que te dá prazer, não demonstres a tua revolta perante o que nos rodeia da forma mais primária ou de forma violenta... não faças aquilo que «eles» querem que tu faças. Não sejas uma marioneta nas mãos dos nossos oponentes! Se queres realmente fazer algo... respira fundo e procura antes canalizar toda essa revolta e energia para «atacar» o sistema com o material e actividades verdadeiramente revolucionárias e eficazes e apoiando os projectos sérios e construtivos, que visam não só lutar contra esta sociedade decadente, como lutar pela edificação de uma nova mentalidade e de um «novo homem»!!! Uma última pergunta poderá ocorrer-vos: «Se o movimento Nacionalista não está tão forte como gostaria e se existem tantas "condições" para ser um activista e para que as coisas "vão para a frente", e se ainda por cima fico por vezes decepcionado com algumas pessoas ou com algumas coisas que não correm bem, porque é que eu hei-de fazer parte desta luta tão exigente?» A resposta a esta pergunta é muito clara: Não faças parte!

É que a maior parte das pessoas que se interessam pelas nossas ideias estão connosco, «andam» conosco e dizem partilhar as nossas ideias, mas estão redondamente enganados. O seu lugar poderá ser em muitos locais, mas certamente não junto de Nacionalistas, as suas ideias (quando têm) poderão ser algumas, ou até muitas, mas certamente não são as «nossas» * e não têm o «nosso comportamento» * perante a vida. É para todas essas pessoas, independentemente da idade ou localização geográfica, que eu digo: Não façam parte do «nosso movimento»*. Basta de equívocos! Quanto mais cedo vocês e nós entendermos isso, melhor para todos. Ao longo dos últimos anos, o movimento Nacionalista felizmente tem evoluído imenso na sua qualidade humana. Tem-se depurado e exposto muitas pessoas, algumas delas eram mesmo consideradas como uma referência Nacionalista em Portugal, o que é gravíssimo. E que não haja qualquer dúvida: Apesar de querermos sempre evoluir mais e melhor, até porque tal está perfeitamnte ao nosso alcance, a verdade é que hoje em dia o «nosso movimento»*, apesar de ainda fraco (tendo em conta as nossas ambições) está provavelmente mais maduro e forte do que nunca! Para os Nacionalistas que se identificam com as «nossas ideias»*, a resposta à pergunta acima colocada é igualmente muito clara: Façam parte deste combate, pois é a causa mais justa e mais importante que pode existir para nós, Portugueses e Brancos. Para além do mais, é a nossa própria sobrevivência, enquanto Povo e Nação, que está em perigo.»»»»»

Publicado por: Pedro Jorge em fevereiro 5, 2005 05:28 PM

ui, que medo!

Publicado por: nacionalista em fevereiro 7, 2005 01:49 AM