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julho 24, 2004

O CENTAURO

Carlos Paredes e a guitarra fundiam-se, muitas vezes, num mesmo corpo.
Eduardo Lourenço recorda-o, num texto publicado hoje no Público:

«Quem ouviu alguma vez tocar Carlos Paredes, quem assistiu ao espectáculo, ao recital em forma de luta e pose entre a sua arte e o instrumento que entre os seus dedos adquire uma vida mágica, não esquece a espécie de fusão, de confusão íntima entre o artista e a sua guitarra, como se ele emanasse dela ou ela, sobrenaturalmente, se transformasse nele.»

Publicado por José Mário Silva às julho 24, 2004 07:09 PM

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