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julho 06, 2004

ANJOS NA AMÉRICA

“Não podemos parar. Não somos rochas. Progresso, migração, o movimento é modernidade. É animado. É o que os seres vivos fazem. Desejamos. Mesmo se tudo o que desejamos é a quietude, continua a ser desejo. Mesmo se andamos mais depressa do que devíamos, não podemos esperar.” Palavras dentro do sonho do “profeta”, seguindo-se insultos a Deus, no último episódio da série Anjos na América, na 2.
Marta Lança

Publicado por José Luís Peixoto às julho 6, 2004 04:45 PM

Comentários

"Perdoar é bastante díficil. Acontece quando o amor e a justiça se encontram", no mesmo epísódio, no mesmo canal.
Excelente a série, não era? A minha cena favorita foi a descrição do orgasmo pelo anjo (Emma Thompson) com Prior (não sei o nome do actor). Muito intenso, fabuloso mesmo.

Publicado por: Sofia em julho 6, 2004 04:54 PM

Antes de dar na TV, já era uma enorme peça de teatro em duas prestações, premiada com um Pulitzer. O autor Tony Kushner, subintitulou-a ''A Gay Fantasia on National Themes" :-)

Publicado por: Luis Rainha em julho 6, 2004 05:07 PM

Muito fã da série!

Publicado por: Marta Lança em julho 6, 2004 06:56 PM

Ainda bem que falou nisto. Trata-se de um dos maiores textos teatrais de todos os tempos, posto em cinema com excelência: os rostos são vivos e adequam-se ao que dizem (ao contrário do que acontece com o cinema banal americano que nos invade). Obrigado

Publicado por: jm em julho 6, 2004 09:32 PM