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julho 04, 2004

PROGNÓSTICO NOSTÁLGICO

«Sentimental e kitsch como sou, já só sonho em assistir, domingo, no Estádio da Luz, à consagração de Luís Figo. Trinta anos após a "revolução dos cravos", não cantarei o hino português, mas murmurarei a "Grândola Vila Morena"...»
Daniel Cohn-Bendit (na sua crónica de ontem, no «Le Monde»)

Publicado por José Mário Silva às julho 4, 2004 01:30 PM

Comentários

ZM, a Grandola (poe tu os acentos, mentalmente) nunca sera kitsch. (De resto, tu tambem nao es, embora as vezes jogues mesmo na pontinha do precipicio, o que eh delicioso ver, de resto).
Portanto, trauteia a Grandola, eu cantarei o hino, num restaurante portugues a beira do rio Amstel, o tal da cerveja e do nome da cidade (Amsterlerdam, a represa do Amstel).
E quanto a hinos: imagina o Rossio todo a cantar o Alecrim, a duas vozes, a quatro. Teriamos, entao sim, o mais belo hino do Mundo.
Bom, e para logo, calma. Eu sei que se deve desejar mais, e tacitamente desejo. Mas dize-lo por palavras seria talvez... um tanto kitsch.

Publicado por: Fernando Venancio em julho 4, 2004 02:43 PM

Caro Fernando,
Quem se assume sentimental e kitsch (eu espero ser apenas sentimental) é o Cohn-Bendit. É ele que vai cantarolar a Grândola durante o jogo. Eu vou ficar calado, à espera que os gregos não nos preguem mais uma partida.
Abraços,
ZM

PS: Se quiseres fazer uma crónica itálica da final, vista à beira-rio em tão distante geografia, estás à vontade.

Publicado por: José Mário Silva em julho 4, 2004 04:18 PM