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<title>avisrara</title>
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<copyright>Copyright (c) 2006, winter</copyright>
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<summary type="text/plain">É chato dizer mal dos outros. Mas gaita, já não há &quot;saco&quot;. Foram os holandeses, foram os ingleses e agora, pior do que todos, são os gauleses. Os jornais como &quot;Le Equipe&quot; dizem bacoradas sobre nós. Acerram os ânimos contra...</summary>
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<email>guimaraespg@clix.pt</email>
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<![CDATA[<p>É chato dizer mal dos outros. Mas gaita, já não há "saco". Foram os holandeses, foram os ingleses e agora, pior do que todos, são os gauleses. Os jornais como "Le Equipe" dizem bacoradas sobre nós. Acerram os ânimos contra os nossos emigrantes como de "bandidos" se tratassem. Os nossos emigrantes têm que ter protecção especial num país que desde há decadas ajudaram a desenvolver. E quem são eles? São um país que na 2ª. guerra mundial fizeram aliança com os nazis. São um país onde existe um Le Pen, racista, chauvinista, ultra- conservador. Um pouca da história de parte desta gente que nos tenta humilhar.<br />
O regime de Vichy</p>

<p>O Marechal Pétain e o ministro Pierre Laval, chefes colaboracionaistas<br />
Foram eles que, aproveitando-se do prestigio do Marechal Petáin (que passou a assinar os decretos do regime colaboracionista de Vichy com o monárquico “Nous, Philippe Pétain, Maréchal de France ), gente como Pierre Lavale , Phillipe Henriot e M. Hennequin, o prefeito da polícia de Paris, resolveram fazer o trabalho sujo a favor dos nazistas ( denúncias e perseguições à resistência francesa, deportação de 76 mil judeus, etc..).<br />
Desmoralizados com a libertação de Paris, em agosto de 1944, seguida da derrota do Eixo, os direitistas que escaparam dos tribunais do após-guerra, logo vestiram a farda da necessidade da manutenção do Império Francês. Apesar de corroído por todos os lados, do Sudeste Asiático ao Magreb argelino, eles , sempre testas-duras, insistiram em usar o exército francês contra a maré da história, manchando o nome das forças armadas em cruéis operações de captura, destruição e tortura, contra vietnamitas e argelinos, como alias confessaram com orgulho os generais Massu e Aussaresses.</p>

<p>Le Pen e a sociedade neolítica</p>

<p>Le Pen em campanha na sua Bretanha natal<br />
Batidos pela segunda vez pelo General De Gaulle ( a primeira vez, evidentemente, foi quando ele voltou a França com as tropas aliadas em 1944), que, em 1962, cedeu a independência da Argélia, os ultra-direitistas só voltaram à cena francesa em 1972, quando Jean-Marie Le Pen, um ex-combatente das guerras coloniais da Indochina e da Argélia, fundou o Front National. A tônica, desde então, passou a ser expulsar os imigrantes do terceiro-mundo que vieram para o solo francês, tapando o vazio demográfico ocasionado por duas guerras em vinte anos, atrás de uma esperança, e romper com a Unidade Européia. Não é por nada que Le Pen é bretão, nascido em Trinité-sur–Mer, no Morbihan, no ano de 1928, um pequeno porto cercado ao fundo por imensos sítios megalíticos, onde repousam, como se fossem paquidermes de rocha polida, inúmeros dolmens e meníres. Para ele, este derradeiro chouan, que passou a infância em meio aquela pedraria da época dos druidas, a sociedade neolítica ainda não terminou.Claro que há excepções. Para eles o meu respeito. Como De Gaule e até o actual treinador de França que demonstra equilibrio e bom senso</p>]]>

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<title>Os &quot;Bifes&quot;</title>
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<modified>2006-06-29T12:23:44Z</modified>
<issued>2006-06-29T12:23:00Z</issued>
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<summary type="text/plain">Em Futebol já lhes ganhamos as vezes suficientes, (com muita dôr deles). No país deles tanto emigrantes como turistas portugueses (e não só) são tratados como bandidos. (Puro chauvinismo e racismo para um país de bêbados e de arruaceiros). E...</summary>
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<name>winter</name>

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<![CDATA[<p>Em Futebol já lhes ganhamos as vezes suficientes, (com muita dôr deles).<br />
No país deles tanto emigrantes como turistas portugueses (e não só) são tratados como bandidos. (Puro chauvinismo e racismo para um país de bêbados e de arruaceiros).<br />
E para quem tem tanta cagança, acredito que deve ser dificil reconhecer que um país tão pequeno como Portugal os "eat" tantas vezes.<br />
Mas temos algumas vantagens. Não usamos chapeus de côco nem bengalas. Não temos "Sirs". Não temos "hooligans". Nunca fomos proibidos de entrar em competições de futebol durante anos por mau comportamento. Não temos reis nem rainhas (que só provocam escandalos).<br />
Não temos "pubs" só para mulheres. Nos nossos podem entrar os dois sexos, sem descriminação.<br />
Nota: entre aspas são as palavras que eles pensam ser intraduzíveis. "eat" = comer; "Sir" = Senhor; "holigans" = Bandido e "pubs" = Bar. Há tradução.</p>]]>

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<modified>2006-06-23T16:04:08Z</modified>
<issued>2006-06-23T16:01:20Z</issued>
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<summary type="text/plain">O Reizinho. Num quintal, pequena parte de uma região de um país, existiu em tempos um bobo que pensava ser rei. E porque era megalómano, embora reinasse no seu quintal, pensava reinar na região e também no país. Era uma...</summary>
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<![CDATA[<p>O Reizinho.<br />
Num quintal, pequena parte de uma região de um país, existiu em tempos um bobo que pensava ser rei. E porque era megalómano, embora reinasse no seu quintal, pensava reinar na região e também no país. Era uma personagem insignificante mas que se julgava a mais importante de entre todos, senão mesmo indispensável. O que ele pensava, era o raciocinio certo. O que ele dizia era como "la Palisse", sem direito a contestação. Dono da sabedoria e da verdade. Um dia, depois de vários falhanços financeiros, este "reizinho" porque tal como Hitler, tinha o dom da demagogia, foi para presidente de um clube de futebol de salão da região. Falou, discursou e teve o apoio de várias personagens com alguma importancia mediática. Eram pseudo-intelectuais, comentadores de TV de 2ª. categoria, mini empresários de roupa (vulgo criadores de moda), enfim um séquito a que o povo da região via como deuses.<br />
Este "reizinho" provocava tudo e todos que não estivessem de acordo com ele, ofendia, era acintoso pensando que era inteligente. Casou ou viveu com várias damas da "corte" e tal como Hitler teve uma Eva Braun. Só que não consta que o Hitler tivesse agredido fisicamente a Eva, mas este "reizinho" mostrando a sua verdadeira personalidade, quando a Eva não lhe dizia "Amen" chegava-lhe a roupa ao pelo. Já tinha feito o mesmo a outra cara metade antes. Entrou em vigarices, mas como era o "reizinho" a justiça sempre branqueava o problema e ele saía incólume das acusações de vigarice. Geria influências para que o seu clube ganhasse jogos, comprava arbitros, fazia acordos à revelia da moral e da ética. Mas na região era um deus. Um deus menor, mas um deus. Tal como Hitler era quase venerado. Se o verdadeiro Duque da Câmara da Região não estivesse de acordo com ele, era só correr com o Duque, Se o Rei do país não dissesse que sim às suas ideias, era preciso depôr o Rei. Se o treinador do Clube Nacional de Futebol de Salão não incorporasse jogadores do seu clube regional que o "reizinho" achava que deviam jogar, só havia uma solução que era correr com o treinador. Mesmo que o Clube Nacional ganhasse em competições de alto nível o "reizinho" reduzia o treinador a um atrazado mental, pois ele com um só jogador tinha ganho os jogos ofendendo não só os jogadores da selecção nacional de futebol de salão, como os próprios adversários.. Como já tinha uma idade avançada, um dia tropeçou caíu num cano de esgoto e morreu afogado em caca. Colocaram-lhe a bandeira do clube sobre o caixão, fizeram discursos enaltecendo o seu "valor". Contrataram carpideiras para tornar mais dramática a morte do "reizinho".<br />
Depois da sua morte tudo serenou. O clube regional passou a ser mais um clube do país sem guerras nem ódios. Tal como com a morte do Hitler. E tal como a Alemanha passou a ser um país na Europa, democrata e pacifista, esta região passou a ser uma exemplar região do reino.<br />
Há "males" que vêem por bem. Paz à sua alma.</p>]]>

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<title>O &quot;Reizinho vai nú</title>
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<modified>2006-06-23T15:52:46Z</modified>
<issued>2006-06-23T15:43:03Z</issued>
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<created>2006-06-23T15:43:03Z</created>
<summary type="text/plain">A Caravana vai passando e o Boby, já não ladra? Deve ser um osso duro de roer, mesmo para o Boby.Coitado do cão. Habituado a morder em quem lheapetecia sem nunca sofrer sansões pelas mordidelas, &quot;pensava&quot; que o mundo era...</summary>
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<email>guimaraespg@clix.pt</email>
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<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://avisrara.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p>A Caravana vai passando e o Boby, já não ladra? Deve ser um osso duro de roer, mesmo para o Boby.Coitado do cão. Habituado a morder em quem lheapetecia sem nunca sofrer sansões pelas mordidelas, "pensava" que o mundo era aquele espaço, que começava e acabava ali.<br />
O seu treinador assim o ensinou. 30 mil pessoas a gritarem pelo seu nome "Boby"...<br />
Mas eis que surge algo diferente, o Sr. Ssolari. Que faz vibrar um país, não de 30 mil mas de milhões, que não se limita a um sentimento mesquinho e regional, mas um sentimento nacional, que une pessoas dentro e fora do país, que faz com que cante o hino nacional como nunca fora feito, que até consegue que alguns habitantes da região do "Boby" entrem na festa, que consegue pôr o país embandeirado nas janelas, nos carros e no vestuário.<br />
Faz com que os habitantes do país e os emigrantes sintam orgulho, não por uma região mas pelo país inteiro. Desespero para o "Boby" e seu treinador. O "Boby" "percebeu" que tudo o que tinha aprendido fora um logro.Que o país não era só aquela zona. Que havia mais, muito mais do que aquele quartel.<br />
Qual moribundo, o treinador do "Boby" em desespero de causa ainda tenta uns golpes baixos (como era seu apanágio), denegrindo o mérito do Sr. Ssolari, enfim com frases e truques de meia tigela. Mas porque perante factos não há argumentos e o mérito é de quem o tem e não de quem o quer, o treinador do "Boby" enlouquece e suicida-se. Então o "Boby abocanhou o osso de borracha (sua brincadeira preferida), fez-se à estrada e foi ter com o Sr. Ssolari. Passou a ser um cão do país.</p>]]>
<![CDATA[<p>A Caravana vai passando e o Boby, já não ladra? Deve ser um osso duro de roer, mesmo para o Boby.Coitado do cão. Habituado a morder em quem lheapetecia sem nunca sofrer sansões pelas mordidelas, "pensava" que o mundo era aquele espaço, que começava e acabava ali.<br />
O seu treinador assim o ensinou. 30 mil pessoas a gritarem pelo seu nome "Boby"...<br />
Mas eis que surge algo diferente, o Sr. Ssolari. Que faz vibrar um país, não de 30 mil mas de milhões, que não se limita a um sentimento mesquinho e regional, mas um sentimento nacional, que une pessoas dentro e fora do país, que faz com que cante o hino nacional como nunca fora feito, que até consegue que alguns habitantes da região do "Boby" entrem na festa, que consegue pôr o país embandeirado nas janelas, nos carros e no vestuário.<br />
Faz com que os habitantes do país e os emigrantes sintam orgulho, não por uma região mas pelo país inteiro. Desespero para o "Boby" e seu treinador. O "Boby" "percebeu" que tudo o que tinha aprendido fora um logro.Que o país não era só aquela zona. Que havia mais, muito mais do que aquele quartel.<br />
Qual moribundo, o treinador do "Boby" em desespero de causa ainda tenta uns golpes baixos (como era seu apanágio), denegrindo o mérito do Sr. Ssolari, enfim com frases e truques de meia tigela. Mas porque perante factos não há argumentos e o mérito é de quem o tem e não de quem o quer, o treinador do "Boby" enlouquece e suicida-se. Então o "Boby abocanhou o osso de borracha (sua brincadeira preferida), fez-se à estrada e foi ter com o Sr. Ssolari. Passou a ser um cão do país.</p>]]>
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