outubro 31, 2006

CRÓNICAS DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA/FM

Todos os dias oiça na:

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Despenalização do aborto
Domingos Cordeiro

Terça, 31 Outubro 2006
Encontra-se já no Tribunal Constitucional a proposta de referendo ao aborto que para ali foi enviada pelo Presidente da Republica para fiscalização preventiva da sua constitucionalidade.
Os juízes do Tribunal Constitucional têm agora 25 dias para emitir Acórdão, após o que o Presidente da Republica disporá de 20 dias para decidir se convoca ou não o referendo. O teor da pergunta agora enviada aos juízes do Tribunal Constitucional é precisamente igual à referendada em 1998 e é o seguinte: “Concorda com a despenalização voluntária da gravidez, se realizada, por opção da mulher, nas primeiras 10 semanas, em estabelecimento autorizado?”.
Apesar de o processo legislativo-constituicional estar ainda em curso o debate em torno do assunto está já lançado.
Os argumentos de quem está contra o referendo são, no essencial, os que foram aduzidos em 98.
Para uns, deveria ser o Parlamento a legislar.
Para outros, o que está em causa é o direito à vida.
Ainda para outros, o que se pretende, é a liberalização do aborto.
Respeitando uns e outros argumentos não posso, contudo, concordar com eles.
Se em 98 – bem ou mal – foi realizado um referendo sobre esta questão não faria agora sentido que se alterasse a lei no Parlamento.
Por princípio, sou favorável à ideia de que uma vez referendada certa matéria a mesma só deverá ser alterada por novo referendo.
Prefiro que as mulheres e os homens que, há 8 anos, ficando em casa, perderam a oportunidade de corrigir uma situação injusta, estejam agora disponíveis para ir votar, assim contribuindo para que o referendo possa ser vinculativo.
Decorridos que são 8 anos após aquele referendo, todos nós já percebemos que o que está em causa não são questões sobre a origem da vida, politicas ou religiosas.
O que está em causa é saber se queremos que as mulheres portuguesas continuem a ser julgadas por um crime de homicídio punível com pena de prisão até 3 anos.
O que está em causa é saber se queremos continuar a sujeitar estas mulheres ao vexame de serem constituídas arguidas, interrogadas e julgadas ou se queremos, em alternativa, que o artigo do Código Penal que hoje as pune seja simplesmente eliminado, tal como já o fizeram a larga maioria dos países europeus que, habitualmente, referimos como países de boas práticas.
E não se diga, no caso de o SIM vir a sair vencedor, como espero, que tal abre a porta à liberalização.
Não abre.
Só quem não está atento aos muitos testemunhos dados a conhecer por quem já viveu tal experiência pode pensar que uma mulher se decide a abortar por mero capricho ou leviandade.
Julgamos, pelo contrário, tratar-se de uma das decisões mais difíceis de tomar por quem já teve de passar por essa experiência.
É isto e só isto o que estará em causa no dia do referendo.

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A TERRA DO ENDOVELICO IV

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Introdução:

A Terra do Endovélico – O Deus dos Lusitanos – é um romance histórico escrito por José Galambas, e cuja acção se desenrola em locais do Concelho do Alandroal.
A obra com prefácio de Manuel Calado e ilustrações de Eunice Gomes, editado pela Zéfiro, ficciona uma história de amor vivida pelos nossos antepassados, sob as bênçãos do Deus Endovélico.
Depois de autorizado pelo Autor, o Alandro al propõe-se divulgar extractos da obra, dando especial atenção aos locais (do nosso Concelho), onde a mesma se desenrola.
Não só aos que fazem parte deste Concelho, mas a todos, aconselhamos vivamente a leitura de A TERRA DO ENDOVÉLICO – O DEUS DOS LUSITANOS.

- Arriscaram muito, muito mesmo em vir aqui! Há uma batalha prestes a acontecer. Homens de Negro circulam por estes campos e vales à volta das nossas aldeias.
Eles já acamparam bem perto do ribeiro lá ao fundo!
O Sacerdote apontou para um ponto no horizonte, mas apesar de toda a claridade da Grande Lua, eles não conseguiam ver nada.
- Mas digam-me? O que vieram aqui fazer?
Anaya conseguiu falar timidamente, tinha-se afastado dos braços de Cyrus quando o sacerdote apareceu de repente.
- Fizemos uma prece a Endovélico, para que nos protegesse, pois foi aqui que eu e Cyrus nos conhecemos e...
- Humm! E tu Cyrus, o que trouxeste para proteger a tua amada? – interrompeu Ryur.
Os dois coraram, ficando embaraçados, pois o sacerdote parecia ter facilmente descoberto o amor entre eles.
- Não trouxe nada, mas protegeria Anaya se alguém nos atacasse! Ninguém lhe poderia fazer mal algum! Não o permitiria.
- Muito bem! muito bem! Já que aqui estão e por isso mesmo, venham comigo! Mas agora em silêncio, já falamos muito aqui, neste local tão sagrado! Não vale nada perdermos o nosso tempo com palavras!
...........
...........
- Vamos sentir o silêncio, tentando fazer o mínimo barulho possível e esperar que o Deus Endovélico nos forneça os sinais e as indicações necessárias para aquilo que viemos aqui fazer.
E assim ficaram num profundo silêncio. Parecia que a Grande Lua, lá no céu, tinha levado consigo todos os sons da noite. Ryur ergueu, com ambas as mãos, o bordão aos céus e assim se deixou ficar.

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NOTÍCIAS DE INTERESSE SOBRE O ALENTEJO

Alto Alentejo nas bancas a 31 de Outubro

No dia 31 de Outubro vai chegar às bancas do distrito de Portalegre um novo semanário, intitulado Alto Alentejo. A publicação vai sair à quarta-feira, com 28 páginas, mas excepcionalmente o primeiro número estará nas bancas na terça-feira, devido ao feriado de 1 de Novembro.
O jornal pretende abranger os 15 municípios do distrito de Portalegre e, numa fase seguinte, os concelhos vizinhos de Vila Velha de Rodão, Mação, Sardoal, Abrantes, Mora, Estremoz, Borba e Vila Viçosa.
http://www.fabricadeconteudos.com/

Pousadas de Portugal com descontos de 50 por cento

Durante o mês de Novembro, as Pousadas de Portugal oferecem 50% de descontos nas estadas de duas ou mais noites, de domingo a sexta-feira, nas reservas efectuadas até 17 de Novembro.
“Abraçar o Outono” é o conselho das Pousadas de Portugal, que sugerem estadias inesquecíveis em ambientes únicos e paisagens de sonho, sem esquecer a qualidade gastronómica rica em diferentes sabores e aromas de cada região.
Do Norte de Portugal, passando pelas Beiras, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e alcançando o Algarve, são diversas as unidades aderentes a esta promoção que oferece a oportunidade de desfrutar de um descanso semanal com tons outonais a preços convidativos.
Informações e reservas em www.pousadas.pt ou pelo telefone 21 844 20 01.
http://www.opcaoturismo.com/

Fluviário: Mora vai receber 250 mil visitantes por ano

No âmbito na Conferência dedicada ao primeiro Fluviário da Europa, que decorreu na passada sexta-feira na Casa do Alentejo, em Lisboa, o presidente da Câmara Municipal daquele concelho, José Sinogas, afirmou que “o Fluviário de Mora é o maior projecto municipal em construção no Alentejo e vai gerar um fluxo de visitantes de cerca de 250 mil por ano, permitindo combater a desertificação e colocar Mora no mapa da Europa”.
http://www.cienciapt.net/

Alvito foi o cenário escolhido para o II Encontro Rota do Fresco

O Centro Cultural de Alvito foi o cenário escolhido para a realização, a partir de hoje e até quarta-feira, do II Encontro Rota do Fresco. Uma iniciativa que nesta edição pretende abordar a problemática do património arquitectónico como recurso do desenvolvimento sustentável.
Recorde-se que o projecto Rota do Fresco está associado à AMCAL-Associação de Municípios do Alentejo Central que inclui os concelhos de Alvito, Cuba, Portel, Viana do Alentejo e Vidigueira e não se resume apenas à componente turística, a investigação do património tem sido também uma vertente fundamental como afirmou, à Voz da Planície, João Paulo Trindade presidente da Câmara Municipal de Alvito e o anfitrião do II Encontro Rota do Fresco.
http://www.vozdaplanicie.pt/

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CINEMA DO PERRY

O Perry, foi o primeiro a trazer cinema ao Alandroal.
Contavam-me que a projecção se fazia na parede dos Casarões, e a assistência se aglomerava nos Arrequizes. No intervalo fazia-se uma “pequena quete” e cada um dava o que podia (se podia) para dentro de uma lata, que, ao cair da moeda, pelo som emitido o Perry descobria o valor da mesma, ou se era uma “pedrinha” ou um “botão”.
Em homenagem a mais esta “personalidade” que coabitou no Alandroal, o Alandro al criou uma rubrica à qual deu o seu nome.
A coberto da mesma, aqui lhe temos deixado fotos de grandes estrelas da sétima arte (de outros tempos, e recentemente actuais).
A partir de hoje vamos aqui deixar "cartazes" de grandes filmes de outros tempos, porque recordar é viver.

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NOTÍCIAS DO CLUB DE RUGBY DE JUROMENHA

O Clube de Rugby de Juromenha participou no passado dia 28 de Outubro, no II Torneo internacional de Veteranos Mainake-Costa del Sol, em Málaga,juntamente com a equipa local, South Iberian Barbarians Rugby, o Clube de Rugby Atlético Portuense, de Puerto de Santa Maria e a Académica de Coimbra.
O C.R.J. efectuou um grande torneio, tendo levado de vencida a mais experiente formação da Académica de Coimbra, no primeiro encontro do torneio, e que se veio a revelar como o mais bem disputado, por 7-0, através de um ensaio de Paco Del Arco, transformado por João Zuquete.
No encontro final venceu o C.R.Atlético de Portuense por 26-0, tendo conseguido 4 ensaios por Luís Bota Luz, Alexandre Carriço, João Prazeres e Reyes Longares, 3 deles transformados por João Zuquete.
Nos outros dois encontros o C.R.A.Portuense venceu a equipa local por 17-0, e a Académica venceu esta mesma equipa por 29-0.

Paulo Jaleco

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MUSEU FILATÉLICO DO ALANDRO AL

MUSEUS PORTUGUESES

Museu do Automóvel Antigo - Oeiras

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Austin Seven

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Citroen Torpedo

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Mercedez Bens

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Rochet Scheineder

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NOTÍCIAS DE INTERESSE SOBRE O ALANDROAL

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IV Fórum HdF – “Serviços de Saúde: Inovar para Sobreviver”

O IV Fórum Hospital do Futuro - “Serviços de Saúde: Inovar para Sobreviver”, um espaço de partilha de experiências de sucesso para debater a inovação na Saúde vai ter lugar na próxima quinta-feira, dia 2 de Novembro. Serão apresentados os projectos vencedores dos Prémios Hospital do Futuro 2005/2006 e vão ser abertas oficialmente as candidaturas para os Prémios Hospital do Futuro 2006/2007.
Os painéis em debate serão “Hospital do Futuro” (moderador: Prof. Dr. Rosado Pinto - Conselho de Administração do Hospital D. Estefânia), “A Tecnologia ao Serviço da Proximidade” (moderador: Dr. Mário Veloso - Serviço de Neurologia do Hospital Egas Moniz), “Inovar nos Serviços Tradicionais de Saúde” (moderador - Dr. Manuel Brito - Conselho de Administração do Hospital de São José) e “A Iniciativa Privada e dos Cidadãos” (moderadora: Drª Arminda Neves, Coordenadora Adjunta do CNEL).
O encontro contará com a presença de oradores das seguintes instituições e associações: Hospital do Barlavento Algarvio, Hospital Curry Cabral, Hospital Pediátrico de Coimbra, Hospital de Chaves, Centro de Saúde do Alandroal, Ministério da Saúde, Consórcio RTS, Câmara Municipal do Fundão, Hospital Distrital da Figueira da Foz, Santa Casa da Misericórdia de Campo Maior, Grupo de Rastreio e Intervenção da Surdez Infantil, Associação Dianova Portugal, Associação Nariz Vermelho, SinASE, Laborial, Soluções para Laboratórios SA, Bayer Portugal SA e Centro de Genética Clínica.
http://www.cienciahoje.pt/

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PÁGINA DE DESPORTO

Da responsabilidade das Organizações Desportivas de Montemor-o-Novo

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outubro 30, 2006

SABER DAR A VOLTA AO "TEXTO"

NOITE DO RÉPTIL
DIA 23 NOITE DO RÉPTIL NO ALDRABAR ATREVA-SE E APAREÇA!

Era a notícia publicada aqui no blogue no dia 23 de Outubro de 2004.

Mas…
Esta noite do réptil teve um desfecho que não era precisamente aquele que os organizadores pretendiam.
No entanto realizou-se.
Porque muitas vezes é preciso saber “dar a volta ao texto” e ridicularizar quem tem pretensões a”lixar” o próximo.
Porque não deixa de ter uma certa graça, e demonstra que a cabeça não serve só para usar o chapéu, e será mais uma história que os vindouros recordarão, aqui lhes conto a
história da noite do réptil:

Propunha-se o Marroquino que, contactou a Gerência deste estabelecimento de diversão nocturna, sito no Alandroal, fazer uma demonstração com as suas cobras e bichos afins, da exótica arte de “encantar” os répteis, fazendo-os sair, ondulando, do cesto onde habitavam, ao som das notas musicais do seu pífaro.
Acertado o cachet, procedeu-se à divulgação do espectáculo não só na localidade, como também nas terras limítrofes. Tanto assim que até neste modesto espaço se deu conta de tal acontecimento.
Só que, alguém, (há sempre alguém que tudo faz para lixar o próximo) por qualquer motivo, não ia à bola, com a gerência do “Aldrabar” resolveu alertar as autoridades, do “crime” que ali se iria cometer.
Vieram de Estremoz as autoridades competentes, dispostas a confiscarem os ditos répteis, entrados ilegalmente no País, assim como, dispostas a fazerem pagar caro a ousadia não só do artista como do proprietário do bar.
Mas, nestas coisas, aparece sempre um amigo, que resolveu pôr ao corrente a organização, do que as autoridades premeditavam.
O amigo Marroquino e os seus répteis, cavaram logo para bem longe do Alandroal, e nunca mais ninguém lhe pôs a vista em cima.
O pior é que muita gente veio de fora e com os habitues da casa a mesma esgotou. Misturados com a multidão lá andavam as referidas autoridades prontas a cumprir o seu dever, mal o “artista” iniciasse o espectáculo.
Aflito e sem saber como se havia de justificar perante os fregueses, ficou o nosso amigo proprietário do local. Desabafou para dois amigos, por acaso dois irmãos, a sua desdita. E, da mente destes, saiu a solução para o problema.
Luz difusa, turbante (por acaso uma toalha) na cabeça, um pífaro, um cesto, uma corda lá dentro, com a ponta desfiada, um fio de coco na extremidade que o outro irmão levou para o primeiro andar, as pessoas a uma certa distância, não fossem os “bicharocos” fazer das suas (cobras venenosas!) … e pronto. Uma pifarada, e a ondulante cobra (a corda) a ondular fora do cesto, erguendo-se pelos ares.
E …tudo acabou em bem. As autoridades aperceberam-se do logro, deram meia volta, maldizendo o delator. A assistência rindo a bandeiras despregadas, não sei se da ridicularização das zelosas autoridades, se do estratagema montado. O proprietário do bar dos lucros alcançados, e os pais da ideia da partida pregada e da “boleia” ofertada no consumo da noite a que merecidamente tiveram direito.

(Nota do autor: Talvez nem tudo fosse assim como o descrito, mas que o facto ocorreu lá isso ocorreu, e como diz o ditado: quem conta um conto, acrescenta um ponto.
Um abraço amigo para o Gilberto, e manos Clarés – Excelentes pessoas [por sinal])

Xico Manel




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ENDOVÉLICO E JAVALI

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Endovélico: Afinal o TGV passa ou não pelo Concelho do Alandroal?

Javali: Vê lá a imagem abaixo

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Endovélico: Ainda bem que não me estragam os “montes”. Ainda tenho poderes!

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CRÓNICAS DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA/FM

Oiça diàriamente na:

http://www.dianafm.com/

Crónica Hélder Rebocho

Segunda, 30 Outubro 2006
O tema do aborto está novamente na agenda dos Portugueses.
Na passada semana o parlamento aprovou a realização de um referendo sobre a interrupção voluntária da gravidez, até às primeiras dez semanas de gestação. A questão não é nova. Em 1998, a legalização do aborto já fora sujeita a referendo, contando, então com 70% de taxa de abstenção do eleitorado, razão pela qual, a vitória do “Não”, que então se verificou, não foi vinculativa.
Quando se volta a falar sobre o tema o fantasma da abstenção volta a assombrar o referendo, e por isso, há já muitas vozes que provocam o governo, no sentido de alterar a legislação relativa ao aborto no Parlamento, sem consulta popular.
O próprio Ministro António Costa veio recentemente propor a alteração legislativa na Assembleia da República, caso o referendo não venha a atingir 50% de votantes.
A polémica é salutar em democracia, significa que existe liberdade de opinião e todos sabemos que é do confronto de ideias que nascem as melhores decisões, por isso, encaro com naturalidade as posições e as teses que vão surgindo a favor e contra a despenalização do aborto.
O que me parece grave, porque representa um mau sintoma para a nossa democracia, é estarmos a discutir e equacionar cenários para o caso da abstenção se situar acima dos 50%, o que não será de estranhar se venha a verificar, tendo em conta o resultado do ultimo referendo sobre esta questão e os níveis de abstenção, cada vez mais elevados que vão caracterizando os actos eleitorais em Portugal.
Em tempos justificou-se a elevada taxa de abstenção com a falta de maturidade política dos Portugueses, consequência de uma democracia jovem. Hoje já não faz sentido esta justificação.
A democracia Portuguesa já é suficientemente madura, por isso só o desinteresse pela vida pública ou o descrédito nos governantes podem justificar os índices de abstenção que a cada acto eleitoral se vão consumando, quase sempre em crescendo.
É verdade que em democracia a liberdade de escolha e decisão passa também pela abstenção. Os Portugueses são livres de votar ou não, fundamental é, que tenham direito de voto, conforme determinado pela Constituição.
Se ainda posso conceber que em eleições para escolha de representantes alguns abstencionistas não se revejam em nenhum candidato ou ideologia política em sufrágio, já não compreendo a lógica da abstenção no referendo.
Esta forma de consulta popular é uma manifestação da democracia directa, em que os Portugueses podem decidir por si, sem a mediação dos representantes eleitos, como acontece na maioria das matérias, ou seja, não é o deputado que vai votar uma alteração legislativa, mas sim o cidadão.
Por outro lado, o referendo incide sobre questões de relevante interesse nacional, que a todos deveriam interessar. Por isso entendo que a abstenção, mais aqui do que em qualquer outro acto eleitoral, representa um acto de desprezo pelas elementares regras da cidadania e da democracia.
O efeito útil do referendo, ou seja a vinculação do legislador à decisão popular, só se obtém se o número de votantes for superior a 50% dos inscritos no recenseamento eleitoral, pois caso contrário não tem efeito vinculativo.
Se no próximo referendo sobre a interrupção voluntária da gravidez a vitória voltar a pender para o lado da abstenção, esta forma de consulta popular fica vazia de sentido e permite à Assembleia da Republica legislar sobre esta matéria, como o faz em relação a qualquer outra.
Caso assim seja, perdem os adeptos do “sim” e os defensores do “não”, porque a decisão que for tomada por via legislativa, seja ela qual for, resultará sempre de uma maioria política e não de uma maioria social.
A questão do aborto, mais do que política tem uma natureza eminentemente social, os nossos governantes têm reconhecido este facto ao recorrerem ao referendo sempre que pensam legislar sobre esta matéria. No entanto, os Portugueses assumem hoje uma postura individualista na sua forma de estar na sociedade, interessando-se, apenas, por aquilo que acham lhes diz directamente respeito, o problema é que na vida em sociedade tudo diz respeito a todos e a cada um de nós e às vezes só nos lembramos disto quando a “desgraça” nos bate à porta.
Se fosse possível um referendo sobre aumentos de vencimentos, valor da carga fiscal ou benefícios sociais, tenho a certeza que a abstenção seria quase nula, como a lei não permite referendar estas matérias muitos Portugueses demitem-se do seu dever cívico, permitindo que outros decidam por eles quando poderiam ser eles próprios a decidir.
A memória às vezes é curta e não vai muito além da carteira de cada um, porque aqueles que hoje podem votar e não querem esquecem-se que há não muito tempo a grande maioria dos Portugueses queria votar e não podia. Este era um direito reservado apenas para alguns, que votavam sempre, às vezes mais de uma vez no mesmo acto eleitoral.
A democracia exige responsabilidade, confere direitos, mas também impõe deveres.
Para que em Portugal não se volte a afirmar que “ manda quem pode e obedece quem deve” seria importante que todos participassem activamente na vida política, pelo menos, quando para isso são convocados.
Uma decisão responsável quanto ao aborto só pode resultar do aborto da abstenção.

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POETAS POPULARES DO CONCELHO DO ALANDROAL

VERSOS

Maria desculpa, sim
Que eu já vou dar o fim
Com este pequeno verso,
Agora muito em latim
Tu ofendeste a mim
E eu é que desculpa peço.

Esse nome de Maria
Já o vi outro dia
No altar de Deus escrito,
Queria eu ter a regalia
De viver na companhia
Desse nome tão bonito.

Ó Maria, ó Maria
És para mim a luz do dia
Mas eu sei que me não ligas,
Mas eu tenho esta mania
Lá te vou pedir um dia
Desculpa destas cantigas.

Domingos Mendes Moreira

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NOTÍCIAS DE INTERESSE SOBRE O ALENTEJO

Ataque às sex shops

Muitas estão fora da lei. Mais de 600 artigos sexuais confiscados
Quase metade das sex-shops em Portugal está fora da lei. A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) efectuou, esta quinta-feira, uma mega operação de fiscalização a várias lojas em todo o país. Mais de 600 artigos eróticos foram aprendidos em 59 estabelecimentos. A maior parte das sex shops não tinha licença.
No total foram apreendidos 684 artigos sexuais no valor de 15 mil euros. A maior parte não tinha rotulagem em português ou não tinha o preço afixado. Ao todo a ASAE instaurou 29 processos de contra ordenação.
Na operação estiveram envolvidas 21 brigadas que inspeccionaram sobretudo lojas no Norte, Centro e Lisboa, sendo que as fiscalizações no Algarve e no Alentejo tiveram menos incidência.
http://www.portugaldiario.iol.pt/

Minas do Lousal receberam Presidente da República

O Presidente da República presidiu no Lousal (Grândola) à apresentação oficial dos projectos Ciência Viva e Museu Interactivo, integrados no programa de desenvolvimento e redinamização do complexo mineiro do Lousal (RELOUSAL). Um projecto que “criará oportunidades turísticas e de emprego” e que é o “aproveitar de um espaço que fechou, mas que continua vivo”, salientou Cavaco Silva. A ocasião serviu também para inaugurar uma exposição sobre modelos de minas do século XIX e a exposição de pintura do irmão do PR.
http://www.setubalnarede.pt/

Brigada Territorial da Guarda Nacional Republicana assinala aniversário em Elvas

A Brigada Territorial da Guarda Nacional Republicana, que abrange o Alentejo e Algarve, vai assinalar em Elvas esta terça-feira, 31 de Outubro, os 95 anos da GNR.
http://www.alentejopress.com/

Piranhas no Alentejo

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Fluviário de Mora vai mostrar espécies exóticas

Piranhas: o Alentejo vai tê-las!
Constituído por um conjunto de aquários e espaços envolventes, o Fluviário de Mora vai permitir observar as diferentes espécies de peixes, através de uma exposição de habitats naturais, aquáticos e terrestres, num percurso entre a nascente e a foz de um rio. Espécies exóticas de África e América do Sul também vão fazer parte da mostra. «É o maior projecto municipal em construção no Alentejo e vai gerar um fluxo de visitantes de cerca de 250 mil por ano, permitindo combater a desertificação e colocar Mora no mapa da Europa”.

Moura: Primeiro Ministro coloca primeira pedra de fábrica de painés solares

José Sócrates desloca-se esta segunda-feira a Moura para participar na cerimónia que assinala a construção da primeira fábrica de painéis solares do tecnopólo daquela cidade do Baixo Alentejo.
http://www.noticiasalentejo.pt/

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ALENTEJO HISTÓRICO

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DESPORTO EM MONTEMOR

Uma página desportiva a cargo das instituições desportivas de Montemor-o-Novo.

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NACIONAL DE JUNIORES: U.MONTEMOR VENCE JUVENTUDE POR 3-1

No Nacional de Juniores no derby distrital o U.Montemor venceu a equipa do Juventude de Évora por 3-1 no Municipal de Montemor. Num jogo dominado pela equipa montemorense o resultado peca por escasso, e pela boa exibição do guarda-redes eborense.
Quanto aos golos 1-0 num autogolo aos 44 minutos, na 2ªparte Marco restabeleceu a igualdade aos 46m, para aos 69 e 90, Cláudio e Kimilsom darem a vitória ao U.Montemor. Os resultados foram:

Sesimbra 1-Farense-3
Despertar 1-Cova Piedade-0
Atlético 6-Corroios-0
Barreirense 4-Luso-0
Olhanense 0-Quarteirense-1
U.MONTEMOR 3-J.ÉVORA-1

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RUGBY CLUBE DE MONTEMOR
Os séniores do Rugby Clube de Montemor jogaram no Algarve frente ao RC.Loulé na 2ªJornada do Torneio de Abertura e perderam por 30-19.

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FUTSAL: G.D.MONTEMOR PERDE PRIMEIROS PONTOS

JORNADA 5

Lagoa 2-2 Vit.Olivais
Torpedos 3-1 Castelo
G.D.Montemor 3-4 Praiense
V.Setúbal 5-1 Sapalense
Independentes 7-5 Pantufas
Porto Santo 2-6 Univ.Algarve
Almodovarense 3-4 Sonâmbulos

CLASSIFICAÇÃO:

1ºINDEPENDENTES-13
2ºMONTEMOR-12
3ºV.SETUBAL E U.ALGARVE-10

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CRÓNICAS DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA/FM

Uma deferência da:

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As taxas moderadoras
José Faustino

O Governo, através do orçamento de Estado para o próximo ano, prepara-se para aplicar taxas moderadoras a internamentos hospitalares e intervenções cirúrgicas no âmbito do Serviço Nacional de Saúde. O conceito de taxa moderadora tem, como o próprio nome indica, a intenção de causar alguma moderação aos utentes na utilização de diversos serviços. Se é compreensível a sua aplicação, por exemplo, às consultas médicas, já não faz qualquer sentido aplica-la aos internamentos e operações.
Se me doer a cabeça e pensar em ir ao médico, ao ser confrontado com o pagamento de uma taxa moderadora talvez pense melhor e não vá, dando a possibilidade de acesso a outra pessoa com uma situação mais grave.
Acontece que o internamento num hospital não depende da vontade própria do doente mas sim da prescrição do médico e o mesmo se aplica para as operações, por isso, não se compreende, nestes casos, a aplicação de uma taxa moderadora.
Não convêm iludir o problema, na realidade o que o Governo pretende é criar mais uma fonte de receitas para financiar o paupérrimo Serviço Nacional de Saúde e não moderar coisa alguma.
Percebo e compreendo que o Estado tenha necessidade de criar novas formas de financiamento, mas na minha opinião, neste como noutros casos – infelizmente, demasiados – meteu-se pelo caminho inverso.
Desde logo, é necessário dizer a verdade e às taxas que venha a aplicar chame-se-lhe tudo menos moderadoras.
Depois, discordo do conceito de igualdade para todos os cidadãos perante o Serviço Nacional de Saúde, isto pela simples razão de que os cidadãos não são iguais, uns têm maiores rendimentos do que outros e por isso devem pagar de forma diferenciada, em função da sua capacidade económica.
Também discordo que o Serviço de Saúde seja gratuito para todos, só deve ser gratuito para quem, na realidade, não o possa pagar.
Na minha opinião, deviam existir três tipos de utentes do Serviço Nacional de Saúde: os que tendo um rendimento inferior ao ordenado mínimo nacional deviam estar isentos de qualquer pagamento; os de rendimento médio que pagariam uma taxa abaixo do custo, beneficiando de um desconto; os de rendimento elevado que pagariam uma taxa de igual valor ao custo de cada acto.
Este regime aplicar-se-ia em todos os actos médicos que não necessitassem de internamento, nomeadamente, consultas e exames. A partir do internamento hospitalar, todos os utentes beneficiariam gratuitamente dos serviços, aplicando-se o mesmo princípio às doenças crónicas de elevado custo.
Qualquer pessoa da classe média pode pagar anualmente, com maior ou menor dificuldade, meia dúzia de consultas e mais alguns exames a um preço intermédio entre o custo real e a taxa que hoje paga. O que já não pode pagar, na maior parte das vezes, é o custo de um prolongado internamento, intervenções cirúrgicas ou o tratamento de doenças prolongadas.
Se houvesse coragem para criar um sistema destes em que não haveria taxa moderadora mas, pura e simplesmente, taxa de utilização nos actos e para os utentes que pudessem pagar, estou certo de que o Estado recolheria muito mais receitas e teríamos um sistema muito mais justo e economicamente viável.
É que nem sempre a igualdade generalizada é a melhor solução, na maior parte das vezes é necessário desigualar para igualar.

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COLABORAÇÃO

De:

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Entrámos no defeso!

O 1 de Novembro é conhecido como o encerramento oficial da temporada, sendo esta fase que se segue conhecida pelo "Defeso".
As actuações do Grupo de Montemor em 2006 chegaram ao fim, mas, nem por isso a nossa página vai deixar de ter novidades e motivos de interesse.Iremos acompanhar o grupo e os seus elementos no defeso e dar-lhe em primeira mão todas as notícias. Serão também apresentados artigos de opinião, reportagens e outros que de certeza que não vai querer perder!

Os Números da Temporada - Parte I

Nos números da temporada – Parte I, vamos conhecer quem foram os cavaleiros e os grupos de forcados que mais vezes partilharam a arena com o Grupo de Montemor.

Os Números da Temporada - Parte II

O artigo "Os números da temporada – parte II ", é dedicado ao toiro. Vamos conhecer o número de toiros pegados, as respectivas ganadarias e outras curiosidades.

A Época de 2006 - por João Freixo

O antigo elemento João Freixo resumiu a época 2006. Saiba quais foram os momentos marcantes em mais uma temporada para recordar.

De :

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outubro 29, 2006

COMENTÁRIOS EM PÉ DE PÁGINA - RUBRICA DE ANTÓNIO BERBEM

Há que fazer pela nossa parte com que o Alandroal, seja a melhor terra do mundo, mas para isso é preciso mexer nas coisas, mexer com as pessoas e ter à mão de semear os melhores. E aqueles que a AMAM!

Costumes e traços psicológicos. Observação das gentes e dos seus hábitos, curiosidades e exercícios da mais pura nostalgia, reconheçamos que de Terena até Juromenha e da Mina ao Alandroal existem memórias, diversos materiais e fontes históricas com inegável valor documental. E temos de aceitar que, pelo facto de sermos destas paragens alentejanas, devemos manter-nos atentos tanto à sua importância cívica e cultural como afectiva… em aberto exercício da cidadania. Sem o uso de disfarces que escondem mal, insensibilidades e incompetências várias.
E tudo o resto que numa lógica centralista e restritiva do exercício da “autoritas” não se vai sabendo nem vendo.
Confessemos também uma outra verdade: muitas vezes, pensa-se melhor nestas coisas quando estamos em grupo(s) conversando e só assim, Avivando memórias, sentimos o que é estar continuamente regressando, continuamente em comunicação. Continuamente presentes… entre as nossas gentes.
Quantos de nós, alandroalenses nascentes, não gostamos cada vez mais do riso, da graça e de aprofundar um certo Fascínio pela vida culturalmente diversa desta VILA? E quem, de entre os “marroquinos”, não se pôs já à conversa para recordar com prazer: a(s) Taberna(s) do Lica, com direito a bebedeiras «personalizadas»; as Mercearias com “avio e folha individualizada”; as carpintarias, mestres Zé e as tertúlias em barbearias com a bola/ luzidias barbas uma vez à semana.
E que mais? E que mais há para contar?...
A arte de Conversar e Contar foi sempre, aliás, um dos mais belos ofícios que aqui cultivámos por todas as Arcas da Fonte, certamente também existentes um pouco por todo o Concelho. Nisto, parece-nos mesmo que conversando “Choupal abaixo” foi concerteza um modo de nos prepararmos, antecipadamente, para a discussão, ensaio e uso de irreverentes liberdades que ainda não existiam até aos inícios dos Anos 7O.
Fomos amigos, fomos cúmplices desde meninos em trocas de leituras e artes da conversação que já David Hume considerava o alicerce de uma sociedade civilizada e Adam Smith ou mais recentemente Karl Popper haveriam de colocar no centro e como marca distintiva das tradições ocidentais da Sociedade Aberta. Na senda do papel superiormente desempenhado pela Atenas comercial e marítima dos tempos de Sócrates… O grego, claro está.

SEM MEDO

Conversar livremente tudo e sem hipóteses de ter medo é, sem dúvida, UMA FORMA de CULTURA, um caminho essencial que requer sensibilidade, uma certa arte e apenas participativa disposição para o diálogo. Ou seja, é uma das melhores maneiras de o passado se tornar Presente e orientador do futuro. Aqui em Landroal, herdeiros que somos de Pêro Rodrigues e D.L. Sequeira. Uma evidência e um património que se torna urgente ser trabalhado e lembrado.
O desafio é passar um pouco de tudo isto à prática e perceber como é que, nesta terra, vamos tornar visível e amplamente divulgada, a galeria notável de Personagens, Lugares do Alandroal e prazeres do Concelho até ao dia em que houver, de facto, alguma e mínima concretização.
Por onde começar? E que tal, Autarquia e vereação, centrar uma primeira ideia e acção na edição em suportes actuais e em Livro, por exemplo, com Entradas de Uma Página dedicadas às Figuras que se inscrevem e integram a TOPONÍMIA do Alandroal e do Concelho? Confirmem e verão que a coisa sairá sempre mais baratinha do que conservar sal em cubas, presumindo que os “impostos” locais nunca pagam nada.
Que tal, se o plural dos responsáveis pela Concelhia vereação da cultura, tivessem já em 2OO7, a ideia de Animar/promover/debater/distribuir, por ocasião das Festas Locais, o que acima foi indicado?
O Alandroal tem na sua toponímia nomes importantes e célebres. E Terena não os terá também? Juromenha começa ou não, pelas razões que se facilmente se adivinham, a precisar de cuidar da sua Imagem histórica? A Mina e as Hortinhas não têm memória? Santiago Maior poderá ficar de fora?...
Porque é que não se faz? E do que estão, afinal, à espera Aqueles que, uma vez eleitos, metem no bolso de trás… as promessas que, às vezes, migrantes sem paixão, nem verdadeiro compromisso com a terra que somos e sem se aperceberem por Aqui de mais nada …fizeram. E assim, vão continuando, de betão em betão, sem terem um espelho criativo e responsável por perto e à mão de semear?

António Neves Berbém

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O UNIÃO - J.S.A. EM FOTOS

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O aquecimento

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A adaptação à relva

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Vamos formar

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A saudação

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As instruções do Treinador

fotos F.T.

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FUTEBOL DISTRITAL

RESULTADOS DA 5ª JORNADA

DIVISÃO DE HONRA

Com a derrota do Alandroalense, e da Torre de Coelheiros a liderança é agora do Calipolense e União.

Calipolense 1 Redondense 0
União 2 - Alandroalense -0
Valenças 3 - Portel - 1
Oriola 1 – Torre de Coelheiros -0
Borbense 2 - Escouralense - 0
Estremoz 0 - Canaviais - 0
Monte Trigo 2 - Bencatelense - 0

1ª DIVISÃO SÉRIE A

Jornada marcada pela negativa com agressão ao árbitro

Cabrela 2 – Brotense - 1
Santo António – Giesteira – Jogo que não chegou ao fim devido a agressão ao árbitro, quando o resultado estava em 0 - 1
Santana do Campo 2 – Fazendas do Cortiço - 0
Alcaçovense 2 – Arraiolense – 1
Luso Morense 2 – Sporting Viana – 2

1ª DIVISÃO SÉRIE B

Rosário averba primeira vitória

Amieira 4 – Arcoense – 2
Azarujense 2 – Vera Cruz – 2
Perolivense 0 – São Mancos – 1
São Romão 1 – Corval – 0
Aldeense 2 – Rosário – 3

O Futebol Distrital no Alandro Al é patrocinado pela:

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outubro 27, 2006

NOTÍCIAS C.M.A.

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Jogadores de Xito

Jogos de outros tempos nos dias de hoje
IV TORNEIO DE XITO DE CABEÇA DE CARNEIRO


A Câmara Municipal de Alandroal vai promover no próximo domingo, dia 29 de Outubro, o IV Torneio de Xito, a realizar na Aldeia de Cabeça de Carneiro, Freguesia de Santiago Maior.
Este jogo, que outrora era jogado sobretudo nas tabernas, tem a particularidade de ser jogado com uma moeda que circulou há mais de um século no nosso país, o chamado “vintém”. O Xito é jogado sobre uma “lage de xisto”, a uma distância aproximada de 2,5 metros do local donde cada jogador arremessa o vintém.
Através destas iniciativas, a autarquia local, em conjunto com as Juntas de Freguesia e as Associações Desportivas do concelho do Alandroal, pretende recuperar, preservar e divulgar um dos jogos tradicionais mais praticados há umas décadas atrás, actualmente muito pouco jogado em todo o país, mas que no concelho mantém uma forte tradição.
Da responsabilidade do Município de Alandroal, esta iniciativa tem o apoio das Juntas de Freguesia de Ferreira de Capelins e Santiago Maior, e do Centro Cultural e Desportivo de Cabeça de Carneiro.
Gabinete de Imprensa - CM Alandroal
gab.imprensa@cm-alandroal.pt

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CINE CLUBE DOMINGOS MARIA PEÇAS

DALIA NEGRA

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Na Los Angeles dos anos 40, dois policiais - Bucky Bleichert (Josh Hartnett) e Lee Blanchard (Aaron Eckhart) - investigam o assassinato da aspirante a atriz Elizabeth Short (Mia Kirshner). Bucky logo percebe que sua namorada tinha laços inexplicados com a garota assassinada. Mal sabe ele que o crime pode estar ligado a uma rede de corrupção dentro da própria polícia.

Direção: Brian De Palma
Com : Josh Hartnett Scarlett Johansson Hilary Swank Aaron Eckhart Mia Kirshner William Finley John Kavanagh

Veja : http://www.theblackdahliamovie.net/

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CRÓNICAS DE OPINIÃO DA DIANA/FM

Colaboração da:
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Crónica de 27/10/2006
António Leitão

Sexta, 27 Outubro 2006
Chama-se arco reflexo à unidade funcional básica do Sistema Nervoso. É um circuito muito simples, que começa na recepção de um estímulo sensitivo e passa directamente à activação de um estímulo motor, como acontece por exemplo quando pomos a mão em qualquer coisa muito quente e a retiramos rapidamente, mesmo antes de ter consciência de um perigo e vontade de fugir dele. Sensação – acção, é assim que começa todo o comportamento. Ao longo da evolução do animal a que agora chamamos homem, o processo foi-se complicando com o desenvolvimento do sistema nervoso central, em especial do cérebro, para interromper o arco reflexo, para que um estímulo sensitivo não tenha que produzir uma reacção imediata. Ou seja, para que uma pessoa possa ter uma ampla variedade de reacções e comportamentos, imediatos ou diferidos no tempo, por vezes muito complexos e bem planeados. Tornou-se possível sorrir em vez de rir às gargalhadas, olhar sem ter que mexer, odiar sem agredir, introduzir a ironia numa discussão, esperar a melhor oportunidade, adiar um prazer para poder ter outro maior mais tarde.
O cérebro foi crescendo e neste momento tem biliões de células, das quais as principais se chamam neurónios, ligados entre si por triliões de contactos. Apercebemo-nos que estudar o cérebro é tão infinito como olhar para o céu numa noite escura, sem lua nem nuvens. E, no entanto, tanta complexidade ainda não impede que o mais difícil de tudo seja tomar a decisão certa no momento certo. Tudo o que é humano inevitavelmente se complica.
Onde quero eu chegar? Primeiro, à constatação de que, para tomar a decisão mais lógica, há que ultrapassar muitas dificuldades, em especial quando se trata de um processo colectivo, em que várias pessoas partilham toda uma sequência de recolha de informação (evidência), raciocínio e discussão até chegar à decisão entre várias alternativas. Há inúmeras falhas possíveis, tipicamente humanas e muito frequentes:
A procura selectiva, tendenciosa, de evidência,
A inércia ou suspensão prematura da procura de evidência,
As limitações experienciais (incapacidade para olhar além da nossa própria experiência pessoal), por preconceitos ou simplificações abusivas,
O enviesamento tendencioso (quando distorcemos as memórias para tornar as nossas escolhas mais atraentes ou de acordo com os nossos desejos),
O recentismo e o repetitismo (dar mais atenção aos factos mais recentes ou mais repetidos, eventualmente até à náusea),
A ancoragem numa primeira escolha, por acharmos que uma pessoa coerente não deve mudar de opinião,
O pensamento de grupo ou de acordo com as expectativas que o grupo tem em relação a nós,
A assimetria na atribuição do nosso sucesso ao mérito e do sucesso dos outros à sorte,
As falácias lógicas, tais como a de criar uma posição fácil de refutar e depois atribuir essa posição ao oponente (ou citá-lo fora do contexto)
As questões compostas de resposta sim ou não (com mais do que um aspecto, motivando respostas contraditórias para cada um desses aspectos).
Há sempre uma crise na decisão, angustiante porque decidir é cortar, por qualquer razão ser forçado a optar por uma única hipótese entre 2 ou várias alternativas. Pode ser a escolha entre o sim e o não num referendo como o da despenalização do aborto. Vejamos:
Deve uma mulher que abortou ser levada a tribunal e sujeita a punição com uma pena criminal? Se a pergunta fosse assim, creio que uma grande maioria diria que não, eu incluído. Mas parece que a pergunta vai ter uma outra forma, do género: tem uma mulher o direito de se apresentar num estabelecimento de saúde devidamente autorizado para lhe ser feito um aborto apenas porque é essa a sua vontade? – isto já me incomoda a ponto de votar contra.
Primeiro, porque já temos em Portugal uma lei em que todas as razões para abortar estão contempladas, só não está o aborto sem ter que se apresentar qualquer razão, pela simples e exclusiva vontade da mulher em questão.
Depois, porque um médico não deve praticar actos exclusivamente técnicos, cegos, desligados da sua compreensão do caso e da sua concordância; os médicos têm o dever de defender a vida, relacionam-se com os seus doentes de uma forma mais profunda, em que as 2 partes concordam; por outro lado, quem está ou corre o risco de estar doente? neste caso, ninguém; daí que quase todos os médicos do Sistema Nacional de Saúde sejam objectores de consciência.
Finalmente, porque num país onde tudo se paga cada vez mais, o Governo prepara-se para agora oferecer abortos gratuitos, como se o povo português que representa se desejasse extinguir. Quer se queira quer não, tudo o que é subsidiado é estimulado. Quem pode concordar que o aborto, um acto talvez necessário mas horrível, seja estimulado, sabendo-se que não está a ser feito o mesmo esforço na contracepção ou no tratamento de doenças importantes?
Em resumo, eu acredito que se corre o grande risco de a prática livre de abortos continuar a ser penalizada. Será talvez essa a decisão colectiva. Errada? Talvez, mas tudo nesta vida é imperfeito, incluindo a forma como uma mulher se deixa engravidar (sim, porque algures no engravidar há uma decisão ou falta dela).
A coisa mais difícil que existe neste mundo é o auto-governo, da vida de uma pessoa ou de uma comunidade. Estamos todos convocados para melhorar a nossa governação.

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OS COMPADRES

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Cartoons, Caricatures, Comic Strips & much more!

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REGRESSO AO PASSADO

Pequenos contos que nos transportam no tempo e nos deixam um sorriso nos lábios.
Histórias que se voltam a publicar no Blog Alandro al

PELA BOCA MORRE O PEIXE

O que faltava em beleza à RAMELOSA sobrava-lhe em fogosidade e espírito de aventura. Não a dotou a natureza de traços de beleza por aí além, principalmente nos olhos de marrã morta, daí a alcunha porque era conhecida, mas em contrapartida, dotou-a de um corpo escultural, principalmente no que tocava ao avantajado busto. Não admira portanto, que desde logo se tornasse o alvo preferido da juventude da Aldeia das Gambôas, e como a cabeça também não ajudava muito a RAMELOSA depressa se viu despojada da sua virgindade. Era até muito comentada a frase que se lhe atribuía, quando instada para práticas menos dignas: “Está bem... eu vou... faz bem... mas não me emprenhes”..
Mas nunca aos pais da dita passou pela cabeça que a filha tinha tão pouco juízo e que praticamente dia sim, dia sim, era presa fácil de qualquer matulão da aldeia.
Um dia calhou a vez ao MEIA LECA, e à falta de melhor lugar... foi mesmo no quintal da RAMELOSA.
Azar... foram apanhados pelo pai da “vítima” que de imediato exigiu a reparação de tal afronta, só remediada com o casamento.
Quem não estava pelos ajustes era não só o MEIA LECA como também a família do mesmo, dado que sabiam as linhas com que a RAMELOSA se cozia.
Na falta de um acordo de cavalheiros a coisa teve que ir mesmo para tribunal.
Quando da audiência, e com a sala apinhada de curiosos, sedentos de saber como iriam correr as coisas, na altura em que estava a ser indagado pelo Meritíssimo como se tinham processado os factos, o mesmo perguntou ao MEIA LECA: Então conte lá... você apanhou-a no quintal, não resistiu e violou a moça? Conte lá como foi... responde o MEIA LECA... mas Senhor Doutor Juiz ela é que me desafiou... ela até já ia quase nua... Mentira... dizia a RAMELOSA ele é que me obrigou, eu não queria... Bem tenham lá calma... você despiu-a e tirou-lhe as calcinhas... não?
EU SEI LÁ SENHOR DOUTOR.... EU JÁ ESTAVA DE TAL MANEIRA QUE PARECE-ME QUE FOI TUDO À FRENTE... NEM ME LEMBRO CÁ DAS CALÇAS!!!
A raiva da Ramelosa era tal... que não deu tempo a mais nada... levanta-se e... MENTIROSO... EU NEM LEVAVA CALÇAS... QUANDO SALTEI A JANELA JÁ AS TINHA DEIXADO NA BANQUINHA DE CABECEIRA.....

Xico Manel


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outubro 26, 2006

ENTREVISTA

A PAULO PIRES - TREINADOR DO J.S.A.

Após ter sido jogador/treinador adjunto, influente na última época pelo J.S.A., Paulo Pires, natural da freguesia da Terrugem, concelho de Elvas e apenas com 34 anos de idade, aceitou o desafio de passar a ser o Treinador principal da Equipa Alandroalense.
Em boa hora o fez, pois em quatro jogos realizados ainda não conheceu o amargo da derrota, e consegue manter a equipa no lugar cimeiro.
Apenas com 34 anos de idade, é por certo o Treinador mais jovem dos nossos Distritais, e talvez um dos mais jovem de todos os Treinadores Portugueses.
A continuar nesta senda de êxitos não é difícil augurar-lhe um futuro promissório neste mister.
O Alandro al assim o deseja.
Em vésperas de um confronto de grande responsabilidade, jogo fora com um dos principais candidatos à subida, o Montemor, solicitamos uma entrevista a Paulo Pires, que amavelmente nos respondeu de imediato.

P. – Quando aceitou treinar o Alandroalense, por certo definiu uma meta. Esperava a esta altura do Campeonato alcançar a liderança, e ser a sua Equipa apontada como uma das candidatas à subida?

P.P.- De facto , temos metas bem definidas e uma delas é a de estarmos bem classificados logo nas primeiras jornadas . Quanto à subida de divisão não somos efectivamente candidatos mas, obviamente, queremos ganhar todos os jogos possíveis.

P. – Além dos jogadores, que transitaram da época passada, e que boas provas deram, novas contratações foram efectuadas. O J.S.A. Possui bons jogadores, que pela primeira vez envergam a camisola deste Clube. A quem se devem as contratações? Foi o Paulo Pires que os "achou" e recomendou?

P.P. Alguns novos jogadores desta época foram ainda convidados pelo anterior treinador - o Juanito - outros foram já contratados pela nova equipa técnica, todos eles jovens de grande valor humano e futebolístico.

P. – O Campeonato ainda agora vai no começo. Quais são as Equipas que na sua opinião poderão vir a ser consideradas candidatas à conquista do titulo? Que jogos perspectiva mais difíceis? Quem acha que na próxima época está nos Nacionais?

P.P. Na minha opinião e como antevejo esta época mais competitiva e mais equilibrada é difícil apontar candidatos à conquista do titulo, no entanto através de uma análise das prestações anteriores arriscaria a apontar nomes como o Alandroal, o Montemor, o Calipolense, o Monte Trigo, o Oriola ou o Escoural, não querendo menosprezar as restantes equipas da competição, pelas quais tenho o máximo respeito e até porque só ainda estamos com 4 jornadas disputadas. Ainda faltam 22 jornadas, onde estão em causa 66 pontos.

P. – Não lhe vou perguntar se o Alandroalense é candidato, pois sei que tem por lema todos os jogos são para ganhar… mas na sua opinião o Alandroal (vila), e o Alandroalense (clube) têm estruturas para uma terceira divisão?

P.P.- No caso da nossa equipa ficar em 1.º lugar no campeonato, não compete à equipa técnica decidir se o clube ascende ou não ao escalão dos nacionais, mas neste momento e na minha opinião o clube não está dotado de infra estruturas suficientes para responder às exigências a que o facto exige , embora tenha já conhecimento da existência de um projecto nesse sentido, por parte da Câmara Municipal do Alandroal, o que , a realizar-se, será uma mais valia para o clube.

P.- Em termos de apoio que os adeptos prestam à Equipa, e a maneira de estar presente nos jogos, diga-nos o que acha da massa associativa do Alandroal?

P.P. - Em relação ao apoio da massa associativa, este ano parece-me que estão mais presentes nos jogos e fazem-no sentir quando se manifestam, em particular nos festejos dos golos; No Alandroal existe uma grande mística em redor da equipa, isso arrasta não só Alandroalenses mas também amigos e familiares dos jogadores que residem fora deste Concelho.

P. – E no que diz respeito à Direcção, e às condições de trabalho?

P.P.- Em relação aos directores que , basicamente, são os mesmos nas já quatro épocas em que integro a equipa, apenas posso dizer que são "grandes" seres humanos que tudo fazem para que nada falhe e para que nos sintamos membros de uma família forte e unida; No que respeita às condições de trabalho, estamos algo limitados, pois como disse há pouco as condições físicas não são as melhores, mas dentro das existentes temos toda a liberdade de acção.

P.- Em relação ao plantel, gostaria de realçar alguma coisa?

P.P – Quero acrescentar que, em 16 anos de experiência de futebol sénior, poucas foram as vezes em que encontrei um grupo tão unido e munido de grandes valores dentro e fora do campo e com uma média de idades de 24 anos. É, sem dúvida, uma grande equipa que muito me orgulho de treinar, seja qual for o resultado no desfecho do campeonato.

P.- E sobre a equipa técnica, quem é o seu braço direito?

P.P.- Quando aceitei o convite para treinar só o fiz após ter falado com o Litos (jogador/treinador-adjunto) . Sendo ele um amigo de longa data e uma pessoa de confiança, é com ele que conto inteiramente e não prescindo da sua colaboração, devendo-se também a ele todo o êxito que a equipa possa vir a alcançar. Expresso aqui desde já o meu agradecimento pela grande dedicação que manifesta à equipa; Quero também realçar o bom trabalho efectuado pelo responsável do posto médico, o Sr. Matuto, pessoa de grande valor e com inteira dedicação para que nada falte à equipa.

P.- Já agora trace-nos um balanço do Campeonato Distrital, não só a nível competitivo mas também a métodos organizativos, mormente no capítulo da arbitragem, e como não… também a nível Nacional.

P.P -Não é fácil fazer balanços quando o campeonato ainda agora começou, no entanto, tudo indica que será um campeonato bastante competitivo. Creio que houve muitos e válidos reforços a ingressarem nas equipas da divisão de honra, o que é bastante positivo para este distrital, que está a " entrar em forma". Quanto à organização julgo haver também uma melhoria na qualidade do trabalho da associação, embora na minha opinião e no que respeita ao capítulo dos cartões amarelos, devessem seguir outros exemplos, pois as equipas já têm dificuldades em ter um número de jogadores disponíveis aquando dos jogos, uma vez que alguns trabalham por turnos e nem sempre têm disponibilidade, somando os que estão lesionados e mais os castigados por acumulação dos tais três amarelos, tudo isto torna as equipas pouco estáveis e por vezes com desempenho irregular. No que diz respeito à arbitragem, penso que acima de tudo o problema vem da falta de bons exemplos logo no escalão principal da super liga e que depois se reflecte e contamina todos os níveis do futebol. Julgo que a aposta na formação na área, quer inicial quer continua, contribuiria para uma melhor ia substancial da prestação da equipa de arbitragem. Tal como em todas as áreas também na arbitragem se torna cada vez mais importante reciclar e actualizar os conhecimentos. Com isto não digo que os erros de arbitragem irão deixar de fazer parte do mundo do futebol, pois tal como um jogador falha um passe ou um remate também o arbitro ajuíza erradamente alguns lances que por vezes podem ser decisivos nos resultados finais dos jogos, mas acredito que será possível melhorar, no geral, o desempenho dos nossos árbitros sensibilizando-os com os bons exemplos, que felizmente, todos conhecemos; É a minha humilde opinião.


E aqui deixamos o que o treinador da nossa equipa, nos tem a dizer, esperamos com esta entrevista termos contribuído para um melhor esclarecimento do que se passa nos meandros da equipa mais representativa do nosso concelho. Agradecemos ao Mister Paulo Pires o tempo que se dignou dispensar-nos, e desejamos-lhe as melhores felicidades na sua carreira de treinador.
O blogue Alandro al estará sempre à disposição de todos aqueles que queiram contribuir para um Alandroal, e o seu Concelho, mais dinâmico, e mais representativo de tudo o que é digno de realce, como é o caso.

Xico Manel

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PÁGINA DESPORTIVA

FUTEBOL DISTRITAL

Jogos programados para o fim-de-semana de 28/29/10/06

DIVISÃO DE HONRA

29/10/06 – 15 horas

Calipolense - Redondense ( Arbitro: Bruno Piçarra)
União - Alandroalense - Paulo Forca
Valenças - Portel - João Letras
Oriola – Torre de Coelheiros - Nelson Dias
Borbense - Escouralense - Hugo Quintino
Estremoz - Canaviais - Aníbal Martins
Monte Trigo - Bencatelense - Jorge Canetas

1ª DIVISÃO SÉRIE A

28/10/06 – 15 horas

Cabrela – Brotense - Victor Rêgo
Santo António – Giesteira – David Bruno
Santana do Campo – Fazendas do Cortiço – Fernando Oliveira

29 /10/06

Alcaçovense – Arraiolense – José Rosado
Luso Morense – Sporting Viana – Mário Belmonte

1ª DIVISÃO SÉRIE B

29/10/06

Amieira – Arcoense – Carlos Rodrigues
Azarujense – Vera Cruz – Ricardo Monteiro
Perolivense – São Mancos – Sérgio Padeiro
São Romão – Corval – Joaquim Rabasqueira
Aldeense – Rosário – Álvaro Perico.

DISTRITAL DE JUVENIS

28/10/06 – 15 horas

Terena – Canaviais
Lisboa e Évora – Atlético
Rio de Moinhos – São Pedrense
Lusitano – Borbense
Viana – Estrela
Portel – União.
(na jornada anterior: Atlético 6 – Terena 0)

DISTRITAL DE INFANTIS – FUTEBOL DE 7

28/10/06

Redondense – Lusitano – 09.30
Alandroalense – Atlético – 10.30
Canaviais – Borbense – 10.30
Estremoz – Lisboa e Évora – 09.30
(na jornada anterior Lusitano 15 Alandroalense1)

DISCIPLINA

Alandroalense: Luís Dias: repreensão por escrito; Rui Brito: advertência.
Santiago Maior: Joaquim Conceição 2 jogos de suspensão; Carlos Alfaiate,Paulo Facão, Daniel Padilha, Moisés Ramalho e José Bexiga: advertência.
Rosário: Bruno Barreiros: 1 jogo de suspensão; Joaquim Pandeiro, Pedro Ribeiro, António Mira, Carlos Seabra, Bruno Carvalho e Hugo Rocha: advertência.
Terena ( Juvenis) : André Romeiro: 1 jogo de suspensão; Victor Perdigão e Fábio Tavares: advertência.

O Futebol Distrital no Alandro Al é patrocinado pela:

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FUTSAL: G.D.MONTEMOR-EQUIPA B, FEMININA, JUVENIL E JUNIOR INICIAM COMPETIÇÃO

As várias equipas de Futsal do G.D.Montemor vão voltando aos campeonatos, a única em competição até ao momento (Séniores A) continua a sua brilhante participação na 3ªdivisão com vitórias em todos os jogos disputados. No próximo dia 4 de Novembro é a vez da equipa B dos seniores do GDM, iniciar o Torneio de Abertura com uma deslocação aos Ferroviários. Também a equipa sénior feminina inicia no pavilhão do Juventude de Évora a sua competição já no próximo sábado, o jogo é ás 18:00 horas.
Os Juniores de Juvenis devido ao facto de mais uma vez não existirem equipas no distrito de Évora, vai ter que participar no Distrital de Santarém.
Em anexo a Agenda de Jogos do G.D.Montemor.

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ALANDROAL NA IMPRENSA

Luta contra o cancro

As actividades de “Um Dia pela Vida” continuaram, no dia 7, com um passeio turístico ao Alqueva, promovido pel’ “A Equipa”, cujo programa contemplou passeio de barco, almoço no Alandroal e uma visita guiada a Terena.
http://www.jornalregional.com/

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O QUE INTERESSA SOBRE O ALENTEJO

Novo semanário "Alto Alentejo" nas bancas a 31 de Outubro

Um novo semanário intitulado "Alto Alentejo" vai estar nas bancas do distrito de Portalegre no dia 31 deste mês, avançou hoje à agência Lusa o director da publicação, Manuel Isaac Correia.
O jornal pretende abranger os 15 municípios do distrito de Portalegre e, numa fase seguinte, os concelhos vizinhos de Vila Velha de Rodão, Mação, Sardoal, Abrantes, Mora, Estremoz, Borba e Vila Viçosa.
http://www.publico.clix.pt/

«As cores do Alentejo» em Estremoz

Está patente até ao final do mês de Outubro a exposição «As cores do Alentejo», na Estalagem Páteo dos Solares, em Estremoz, reunindo um total de 133 obras, de 29 artistas, em pintura, escultura, gravura, aguarela e fotografia.
Segundo referiu Paula Cortes Valente, presidente da instituição que promoveu o evento, o Rotary Club Estremoz, a exposição mostra sobretudo obras de artistas alentejanos, mas também de outras zonas do país que, de alguma forma, têm relação com o Alentejo.
http://www.fabricadeconteudos.com/

PJ detêm cinco estrangeiros e apreende cocaína em Montemor

As detenções ocorreram numa área de serviço da zona de Montemor-o-Novo. Os cinco suspeitos transportavam aproximadamente 100 mil doses individuais de cocaína. A operação, denominada "Touro Bravo" decorreu segunda-feira.
Segundo a PJ, a droga entrava, por via área, em Portugal e seguia de carro para Espanha.
Para além da droga, foram apreendidas duas viaturas, e uma "quantia significativa em dinheiro".

Deficientes com novos serviços no Alentejo

O Serviço de Informação e Mediação para Pessoas com Deficiência vai estar disponível nos três distritos alentejanos.
O protocolo ontem assinado entre sa autarquias de Évora, Beja e Portalegre e o Governo, prevê serviços específicos de informação e apoio as pessoas com deficiência, assim como às suas famílias. Segundo a secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação Idália Moniz, trata-se de uma medida inovadora.
http://www.dianafm.com/

Évora: Festa do Cinema Francês

Évora prepara-se para receber a 7ª Festa do Cinema Francês, de 26 a 28 de Outubro, no Auditório da Universidade de Évora. Este evento é recebido em mais sete cidades do país e do programa consta a apresentação de um total de 32 títulos diferentes do melhor cinema francófono, onde estão representados todos os géneros: comédias, dramas, policiais, thriller, animação, filmes de família, ficção científica, entre outros.
Em Évora a sessão inaugural da 7ª Festa do Cinema Francês ocorre esta quinta-feira às 22 horas, e conta com a presença de representantes do filme "Gentille". Os dias seguintes terão sessões duplas, às 18 e 22 horas, sendo que no dia 27 de Outubro são intercaladas por um jantar no restaurante "Cozinha do Cardeal", da Universidade de Évora.
Aos cinéfilos eborenses é proposto o visionamento de cinco importantes antestreias em Portugal do cinema francês: "Gentille" de Sophie Fillières, "Je ne suis pas là pour être aimé" de Stéphane Brizé, "Qui m'aime me suivre" de Benoît Cohen, "La fille du juge" de William Karel (documentário baseado na obra original "Mort d'un silence" de Clémence Boulouque) e "Flandres" de Bruno Dumont (Grande Prémio do Júri do Festival de Cannes 2006).
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CRÓNICAS DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA/FM

Uma deferência da: http://www.dianafm.com/

Interrupção Voluntária da Gravidez: centrar a discussão
Eduardo Luciano

Quinta, 26 Outubro 2006
Está lançado o referendo sobre a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se praticada até às 10 semanas de gestação, por opção da mulher.
Apesar dos apelos de vários sectores da sociedade, para que esta questão fosse decidida na Assembleia da República, o PS, com o apoio do PSD e do Bloco de Esquerda, entendeu convocar um novo referendo sobre esta temática.
Assunto arrumado e, em minha opinião, não vale a pena continuar a dizer que é uma opção errada.
Todos os esforços devem agora concentrar-se na batalha de esclarecimento sobre o que está verdadeiramente em causa.
Num referendo sobre uma questão tão sensível, as palavras e conceitos usados durante o debate que vai envolver toda a sociedade, assumem uma extraordinária importância.
Não é por acaso que o CDS fez uma proposta de alteração à pergunta que vai ser colocada em referendo. Não é por acaso que todos os partidários da penalização das mulheres que recorram à prática do aborto, pretendem simplificar o debate em torno de questões que não estão, de facto, a ser referendadas.
Ainda a procissão vai no adro e já se pretende desviar a discussão para o campo onde a manipulação é mais fácil. Simplificar parece ser a palavra de ordem dos partidários das penas de prisão para as mulheres que interrompam a gravidez.
Não é o direito à vida que vai a referendo. Não é a liberalização do aborto que vai a referendo. Não se pergunta aos portugueses se são a favor ou contra a interrupção voluntária da gravidez. Mas, acreditem, vai ser à volta destas questões que mais tempo se gastará nos debates.
Os órgãos de comunicação social serão tentados a entrar nesta simplificação, por ser mais adequada à sua linguagem.
Os perigos são evidentes. Uma longa discussão sobre assuntos que não irão ser decididos pelos eleitores.
Quem responder SIM no referendo apenas está a dizer que as mulheres que interrompam voluntariamente a gravidez, até às 10 semanas de gestação, em estabelecimento de saúde oficialmente reconhecido, não serão objecto de perseguição criminal.
Quem responder NÃO no referendo está a querer afirmar que nas mesmas circunstâncias as mulheres deverão ser objecto de perseguição criminal, levadas à presença de um Juiz e condenadas numa pena de prisão, que poderá ir até 3 anos.
Do que se trata é de uma alteração ao Código Penal que afaste a punibilidade da interrupção voluntária da gravidez realizada nas condições que já referi.
A serenidade na discussão é fundamental para que o eleitorado se sinta motivado a participar. Mas pelo que já se viu até agora, as possibilidades disso acontecer são reduzidas. O mais provável é que os partidários da punição das mulheres com pena de prisão, façam uso de todos os meios ao seu alcance para transformar este debate numa arena em que vale tudo, pretendendo discutir o que nunca esteve em discussão.
Espero que, desta vez, pelo menos o terrorismo psicológico fique de fora.

Até para semana


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SABIA QUE?

- Os Gregos davam grande importância aos Jogos Olímpicos de tal forma que faziam tréguas de 3 meses, entre as cidades em guerra.

- As guerreiras Amazonas viviam separadas dos homens, apenas os visitavam quando queriam engravidar, sendo os filhos varões posteriormente estrangulados á nascença e as meninas ficavam com as mães para que a raça continuasse.

- Andorra tem a idade de votar das mais altas do mundo – 25 anos

J.P.

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outubro 25, 2006

ÚLTIMA HORA

Não perca amanhã uma entrevista dada ao Alandro al pelo Treinador Paulo Pires do J.S.A.

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UM BOCADINHO DE POESIA NUM DIA DE CHUVA

Morre lentamente...
quem não encontra graça em si mesmo.
quem não lê,
quem não viaja,
quem não ouve música,

Morre lentamente...
quem destrói seu amor próprio,
quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente...
quem não muda de marca,
não se arrisca a vestir uma nova cor
ou não conversa com quem não conhece.
quem se transforma em escravo do hábito
repetindo todos os dias os mesmos trajetos,

Morre lentamente...
quem evita uma paixão e seu redemoinho de emoções,
justamente as que resgatam o brilho dos olhos
e os corações aos tropeços.

Morre lentamente...
quem não vira a mesa quando está infeliz com
o seu trabalho, ou amor,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir
atrás de um sonho
quem não se permite, pelo menos uma vez na vida,
fugir dos conselhos sensatos...

NERUDA

Viva hoje !

Enviado pela: Mafalda

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MUSEU FILATÉLICO DO ALANDRO AL

Espécies em via de extinção

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Águia Imperial

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Bufo Real

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Falcão Peregrino

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Tartaranhão Azulado

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A TERRA DO ENDOVÉLICO III

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Introdução:

A Terra do Endovélico – O Deus dos Lusitanos – é um romance histórico escrito por José Galambas, e cuja acção se desenrola em locais do Concelho do Alandroal.
A obra com prefácio de Manuel Calado e ilustrações de Eunice Gomes, editado pela Zéfiro, ficciona uma história de amor vivida pelos nossos antepassados, sob as bênçãos do Deus Endovélico.
Depois de autorizado pelo Autor, o Alandro al propõe-se divulgar extractos da obra, dando especial atenção aos locais (do nosso Concelho), onde a mesma se desenrola.
Não só aos que fazem parte deste Concelho, mas a todos, aconselhamos vivamente a leitura de A TERRA DO ENDOVÉLICO – O DEUS DOS LUSITANOS.

....A cabana de Tholl e Sylya era redonda assim como todas as outras da aldeia. Todas feitas de grandes pedras, eram moldadas de forma a ficarem em círculo, uma por cima das outras. Ao serem construídas, era sempre deixado um espaço em aberto que fazia de porta, que geralmente era tapada por um pano grande ou com peles de animais. Ao centro das cabanas era colocado um tronco de madeira que sustentava por cima pequenos ramos entrelaçados cobertos com palha e folhagem seca. O interior da cabana onde estavam era muito confortável e estava dividido em três pequenas divisões: numa ficava Sylya e Tholl a dormir, noutra Crathos e a Anaya e a outra era onde normalmente se alimentavam, mas agora também servia para Maryah e Cyrus dormirem.
Maryah sentou-se num pequeno assento de pedra que rodeava todas as partes do interior da cabana, quando os três jovens chegaram finalmente.

Então meninos, onde foram passear? – perguntou Sylya com um olhar directo e intenso para o seu filho Crathos.
- Estivemos a tentar caçar um javali, mãe! – disse Anaya, perante o olhar reprovador do irmão.
- Só que acabamos por ser nós a presa!
- O que aconteceu? – perguntou Máryah levantando-se de espanto.
-Três javalis perseguiram-nos, mas estamos todos bem. Ainda não foi desta que Crathos trouxe o javali aos ombros para a nossa aldeia. – disse Anaya a rir.
- Um dia acontecerá irmã! Um dia! – disse Crathos desgostoso.
- Pois, pois. Que obsessão meu filho! Sabes que não gosto que vás assim para fora da aldeia sem me dizer nada. Máryah estava tão preocupada com Cyrus. Meus filhos, onde estão as boas maneiras para com os nossos hospedes? Assim que eles chegam comportam-se desta forma?
- Pois...mãe. Peço-te desculpa Máryah...mas mãe se eu te dissesse onde ia, tu nunca nos deixarias sair da aldeia, não era? – disse Crathos virando-se para a mãe de Cyrus.
- Muito possivelmente Crathos! – disse Sylya.
- Cyrus! – disse Máryah.
- Temos que ir ao sacerdote Ryur, ele espera-nos.

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MANTER A TRADIÇÃO DOS JOGOS TRADICIONAIS

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Retirado do site: C.M.A.

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VELHAS GlÓRIAS

Ídolos do futebol que mereceram cromos

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Jacinto

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Jacinto João

Com autorização de: http://cromodoscromos.blogspot.com/

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outubro 24, 2006

MAIS UMA VISITA AO ALANDROAL

No passado fim-de-semana, embora o tempo não estivesse favorável, mais uma vez as saudades (da família, dos amigos, da torre do relógio, da fonte, etc.) e porque não tinha ainda visto em acção a minha Equipa, lá fui de abalada até ao Alandroal. Ou não tivesse eu em pequenino comido figos de Carambou e bebido água do Cidral (esta é só para os mais velhos).
O dia não se prestava para grandes visitas e tão pouco para ver, com olhos de ver, o que de bom ou de mau se vai encontrando em cada visita que se faz, mas uma voltinha pelos principais locais, permitem aquilatar e tecer algumas considerações sobre o progresso ou retrocesso da minha terra.
E, como não podia deixar de ser há coisas que assinalo como positivas e outras que não sendo negativas me causam alguma estranheza.
É bonito constatar que entrando pelo lado onde estavam os antigos lavadouros, os mesmos foram transformados num útil jardim-de-infância, em contrapartida dá muito mau aspecto e um ar de abandono os muros caídos com que de imediato somos confrontados. A Praça continua imponente, e para tal muito contribuem as altaneiras palmeiras, um ícone da nossa terra, que esperamos seja conservado, e embora a chuva caísse pertinente foi com agrado que vi “visitantes” fotografando a Fonte. Já o mesmo não posso dizer das árvores que substituíram as laranjeiras, assim como das inestéticas palmeira, que embora vingando, ladeiam a rua Dr. Manuel Viana Xavier Rodrigues. Parecem-me deslocadas face às habitações que ladeiam a rua.
E porque no Café habitual, os amigos conversadores primaram pela ausência, (talvez o mau tempo, talvez cada vez sejam menos, a idade não perdoa e o aconchego do lar vai substituindo as horas de conversa, eu por cá faço o mesmo), deu tempo para constatar que se a futura Biblioteca corresponder ao aparato dos taipais, vamos ter grande obra, tal como, os Arrequizes, o Centro Transfronteiriço, ou mesmo o Recinto de Exposições e Feiras, que me pareceu com um ar bastante desolador, agora que inactivo. E digo eu, não seria altura de começar a colocar umas árvores no recinto? Faz tanta falta a sombra durante a Expo! Não teriam ficado ali bem melhor as ditas palmeiras?
Pela primeira vez fiz o percurso Eiras, Parque Industrial…gostei de ver.
Outro tanto não direi do já ultrapassado Campo de Futebol. È triste constatar que de todos os Clubes que disputam o Campeonato onde o J.S.A. está, o nosso Campo é o pior. O Alandroalense não só pelo lugar que presentemente ocupa, como também pela projecção que tem trazido para o Alandroal merece mais. O mesmo direi da assistência que frequentemente vejo nos jogos. São sempre os mesmos. Que é feito de tantos que defenderam as cores do J.S.A., desde treinadores, directores, jogadores adeptos do futebol?
Já de regresso, ainda passei e agora, já controlei a nova rotunda. Ainda que inacabada, dá para ver que é grande obra, direi mesmo megalómana (à João Nabais… mas a verdade é que Pombal na altura, Duarte Pacheco no seu tempo [ainda hoje estou convencido que não tendo acontecido a sua trágica morte o Castelo do Alandroal não tinha aqueles “carraços” colados às suas muralhas], e mais recentemente Ferreira do Amaral e as suas auto – estradas ou mesmo Cavaco e o seu CCB, Expo e Ponte, foram acusados de megalómanos… e o resultado está à vista.
Por fim, não me parece que a saída do Alandroal pelo Largo Major Roçadas, seja o mais correcto. São demasiados sentidos proibidos, que obrigam a uma saída por São Bento, que o diminuto transito não justifica.

Saudações Marroquinas
Xico Manel


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FOTOS COM HISTÓRIA

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"baixas" cavalarias

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NOTÍCIAS DE INTERESSE SOBRE O ALENTEJO

Um quartel para turismo no Alentejo
Roberto Dores

E que tal pegar na família para um fim-de-semana passado num campo militar, vestindo a pele de recruta? Até pode parece utópico, mas já não é. O desafio é lançado a partir de Fronteira - a duas horas de Lisboa - e tem como cenário a serra de São Miguel, no coração do Alto Alentejo, onde abriu ao público um autêntico "quartel turístico".
Com instrutores à séria, dias de campo, pára-quedismo e um rol de actividades a perder de vista. Quem quiser, pode ficar até quatro semanas. O projecto, que se chama First Coy, tem muita saída nos Estados Unidos, mas só em Inglaterra há algo do género dentro da Europa.
http://dn.sapo.pt/

Criar empresas mais fácil em 2007

Os interessados em criar micro ou pequenas empresas no concelho alentejano de Alvito vão dispor, a partir do próximo ano, de apoio administrativo e financeiro, através de um fundo que pretende estimular e facilitar aqueles negócios.
http://www.oprimeirodejaneiro.pt/

Equipa de investigação da Universidade de Évora distinguida com prémio nacional

Uma equipa de investigação da Universidade de Évora foi distinguida com
uma menção honrosa no âmbito do Prémio Lusinov'06, pelo seu projecto
"Estudo de soluções integradas de bem-estar animal e protecção ambiental".

Évora premiada na Suiça

A cidade de Évora e toda a sua riqueza patrimonial foi reconhecida, a nível internacional. No salão internacional de Turismo da Suíça, que irá decorrer de 29 de Outubro a 1 de Novembro, em Lugano, a cidade alentejana é apontada como "o melhor exemplo da Idade de Ouro de Portugal, enquanto lugar com grande vocação para o turismo", revelou a autarquia eborense em comunicado.
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CINEMA DO PERRY

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Philip Wolfman

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Sharon Stone

Por baixo o nome dos fotografos

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O ALANDROAL NOUTROS BLOGUES

In: http://mala-posta.blog.com/

Para memória futura
Um trajecto

Algures no Algarve, Praia da Figueira, Boliqueime, IP2: Castro Verde, Beja (base aérea do 25 de Abril), Vidigueira, Portel, S. Manços.
N256: Reguengos (rotunda) - Alandroal para a direira (não), em frente, 50 metros, rua esquerda com placa Alandroal, até ao fundo.N255: (23 Km) - Casas Novas, Pias, Aldeia das Vendas, TERENA (stop), Alandroal (Câmara), Vila Viçosa, Borba, variante até Estremoz (RC3, Rossio, almoço, queijo de ovelha - azinheira).
N4: Vimieiro, Arraiolos, Montemor.
N114: Lavre, Coruche, Santarém.
A1: Leiria, Coimbra, Mealhada, Malaposta, Vila Nova de Gaia.
Escrito por a.castro em 16:12 em |Link | Comentário (0)

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CRÓNICAS DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA FM

O Emagrecimento do Estado
José Faustino

Terça, 24 Outubro 2006
Por esta altura da discussão do Orçamento de Estado vem sempre à baila o exagero da despesa pública e as várias maneiras de emagrecer o monstro.
Penso que tudo devia ser repensado, devendo-se empreender uma profunda reforma do Estado e elaborar um orçamento de base zero, tendo por principio as reais necessidades da administração e não a mera adaptação dos números para o ano seguinte, em função das circunstâncias.
Também me parece que as preocupações do Parlamento não se deviam concentrar apenas no orçamento, seria igualmente importante analisar as contas à posteriori, no final de cada ano, e avaliar a execução orçamental.
Para diminuir a despesa pública será necessário tomar dois tipos de medidas, as que valem pela sua importância quantitativa e as de importância qualitativa.
As medidas quantitativas, têm muito mais importância pelos efeitos práticos que produzem, as medidas qualitativas valem, sobre tudo pelo exemplo que dão à sociedade. São uma referência e um exemplo para os governados e uma sólida base de sustentação moral para os governantes.
Quando é necessário tomar medidas duras e pedir sacrifícios, como é o caso, é bom que todos sejam abrangidos, começando desde logo pelos que ocupam os mais elevados escalões da hierarquia do Estado onde se incluem, em primeiro lugar os cargos políticos. Como diz o povo: os bons exemplos devem vir de cima.
A primeira medida de fundo que devia ser tomada seria a própria organização política e administrativa do País.
Devia ser reduzido o número de funcionários da Presidência da Republica, a Assembleia da Republica deveria reduzir, pelo menos, para metade o seu número de deputados e, consequentemente, o número de funcionários dos grupos parlamentares. Justificar-se-á tanta gente para representar no parlamento uma reduzida população de um pequeno país como o nosso?
O Governo devia ser reduzido no número de ministérios. Fará sentido haver um ministério da agricultura e pescas separado das restantes actividades económicas? Justificam-se os ministérios da cultura e dos assuntos parlamentares? E o do ambiente? Esta não será uma matéria transversal a todos os outros ministérios?
Depois, era bom que o governo mantivesse a estrutura mesmo quando muda de cor partidária, a manutenção da estrutura governamental deveria ser a regra e a sua alteração apenas a excepção.
Num país tão pequeno, serão necessárias tantas câmaras municipais e juntas de freguesia, com milhares de eleitos e funcionários? Creio que não.
Com a redução do número destes órgãos autárquicos, para além da poupança que originaria, muito se ganharia em eficácia.
Os próprios executivos autárquicos só teriam a ganhar com a redução do seu número de elementos.
Também seria bom que se abandonasse definitivamente a ilusão da regionalização, pois nada trará de positivo e só servirá para aumentar a despesa.
Estas medidas, para além da redução significativa da despesa que originariam, teriam a grande vantagem de dar um bom exemplo à população, pois os principais atingidos seriam aqueles que ocupam cargos de eleição e nomeação politica. Depois, então sim, seria muito mais fácil pedir sacrifícios, nessa altura até já se poderia falar, com autoridade moral, em reduzir o número de funcionários públicos se, por ventura, isso ainda fosse necessário.
Será sempre muito mais fácil exigir sacrifícios aos outros quando os próprios políticos forem os primeiros a sacrificarem-se.
Ao contrário, fica-se sempre com a impressão de que os sacrifícios são sempre para os outros e que os políticos e os seus amigos se lhes vão escapando.


Ser de esquerda hoje
Domingos Cordeiro

Terça, 24 Outubro 2006
Por imperativo constitucional todos os portugueses têm direito à protecção na saúde.
Dito desta forma, a intenção do governo em cobrar, a partir de 1 de Janeiro, uma taxa diária de 5 euros até ao limite de 10 dias, pode parecer uma medida não só injusta como atentatória da filosofia que conduziu á criação do sistema nacional de saúde.
Afigura-se-me que quem assim pensa não tem razão.
Diga-se, desde já, que a criação do sistema nacional de saúde tem a marca indelével do partido que neste momento suporta o governo.
Foi através de um governo e de um ministro socialista, António Arnaut, que o serviço nacional de saúde conheceu a luz do dia.
Ora, para uma analise séria e objectiva da questão importa dizer que a Constituição da Republica Portuguesa previa até à quarta revisão constitucional que ocorreu em 1997 que: o direito à protecção da saúde é realizado por um serviço nacional de saúde universal, geral e gratuito.
Após esta revisão passou a constar que: o direito à protecção da saúde é realizado através de um serviço nacional de saúde universal e geral e, tendo em conta as condições económicas e sociais dos cidadãos, tendencialmente gratuito.
Isto é, já em 1997 o legislador havia percebido que o acesso á saúde, como bem geral e gratuito não passava, como não passa, de uma mera utopia.
Vale isto por dizer que aqueles que criticam o governo por esta medida, com o argumento de que o serviço nacional de saúde é para ser gratuito não têm razão.
Ainda que esta taxa de internamento só tenha que ser paga por quem ganhe quinhentos ou mais euros por mês percebe-se que aqueles que a ela ficarão obrigados não a aceitem de bom grado.
Sabe-se, contudo, que 55% dos portugueses ficarão isentos de tal taxa.
E, pese embora a fase de aperto económico em que vivemos, muito pelo facto de o país ter vivido, durante anos e anos acima das suas posses dizer, que quem ganha por mês quinhentos euros ou menos é um miserável é, no mínimo, um insulto para muitos portugueses.
Percebo, como já referi, que se trata de uma medida impopular, diria mesmo, muito impopular.
E, sendo assim, importa perguntar porque razão, pretende o governo levá-la por diante?
Não seria melhor deixar tudo na mesma evitando desta forma perder apoiantes?
O que resulta da posição do governo é, em meu entender, muito simples.
Fez a avaliação que tinha que fazer e constatou aquilo que é, há muito, por demais evidente: o serviço nacional de saúde vem-se confrontando, ano após ano, com uma série de problemas que agravam exponencialmente a despesa com a saúde, de entre os quais destaco os seguintes: os portugueses nascem menos e demoram mais a morrer; os tratamentos são cada vez mais sofisticados e eficientes e, consequentemente, cada vez mais caros.
Vale por dizer que a progressão da despesa é de tal ordem que se não houver, numa perspectiva de solidariedade entre portugueses, uma contribuição por parte daqueles que o podem fazer, o sistema pode colapsar.
O que está na mente do governo é evitar que o sistema entre em colapso.
O que está em causa é, pois, não a transformação do sistema nacional de saúde, num sistema caritativo, destinado a miseráveis mas antes salvando-o da rotura, permitir que o mesmo cumpra com o seu papel de sistema estruturante do estado de direito democrático, por muito que isso custe àqueles que gostariam de assistir ao seu desmantelamento.
Criticar esta taxa que, como bem foi referido pelo Ministro da Saúde, vai pouco além do custo de um maço de cigarros, é esquecer que o que está em causa é o princípio da solidariedade de quem mais tem para com aqueles que menos têm, principio que é, foi e será sempre uma bandeira daqueles que se dizem de esquerda.

Oiça diáriamente as Crónicas de Opinião na:

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DESPORTO EM MONTEMOR

OBRA DO NOVO CAMPO DO RUGBY CLUBE DE MONTEMOR

É um sonho antigo que se está a tornar realidade. O novo campo de rugby do R.C.Montemor., que se insere no projecto do novo parque desportivo da cidade de Montemor-o-Novo, está a ser construido a "todo o vapor", estando a conclusão do relvado agendada para Dezembro do presente ano, não se prevendo, no entanto, que seja possível a sua utilização imediata devido ao facto dos balneários ainda não estarem prontos. Ficam duas fotografias do estado da obras e uma imagem virtual do que será o recinto desportivo.
Fonte: http://rugbyclubemontemor.blogspot.com/

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ANDEBOL: ATLETICO CLUBE MONTEMOR-SÉNIORES E JUNIORES INICIAM CAMPEONATO

A equipa sénior do Atlético Clube de Montemor inicia o campeonato no próximo sábado com uma deslocação a Vila Real de Santo António para jogar com o Guadiana, o jogo é às 20:00 horas.
A equipa júnior inicia o campeonato no domingo frente ao Évora AC, o jogo é às 12:00 Horas no Pavilhão Gimodesportivo de Montemor-o-Novo.
No último Domingo na apresentação da equipa, os seniores do ACM receberam e venceram a equipa do G.A.Portalegre por 29-24.

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FUTSAL: EQUIPA FEMININA DO G.D.MONTEMOR

A equipa feminina de Futsal do G.D.Montemor vai entrar em competição no próximo sábado com uma deslocação ao pavilhão do Juventude de Évora, o jogo é às 18:00 Horas.
Fazem parte do Torneio de Abertura também as equipas do LCDA e da Casa do Benfica de Évora.

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Gdmontemor

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outubro 23, 2006

POETAS POPULARES DO CONCELHO DO ALANDROAL

QUADRAS

Duas senhoras atrevidas
Não medindo bem a maldade
Pensaram pregar um susto
A dama de certa idade.

Aproveitando a ausência
Da pobre sua vizinha
Puseram-lhe em polvorosa
A sala, a casa até à cozinha.

Ao entrar na sua casa
E vendo-a desarrumada
Pensa a senhora aflita
Aí Jesus que fui roubada.

Desalentadamente caiu
Sem jeito numa cadeira
Mostrando no que pode dar
Uma simples brincadeira.

Uma delas diz aflita:
Vou-lhe buscar um calmante
A casa está intacta
Acalme-se já, num instante.

Preocupada diz a outra:
Perdão, não foi por mal
Apenas quisemos fazer
Em Agosto um Carnaval!

Mas vendo-a assim tão mal
E ponderando bem a acção
Chegou a casa e zás
Foi-se-lhe abaixo o coração.

O marido de nada sabendo
E sem suspeitar sequer
Leva-a ao hospital ---
Doutora, salve-me a mulher.

A médica diz condoída
Coitada, não está bem
Ou lhe fizeram mal a ela
Ou ela o fez a alguém.

Auscultou-a e tratou-a
Com carinho e paciência
Só não podia calar-lhe
A voz da consciência.

Descobriu que tem um sopro
Lá no fundo do coração
Será o fruto do remorso
Ou efeitos da reinação?

Chegando a casa pensou
Sem dizer nada a ninguém
Tirando uns quantos desmaios
O Carnaval correu bem.

E todas já comentaram
Colhendo da história a moral
Um caso igual a este
Não houve no Alandroal.

Ausenda Balsante

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FUTEBOL LOCAL

Rescaldo do J.S.A. - VALENÇAS

Jogo que não espelha em nada aquilo que normalmente o Alandroalense faz em campo, mas estes jogos por vezes acontecem por mais que se tente evitar, é o futebol.
O mau tempo, as condições do terreno e o forte vento que se fez sentir, não permitiram um melhor jogo.
Espera-se dar uma melhor imagem e alcançar um melhor resultado já no próximo jogo.

1 Golo de Máximo
Cartão amarelo para Rui Brito e Luís Dias


Imagens de jogos recentes

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fotos Paulo Pires

O Futebol Distrital no Alandro Al é patrocinado pela:

Free Shipping at Fossil.com

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CORREIO RECEBIDO

Concerto de Música Clássica na Capela do Paço Ducal de Vila Viçosa

Tal como se tem vindo a verificar em situações anteriores, vimos por este meio informar que irá realizar-se, no próximo dia 27 de Outubro de 2006 (sexta-feira), pelas 21 horas,um concerto de música clássica com o Quarteto ODEON, composto por Adrian Florescu (violino), Liviu Scripcaru (violino), Ceciliu Istfan (viola) e Peter Flanagan (violoncelo).
Irão ser executadas obras de Brodin, Rinaldo di Capua, Schumann, Grieg, Dvorak Massenet, Elgar, Bizet e Liszt.
O concerto será realizado na Capela do Paço Ducal de Vila Viçosa, com entrada livre.
Esta iniciativa será a antepenúltima a realizar antes do final do ano de 2006, de acordo com a planificação efectuada pela Fundação da Casa de Bragança.

Tiago Salgueiro

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LISBOA HISTÓRICA

No dia em que "Carmona completa um ano de mandato...

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ÉVORA E PORTALEGRE EM ALERTA AMARELO

Os distritos de Évora e Portalegre encontram-se em alerta amarelo devido a períodos de chuva, por vezes moderada a forte, acompanhada de condições favoráveis à ocorrência de trovoada.
http://www.noticiasalentejo.pt/

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DESPORTO EM MONTEMOR

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FUTSAL:
G.D.MONTEMOR-4 JOGOS 4 VITÓRIAS

Praiense-0 Torpedos-2
Castelo 5-Lagoa Benfica-2
Sonâmbulos 1-V.Setúbal-3
U.Algarve 1-Pantufas-0
Olivais 10-Porto Santo-3
Almodovarense 5-Independentes-7
Sapalense 6-Montemor-7

1-G.D.MONTEMOR-12
2-Independentes-10
3-Pantufas-7

RUGBY CLUBE DE MONTEMOR JOGA EM LOULÉ

Depois de não terem jogado na 1ªjornada do Torneio de Abertura-Serie C, por desistência do RC Sado, os seniores do Rugby Clube de Montemor deslocam-se a Loulé para defrontar a equipa local, o jogo é no próximo sábado dia 28 às 15:30.
No jogo da 1ª jornada disputado este fim-de-semana Elvas e Loulé empataram a 15.

João Santos

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outubro 22, 2006

COMENTÁRIOS EM PÉ DE PÁGINA - RUBRICA DE ANTÓNIO BERBÉM

A TRISTE VIDA de uma RUA… privatizada

Era uma vez uma Rua Livre, onde ainda passa por lá, abençoada e perfeita a procissão. Todos conhecem a Rua Alexandre Herculano. De frente e na descendência da muralha, algo «achinesada», é uma das mais belas, e brancas “peças arquitectónicas” que integram o casco, a planta e o imaginário histórico da Vila e das sucessivas gerações que a vêem habitando. Pois bem: a Câmara autorizou, sem consultar ou avisar os moradores, “a sua privatização”…seguramente Apropriada, em cerca de UM TERÇO.
Duvida-se, é claro, que neste caso, os bons princípios da sã convivência e de abordagem democrática tenham sido observados. Ou que tenha havido bom senso, Tacto político ou, porventura, a oportunidade do uso cívico “bilateral”das consultas devidas…isto porque, vendo bem, “Duas placas/ Dois tristes Sinais” estão lá postos a demarcarem/privatizarem, o quê?... Um Terço de uma simples e nobre RUA. Uma coisa que é, vê-se logo, cedência grosseira e foi impensada decisão. Prejudicial a todos os moradores como foi, aliás, solidariamente comentado. Além de observado, no sítio, por um agente da autoridade.
O problema não é novo. É velho. E faz lembrar, uma vez mais, a “técnica”do corte requintado e Abrupto das laranjeiras. O aconselhável, em ambos os casos, é dizer que, enfim, já chega de taparmos com peneiras, a péssima política dos factos consumados. E a de Impor sem propor. A Rua não o merece. As pessoas também não…O Alandroal ainda muito menos. Imaginem (e dá para crer) que tais sinais podem ser colocados e suceder o mesmo em qualquer outra distraída freguesia e rua entre Terena até Juromenha?
E, se bem que o problema de fundo, possa manter-se ou até repetir-se nesta e noutras RUAS da Vila, haja quem, senhores, da Autarquia saiba e se mostre Sensível ao facto de que não se pode nem deve tratar-se, O ESPAÇO COMUNITÁRIO, como se o conjunto dos cidadãos não tivesse nada a ver com a vivência e uso do dito…no seu dia a dia.
É preciso que a Autarquia e o respectivo Pelouro, assumam, claramente, que aquilo que pertence a todos, deve e tem de estar ao serviço de todos. Porque mais do que um direito que a Autarquia possa ter, é sua Obrigação e Imperativo, não deixar que as Ruas apareçam de um momento para o outro sinalizadas como se fossem propriedade privada através da instalação súbita de “placas-a-pedido”. Ainda por cima, em contexto e ambiente socialmente desapoiado, Rua acima, Rua abaixo…
Portanto, senhores da Câmara, passem pela Rua, e não Desistam de (re) fazer o que é, Publicamente, correcto. E faz, concerteza, parte do vosso Próprio conceito e compromissos de Bem decidirem ao serviço da comunidade local.
Ou também, digamos, da higiénica capacidade de bem exercerem, a vossa própria cidadania ao serviço de Uma VILA, Património do Alentejo. Revejam a situação, e não façam de conta que ficcionam ou arrefecem o vosso trabalho…fazendo-o desta vez esteticamente Bem Feito.

António Neves Berbém





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CRÓNICAS DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA/FM

Que pode ouvir diariamente na:

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A saúde está doente
Hélder Rebocho

Foi ontem apresentado o orçamento de estado para 2007.
Em termos de conteúdo não traz novidades, é aquilo que se esperava, um orçamento de contenção, onde primam os cortes orçamentais justificados pelo período de crise económica que Portugal atravessa. Sempre defendi que a gestão de um país deve ser feita com honestidade e objectividade, ou seja, colocando os interesses colectivos acima de interesses individuais, sejam eles sectoriais, corporativos ou eleitoralistas.
Em Portugal existe a tendência para ajuizar a actuação dos governos em função dos interesses pessoais de cada um e não numa perspectiva Nacional, de bem para o País.
Todos sabemos, por experiência, que os governos socialistas têm um modelo de gestão onde o eleitoralismo funciona como condicionante da tomada de medidas que, embora impopulares, são fundamentais para o equilíbrio, funcionamento, desenvolvimento e sustentabilidade do Estado, foram assim os governos de Mário Soares e de António Guterres.
José Sócrates, têm sido neste aspecto paradigmático. Consegue tomar medidas impopulares, sem tomar as medidas necessárias para o país.
O sector da saúde tem sido uma das vítimas da má estratégia utilizada pelo governo para combater o défice e assim continuará em 2007, porque a redução orçamental passará inevitavelmente por cortes sobre a despesa, abrangendo, logo à cabeça, diversos ministérios.
Mais uma vez, os sacrificados serão os sectores fundamentais do Estado.
No sector da saúde já se encontrava em curso uma política de extinção de serviços locais de atendimento, como as maternidades e centros de saúde, com duas consequências:
- O incompreensível afastamento de certas populações daqueles serviços.
- A sobrecarga dos serviços não extintos com um maior número de utentes, tudo em prejuízo da qualidade, rapidez e eficiência dos cuidados prestados.
A cereja no topo do bolo, surge, agora, com mais uma medida para esta área, o chamado co-pagamento de internamentos hospitalares e cirurgias, que sob a capa da já existente taxa moderadora, vem obrigar os cidadãos a suportar uma nova despesa para receber o mesmo mau serviço.
Independente de esta taxa ser diferenciada consoante o rendimento do utente ou reportada a um valor fixo, igual para todos, é óbvio que este mecanismo representará sempre uma injustiça social porque, por um lado, vem penalizar quem tem rendimentos mais baixos e por outro, tributa duas vezes o contribuinte pelo mesmo serviço, ou seja, paga quando desconta todos os meses sobre o seu vencimento para ter acesso aos cuidados de saúde na doença, e terá de pagar novamente caso necessite de uma intervenção cirúrgica ou de internamento hospitalar.
Estas medidas têm tanto de impopular como de desadequado e injusto.
São injustas porque visam endireitar as contas públicas à custa dos doentes e mais desfavorecidos, são inadequadas porque não resolvem os reais problemas do sector da saúde e são de tal modo impopulares que nem sequer são consensuais no seio do próprio Partido Socialista.
Enquanto aqui se vai decidindo depressa e mal, o voraz aparelho burocrático do Estado continua a sugar o erário público, porque o Plano de Reestruturação do Aparelho Central do Estrado que deveria estar concluído em meados do ano ainda nem sequer arrancou.
É caso para dizer que a saúde em Portugal está muito doente, talvez o governo ainda tenha de pagar a taxa moderadora pelo seu internamento, isto se ela não morrer à espera da cirurgia.

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NOTÍCIAS DE INTERESSE SOBRE O ALENTEJO

Alentejo compensa queda das dormidas
com melhoria da receita por pernoita


A hotelaria do Alentejo é a única a apresentar uma queda do número de dormidas nos primeiros oito meses deste ano, em 1% para 643,8 mil, mas ainda assim apresenta uma ligeira melhoria dos proveitos totais, em 0,4% para cerca de 31 milhões de euros, por uma melhoria da receita por pernoita em 1,5%, para 48,12 euros.
http://www.presstur.com/

Maior cadeia do Alentejo vai fechar

Pinheiro da Cruz, no concelho de Grândola deverá fechar portas até 2010.
Os 15 quilómetros junto à praia vão ser vendidos.
A medida faz parte de um plano do Governo para encerrar, durante os próximos quatro anos, 22 das actuais 56 cadeias existentes em todo o país. Deverão ser construídos de raíz cinco novos edifícios.
http://www.dianafm.com/

Uma «comédia negra» sobre o suicídio

O suicídio no Alentejo é o ponto de partida para o primeiro romance de Rui Cardoso Martins, que foi apresentado esta quinta-feira, ao início da tarde, na FNAC do Colombo, em Lisboa.
«E se eu gostasse muito de morrer» é o título de um livro que aborda um problema sério com laivos de «comédia negra».
«O livro é uma interrogação, como alguma experiência pessoal, sobre o fenómeno do suicídio, mas não é, de maneira nenhuma, um estudo sociológico. É uma ficção, um romance onde o narrador está no interior do país em contacto com a Internet», explica ao PortugalDiário Rui Cardoso Martins.
http://www.portugaldiario.iol.pt

Vinhos do Alentejo em destaque na Bélgica

Portugal é o convidado de honra da oitava edição da “Megavino”, o mais importante certame de vinhos promovido na Bélgica. Um evento em que os “Vinhos do Alentejo” estarão em plano de particular destaque, na medida em que será a única região do país a ocupar uma área, em regime de exclusividade, com a participação de 15 produtores. O “stand” de 108 metros quadrados será coordenado pela Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA).
http://www.noticiasalentejo.pt/

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FUTEBOL DISTRITAL

Resultados

Divisão de Honra

Ao ceder empate em casa o Alandroalense reparte agora o comando com a Torre de Coelheiros (10 pontos), Calipolense e União a um ponto (9).

Calipolense2 – Monte Trigo 0
Redondense 0 – União 1
Alandroalense 1 – Valenças 1
Portel 1 – Oriola 0
Torre de Coelheiros 2 – Borbense 1
Escouralense 3 – Estremoz 1
Canaviais 1 – Bencatelense 1

1ª Divisão Série A

Arraiolense 3 – Cabrela 3
Brotense 1 – Bairro Santo António 2
Giesteira 1 – Luso Morense 0
Viana 4 – Santana do Campo 3
Fazendas do Cortiço 4 – Aguiar 2

1ª Divisão Série B

No derby concelhio o empate permite ao Rosário a conquista do seu primeiro ponto.

Arcoense 2 – Azarujense 1
Vera Cruz 3– Perolivense 2
São Mancos 3 – São Romão 0
Corval 2 – Aldeense 2
Rosário 2 – Santiago Maior 2

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outubro 20, 2006

NOTÍCIAS DE INTERESSE SOBRE O ALENTEJO

Vigília em Montemor-o-Novo contra o encerramento do SAP

A Comissão de Utentes dos Serviços Públicos de Montemor-o-Novo, promove hoje uma vigília. entre as 20h e as 23h, junto ao Centro de Saúde local.
Os utentes estão contra o encerramento do serviço de atendimento permanente que funciona, actualmente, 24 horas por dia e serve uma população de mais de 18.000 pessoas.

Alentejo regista pequenas inundações e algumas quedas de árvores

A chuva e o vento fortes que se fazem sentir hoj e no Alentejo provocaram cerca de uma dezena de pequenas inundações e a queda de algumas árvores, sobretudo no distrito de Portalegre, informaram os bombeiros.
No distrito de Évora, as ocorrências foram, até agora, mais reduzidas.
http://www.dianafm.com/

Jerónimo de Sousa visita Vendas Novas

A convite da Câmara Municipal de Vendas Novas, uma delegação do PCP, encabeçada pelo secretário-geral Jerónimo de Sousa, visita o município no dia 24, entre 10.00 e as 16.30.

De acordo com um comunicado da Direcção da Organização Regional de Évora do PCP, a visita inclui uma recepção nos Paços do Concelho.
http://www.noticiasalentejo.pt/

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CORREIO RECEBIDO

De. JOAO MORAIS MORIAS

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JOGOS DE APRESENTAÇÃO DO ATLETICO CLUBE DE MONTEMOR

PAVILHÃO GIMNO-DESPORTIVO MUNICIPAL

SÉNIORES: DOMINGO ÁS 17:00
ATLETICO-PORTALEGRE

JUNIORES: DOMINGO ÀS 15:00
ATLETICO-PONTE DE SÔR

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CINE CLUBE DOMINGOS MARIA PEÇAS

TRANSE

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um filme de Teresa Villaverde com Ana Moreira, Viktor Rakov, Robinson Stévenin....

A história de Sónia, uma mulher de 20 e poucos anos que abandona o namorado e a família, em São Petersburgo, na Rússia, e decide partir sem olhar para trás para tentar encontrar uma vida melhor noutro país. Sónia vai conhecer a ilusão de uma vida nova e o inferno daqueles a quem a vida parece nada ter para dar.

Saiba mais em : http://www.clapfilmes.pt/transe/

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CRÓNICAS DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA/FM

Uma amabilidade da Rádio Diana/FM

Crónica de 20 de Outubro de 2006 - António Leitão

Sexta, 20 Outubro 2006
Há no ar a sensação de que a maioria dos casos desesperados a que vamos assistindo não é grave. No fundo, todos concordam com o que parece ser cada vez mais evidente: uma determinada forma de boa vida está a acabar em Portugal, havia muitos exageros, todos conhecemos alguns, a maioria, os mais despudorados na função pública, no Estado para que nem todos pagam e de que só alguns beneficiam. Todos conhecemos funcionários públicos muito espertos que se arrastaram durante anos no seu local de trabalho tendo o cuidado de nada fazer de útil e que agora tentam ser rapidamente reformados para melhor poder continuar a sua vida de parasitas. Teríamos verdadeiro prazer em os ver cair nas listas de disponíveis, com desemprego à vista.
Já os sindicalistas de bandeira caída à espera da camioneta de que fala o Vasco Pulido Valente me causam tristeza, perante a perda de ilusões, fim dos sonhos de um mundo mais justo, impotência para a revolução, perplexidade perante a evolução do mundo. Ao mesmo tempo, multidões a quem não apetece aderir às lutas sindicais passeiam-se pelos centros comerciais em grande comunhão consumista.
“Poucas coisas há mais repulsivas do que a complacência com o que se é ou se sabe” (Daniel Innerarity). O que tem qualquer coisa a ver com a actual mania de todos termos uma boa auto-estima, como se fôssemos o centro do mundo. Vivemos em tempos difíceis de compreender, em que o alívio com a queda de sistemas políticos bem definidos como o comunismo corre o grande risco de poder ser de curta duração, se for substituído por um novo sistema, agora capitalista, de economia de mercado. Na verdade, todos os sistemas trazem novas formas de servidão. Cabe-nos procurar a ousadia de ser livres e de dar sentido a essa liberdade.
“A lógica economicista dissolve as virtudes públicas, as responsabilidades comuns, a ideia de serviço, a solidariedade social, a capacidade de sacrifício pelo bem comum e a compaixão para com os mais necessitados”. No sentido que lhe davam os gregos, idiotas eram “aqueles que não queriam ser cidadãos, que esqueciam os seus deveres públicos e se entregavam à satisfação de interesses privados”. Em vários aspectos, estamos hoje mais do que nunca numa situação de “idiotização da política”. Ora, quem não se vê como “idiota” é hoje chamado a exercer a sua liberdade no compromisso com os outros, o que parece um paradoxo. Mas todos sabemos que, no fundo, não é.
É assim que eu prefiro ver aquilo que está a ser feito no Serviço Nacional de Saúde, onde sou capaz de apostar que a instalação da rede de cuidados continuados agora em início levará, além de melhorar muito os cuidados aos doentes crónicos e em convalescença, a uma boa reforma dos hospitais e dos centros de saúde, apesar da contenção económica de que o Ministério da Saúde não pode fugir.

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ALERTA DE MAU TEMPO

Chuva, trovoadas e céu nublado até domingo. «Alerta laranja» em algumas regiões

O mau tempo que tem atingido Portugal deverá manter-se durante o fim-de-semana. Segundo o Instituto de Meteorologia (IM), sexta-feira o céu vai estar muito nublado ou encoberto e prevê-se períodos de chuva moderada a forte, que vai diminuir de intensidade nas regiões do Norte e do Centro. Até ao fim da manhã há ainda a possibilidade de trovoadas.
O mau tempo vai continuar no Sábado, com céu em geral muito nublado e chuva moderada no Minho e Douro Litoral. No Baixo Alentejo e Algarve a chuva deverá ser moderada a forte, com trovoadas até ao fim da manhã.
No domingo, o céu vai apresentar-se muito nublado a encoberto, e deverá chover todo o dia, com mais intensidade a partir da tarde nas terras altas. No final do dia o Minho, Douro Litoral e Beira Litoral vão ter chuva moderada, que deverá passar a forte no fim do dia.
Alerta laranja
Já esta noite o Instituto de Meteorologia (IM) colocou algumas regiões em «alerta laranja»: Minho, Douro Litoral, Beira Litoral, Estremadura, Ribatejo e Alto Alentejo.
Segundo o IM, o alerta «laranja» significa «situação meteorológica de risco moderado e elevado», devendo a população seguir eventuais orientações do Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil.
http://www.portugaldiario.iol.pt/

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outubro 19, 2006

AFINAL O QUE SE PASSA?

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Porque me foges durante o dia?
E só a partir das 18 horas é que não te raspas?

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Ficaste zangado comigo por eu contar a história de andar às rãs?
Olha que os “outros” andam por aqui !!

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FUTEBOL DISTRITAL

Jogos programados para o fim-de-semana 21/22/10/06

Divisão de Honra

22/10/06 – 15 horas

Calipolense – Monte Trigo
Redondense – União
Alandroalense – Valenças
Portel – Oriola
Torre de Coelheiros – Borbense
Escouralense – Estremoz
Canaviais – Bencatelense

1ª Divisão Série A

22/10/06 – 15 horas

Arraiolense – Cabrela
Brotense – Bairro Santo António
Giesteira – Luso Morense
Viana – Santana do Campo
Fazendas do Cortiço – Aguiar

1ª Divisão Série B

21/10/06 – 15 horas

Arcoense – Azarujense
Vera Cruz – Perolivense
São Manços – São Romão
Corval – Aldeense
Rosário – Santiago Maior.

Distrital de Juvenis

21/10/06 – 15 horas

Atlético – Terena
São Pedrense – Sport Lisboa e Évora
Borbense – Rio de Moinhos
União – Sporting Viana.

(Na jornada anterior Terena 2 São Pedrense 1)

Distrital Infantis Futebol 7

21/10/06

Lusitano – Alandroalense - 09,30 horas
Estremoz – Atlético – 10,30
Borbense – Redondense – 10,30
Sport Lisboa Évora – Canaviais – 10,30.

(Na jornada anterior derrota do Alandroal em Borba por 23 – 0)

Disciplina

Taça de Évora

Santiago Maior: Jorge Balixa: repreensão por escrito; António Fradinho: advertência.

Iniciados

Terena: André Veríssimo: advertência.

O J.S.A.

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Fotos: Paulo Pires

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SEMANA DA CIÊNCIA & TECNOLOGIA NO ALANDROAL

Programa para amanhã dia 20 (encerramento)

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O ALANDROAL NOUTROS BLOGUES

In: http://semanatec.blogspot.com/

O Jornal da escola está on-line!

A nossa escola participou na “Semana da Ciência e Tecnologia…
Os alunos do 2º e 3º ciclo da nossa escola, participaram na “Semana da Ciência e Tecnologia”, que decorreu na Vila do Alandroal, entre os dias 17 e 20 de Outubro.
A nossa participação nesta iniciativa permitiu-nos aprender a construir uma notícia e a colocar o jornal da nossa escola na Internet.
Aprendemos também as vantagens da utilização das Novas Tecnologias de Informação e Comunicação e como estas são importantes no nosso dia à dia.
O domínio das tecnologias e a presença na Internet é muito importante e por isso é fundamental que o jornal da nossa escola esteja on-line.
A partir de agora, os nossos amigos, os nossos pais, e todas as pessoas vão conhecer a nossa escola, os nossos colegas e professores, e todas as nossas actividades através do jornal da escola, que está on-line!
posted by Alandroal Jovem at 3:50 PM

In: http://afresquinha.blogspot.com/

Alandroal

A Maria
Rua João de Deus, 12
Tel. 268 431 143

No centro da vila do Alandroal, a Dona Maria recomendará do melhor da sua cozinha alentejana, num ambiente simples mas muito típico. Justifica bem a viagem.

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O QUE INTERESSA SOBRE O ALENTEJO

Cercal do Alentejo vai receber central de biomassa

A Câmara Municipal de Santiago do Cacém aprovou a concessão de um terreno, na futura Zona Industrial Ligeira do Cercal do Alentejo, para a instalação de uma central a biomassa florestal.
A unidade vai produzir energia renovável a partir de resíduos florestais e ficará situada a dez quilómetros da subestação eléctrica de Vila Nova de Milfontes, no concelho de Odemira.
http://regi.com.pt/

Desemprego baixou no último ano

Em comparação com o período homólogo do ano anterior, o desemprego desceu em todas as regiões do continente, com uma queda mais significativa no Alentejo. A região do norte concentra a maior parte dos desempregados.
http://www.tvi.iol.pt/

Greve dos professores encerra quase todas as escolas do Alentejo

Dados do Sindicato de Professores da Zona Sul, indicam que todas as escolas do ensino básico do sul do país estiveram encerradas.
Nos restantes estabelecimentos de ensino, a adesão varia entre os 62 e meio e os 100%. Joaquim Páscoa do SPZS reconhece que dois dias de greve pesam na carteira dos professores, mas não há alternativa. O governo não quer conversar com ninguém.
A média nacional situa-se acima dos 80 por cento, segundo os sindicatos, enquanto o ministério da Educação contrapõe com uma taxa de adesão de 32 por cento.
http://www.dianafm.com/

Agricultura: Sede da Direcção Regional do Alentejo deverá continuar em Évora

Ministério da Agricultura vai sofrer revolução. A aplicação do PRACE deverá levar à redução de quase um terço dos funcionários e chefias. Direcção Regional de Agricultura do Alentejo deverá manter a sede em Évora. Manuel Monge, o Governador Civil de Beja, não comenta.
http://www.vozdaplanicie.pt/

Borba vai ter ecocentro para servir quatro concelhos

O município de Borba anunciou hoje a entrada em funcionamento de um ecocentro para servir quatro concelhos da zona de extracção dos mármores alentejanos, o segundo de sete previstos para o distrito de Évora.
Destinado a servir os concelhos de Borba, Alandroal, Redondo e Vila Viçosa, o novo ecocentro está integrado no Sistema Intermunicipal de Resíduos Sólidos Urbanos, que envolve um total 12 concelhos do distrito de Évora.
http://www.publico.clix.pt/

GREENPEACE DIZ QUE A ÁGUA DO ALQUEVA É MÁ

Greenpeace vai denunciar o "péssimo estado" do Guadiana, ameaçado por uma barragem "injustificável" (o Alqueva) e transvases no lado espanhol, efectuando uma descida do rio e visita às povoações ribeirinhas, entre 20 e 28 de Outubro.
http://alentejonoticias.blogspot.com/


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MOTIVOS PARA VISITAR O CONCELHO DO ALANDROAL

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Altar de Nossa Senhora dos Remédios - Marmelos

foto: José M. Rodrigues; edição C. M. A.

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CRÓNICAS DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA/FM

Na:

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Outono Quente
Eduardo Luciano

Quinta, 19 Outubro 2006
Os últimos dias foram marcados por greves, manifestações, tomadas de posição sobre os mais diversos assuntos e, pelo meio, algumas manipulações grosseiras da opinião pública, algumas conclusões falaciosas repetidas ad nauseum, ministros a falar, conferências de imprensa marcadas para a entrada do Palácio de S. Bento e ainda uma declaração solene a roçar a idiotia.
No passado dia 12, perto de cem mil manifestantes desfilaram entre o Rossio e S. Bento. Exigindo mudanças de política, em defesa de uma segurança social em que os princípios da solidariedade estejam presentes, por serviços públicos eficazes e próximos das populações, por uma política que não fique refém do combate ao deficit público, sacrificando os mesmos para que alguns possam continuar a acumular riqueza.
Foi mesmo uma grande demonstração de descontentamento. A prová-lo está a necessidade do primeiro-ministro em exercício, vir a público tecer alguns comentários.
Disse o homem que ocupa a famosa cadeira de S. Bento, que compreendia os manifestantes, que estes estavam a exercer um inegável direito constitucional, mas que não se desviava um milímetro do trajecto político traçado.
Afirmou ainda que o mundo tinha mudado, para poder concluir que era ele o motor da mudança do país e que os sindicatos apenas pretendiam manter tudo como está.
Julgo tratar-se de um problema de audição da parte do senhor primeiro-ministro. O conteúdo das intervenções realizadas no âmbito do protesto geral de dia 12, conteve sempre a palavra mudança, não se ouvindo nenhum apelo ao imobilismo.
Reconheçamos então, que governo e movimento sindical estão de acordo. É preciso mudar. O problema é o sentido da mudança. E sobre esse aspecto reconheçamos que estas forças estão em campos diametralmente opostos.
Mas podem ficar tranquilos, o governo não está isolado nesse seu projecto. Não há comentador da área política da direita que não elogie a “coragem” do primeiro-ministro, não há jovem economista neo-liberal, com espaço nos jornais de economia que não afirme que o governo está no bom caminho (embora exigindo sempre mais), o PSD aplaude o anúncio do fim de algumas SCUTS, o CDS prepara-se para votar favoravelmente o Orçamento de Estado, numa dança de acasalamento que poderá acabar, no mínimo, em união de facto.
São cada vez mais os militantes do partido do governo que se questionam, que ficam incomodados com o rumo do seu próprio partido, de Helena Roseta a Manuel Alegre. Deve ser por isso que vão surgindo na imprensa, apelos para que o primeiro-ministro não se deixe inibir por aquilo a que chamam a esquerda do PS.
No meio de toda esta movimentação, contestação e confronto, surge uma figura que anuncia aos quatro ventos “o fim da crise”. Acredito que o homem estivesse a falar a sério. De facto a crise acabou para alguns. Ou melhor, nem sequer começou. Por exemplo, os lucros das principais instituições bancárias não param de atingir valores inéditos.
Ainda bem que temos um ministro da economia com sentido de humor. Os cartoonistas agradecem.
Não me vou embora sem vos sugerir uma visita ao Teatro Garcia de Resende para assistirem à peça “Um inimigo do povo” de Henrik Ibsen.
Os ingredientes são: um médico idealista e preocupado com questões ambientais, um presidente de câmara manipulador e demagogo, um jornal local que tem um redactor que quer fazer parte do secretariado da câmara e que não publica um estudo que desagrada ao senhor presidente, um representante dos pequenos proprietários que tem uma coluna vertebral demasiado flexível, um capitão da marinha mercante com menos flexibilidade na coluna vertebral e mais integridade.
É uma comédia genial escrita em 1882 e qualquer semelhança com a realidade deverá ser pura coincidência.

Até para a semana

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PÁGINA DE DESPORTO EM MONTEMOR

Enviado por GUS

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Enviado por GDMONTEMOR

FUTSAL:G.D.MONTEMOR VAI AO ALGARVE DEFENDER A LIDERANÇA

A equipa sénior do GD.MONTEMOR desloca-se ao Algarve a Vila Real de Santo António para defrontar e equipa do Sapalense. Recorde-se que o G.D.Montemor lidera a classificação só com vitórias.

Os jogos:

Praiense-Os Torpedos
Sapalense-G.D.Montemor
Castelo-Lagoa e Benfica
Sonâmbulos-V.Setúbal
Univ.Algarve-Os Pantufas
Vit.Olivais-Porto Santo
Almodovarense-Independentes

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outubro 18, 2006

REGRESSO AO PASSADO

Colectânea de textos despretensiosos, recorda-nos tempos nos quais imperavam valores que se perderam no evoluir da sociedade.
São pequenos contos que nos transportam no tempo e nos deixam um sorriso nos lábios.
Histórias que se voltam a publicar no Blog Alandro al


A CAÇA ÀS RÃS

Para aqueles que não sabem sempre lhes digo que umas rãs fritas ou de tomatada, são um pitéu digno de ir a qualquer mesa.
Por isso mesmo é que o “Plínio” e o “Zara”, andavam cheios de vontade de uma bela petiscada de rãs, que na altura abundavam em qualquer ribeiro, ou charco em terras do Alandroal.
Para se apanharem rãs nada melhor que uma noite quente de Verão, um candeeiro petromax e destreza nas mãos. As noites iam quentes, destreza nas mãos não faltava o pior mesmo era arranjar candeeiro petromax.
Mas o “Plínio” lembrou-se , quem tinha candeeiros desses era o “Mestre Fazendas”, o alfaiate lá do sitio, talvez com jeitinho ele o emprestasse. Vamos lá tentar.
Começou por dizer que não, que a festa estava aí à porta, que tinha que fazer muitos serões, que como sabiam a luz faltava muitas vezes, que a mesma à meia noite apagava ( na altura era assim). Mas em face dos rogos e também porque o “Plínio” tinha lá um fato a fazer para a festa…enfim se lhe dessem metade das rãs talvez por essa noite pudesse ser. No entanto é preciso muito cuidado quer com as camisas dos candeeiros, mas principalmente com as chaminés, porque alem de caras têem-se que ir buscar a Espanha.
Reunidas todas as condições, o “Zara” e o “Plínio” lá foram caminho da ribeira do Celão, para a caça dos ditos batráquios. Na altura segurava o “Zara” os dois candeeiros, e o “Plínio” apanhava. Pés descalços dentro de água, escorregadelas volta e meia por causa das pedras, teias de aranha por tudo quanto é sitio, e o pior mosquitos por todos os lados atraídos pela luz e a ferroarem volta e meia.
Eis senão, quando o “Zara” pousa os candeeiros, põe as mãos em concha enche-as de água e zás para cima dos candeeiros.
=Então agora escaqueiraste esta merda toda, diz o “Plínio”.
Hé pá não sabia que isto se partia, é que isto estava tão quente que eu já me estava a queimar

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CONTRIBUIÇÃO PARA UM MUSEU NO ALANDROAL

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O pote do azeite

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SEMANA DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Abriu a “Semana da Ciência e Tecnologia” em Alandroal

Segundo a Governadora Civil do Distrito de Évora, que presidiu à Cerimonia de Abertura, “ o Alandroal deve ser um exemplo a seguir”.
A cerimónia decorreu durante a tarde de ontem, no Fórum Cultural Transfronteiriço de Alandroal, contando com a presença de várias entidades locais e regionais
Na Mesa, presidida pela Governadora Civil do Distrito de Évora, Dr.ª Fernanda Ramos, estavam também o Presidente da Câmara de Alandroal, João Nabais; o Administrador Delegado da AMDE, Eng.º André Espenica e o Presidente da Assembleia Municipal de Alandroal, Prof. Carlos Portas.
O ponto alto da cerimónia de abertura foi marcado pela inauguração do Hotspot local, ponto de acesso à Internet sem fios de utilização gratuita, localizado no Rossio do Arquiz.
Para a edilidade local este é um salto qualitativo no processo de modernização e aplicação das NTI’s no concelho.
Para a Governadora Civil do Distrito de Évora, “o Alandroal é um exemplo a seguir”, referindo que é fundamental manter parcerias com outras instituições no sentido em que são essas partilhas de conhecimento, de saber, que permitem obter resultados práticos como este.
Fernanda Ramos elogiou ainda a intenção apresentada pelo Município em dotar todas as seis Freguesias com equipamentos que permitam o acesso às novas tecnologias de informação e comunicação, reduzindo assim os níveis de info-exclusão no Concelho.
Durante a cerimónia de abertura, João Nabais referiu também a importância da parceria estabelecida entre o Município e os restantes parceiros do Projecto E-ASLA (e-Administration Framework for Small Local Administration), do qual são parte integrante entidades como a Universidad Politécnica de Madrid (UPM), a Universidad de Castilha-la-Mancha (UVLM), Aquitaine Europe Communication (França) e o Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores do Porto (INESC).
Integrado na “Semana da Ciência e Tecnologia” está o 4º Encontro de todos os parceiros do projecto e-ASLA (e-Administration Framework for Small Local Administration), apoiado pelo Programa INTERREG III B SUDOE, que decorrerá durante o dia de hoje e amanhã no Fórum Cultural Transfronteiriço.
A “Semana da Ciência e Tecnologia”, terminará a 20 de Outubro, decorrendo durante estes dias um vasto leque de actividades relacionadas com as novas tecnologias, merecendo particular destaque a Demonstração de Robótica pelo Núcleo Minerva da Universidade de Évora e a participação dos jovens e idosos em actividades práticas na área da ciência e tecnologia.
Sensibilizar e divulgar as ferramentas das TI`s é o objectivo principal deste Evento.

Programa para Quinta e sexta-feira

“SEMANA DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA” TAMBÉM PARA OS MENOS JOVENS

A “Semana da Ciência e Tecnologia”, a decorrer no Alandroal desde o início desta semana, tem reservado para quinta e sexta-feira, um conjunto de actividades práticas relacionadas com as novas tecnologias de informação e comunicação.
Para quinta-feira (dia 19), a autarquia tem agendado, entre muitas actividades praticas, uma Demonstração de Robótica pelo Núcleo Minerva da Universidade de Évora.
Sexta-feira, 20 Outubro, dia de encerramento desta iniciativa, estão previstas várias actividades de grupo para os alunos das escolas do concelho, que abordarão diversas temáticas como “Design: a ideia é tua”, “Cria as tuas músicas”, “Vamos interagir com o ambiente”, “O jornal da minha escola está on-line”, “Ciência: os três estados da matéria”. Estes serão alguns dos temas explorados pelos mais novos entre muitos jogos e diversões no âmbito das novas tecnologias.
Também os menos jovens participam nesta “Semana da Ciência e Tecnologia”, num dia dedicado aos idosos do concelho. A autarquia local pretende que os idosos se familiarizem com as NTI´s, através de um conjunto de acções práticas que aproximarão temas como: “O que é isso da Internet?”, “Vamos jogar às cartas” e “Como comunicar através da Internet”, dos inúmeros idosos que há neste conselho, concedendo-lhes assim um dia diferente.

Gabinete de Imprensa C.M.A.




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outubro 17, 2006

SEMANA DA CIÊNCIA & TECNOLOGIA NO ALANDROAL

ENCONTRO DE PARCEIROS DO PROJECTO e-ASLA NO ALANDROAL

No âmbito da “Semana da Ciência e Tecnologia”, a inaugurar hoje no Alandroal, a autarquia local tem previsto para amanhã, dia 18 de Outubro, um Encontro de Parceiros do Projecto e-ASLA (e-Administration Framework for Small Local Administration).
Ao longo do dia, no Fórum Cultural Transfronteiriço, realizar-se-ão colóquios e workshops em torno de temáticas de elevado interesse, bem como várias demonstrações práticas, na área da Ciência e Tecnologia, que permitirão dar a conhecer à população as potencialidades e benefícios da utilização e aplicação das tecnologias de informação e comunicação.
Neste encontro, estarão presentes todos os parceiros deste projecto, destacando-se a Universidad Politécnica de Madrid (UPM), a Universidad de Castilha-la-Mancha (UVLM), Aquitaine Europe Communication (França) e o Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores do Porto (INESC).
O Município de Alandroal está, desde Fevereiro de 2005, entre um grupo restrito de municípios Portugueses, Espanhóis e Franceses, a integrar este projecto de parceria, que visa fundamentalmente o desenvolvimento de modelos inovadores, ao nível das soluções informáticas, para a administração autárquica.

programa para dia 18

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NOTÍCIAS DE INTERESSE SOBRE O ALANDROAL

In: http://dn.sapo.pt/

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"Preços dos vinhos podem estragar um bom jantar"

Pedro Correia
Gonçalo Santos (foto)


Nas suas periódicas visitas a Lisboa, Francisco Seixas da Costa faz questão em peregrinar por alguns dos seus restaurantes favoritos. Dando prioridade ao Poleiro, que já se tornou um clássico do género na capital.
......
.......
Uma lista que também inclui o Galito ("com os excelentes pratos alentejanos feitos pela D. Gertrudes"), o Painel de Alcântara ("onde o Cardoso e a Zezinha continuam a receber muito bem") ou o Mezzaluna, que é o seu favorito entre os restaurantes italianos de Lisboa. Na capital elege ainda o Pap'Açorda ("onde se janta sempre em ambiente de charme e qualidade") e uma descoberta mais recente - o Vírgula. Sem esquecer o Gambrinus, a que continua a achar "alguma graça", apesar de reconhecer que a sua ementa "podia ter mais imaginação".
Outros merecem destaque: a Tasquinha d'Adelaide, o Luca ("sempre recomendável"), o Conventual ("com uma magnífica mesa de doces e algum excesso de políticos"), o recente Salsa e Coentros ("oxalá se consolide"), o 1º de Maio ou o recém-reaberto Café de São Bento.
...
Os vinhos, em particular, encarecem extraordinariamente as refeições, atingindo preços despropositados. Podem dar cabo de um bom jantar..."
Fora de Lisboa, o embaixador elege restaurantes como o Bull & Bear (no Porto), o Chico Elias(Tomar), o Ramalhão (Montemor-o-Velho), o São Gião (Moreira dos Cónegos), a Maria (Alandroal), a Tasquinha d'Oliveira (Évora), o António (Leça), o Carvalheira (Ponte de Lima), o D. Roberto (Bragança), o Abade de Priscos (Braga) ou o Tia Alice (a que chama "o quarto segredo de Fátima"). Mas confessa já ter apanhado grandes desilusões: "Cada vez gosto mais de restaurantes com listas limitadas. Só por milagre se concilia a qualidade com listas imensas."

In: http://www.agencia.ecclesia.pt

Mobilizar para o combate à pobreza

“Levanta-te contra a pobreza”. Mais do que o gesto em si, a Oikos, dinamizadora desta iniciativa em parceria com a sociedade civil, pretende fazer lembrar os líderes políticos para a erradicação da pobreza extrema até 2015, um dos Objectivos do Milénio, estabelecidos pelas Nações Unidas.
......
......
Esta iniciativa está a ser dinamizada em vários pontos do nosso país por individuais mas também por Câmaras Municipais, associações e já “ontem a adesão estava a ser muito positiva” lembrando as iniciativas em Elvas, no Alandroal e no Porto.

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FOTOS COM HISTÓRIA

Desde sempre o Alandroal contou com grandes "figuras" no Atletismo.
Reparem na "perfomance" deste "atleta", em "primeiro" nos 5.000m e a receber a consagração. Tudo isto no ESTÁDIO NACIONAL! Já lá vão 42 anos.
Não havia era dinheiro para as camisolas...

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COLABORAÇÃO

De. Paulo Santiago

JOVEM DO CIBORRO NA SELECÇÃO NACIONAL

FUTEBOL: CIBORRENSE VITOR PACHECO NA SELECÇÃO NACIONAL DE SUB-17

O jovem ciborrense Vitor Pacheco foi novamente convocado pelo seleccionador Carlos Dinis para os trabalhos da selecção nacional, oriundo da aldeia do Ciborro (Montemor-o-Novo), este jogador começou a jogar nas escolinhas do U.Montemor dando logo nas vistas o seu valor, transferiu-se para o Vitória de Setúbal e este ano para a equipa do S.L.Benfica. Mais uma vez o talento deste jovem jogar mereceu mais uma chamada à selecção nacional.

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CINEMA DO PERRY

"Estrelas da sétima arte"

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Meryl Streep

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Morgan Freman

(Por baixo nome dos fotógrafos)

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CRÓNICAS DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA/FM

Uma amabilidade da:

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Os arautos da transparência
Domingos Cordeiro

Terça, 17 Outubro 2006
No âmbito da campanha interna do Partido Socialista esteve em Évora, no passado dia 11, o Eng.º. José Sócrates.
À chegada ao local onde iria ter uma reunião com militantes do partido, foi recebido com uma manifestação promovida pela Comissão de Utentes do Serviço de Urgências de Montemor-o-Novo. Apesar de aqui se ter deslocado na qualidade de Secretário-Geral do PS e não na de Primeiro-Ministro logo, numa iniciativa estritamente partidária, tal protesto, por manifestamente legítimo, não me mereceria qualquer comentário, não fosse o caso de quem o organizou e aqui se deslocou ter contado com o apoio logístico da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, de maioria comunista.
Com efeito, segundo a edição de ontem do Correio da Manhã, ficámos a saber que a Chefe de Gabinete do Presidente da Câmara fez circular pelos vários Departamentos da autarquia o apelo à manifestação.
Mais ficámos a saber, por declarações prestadas àquele diário pelo Presidente em exercício da Câmara Municipal, que a autarquia disponibilizou transporte aos manifestantes.
Que: “o pedido (de transporte) foi feito por escrito (pela Comissão), solicitando dois autocarros”;
Questionado sobre se considerava uma prática normal a autarquia ceder um transporte para uma manifestação contra um líder partidário, terá respondido que: “a Câmara não se imiscui nas actividades das associações do concelho”;
Assumiu, ainda, que sendo o autocarro da autarquia, a sua utilização tem custos, referindo, a propósito, que: “há as despesas de gasóleo”;
Por último, quanto à questão de saber se a autarquia teve algo a ver com a manifestação respondeu: “Nem pensar”.
Face às declarações produzida pelo Presidente em exercicio da Câmara Municipal de Montemor – o – Novo fica-se com a ideia de que a autarquia nada teve a ver com tal manifestação.
Ter-se-ia, tão só, limitado à cedência de um autocarro, contra o pagamento por parte dos manifestantes, do custo do gasóleo.
Ora, o que me ocorre perguntar ao Presidente em exercício da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo é: no caso de amanhã, uma qualquer Comissão de Cidadãos do Concelho se decidir por vir a Évora protestar contra o Secretário-Geral do Partido Comunista Português, se está disponível para, como agora fez, autorizar que nos Departamentos da autarquia circule o apelo a tal manifestação e, ainda, se está disponivel para, a troco do preço do gasóleo, ceder os autocarros que necessário se mostrem para assegurar o transporte desses mesmos manifestantes?

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O QUE INTERESSA SOBRE O ALENTEJO

Mora: Fluviário recebe os primeiros peixes

O Fluviário de Mora está a receber os primeiros peixes, habitando já os aquários da enfermaria numerosos exemplares de espécies como pimpões, achigãs, tainhas, chanchitos e enguias, além de lontras.

Montemor-o-Novo: Utentes contra encerramento do serviço de urgência do centro de saúde

A Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do concelho de Montemor-o-Novo marcou para o próximo dia 20, sexta-feira, uma vigília junto ao Centro de Saúde daquela cidade. Os utentes estão "contra o encerramento do serviço de atendimento permanente (SAP) do centro de saúde" e sublinha, que "vamos lutar em defesa do direito à saúde para todos, conforme consagra a Constituição".
http://www.noticiasalentejo.pt/

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DIA 11 - SÁBADO
10.00 H Sessão Solene de Abertura da Festa da Vinha e de Vinho 2006, no Pavilhão de Espectáculos da Festa
10.30 H Hastear das Bandeiras, acompanhado de Bandas Filarmónicas
11.00 H Desfile de Bandas Filarmónicas, pelas ruas da Vila
11.30 H Circuito das Tascas, com a Confraria dos Enófilos do Alentejo e a Confraria Gastronómica do Alentejo, animado pelo Grupo Académico Seistetos, pelas Tascas da Vila
15.00 H Concerto de Bandas Filarmónicas, no Pavilhão de Espectáculos da Festa
17.00 H Torneio Triangular de Futebol de Veteranos, no Campo Municipal de Futebol de Borba (Organização: Grupo União Veteranos Borbenses):
• Grupo União Veteranos Borbenses (Borba)
• Futebol Clube Redondense (Redondo)
• Associação Cultural e Recreativa “Os Tricofaites” (Santarém)
20.30 H Arraial de S. Martinho, com oferta de castanhas assadas e vinho
22.00 H Espectáculo Musical com Marco Horácio e Rouxinol Faduncho, no Pavilhão de Espectáculos da Festa
Durante o dia
Passeio TT “São Martinho por Terras de Mármore e Xisto”
Organização: GeoTrails – Animação Turística (Contactos para inscrições: 268 881 075 / 918 634 269 / e-mail: geotrails@sapo.pt)

DIA 12 - DOMINGO

09.00 H Torneio de Malha (Organização: Centro de Cultura e Desporto da Matriz), no Campo Municipal de Futebol de Borba
14.00 H Desfile de Folclore, pelas ruas da Vila
14.30 H Encontro de Folclore, no Pavilhão de Espectáculos da Festa
21.30 H Espectáculo “O Peso Certo”, com Fernando Mendes, no Pavilhão de Espectáculos da Festa

DIA 13 - SEGUNDA-FEIRA

21.30 H Espectáculo Musical com Expensive Soul e Jaguar Band, no Pavilhão de Espectáculos da Festa

DIA 14- TERÇA-FEIRA

10.00 H Torneio Inter-EB1 de Futebol de 7, no Pavilhão Gimnodesportivo de Borba
21.30 H Espectáculo Musical com Grupo Voz Amiga, da Terrugem (Música Popular), no Pavilhão de Espectáculos da Festa
(com o apoio do Programa Artes do Palco 2006, da Delegação Regional da Cultura do Alentejo)

DIA 15 - QUARTA-FEIRA

21.00 H Encontro de Tunas Académicas, no Pavilhão de Espectáculos da Festa

DIA 16 - QUINTA-FEIRA

21.30 H Espectáculo Musical com LZ, no Pavilhão de Espectáculos da Festa

DIA 17 - SEXTA-FEIRA

14.30 H Workshop “Empreendedorismo, Desenvolvimento e Qualidade de Vida para o Concelho de Borba”, no Pavilhão de Espectáculos da Festa – Organização: Universidade Lusófona
22.00 H Espectáculo Musical com 4 Taste, no Pavilhão de Espectáculos da Festa

DIA 18 - SÁBADO

09.30 H X Concurso Regional do Rafeiro do Alentejo, no Largo da Fonte - Organização: ACRA – Associação de Criadores do Rafeiro do Alentejo
10.00 H Colóquio Técnico “A Avaliação do Estado de Fertilidade das Vinhas – Dados de Vinhas do Alentejo”, no Pavilhão de Espectáculos da Festa - Organização: ATEVA/CVRA
15.00 H Encontro de Dança Jovem, no Pavilhão de Espectáculos da Festa
• Grupo Juvendance (Orada)
• Grupo N’Club (Nora)
• Grupo Flash Dance (Rio de Moinhos)
• Grupo “Barro Branco em Movimento (Barro Branco)
22.30 H Espectáculo Musical com Rolling Clones, no Pavilhão de Espectáculos da Festa
Durante o dia
Passeio Pedestre “Na Rota da Vinha e do Vinho”
Organização GeoTrails – Animação Turística (Contactos para inscrições: 268881075 / 918634269 /e-mail: geotrails@sapo.pt)

DIA 19 - DOMINGO

08.00 H 12º Passeio de Cicloturismo Badajoz/Borba
08.00 H Passeio TT – Organização Associação Borba Jovem
09.00 H Desfile de Fanfarras, pelas ruas da Vila:
• Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Borba
• Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Vendas Novas
16.00 H Entrega de Prémios do Concurso de Poesia Popular Alentejana - Organização: Centro de Cultura e Desporto da Matriz - Borba
17.30 H Cerimónia de Encerramento da Festa da Vinha e do Vinho 2006, seguida de Espectáculo Musical com Ana Moura e Jorge Fernando , no Pavilhão de Espectáculos da Festa
Durante a manhã
Passeio Pedestre “Na Rota do Mármore”
Organização GeoTrails – Animação Turística
Contactos para inscrições: 268881075 / 918634269
e-mail: geotrails@sapo.pt
Celeiro da Cultura:
Exposição “Cantaria” – Organização ACAL - Associação Cultural dos Artistas Lusófonos

http://www.cm-borba.pt/

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outubro 16, 2006

SEMANA DA CIÊNCIA & TECNOLOGIA NO ALANDROAL

SEMANA DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA ABRE AMANHÃ NO ALANDROAL

Amanhã, dia 17 de Outubro, pelas 14:00 abre a “Semana da Ciência e Tecnologia”, em Alandroal.
O Fórum Cultural Transfronteiriço e o Rossio do Arquiz serão o palco das inúmeras actividades, relacionadas com as novas tecnologias de informação e comunicação, que a autarquia tem previsto para esta semana.
A cerimónia de abertura será presidida pelo Presidente da Câmara Municipal e pela Sr.ª Governadora Civil do Distrito de Évora, Dr.ª Fernanda Ramos.
A inauguração da Zona de Acesso à Internet Sem Fios (hotspot), localizado no Rossio do Arquiz, será o ponto alto da abertura da “Semana da Ciência e Tecnologia”, contando também com a presença de um representante da Associação de Municípios do Distrito de Évora.
Durante toda a tarde, estará presente no recinto a Unidade Móvel do Projecto Évora Distrito Digital, estando ainda agendado uma “Game Party” com jogos e prémios para todos os participantes.
Consciente da importância das novas tecnologias de informação e comunicação nos dias de hoje, a autarquia local promove este evento e convida todos os munícipes a estarem presentes.
Gabinete de Imprensa - CM Alandroal

Vide programa completo publicado dia 13

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COMENTÀRIOS EM PÉ DE PÁGINA - RUBRICA DE ANTÓNIO BERBÉM

Pela terceira semana consecutiva o Alandro al publica a crónica do Dr. António Berbem denominada “COMENTÁRIOS EM PÉ DE PÁGINA”.
Não posso deixar de ter uma palavra de agradecimento e de admiração pela disponibilidade deste nosso conterrâneo, que tão amávelmente cede uns minutos do seu precioso tempo, para aqui deixar as suas ideias e parte do seu saber; por isso o meu agradecimento.
A minha admiração, pela sua frontalidade, trazendo aqui assuntos que,por polémicos, muitas das vezes se opta pela sua não abordagem.
Alternando com verdadeiras aulas de conhecimento, e não desistindo pelos comentários muitas vezes desfavoráveis, mostra que continua a pugnar por um Alandroal cada vez melhor.
Esta semana fala-nos de:

IMPOSTURAS POLITICAS INTERNACIONAIS

Não é preciso ter uma formação por aí e além, para perceber (de acordo com M. Weber) que a civilização ocidental tem vindo a afastar-se, progressivamente, no seu percurso mais recente, da racionalização das estruturas da vida social e económica. É por isso que costuma dizer-se que, no cenário internacional, domina a lei da selva e a lei do mais forte (T. Hobbes). O possível regresso ao estado natureza. E ao caos internacional (S. Huntington).
Em bom português, “ao salve-se quem puder”.
A prova, surge-nos evidente nesta passagem do milénio, terminada a guerra fria, derrubado o muro, mais de meio século após o exclusivo domínio mundial das duas superpotências, quando apenas se apresenta como viável, no horizonte político internacional, um tipo, dito diferente, de regime e componente “acelerada” do novo sistema de relações internacionais em exercício. Já lhe chamaram, por exemplo, um “regime globalitário”, dominado desta vez pelo poder unilateral da superpotência imperial sobrante. Qual império romano, diríamos, em fatal regresso?!
Quanto aos dogmas em que se baseia, esta vocação e impostura imperial são por demais conhecidos: globalização, e/ou mundialização da economia, o uso de uma língua global, pensamento único, mercado(s) e democracias unicamente à moda ocidental. O conjunto, claro, assemelha-se a um credo religioso. O credo do neoliberalismo que, aliás, na sua essência, implicará a adopção de novas e extensivas práticas fundamentalistas tais como o uso desigual das novas tecnologias, a desregulação do mercado laboral, o papel opressivo das multinacionais. Em duas palavras: a submissão neoliberal.

Deste modo, a ser assim, “a aldeia global” não pode nem tem de admitir políticas económicas diferentes das políticas liberais ou neoliberais, subordinando, por exemplo, os Direitos Humanos à competição económica mais desenfreada e imoral. Bem como ao predomínio das leis ditas pós capitalistas em aliança com a livre circulação de capitais entre mercados financeiros. Que estendem tentáculos de Nova Iorque até Londres, passando por Berlim ou Tóquio. Da América à Ásia, tocando cada vez menos a velha Europa.
Uma coisa, por conseguinte, é certa: a História regista que após séculos de economia agrária e apenas três ou quatro de economia industrial, estamos em pleno domínio dos instrumentos e mecanismos de «pura» economia financeira. A mesma que passou a servir para multiplicar e engordar capitais especulativos fabulosos sem a contrapartida de fazerem investimentos geradores de novos postos de trabalho e de empregos. O que serve para explicar também a febre das deslocalizações selvagens. Face às quais Portugal é já uma das grandes vitimas.
Como se isto já não bastasse, outro dos principais perigos deste tipo de globalização, é o de que, em simultâneo, se vêm destruindo os fundamentos do Estado Nação, diminuindo-lhe os poderes internos e internacionais, sendo de assinalar que os Estados já perderam a capacidade de se imporem… ou oporem aos efeitos dos mercados financeiros com alcance e poder mundial.
Daí que, os governos nacionais, acabam quase sempre por se deixarem telecomandar por organizações “apropriadas” como é o caso do FMI, do Banco Mundial ou da O.C.D.E. Ou, de outros Bancos, com intervenções continentais espalhados pelos demais continentes.
Acrescenta-se que, na Europa, da qual Portugal é parte integrante através da União Europeia, desde a aplicação dos célebres critérios de convergência de Maastricht, estes passaram a exercer um verdadeiro controlo sobre as políticas internas de cada estado, fragilizando ainda mais a coesão social das democracias nacionais. Subordinando-lhe e sufocando os Orçamentos como, de resto, é claramente visível no Caso de pequenos países como é o nosso.
Seguindo este esquema e face à supremacia das leis financeiras e do mercado, acresce um outro dado: a impotência da autonomia da política e do poder interventivo quer dos governos quer dos cidadãos responsáveis. Aos quais apenas passou a sobrar… a escapatória de procurarem adaptar-se às circunstâncias políticas em rápida mudança.


UM PONTO DA SITUAÇÃO
Sobre esta lógica infernal dos regimes globalitários e dos grandes actores especulativos, leva-nos pois a verificar, por exemplo, que 200 das principais empresas da galáxia terrena, representam mais de um quarto das actividades económicas mundiais.•
Um exemplo: o volume de negócios da General Motors, é mais elevado do que o produto nacional bruto de países como a Dinamarca. Ou como o de Portugal.
Convém acrescentar que os fenómenos da globalização/mundialízação, da concentração económica e dos capitais (Norte vs Sul, Oeste vs Leste) agravam, ainda sem se saber em que medida, as desigualdades económicas, de país para país, de região para região. De continente para continente. Como, é bastante evidente, no caso da abandonada e agora, diariamente, humilhada África negra. Um fenómeno datado e em evidência, pelo menos, desde os meados do século passado.
• Sendo assim e para além “deste perverso manto das aparências”, será que o Mundo vai bem? Onde estão os princípios e a pratica dos imperativos políticos e sociais que tornem menos Injusto este estado de coisas? Que é feito da ideia de Um NOVO ou novos contratos sociais à escala mundial? Até onde se podem agravar ou mesmo Explodir as tensões mundiais? E como devem ser encarados os problemas contínuos da paz e da guerra em Relações Internacionais? Ou da segurança do Mundo? Chegar-nos-á aceitar para o FUTURO a supremacia e o poder militar de uma ou mais do que uma superpotência global sem, por exemplo, reformular e organizar a governança do Mundo em moldes verdadeiramente democráticos?

• E se, no caso dos EUA, estes não estiverem à altura das responsabilidades já durante este século (como, de resto, aconteceu sempre com todos os impérios mundiais anteriores), O que é que de Mais Grave, poderá ainda acontecer ao Mundo inteiro devido a mais esta Impostura da Política Internacional?...
A VIRAGEM

E a alteração desta situação, estará apenas em saber e reconhecer como afirmou Pierre Bourdieu em entrevista ao «Der Spiegel» que os políticos e os “economistas” muitas vezes se enganam e fazem balanços Socialmente falsos.
• Ou até mais do isso e ainda mais grave: será que os políticos e economistas ignoram os custos económicos e sociais gerados pelas medidas de austeridade que cegamente impõem. Não será asfixiante o luxo… dos Lucros e economicismos neoliberais que dominam o Mundo? Neste contexto, de âmbito mundial, não seria, enfim, preferível compreender que as despesas para combater as múltiplas consequências das guerras, do desemprego e subemprego, à escala global, são efectivamente mais caras do que a preservação e a existência própria do Estado Social com espectro universal minimamente justo? Para quando, perguntamos, o exercício corrente e Coerente de uma ética e moral efectivamente democráticas dirigida ao mundo inteiro?

ANTÓNIO NEVES BERBEM,
Outubro, 2006.

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CRÓNICAS DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA/FM

Uma colaboração da: Rádio Diana/FM

A Reforma da Segurança Social
José Faustino

Segunda, 16 Outubro 2006
Há mais de trinta anos, previa-se um assustador crescimento da população mundial. Hoje sabemos que o crescimento populacional não foi assim tão grande como isso, havendo mesmo zonas onde a tendência é inversa como é o caso da Europa. O nosso sistema de Segurança Social foi idealizado nesse pressuposto de crescimento demográfico, a população activa descontava para a reforma dos aposentados, as gerações seguintes descontariam para os actuais contribuintes quando estes se reformassem e por aí sucessivamente.
Como a população ia crescendo haveria sempre mais contribuintes do que beneficiários.
Mas agora a verdade é outra, cada vez há menos nascimentos e a esperança de vida aumentou, o número dos que descontam é inferior ao número dos reformados, invertendo-se assim a situação, passando a receita a ser inferior à despesa, e por isso o sistema da Segurança Social tende para a falência.
Foi perante este cenário que há cinco anos o Governo de então empreendeu a primeira reforma do sistema, prevendo-se, nessa altura, a sua sustentabilidade por mais de trinta anos.
Passados apenas cinco nova reforma se prepara agora para cinquenta anos.
Não critico esta reforma, seria até irresponsável se o fizesse, pois alguma coisa tem de ser feita. Digo apenas que esta ainda não é a reforma de fundo necessária da Segurança Social, apenas se estão a adiar os problemas por mais alguns anos. Até quando? Logo se verá.
Diz-se que o actual sistema de repartição é mais justo e solidário do que o de capitalização. Não estou de acordo.
Mais solidário talvez seja, mas mais justo não é, especialmente para aqueles que iniciam agora o seu regime contributivo que de certo apenas têm os seus descontos, permanecendo sempre a dúvida sobre a reforma de que um dia beneficiarão.
O sistema de capitalização é mais justo pois permite a cada contribuinte acompanhar a evolução dos seus descontos garantindo a sua própria reforma.
O sistema de capitalização, ao contrário do que alguns dizem, pode e deve, na minha opinião, continuar no âmbito da Segurança Social Pública não tendo forçosamente de passar para o sector privado.
A grande dificuldade de implementação deste sistema está na fase de transição, mesmo através dum sistema misto não será fácil, pois os descontos não podem ir simultaneamente para dois sistemas distintos.
A transição só poderia ser feita com dinheiro vindo de outro lado. Como o Estado não o tem, teria de recorrer ao endividamento público que actualmente já é bastante elevado, ou à venda de património público se é que ainda há alguma coisa para vender, ou às privatizações, mas também aí já não há muito para privatizar, ou ainda ao aumento de impostos o que é praticamente impossível. Não é pois fácil mudar o sistema.
Por isso são compreensíveis as medidas agora apontadas para a reforma do actual sistema, mas o que já não se compreende é que apesar das evidências e de tudo já ser do conhecimento publico se continue a recorrer à mentira e à demagogia para iludir a realidade.
Reafirmo: O sistema de capitalização é muito mais justo do que o sistema de repartição; A implementação deste sistema não implica forçosamente a privatização da Segurança Social; Mais tarde ou mais cedo, quando os economistas encontrarem uma solução para a transição, este será o sistema usado.

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CORREIO RECEBIDO

Enviado por: Francisco.M.Silva

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TOIRO: LIVRO DE 300 FOTOGRAFIAS

O Grupo de Forcados de Montemor e o repórter fotográfico Francisco Romeiras desenvolveram durante as três últimas épocas, o projecto de um livro de fotografia (mais de 300 fotografias) que, ilustrasse em todo o seu potencial e esplendor, a Festa dos Toiros em Portugal.
Os momentos fotográficos apresentados, procuram relatar a grande relação e diálogo que o toureiro tem com o toiro bravo, dando a conhecer o espectáculo dos toiros e os seus principais intervenientes. Este livro está à vendas na Livraria Fonte de Letras (em frente à Câmara de Montemor-o-Novo)

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DESPORTO EM MONTEMOR

Enviado por: logo_baixo.gif

G.D.MONTEMOR LIDERA SÓ COM VITÓRIAS

3ªJORNADA

GD MONTEMOR 6-Sonâmbulos-1
INDEPENDENTES 3-U.Algarve-1
Lagoa 4-Praiense-5
Torpedos 7-Sapalense-3
V.Setúbal 7-ALMODOVARENSE-5
Pantufas 4-Olivais-4
Porto Santo 2-Castelo-2

CLASSIFICAÇÃO

1-GDMONTEMOR-9
2-Pantufas-7
3-INDEPENDENTES-7

Enviado por : gussimbolo.gif

NACIONAL DE JUNIORES-6ªJORNADA

Despertar 5-JUVENTUDE-0
U.MONTEMOR 0-Farense-4
Corroios 2-C. Piedade-1
Atlético 2-Luso Barreiro-0
Barreirense 4-Quarteirense-1
Sesimbra 3-Olhanense-0

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Enviado por: rugby.jpg

RUGBY CLUBE DE MONTEMOR VENCE EM BELAS

Num jogo de preparação a equipa sénior do Rugby Clube de Montemor deslocou-se a Belas onde venceu por 10-5.
Este foi um excelente resultado já que o Belas é o campeão da 2ªDivisão. Este foi mais um jogo para preparar a participação da equipa no campeonato que se aproxima.

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CRÓNICAS DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA/FM

Crónica de António Leitão

Lawrence é um economista, assessor do ministro das finanças inglês, que se senta um dia na mesa de café de uma rapariga sozinha, de aspecto suave e tranquilo. É um homem perto dos 60 anos, tímido e solitário, infeliz mas com “música no coração” (que é uma forma poética de dizer que, na sua austeridade, havia uma falta sentida: de entendimento amoroso e de bem-estar na tensão entre o seu conhecimento profissional dos males do mundo e a realpolitik a que estava sujeito). Tinha um sonho recorrente: aparecia um dos míticos membros dos Rolling Stones e convidava-o para tocar com eles; mas ele não podia, estava agarrado por responsabilidades numa vida que não controlava.
Ao fim de alguns encontros, sem um mínimo de cautela, convida a adorável rapariga para o acompanhar à capital da Islândia, a uma cimeira dos G8 em que a Grã-Bretanha ia ter um papel dominante. Aí, ela revela-se, escandalosa, como uma radical anti-globalização, conseguindo perturbar as consciências dos presentes ao confrontá-los com realidades como, por exemplo, que morre 1 criança a cada 3 segundos por pobreza extrema.
Os acontecimentos levam ao pedido de demissão de Lawrence mas também a um volte-face nas decisões finais da cimeira, com uma extraordinária e imprevisível reformulação da política dos países mais ricos do mundo, para acabar com a pobreza extrema. Na discussão em plenário, o ministro das finanças inglês tinha feito uma declaração impetuosa: que não escolhera uma vida dedicada à política para conservar situações de injustiça social e que aquele era o momento ideal par marcar a diferença. Tudo acaba em bem, inclusive para Lawrence – que parece ganhar bastante em termos pessoais, com uma confiança em si próprio que aparentemente nunca tinha tido.
Evidentemente, a história deste filme é uma espécie de conto de fadas. Na realidade, os representantes G8 não estão mandatados para esquecer os interesses dos povos que representam; por outro lado, é consensual que qualquer política de apoio a Estados pobres e corruptos tende a enriquecer a sua elite dominante; mas há um ponto radical que fica marcado: a excessiva desigualdade entre seres humanos é insuportável. Shame on you, disse “A rapariga do café”. Ou seja, tenham vergonha aqueles que não se importam com a desigualdade extrema entre seres humanos.
Este filme traz-nos a uma questão central dos nossos dias: o comunismo falhou como procura da felicidade dos povos, mas o neo-liberalismo, ao promover as iniciativas individuais com um mínimo de restrições e apoiando-se em forma sofisticadas de corrupção – é preciso dizê-lo frontalmente – agrava as grandes desigualdades entre pessoas e entre povos e é, também já, um falhanço na busca de felicidade global. Continua a ser necessário um aparelho de Estado que cobre impostos com justiça e eficácia e que tenha competência para os usar na manutenção de uma relativa justiça social, onde os falcões não engordem demasiado com as pombas que comem ao pequeno almoço.
Voltamos a uma questão fundamental: hoje, como sempre nos últimos 2 milénios, o pensamento europeu está na berlinda. Num mundo marcado pelas ideias, pela filosofia da Europa, desde o tempo dos gregos, do império romano e do cristianismo, a Europa continua a ser o motor – vontade e intensidade – para orientar o mundo. A transferência imperial para os Estados Unidos da América falhou e não faz sentido criar agora uns Estados Unidos da Europa, sucedâneo enfraquecido e sinal de provável desistência ética.
Ser europeu hoje parece ser assumir a universalidade da espécie humana, pensar de forma ética em termos globais. Depois do que se aprendeu no século XX, evitar grandes idealismos. Sem esquecer os interesses económicos, procurar integrá-los num projecto político de entendimento mundial. A globalização é irreversível (note-se que começou com os descobrimentos portugueses), mas não pode ser demasiado acelerada por interesses económicos gananciosos. O desenvolvimento do cérebro humano não acompanha essas pressas e um tal desequilíbrio activa potentes pressões emocionais e pode levar a catástrofes. Para as evitar, o “mercado livre” tem de ser regulado politicamente.
Vai talvez neste sentido o discurso do 5 de Outubro do nosso Presidente da República, ao apelar a uma “ética republicana”. É magnífico que o Prof. Cavaco Silva tenha aprendido, desde os anos 80, que um país corrupto leva a um pensamento corrupto e a uma educação corrupta das novas gerações e que essa é a principal causa de uma sociedade doente. 25 anos mais tarde, o Prof. Cavaco Silva tem uma grande tarefa à sua frente para relançar Portugal (de uma forma bem demarcada do movimento de empresários liberais designado Compromisso Portugal, que cheira demasiado a oportunismo). Foi-lhe dada uma 2ª oportunidade para marcar a história do seu país e talvez da Europa a que pertencemos – o que é raro e precioso.

Diáriamente na:

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outubro 15, 2006

FUTEBOL DISTRITAL

TAÇA DISTRITO DE ÉVORA

PRÉ – ELIMINATÓRIA

Resultados:

Santiago Maior prossegue na prova

Viana 2 – Bairro Santo António 1
Canaviais 0 – Torre de Coelheiros 1
Perolivense 0 - Santiago Maior 0 ( 2 – 4 - grandes penalidades)
Fazendas do Cortiço 0 – União Montemor 7

O Futebol Distrital no Alandro Al é patrocinado pela:

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Publicado por tata em 06:00 PM | Comentários (2) | TrackBack

ACIDENTE VITIMA G.N.R. DO CONCELHO

Foto e notícia do Correio da Manhã

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Acidente: moto abalroada por trás explodiu
Motard da BT morre na estrada

Alexandre M. Silva

O soldado Rodrigo Mendes tinha iniciado há quatro minutos, de moto, a escolta de um veículo de grandes dimensões. Ainda não tinha percorrido dois quilómetros na Auto-Estrada 6, na zona do Caia, quando foi violentamente abalroado por trás. Teve morte imediata. O desastre deu-se pelas 0Oh15
A vítima mortal, de 29 anos, solteiro e residente em Montejuntos (Alandroal), seguia na traseira do camião de grandes dimensões ao lado de outro ‘motard’ da Brigada de Trânsito que só por sorte não foi apanhado no acidente. Ambos traziam ligadas as luzes azuis das motos. O condutor que provocou o desastre, António Ribeiro, de 40 anos, residente em Elvas, funcionário da Inspecção Tributária das Finanças de Évora, estava alcoolizado: acusou uma taxa de álcool de 1,77 gramas – quase quatro vezes superior à permitida por lei.
O militar foi projectado violentamente contra o solo e a moto, que tinha sido atestada com gasolina na fronteira do Caia, explodiu e ficou a mais de 150 metros do local do embate. O pesado, que transportava equipamentos para aerogeradores, prosseguiu viagem em direcção a Sobral de Monte Agraço.
O militar tinha colete reflector, a moto tem luzes rotativas, assim como a moto do outro militar e o veículo pesado. Não existem explicações para o sucedido pois não era difícil vê-los”, disse o comandante da BT de Évora, capitão Gonçalves. O condutor foi ontem presente ao Tribunal de Elvas. Saiu em liberdade obrigado a apresentar-se semanalmente na esquadra da PSP de Évora.
Rodrigo Mendes vivia numa família de militares. O pai, aposentado, prestou serviço no posto da GNR de Alandroal. O irmão é também guarda no Serviço de Protecção da Natureza do Destacamento de Reguengos de Monsaraz. “O meu filho sempre quis ser da GNR. Estava há seis anos na Guarda e era muito cuidadoso quando conduzia”, disse ao CM o pai, António Mendes, lavado em lágrimas.

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outubro 13, 2006

CORREIO RECEBIDO

Como qualquer Cidadão Português, e principalmente por ter ascendência dessa maravilhosa Região Portuguesa, que é o Alentejo, mais concretamente”O NOSSO ALANDROAL”, não posso deixar de demonstrar a minha humilde opinião, quanto mais não seja, por ser”QUASE ALANDROALENSE”, ou como se diz por aí na nossa gíria”TENHO AS COSTELAS ALENTEJANAS, NOMEADAMENTE DO ALANDROAL”.
Antes de mais, venho por este meio louvar este blog, que retirou o Alandroal do anonimato, levando ao lar de tantos Alandroalenses espalhados por esse país fora, e até aos lugares mais longínquos deste imenso Mundo.
Gostaria de salientar ainda o facto, do excelente desempenho da Instituição que é a Câmara Municipal do Alandroal, (independentemente do Partido Político, que se encontra a gerir a mesma, pois acima de tudo nesse assunto, há que ser apartidário) que tanto respeito me merece, no desenvolvimento da Vila no que concerne aos problemas sócio-económicos, culturais, históricos, entre outros, com a qual esta edilidade se tem “batido”arduamente, e desde sempre. Não nos esqueçamos, como é óbvio, de todos os outros Alcaides e Presidentes que pela mesma “passaram”, e que deixaram igualmente a sua Obra.
Reportando-me, ao assunto que tem provocado algum celeuma, ou “azia”, se assim lhe podemos designar, nomeadamente, relativo ás Festas do Alandroal, em que alguém AFIRMOU que toda ela, na sua temática cultural, estaria mal organizada, que foi demasiadamente cara, discordo peremptoriamente por três razões:
1. –Ao longo dos últimos anos, a Festa do alandroal tem vindo a ser realçada pelos meios de comunicação social(e mais uma vez, foi com todo o gosto, que vi e ouvi falar da qualidade da mesma, pelos meios que acima mencionei), e até mesmo elevada como sendo das melhores do nosso País, a que Vilas e Aldeias diz respeito, com o seu custo…evidentemente;
2. –no que se refere à qualidade da Festa e paralelamente ao custo, saliento o facto que comparativamente a outras Festas similares, que decorreram por esse País fora, o custo, poder-se-á afirmar…”que até ficou muito em conta”;
3. –Quanto à adesão do público em geral, bom…então aí, ao que me constou, segundo fonte fidedigna, parece que a Festa foi no mínimo ALEGRE, DINÂMICA, VERSÁTIL e “MUITO BEM COMPOSTA”, como tem vindo a ser seu apanágio, e mais adjectivos qualificativos não encontro, sob pena de não conseguir elevar suficientemente, a mesma, ao que realmente mereceu;

Queria realçar ainda a minha humilde intervenção neste blog, com um conselho,…não o utilizem como meio de demagogia e afectação política e/ou ideológica, e como “alguém o referiu, e muito bem, como “veículo de transporte”de ofensas pessoais, muitas vezes “metralhadas”para diversas direcções, a maioria das quais fazendo-nos recordar, comparativamente à nossa História Contemporânea, a não muito longínqua”GUERRA FRIA”.
Faço mais uma observação, a crítica tem sempre duas vertentes, como todos nós sabemos, a construtiva, ou seja, aquela em que com todo o direito e dever cívico devemos apontar os erros, apresentando alternativas, soluções. E claro, a mais fácil… a destrutiva que tem como um e único objectivo, derrotar, humilhar e especular. Infelizmente, foi esta última a que foi veiculada por “alguém”.
Para finalizar, evoco uma das”Figuras”, ou se preferirem, “Personagem”, do nosso SUPRA-SUMO, da nossa Literatura,…”OS LUSÍADAS”. Quem não se lembra do “VELHO DO RESTELO”, que é contemplado num dos Cantos da OBRA? Pois bem…há sempre, e desiludam-se os UTÒPICOS, pois por muito boa que seja a OBRA de um “GRUPO”, ou de um “HOMEM”,, continuará sempre a pairar o “FANTASMA DE UM QUALQUER VELHO DO RESTELO”.
Por vezes, nem chegam a ser do Restelo…talvez mais do Desterro.

P.S – Na minha maneira de pensar…”OS MEIOS NÃO JUSTIFICAM OS FINS”

Ass. Hélio Gomes (filho do João Gomes e da Liva)
Abraço a todos os Alandroalenses

Publicado por tata em 06:22 PM | Comentários (2) | TrackBack

SEMANA DA CIÊNCIA & TECNOLOGIA NO ALANDROAL

Game Party, Demonstração de Robótica, debates, inauguração do hotspot local e muito mais…
A Câmara Municipal de Alandroal promove, entre os dias 17 e 20 de Outubro, no Fórum Cultural Transfronteiriço de Alandroal e Rossio do Arquiz, a “Semana da Ciência & Tecnologia”.
Esta iniciativa integra um extenso conjunto de actividades, com destaque para a inauguração do hotspot (local público de acesso ao serviço Wi-Fi), localizado no Rossio do Arquiz, e para o Encontro de Parceiros do Projecto e-ASLA, do qual o Município de Alandroal é parte integrante.
“Game party”, uma Demonstração de Robótica pelo Núcleo Minerva da Universidade de Évora e INESC Porto (Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores), bem como a presença no local da unidade móvel do projecto Évora Distrito Digital da AMDE com acesso gratuito à Internet no dia de abertura, e ainda a presença diária do CDTI Móvel da Fundação para a Divulgação das Tecnologias de Informação, espaço interactivo de divulgação das tecnologias equipado com 12 computadores com acesso à Internet, impressoras, televisores e vídeo, são algumas das actividades a assinalar esta iniciativa da autarquia local.
De forma a dar continuidade à politica de modernização dos serviços que o Município tem vindo a implementar, a “Semana da Ciência & Tecnologia” pretende proporcionar um contacto prático com as novas tecnologias da informação e comunicação, no sentido de estimular o interesse dos munícipes, em particular das crianças e jovens do concelho, para estas áreas.

em anexo Programa de Actividades

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Gabinete de Imprensa - CM Alandroal

Publicado por tata em 06:15 PM | Comentários (1) | TrackBack

MUSEU FILATÉLICO DO ALANDRO AL

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75 anos da Aparição de Fátima

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Animais em via de extinção - Lince da Malcata

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CRÓNICAS DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA/FM

( In)segurança
Hélder Rebocho

Quinta, 12 Outubro 2006
Em menos de uma semana ocorreram em Portugal duas situações de violência envolvendo militares da G.N.R. e criminosos.
No primeiro caso, o militar disparou contra um carro que perseguia e matou o seu ocupante.
No segundo, ocorrido no passado domingo os militares da G.N.R. encetaram outra perseguição a um carro furtado, que terminou com disparos contra o veículo. Um dos seus ocupantes foi atingido a tiro e ficou em estado grave.
Em torno destes acontecimentos voltam a discutir-se questões como a segurança, os excessos da actuação policial e a dialéctica da vitimização, nuns casos do criminoso, noutros do agente policial.
Entre as opiniões que em torno da questão se vão formando, temos por um lado a grande maioria dos cidadãos que sente na pele a insegurança gerada pela crescente espiral de criminalidade, sobretudo a mais violenta, que pugna pela defesa da actuação dos militares da G.N.R., e por outro a prol de defensores dos direitos humanos e da legalidade, que acusa as forças policiais de excessos no cumprimento das suas funções.
Para os primeiros estamos perante uma circunstância em que aqueles militares se limitaram a cumprir o seu dever de zelar pela segurança dos cidadãos de bem, ao passo que para os segundos estamos confrontados com crimes praticados por agentes das forças de segurança no exercício das suas funções.
A culpa será dos criminosos, para uns, e dos militares da G.N.R., para outros.
Para mim a culpa é do estado, deveria ser este o arguido e não os militares autores dos disparos.
Na verdade, a salvaguarda da segurança dos cidadãos e da ordem pública é tarefa fundamental do Estado, no entanto, porque estamos em época de desinvestimento nos sectores fundamentais, não se dá formação às forças de segurança, não se reforçam contingentes e entregam-se armas e material próprios para abate e cada vez mais se enfraquece o poder da autoridade
Depois quando situações destas acontecem, os verdadeiros culpados, empurram a responsabilidade para cima dos operacionais, abrem-se inquéritos, correm processos judiciais e condenam-se os menos culpados, aqueles agentes e militares que são enviados para as ruas, sem preparação nem meios adequados para cumprirem eficazmente as suas funções, colocando em risco muitas vezes a própria vida.
A garantia da segurança e ordem pública não se compadece com a utopia de agentes policiais desarmados, mas também não é menos verdade que num estado de direito democrático o uso da força deve ser exercido dentro de critérios de proporcionalidade de acordo com os ditames da prudência e ponderando os interesses em conflito no caso concreto.
A conjugação destes factores é tarefa do Estado, sobretudo ao nível da formação contínua e treino dos agentes da P.S.P e militares da G.N.R.
Mais do que reprimir os militares infractores é necessário implementar uma cultura preventiva para evitar mortes desnecessárias, quer de um lado, quer de outro.
No domínio da segurança, como em tantos outros, o Estado escuda-se atrás de bodes expiatórios, cultivando nos criminosos uma sensação de impunidade, criando nos cidadãos um sentimento de insegurança e nas forças policiais um complexo de falta de autoridade.
Não tenho dúvidas que no cenário actual têm as forças de segurança mais receio de agir do que os próprios criminosos, quando a lógica, afinal, deveria ser a contrária.
É importante reflectir porque caso não se inverta esta tendência ninguém se poderá queixar se um dia os militares da G.N.R. ou os agentes da P.S.P. virarem a cara para o lado ao depararem com a prática de um crime, porque nesse momento serão colocados perante um dilema, se intervêm privados do uso da força põem em risco a própria vida, se actuam correm o risco de atingir o pobre “criminoso” e passarem eles próprios a criminosos, entre as duas hipótese é melhor não dar a escolha ao diabo e optarem, apenas, por olhar para o lado fixando a sua atenção no automóvel mal estacionado em cima do passeio.

Cortesia da:

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Publicado por tata em 05:51 PM | Comentários (0) | TrackBack

CINE CLUBE DOMINGOS MARIA PEÇAS

A SENHORA DA ÁGUA

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Cleveland Heep (Giamatti) salva uma jovem misteriosa (Howard) de perigo e descobre que esta é uma personagem de uma história infantil que se encontra na complicada jornada de retornar do nosso Mundo para o dela. Cleveland, que se apaixona pela jovem, trabalha conjuntamente com os seus inquilinos para proteger a sua nova e frágil amiga de criaturas mortíferas que estão determinados a impedir o seu regresso a casa.

Realização:M. Night Shyamalan
Elenco:Paul Giamatti; Bryce Dallas Howard; Jeffrey Wright; Cindy Cheung; Bob Balaban; Sarita Choudhury; M. Night Shyamalan; Freddy Rodríguez; Bill Irwin; Mary Beth Hurt; John Boyd

Visite o site: http://ladyinthewater.warnerbros.com/

Publicado por tata em 05:39 PM | Comentários (0) | TrackBack

O QUE INTERESSA SOBRE O ALENTEJO

Central termoeléctrica a biomassa florestal no Cercal do Alentejo


A Câmara Municipal de Santiago do Cacém aprovou a concessão de um terreno com 20 mil metros quadrados, localizado no parque industrial de Cercal do Alentejo, para a instalação da única central termoeléctrica a biomassa florestal prevista para o Baixo Alentejo.
http://www.fabricadeconteudos.com/

Mais de um terço com “net”

A IDC estima que o número total de pessoas que utilizavam “net” em Portugal ascendia a 4,9 milhões em 2005 e admite que se verifique um crescimento de 10% ao ano até 2010.

A percentagem de famílias portuguesas com Internet em casa não excedia os 36% em 2005 e a dos lares com computadores pessoais era de 45%, segundo um estudo da consultora IDC.
Em Lisboa, os lares com computador pessoal atingem um máximo nacional de 84%, com 72% das famílias a dispor de acesso à “net”, 81% das quais em banda larga (58% do total). No outro extremo está o Baixo Alentejo, onde os dados da IDC revelam que só 7% dos lares têm computador e apenas 5% ligação à Internet.
http://www.jornaldamadeira.pt/

Exportações de vinhos do Alentejo para Angola aumentaram

Dados da Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA) mostram que, nos últimos anos, as exportações de vinhos do Alentejo para Angola aumentaram de forma significativa, com o mercado angolano a passar para o segundo lugar na lista dos países importadores de vinhos alentejanos.
http://www.fabricadeconteudos.com/

Rota dos Vinhos do Alentejo tem nova brochura

A Rota dos Vinhos do Alentejo tem uma nova brochura promocional, disponível em português, inglês, francês, alemão e castelhano.
Ao longo de 44 páginas desfilam as 48 adegas que se distribuem pelas três Rotas dos Vinhos do Alentejo: Rota de S. Mamede, Rota Histórica, e Rota do Guadiana.
A primeira coincide parcialmente com o Parque Natural da Serra de S. Mamede, cuja paisagem é uma das suas atracções, e inclui sete adegas em localidades como Castelo de Vide, Marvão, ou Portalegre, estendendo-se bem para além do Parque Natural, passando pelo Crato, Alter do Chão, e outras localidades, até Monforte.
A Rota Histórica, a mais extensa, contempla nada menos que 29 adegas, numa área triangular definida por vértices em Elvas, Montemor-o-Novo, e Reguengos de Monsaraz.
Finalmente, a Rota do Guadiana, com doze adegas, passando por localidades como Viana do Alentejo, Alvito, Vidigueira, Cuba, Beja, e Moura, entre outras.
http://www.turisver.com/

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COLABORAÇÃO DO JOÃO SANTOS

NATAÇÃO:ATLETAS DE MONTEMOR-O-NOVO EM SESIMBRA

Quinze atletas da Escola de Natação de Montemor-o-Novo participaram na clássica Travessia da Baía de Sesimbra no passado dia 5 de Outubro, numa prova que tinha no total de 225 participantes. Apesar da bravura do mar que naquele dia marcou toda a prova a equipa montemorense consegui bons resultados, destacando-se os 32 minutos do atleta Carlos Varela.

PROVA DE JET-SKY NO CIBORRO(MONTEMOR-O-NOVO) FOI UM SUCESSO

Realizado nos dias 07 e 08 de Outubro na Barragem da Ataboeira no
Ciborro/Montemor-o-Novo o Campeonato "SCA Delta Cafés 2006", a contar para a Taça de Portugal foi um sucesso!
Mais de quarenta skiadores inscritos para as três mangas de slalom (2 no Sábado e 1 no Domingo) participaram nesta prova. Tivemos a estreia de muitos atletas alguns dos quais já com muitas esteiras de ski!!!
E como as imagens ajudam muito mais do que as palavras veja as fotos no site
http://www.skiclube-alentejo.com

Publicado por tata em 05:22 PM | Comentários (0) | TrackBack

outubro 12, 2006

FUTEBOL DISTRITAL

Pausa nos Campeonatos para dar lugar à Pré-eliminatória da Taça de Évora
Com os seguintes jogos:

15/10/06 – 15 horas

Sporting de Viana – Bairro Santo António
Canaviais - Torre de Coelheiros
Perolivense – Santiago Maior
Fazendas do Cortiço – União de Montemor.

Distrital de Juvenis:

14/10/06 – 15 horas

Calipolense – Atlético
Terena – São Pedrense
Sport Lisboa Évora – Borbense
Rio de Moinhos – Estrela
Lusitano – União
Sporting de Viana – Portel.

Distrital de Infantis – Futebol de 7 – Série A

14/10/06 – 10,30 horas

Atlético – Lusitano
Alandroalense – Borbense
Redondense – Sport Lisboa Évora.

Disciplina:

Alandroalense: Luís Romão : repreensão por escrito; Luís Dias : advertência.
Santiago Maior: Nelson Martins : repreensão por escrito; Arlindo Rodrigues: advertência.
A título de curiosidade no “polémico” União – Calipolense:
Calipolense: Nelson Saramago, Carlos Lourinho, Ricardo Ferro, Paulo Lobo, António Lopes: repreensão por escrito; José Parraça, Fábio Tracanas e Paulo Palma: advertência.
União: Luís Pisco: 2 jogos de suspensão; Jorge Roque e André Repolho: 1 jogo de suspensão; João Vieira repreensão por escrito; Luís Seatra: advertência.

Informação:

Cursos de Candidatos a árbitros de futebol de 11
Condições de admissão:
Idade entre os 14 e os 31 anos
Residir no Distrito de Évora
Escolaridade mínima obrigatória
Inscrições abertas até dia 13 de Novembro de 2006.
Inscrições em Évora-Estremoz-Reguengos de Monsaraz- Vendas Novas.
(Se precisar de mais informações contacte-nos via e-mail, enviar-lhe-emos ficha de inscrição).

O Futebol Distrital no Alandro Al é patrocinado pela:

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Publicado por tata em 08:42 PM | Comentários (0) | TrackBack

NOTÍCIAS C.M.A.

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Cartaz referente à “SEMANA DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA” que irá decorrer no Alandroal de 17 a 20 de Outubro.
Em breve publicaremos notas referentes a este evento.

(cartaz enviado pelo Gabinete de Imprensa C.M.A.)

Publicado por tata em 06:37 PM | Comentários (5) | TrackBack

J.S.A.

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Juventude Sport Alandroalense
Alandroal | fundado em 1981

Informação Geral
Nome Alandroalense
Ano de Fundação 1981
Presidente Manuel Fialho

Marca Equipamento Omino
Patrocínio Habisaraz
Época Anterior: 2º Classificado Campeonato Distrital de Évora - Divisão de Honra

Época 2006/2007:

PLANTEL:

Filipe Galvão Guarda-redes
Luis Dias Guarda-redes
Luis Pernas Guarda-redes
Claudio Velhinho Defesa
Ricardo Defesa
Rui Brito Defesa
Chão Quente Defesa
Paulo Pires Defesa
Luis Camoesas Defesa
Romão Defesa
Valadas Médio
Joãozinho Médio
Pino Médio
Cabé Médio
Tati Médio
Litos Médio
Paulo Gervásio Médio
Gonçálo Médio
Janeiro Médio
Zé Rego Avançado
Máximo Avançado
Travancas Avançado


EQUIPA TÉCNICA

Paulo Pires Treinador
Litos Treinador-Adjunto
Matuto Massagista
Manuel Fialho Presidente

Imagens dos últimos jogos:

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jsaquatro.JPG

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(fotos: Paulo Pires)

Publicado por tata em 06:28 PM | Comentários (6) | TrackBack

O QUE INTERESSA SOBRE O ALENTEJO

Baja Anta da Serra 500/Portalegre celebra vigésima edição

Cerca de duas centenas de motos e mais de uma centena de automóveis vão animar, a partir de sexta-feira e até domingo, a Baja Anta da Serra 500/Portalegre, prova que este ano celebra a sua vigésima edição.
Mantendo a estrutura tipo dos últimos anos, a organização conjunta do Clube Aventura e ACP preparou um percurso de mais de 500 km cronometrados para o pelotão das quatro rodas, divididos por uma Super Especial e três sectores selectivos. Por sua vez, as motos realizarão um Prólogo e um sector único com perto de 420 quilómetros em linha.
Para não variar, o catalão Marc Blazquez (Nissan Navara) assume-se como o principal obstáculo à armada nacional, encabeçada por Miguel Barbosa (Nissan Pick Up), Pedro Grancha (Mitsubishi Pajero), Filipe Campos (Renault Proto), João Ramos (Toyota RAV4), Luís Costa (Toyota Land Cruiser) e Alexandre Ré, finalmente a estrear a Nissan Pathfinder do Agrupamento T1.
.No que se refere às motos, a Baja Anta da Serra 500/Portalegre tem a particularidade de decidir ainda quatro títulos nacionais. Na classe principal (TT2), Mário Patrão (Suzuki) subiu ao comando da classificação após o triunfo em Góis, mas dispõe apenas de dois pontos de vantagem sobre Ruben Faria (Yamaha). Ainda mais equilibradas estão as contas da classe TT2, onde Bianchi Prata (Yamaha), Eduardo Vieira (KTM) e Paulo Cardoso (Yamaha) dividem o comando com os mesmos 92 pontos. Assim, só mesmo na classe TT1 é que as contas já foram saldadas a favor de Fernando Ferreira. Os restantes dois títulos serão atribuídos nos Quads, onde Luís Engeitado (Q1) e Simão Correia (Q2) lideram as respectivas categorias. Uma última nota para os regressos de Paulo Marques, vencedor da primeira edição, e Bernardo Vilar ao pelotão das duas rodas, agora inseridos na categoria Veteranos Especial.
http://autosport.clix.pt/

Operadores turísticos do Reino Unido visitam Alentejo

Duas dezenas de operadores turísticos do Reino Unido, que comercializam o destino "Portugal", visitam o Alentejo entre amanhã e sábado, numa iniciativa que vai passar por locais emblemáticos da região e inclui reuniões com empresários do sector.
http://www.opcaoturismo.com/

Publicado por tata em 05:40 PM | Comentários (0) | TrackBack

O ALANDRO AL NO ORIENTE - RUBRICA DE TÓI CAMBETAS

RECORDANDO

Dai saí
mas paree-me ouvir
as pedras da nossa calçada
cheias de murmúrios aflitos
e alegrias de rosas perdidas.

O Granito, meu bairro
que contigo sonho
rompo a barreira do sono
e entro na conversa das pedras,
ando com elas e ouço-as dizer
não pertencer mais ao seu

Levado pelas conrrentezas
dos ventos assuados de nuvens
parto para longe
e aí ficam essas pedras
da calçada, desalinhadas
feita de granito.

Deixo a minha cidade,
o meu Alentejo que tanto amo,
de Évora saio, mas
em meu coração macio
a saudade levo
e na calçada da vida
vou andando, viajando
regressando a outra casa
lá distante, lá para o Oriente
que um dia me recolhe
essa cidade é Macau.

António Manuel Cambetas

Publicado por tata em 05:14 PM | Comentários (0) | TrackBack

NOTÍCIAS DE INTERESSE PARA O ALANDROAL

Acesso livre à internet

Todas as sedes de concelho do distrito de Évora vão passar a ter, a partir deste mês, uma zona de acesso livre à Internet de Banda Larga sem fios, numa iniciativa destinada a combater a info-exclusão. Trata-se, assim, de uma rede regional de «hotspots».
. Os novos pontos de acesso municipal do distrito são inaugurados ao longo deste mês, numa iniciativa que arrancou hoje, com a entrada em funcionamento do “hotspot” de Borba, instalado na Biblioteca Municipal. Arraiolos (largo da biblioteca Municipal), Redondo (Centro Cultural), Alandroal (Fórum Cultural Transfronteiriço), Mora (Casa da Cultura), Vendas Novas (Central de Camionagem), Viana do Alentejo (Piscinas Municipais) e Vila Viçosa (Paços do Concelho) são os concelhos seguintes. Nos últimos dias de Outubro, a partir de 24, são inauguradas as zonas de acesso livre à Internet em Montemor-o-Novo (Arquivo Municipal), Portel (Auditório Municipal), Estremoz (Largo da Câmara), Reguengos de Monsaraz (Auditório Municipal) e Mourão (jardim Municipal). “Nestes locais, centrais em cada uma das localidades, o cidadão, com um computador equipado com placa de rede wi-fi, pode consultar o e-mail, conversar no Messenger, aceder às aplicações da sua empresa ou, simplesmente, ‘navegar’ na Internet a alta velocidade fora de casa”, explica o EDD.
Gratuito... para já

http://www.oprimeirodejaneiro.pt/

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SABIA QUE?

- Quando a barriga dá horas, isto é quando começa a fazer barulho é sinal de falta de alimentos.
O som característico ao ouvido, provém das paredes do abdómen que funciona como um bom amplificador.

- Nas Torres Gémeas de Nova Iorque, no dia 11 de Setembro de 2001, pereceram 343 Bombeiros

- Ultimato é uma palavra de origem latina (ultimatum) que significa – última ordem antes das represálias.

- Ao cozer batatas e para que estas não enegreçam, deve juntar-lhe uma colher de chá de vinagre na água da cozedura.

por: J.P.

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É DISTO QUE O POVO GOSTA...

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CRÓNICAS DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA/FM

Finanças Locais
Eduardo Luciano

Quinta, 12 Outubro 2006
Começaram ontem a ser discutidas, na Assembleia da República, as diversas propostas de alteração à Lei das Finanças Locais.
Esta discussão foi precedida, nas últimas semanas, por uma intensa barragem de títulos e notícias sobre as finanças locais, a solidariedade devida pelas autarquias no combate ao deficit, tudo bem misturado com algumas suspeições sobre as actividades de alguns autarcas (ou caricaturas de autarcas). O ambiente que se pretendia criar propiciava a colocar no banco dos réus da opinião pública, o conjunto do poder local.
A discussão que deveria ser esclarecedora acabou por não o ser. Confundindo-se, propositadamente, conceitos como transferências de meios, penalizações por excesso de endividamento, despesismo ou má gestão de recursos. Tudo para que parecesse óbvia a necessidade de reduzir os meios financeiros das autarquias locais.
É preciso esclarecer que o regime das finanças locais visa a justa repartição dos recursos públicos pelo Estado e pelas autarquias. Não se trata, portanto, de uma qualquer benesse que o governante de serviço possa atribuir ou deixar de atribuir.
As propostas de alterações à Lei 4/98, apresentadas e defendidas pelo partido do governo, visam fundamentalmente reduzir os meios financeiros na disponibilidade das autarquias e dessa forma atacar a autonomia do poder local democrático.
Rapidamente, todos os autarcas de norte a sul e de todos os quadrantes políticos se aperceberam do que estava nas intenções da proposta do governo. Fizeram contas e verificaram que do cruzamento das novas competências que têm vindo a ser transferidas da administração central para a administração local, com a diminuição meios financeiros a transferir, resultava um claro ataque à autonomia e capacidade de intervenção das autarquias que dirigem.
Neste processo vimos alguns autarcas do partido do governo a fazerem verdadeiros exercícios contorcionismo, aparecendo enquanto presidentes de câmara a contestar a proposta de lei e enquanto militantes do PS a defender a necessidade da sua aplicação.
O assunto é sério. No nosso distrito, segundo as contas da AMDE, os municípios perderão, a prazo, qualquer coisa como quase sete milhões de euros, sendo que alguns destes perderão 25% da sua capacidade financeira.
Considerando a importância do trabalho das autarquias locais, na criação de condições de vida dignas para as suas populações e a necessidade de satisfação de um outro patamar de exigências de desenvolvimento local, as alterações à lei das finanças locais deveriam ir exactamente no sentido oposto. No sentido do reforço das transferências para as autarquias locais e do aperfeiçoamento dos mecanismos redistributivos da lei.
Outra alteração que me parece urgente é a garantia da estabilidade da aplicação da Lei. Ninguém planeia com eficácia sem a estabilidade das regras a aplicar.
Provavelmente, usando o poder da sua maioria absoluta e a conivência dos partidos à sua direita, o PS irá aprovar estas alterações.
Teremos menos autonomia local, menos capacidade de investimento e intervenção. Teremos certamente menos democracia.
E por falar em democracia, o poder judicial continua a decidir sobre os processos relacionados com as eleições para a RTE.
No passado dia 9 o Tribunal decidiu dar provimento à providência cautelar interposta pelo presidente da RTE e suspender a eficácia do despacho do Secretário de Estado do Turismo que impunha a realização de novas eleições.
Tudo normal. Tudo como se esperava. Com uma excepção. Não vi publicada na primeira página do jornal local nenhuma notícia sobre o assunto. E impunha-se que assim fosse. Com o mesmo relevo com que foi publicada a notícia do despacho do Senhor Secretário de Estado.
Pode ser que ainda saia.

Até para a semana

Deferência da:

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DESPORTO EM MONTEMOR

Enviado por:

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NACIONAL DE JUNIORES: U.MONTEMOR RECEBE O FARENSE

Na 6ªjornada do Nacional de Juniores o U.Montemor recebe a equipa do Farense,no próximo sábado às 15 Horas. O Juventude de Évora desloca-se a Beja para defrontar a equipa do Despertar, restantes jogos:

Corroios-C. Piedade
Atlético-Luso Barreiro
Barreirense-Quarteirense
Sesimbra-Olhanense

AGENDA DE JOGOS DO U.MONTEMOR DIAS 14/15 OUTUBRO

ESCOLAS: Lusitano-U.MONTEMOR (14/10 às 11H)
INFANTIS: Alcaçovas-U.MONTEMOR (14/10 às 10:30H)
INICIADOS: Canaviais-U.MONTEMOR (15/10 às 10:30H)
JUVENIS: Lusitano-U.MONTEMOR (14/10 às 15H)
JUNIORES: U.MONTEMOR-Farense (14/10 às 15H)
SÉNIORES: Cortiço-U.MONTEMOR (15/10 às 15H

GRUP0UNIA0SP0RT@SAPO.PT>

Enviado por:

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FUTSAL: PRÓXIMO JOGO DO G.D.MONTEMOR

No proximo dia 14 de Outubro às 16Horas no Pavilhão Gimnodesportivo de
Montemor-o-Novo, a equipa sénior do G.D.Montemor recebe a equipa dos Sonâmbulos
de Tavira, na 3ªjornada do campeonato.
Neste jogo estarão presentes duas das comandantes da prova. Os jogos da jornada
são:

Lagoa e Benfica-Praiense
Os Torpedos-Sapalense
V.Setúbal-Almodovarense
Os Pantufas-Vit.Olivais
Porto Santo-Castelo
G.D.Montemor-Sonâmbulos
Independentes-Univ. Algarve

gdmontemor@iol.pt

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outubro 11, 2006

MOTIVOS PARA VISITAR O CONCELHO DO ALANDROAL

anta santa luzia rosario.jpg

Anta de Santa Luzia

(foto José M. Rodrigues - edição C.M.A.)

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DESFILE DE CARROS ANTIGOS

Por : Hugo Calado

Mais uma vez a localidade de Vila Viçosa, foi local de passagem para automóveis antigos, desta vez os calipolenses tiveram oportunidade de ver algumas relíquias da OPEL, tal como podem mostrar as fotografias seguintes:

carrodoisJPG.jpg

carroquatroJPG.jpg

carrotresjpg.jpg

carroum.jpg

texto e fotos: Hugo Calado

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SUGESTÃO PARA UM MUSEU NO ALANDROAL

o ferro do pedrojpg.jpg

O ferro electrico

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O QUE INTERESSA SOBRE O ALENTEJO

Novo Museu de Arte Sacra no Baixo Alentejo

Um escapulário do Rito Maçónico francês e moedas em ouro invocando Alá são alguns "tesouros" do espólio do Museu do Seminário de Beja, que abre hoje.
http://www.rr.pt/

Receitas na hotelaria subiram 7,1 por cento até Agosto

As receitas dos estabelecimentos hoteleiros subiram 7,1 por cento entre Janeiro e Agosto face ao mesmo período de 2005, para 1158,9 milhões de euros, revelou hoje o INE. As receitas com dormidas cresceram 6,2 por cento, para 780 milhões de euros.
A estada média foi de 3,5 noites, menos 0,1 pontos percentuais do que no período homólogo. Os valores mais elevados foram os da Madeira (6,0 noites), Algarve (5,9) e Açores (3,6).
O Alentejo registou uma descida homóloga de 11,9 por cento do número de dormidas em Agosto, mas em todas as outras houve crescimento. A maior subida foi em Lisboa, de 15,1 por cento, e a menor no Algarve, de 1,9 por cento.
http://www.publico.clix.pt/

PSP deverá ter comando único no Alentejo

A proposta consta das recomendações feitas por um estudo encomendado pelo Ministério da Administração Interna. Os comandos de Évora, Beja e Portalegre deverão ser extintos.
“Alentejo ", "Beiras", "Trás-os-Montes" e "Minho" serão as novas estruturas a que se juntam Lisboa e Porto, que ficarão inalteráveis.
http://www.dianafm.com/

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outubro 10, 2006

TOMA LÁ...QUE É DEMOCRÁTICO

Por Hugo Calado:

Tudo começou com os comerciantes a colocarem os nomes dos devedores nas montras das suas lojas, mas recentemente foi o governo a anunciar os caloteiros, e parece que esta moda ainda não parou de alastrar, pois parece que os cidadãos comuns também já estão a aderir á moda de tentar envergonhar os caloteiros, de maneira a que estes paguem as dividas. È o que acontece, com um cidadão de Vila Viçosa, que ainda não viu 150 euros serem pagos pelo governo, assim, decidiu colocar uma placa por cima do carro, a anunciar o sucedido, como tal: Onde o carro for, a divida está lá !

carro comico hugo calado.JPG

o governo deve.bmp

(texto e fotos Hugo Calado)

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A TERRA DO ENDOVÉLICO

Introdução:

A Terra do Endovélico – O Deus dos Lusitanos – é um romance histórico escrito por José Galambas, e cuja acção se desenrola em locais do Concelho do Alandroal.
A obra com prefácio de Manuel Calado e ilustrações de Eunice Gomes, editado pela Zéfiro, ficciona uma história de amor vivida pelos nossos antepassados, sob as bênçãos do Deus Endovélico.
Depois de autorizado pelo Autor, o Alandro al propõe-se divulgar extractos da obra, dando especial atenção aos locais (do nosso Concelho), onde a mesma se desenrola.
Não só aos que fazem parte deste Concelho, mas a todos, aconselhamos vivamente a leitura de A TERRA DO ENDOVÉLICO – O DEUS DOS LUSITANOS.

a terra do endovelico.jpg

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Agora, estavam os três agachados e escondidos, atrás de um arbusto, num pequeno monte, à espera de algum javali, que tivesse a gentileza de ir beber água, num estreito ribeiro que passava lá em baixo. Crathos tinha visto, naquele preciso instante, dois animais a chegarem ao local onde eles aguardavam.
Quando eu disser, descemos o monte, e quando gritar, corremos o mais depressa possível e atacamos o javali maior. Entendido?
Crathos falava muito baixinho, quase sussurrava a Cyrus e Anaya. Os seus olhos pareciam querer saltar do rosto de tanta excitação.
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........
Por Endovélico! – gritou subitamente Crathos, lançando a sua lança, assim como Cyrus que lançou a dele de imediato, mas... ambas tocaram apenas a água.
.....
.....
O ribeiro fazia uma pequena curva à esquerda, e ao irem na direcção das rochas, cortaram caminho, para chegarem a uma parte, que pela cor mais escura, parecia mais larga e profunda que as outras. Ao atingirem as rochas, saltaram para dentro de água. Os javalis, que cortaram caminho atrás deles, ao chegarem ás rochas pararam, pois era muito alto para os animais se atreverem a saltar.
.......
.......
-Agora o melhor é ficarmos bem quietinhos para que estes três peludos malcheirosos se vão embora, para bem longe! – disse Anaya.

Publicado por tata em 05:09 PM | Comentários (0) | TrackBack

CINEMA DO PERRY

"Estrelas" do firmamento da sétima arte

leonardo di  caprio.jpg

Leonardo di Caprio

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Marlene Dietrich

(Por baixo o nome dos fotógrafos)

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FUTEBOL LOCAL

Rescaldo do Alandroalense – Borbense e Oriola - Alandroalense

Alandroal X Borbense

Máximo - 1 golo aos 70 minutos
Janeiro - 1 Amarelo
Pino - 1 Amarelo
Pino - 1 Vermelho directo

Oriola X Alandroal

Valadas - 1 golo aos 11 minutos
Valadas - 1 golo aos 35 minutos
Joãozinho - 1 golo aos 80 minutos
Romão - 1 Amarelo
Luis Dias - 1 Amarelo

Paulo Pires

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CRÓNICAS DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA/FM

Uma parceria com: A DIANA FM

Programa MIT / Portugal
Domingos Cordeiro

Terça, 10 Outubro 2006
É amanhã, em sessão pública presidida pelo Primeiro-Ministro José Sócrates, na qual participarão elementos da administração do MIT e instituições portuguesas de investigação, que será oficialmente lançado o Programa MIT-Portugal. Para os menos atentos, diga-se que o MIT ( Massachusetts Institute of Technology) é um centro universitário de educação e pesquisa localizado em Harvard, nos EUA.
É um dos líderes mundiais em ciência e tecnologia e, até 2005, 61 dos membros da sua comunidade haviam recebido o Prémio Nobel.
O Programa que amanhã será lançado surge no seguimento do Protocolo de colaboração estabelecido entre o Governo e o MIT, em 24 de Fevereiro último.
Envolverá centros de investigação, docentes, investigadores e alunos, na forma de consórcio entre escolas de engenharia, faculdades de ciências e tecnologia e escolas de economia e gestão em 7 universidades portuguesas, incluindo empresas e laboratórios.
Trata-se de uma programa de investigação e educação avançada, para um período de 5 anos, que vai mobilizar 65 milhões de euros de financiamento público, dos quais 32 milhões se destinam às instituições de ensino e de investigação.
Para aqueles que em Fevereiro passado diziam que o Protocolo então assinado não passava de propaganda política, aqui fica a resposta.
O programa em causa significa o reconhecimento, por parte do MIT, da excelência dos centros de investigação portugueses e do empenho do Governo em reforçar a ciência e tecnologia e em promover a cooperação internacional nestas áreas.
O processo de globalização colocou Portugal, e outros países à nossa escala, numa situação que nos impede de continuar a competir com base na mão-de-obra barata e nos baixos custos de produção.
Só uma verdadeira aposta na investigação, desenvolvimento e qualificação dos nossos recursos humanos nos permitirá crescer económica e socialmente.
Não tenho dúvidas que os Portugueses são tão bons como os demais, assim lhes sejam concedidos os meios para que possam desenvolver as suas capacidades.
Sabendo que o Governo vai cortar no orçamento de todos os Ministérios, com excepção do da Ciência, para o qual propõe um aumento de verbas de 64%, o lançamento do Programa MIT – Portugal mais não é do que o aprofundar de um caminho de internacionalização do conhecimento português e uma forma de o colocar ao serviço do crescimento económico do País.
A isto chama-se ambição pelo conhecimento que, necessariamente, nos levará ao crescimento económico através da inovação de base científica, atraindo novos talentos e criando actividades de maior valor acrescentado.
Estamos no bom caminho.

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CORREIO RECEBIDO

rugby montemor.jpg

RUGBY CLUBE DE MONTEMOR DESCANSA NA 1ªJORNADA:

O jogo que se iria realizar no próximo dia 21 de Outubro, foi cancelado devido à desistência do R.C.Sado na participação no Torneio de Abertura. Sendo assim o primeiro jogo dos seniores do Rugby Clube de Montemor vai ser contra o R.C.Loulé no dia 28 de Outubro

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outubro 09, 2006

CONHECEM-NO?

a-pe.jpg emprestada pelo tudobem.jpg

Não resistimos e "pedimos emprestado" ao http://www.tudoben.com (vão lá que há mais). Até porque se trata da nossa terra e das nossas gentes.

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ESTA ERA A IDÉIA... MAS...

O Jornal que foi salvo pela comunidade.

....a administração resolveu fechar o “Bluffton Today”, um diário da Cidade de Bluffton (Carolina do Sul,EUA). O director pediu uma última oportunidade. Foi aceite. Surgia assim um novo sítio do jornal na Internet (www.blufftontoday.com), totalmente virado para a comunidade local, com assuntos colocados na página por cidadãos da cidade. A fórmula foi um sucesso e o sítio da Web é considerado um exemplo pioneiro da participação cívica e do crescimento do poder de intervenção de uma comunidade.
.......
(in ÙNICA, Expresso de 07/10/06)

Pois...só que Bluffton, é Bluffton, e o Alandroal é o Alandroal.

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O ALANDROAL NOUTROS BLOGUES

Em : http://montedolixo.blogspot.com

Boanova Freire - Recursos quase Renováveis; esta Srª dirige uma queijaria no Alandroal, onde o processo de fabrico segue os preceitos de antigamente. Esta pequena unidade artesanal aderiu ao programa turístico Ao Encontro dos Saberes, organizado pela autarquia. Haja continuidade claro. Claro como quem vê bem.
posted by caixote @ 3:40 PM
0 Comments:

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CRÓNICAS DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA/FM

Oiça a:

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O ilusionismo
José Faustino

Segunda, 09 Outubro 2006
Nos meus tempos de menino quando ia ao circo, por altura da Feira de S. João, era para mim um dia de grande festa. Sempre gostei deste espectáculo, a que alguns chamam a maior do mundo.
Gosto de todos os números circenses, trapezistas voadores, animais amestrados, palhaços e tantos outros. Mas o que sempre mais me impressionou foi o ilusionismo.
A arte de iludir a realidade, aquilo que parece que é, mas que afinal não é, tudo não passa afinal de uma ilusão.
Nesse tempo de criança, estava longe de saber que futuramente iria assistir, a impressionantes números de ilusionismo feito por “artistas” que não o sendo, seriam capazes de criar ilusões a milhões de pessoas durante anos, chegando-se ao ponto de todos passarem a viver numa enorme ilusão, pensando que de realidade se tratava.
Com o fim da ditadura em Portugal e ao longo do novo regime, foi-se criando a ideia de que tudo era maravilhoso, todos viveriam à tripa-forra, trabalhando pouco e descansando muito, enfim os direitos inalienáveis do bom povo e de ilusão em ilusão chegou-se ao ponto de se acreditar que vivíamos num país rico e que em pouco tempo atingiríamos os melhores níveis europeus.
Parece que finalmente nos começámos a aperceber da realidade em que vivemos, afinal o belo país da Europa, da Expo`98 e do Euro de futebol, não passa de uma ilusão.
A realidade é outra, o país tem vindo a endividar-se de forma galopante, gastando mais do que produz. Aliás, outra coisa não seria de esperar pois fomos fechando a pouco e pouco as unidades de produção e passámos a comprar tudo feito ao estrangeiro. Hoje a nossa principal actividade é comprar e vendermos coisas uns aos outros.
Apesar de se começar “a cair na real”, como dizem os brasileiros, não se julgue que acabou o ilusionismo. Errado! A festa continua, agora com a agravante de se pensar que se está resolver a situação quando tudo não passa afinal de uma nova ilusão.
Não se pense que os problemas se resolvem, por exemplo, na saúde, com mais ou menos farmácias, urgências e maternidades, no ensino, puxando as orelhas aos professores, na justiça cortando as férias dos juízes, a burocracia do Estado, com o simplex ou o excesso de despesa publica com o despedimento de funcionários.
Não é com medidas avulsas que se resolve o problema, a coisa só lá vai com reformas estruturantes de fundo.
Mas não são a essas profundas reformas a que assistimos. Nada disso, o espectáculo da ilusão continua com os seus grandes números de magia. Lembram-se do choque tecnológico com o senhor Bill Gates e com quase todos os ministros em palco? Ia-se ensinar informática a umas duzentas operárias desempregadas e, ainda, muito mais.
E da refinaria de Sines? Que apareceu para logo desaparecer e, depois, voltar novamente a aparecer.
E dos grandes investimentos estrangeiros? E daqueles dois outros números já vistos e revistos mas que produzem sempre grande efeito, refiro-me ao aeroporto da Ota e ao TGV?
Que dizer da recente ilusão do crescimento económico, quando na realidade está muito abaixo da média europeia e muito abaixo da necessidade nacional?
É altura de se acabar com os números de circo e com a ilusão, encaremos a dureza da realidade.
A despesa pública continua a aumentar, a divida externa também, o investimento público está parado, o privado é diminuto, o investimento estrangeiro é praticamente inexistente, mais parecendo que regride, basta lembrarmo-nos do sector automóvel.
Essa é que é a realidade, o resto é ilusão!

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LISBOA HISTÓRICA

Alternando com o Alandroal e o Alentejo, também Lisboa...

lisboa antiga e.jpg

lisboa antiga f.jpg

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POETAS POPULARES DO CONCELHO DO ALANDROAL

Moisés José Ramalho

MOTE

Balhão, amigo Balhão
O Pilau cá anda à linha
Esta é uma criação
Superior à que eu lá tinha.

Tu não sabes calcular
Bem, a sorte que tiveste
Duma vez que não vieste
A esta vida penar.
Muitos ficam a chorar
P´ra´i sem consolação
Pensam que a tropa é doce pão –
Aqueles que cá não vêm
Não deixam pena a ninguém
Balhão, amigo Balhão

Só em pensar me arrepio
Como a instrução é feita
De espingarda sobre a baioneta
Esteja ele calor ou frio.
Ao toque de um assobio
Fazem andar tudo à rasquinha
Filhos de tanta mãezinha
Alguns com bom futuro,
Em noites de horror e escuro
O Pilau cá anda à linha.

Hoje sinto saudades
Das açordas e das migas
Dos fados e das cantigas
E de todas as liberdades.
Doutores, juízes e padres
Todos cumprem a missão
P´ra muitos esta lição
Agora é lida diferente,
Para se educar tanta gente
Esta é uma criação.

Marcar passo e fazer continência
É o pão de cada dia
O café com água fria
Faz parte da diligência.
Todos metem a licença
Para darem uma voltinha
Mas ali pela tardinha
Está tudo entrando ao portão,
Esta é uma criação
Superior à que eu lá tinha.

Moisés José Ramalho

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O QUE INTERESSA SOBRE O ALENTEJO

Évora acolhe reunião de promotores turísticos britânicos

Os operadores que programam Portugal no turismo do Reino Unido vão chegar no dia 12 de Outubro a convite da ARTA, a Associação das Regiões de Turismo do Alentejo.
Mais de metade da estadia servirá para conduzir os representantes de 20 operadores turísticos e de companhias aéreas numa visita à região. Vender mais estadias do “destino Alentejo” é o objectivo de Andrade Santos, presidente da Associação das Regiões de Turismo do Alentejo:
O turista britânico que visita o Alentejo é no entanto diferente dos que visitam o Algarve ou para a Madeira:
Évora irá ser o centro das atenções, e o local onde os programadores turísticos britânicos permanecerão mais tempo.
Elvas, Monsaraz, e Moura são outros dos locais do roteiro de visita. Vinho e azeite os produtos em destaque.
A Associação de Operadores Turísticos que Programam Portugal no Reino Unido realiza em Évora a sua Assembleia Geral entre os dias 12 e 14 de Outubro.
http://www.dianafm.com

Direcção Regional de Educação do Alentejo promoveu sessão de apresentação do projecto ENE-Empreender Na Escola

A Direcção Regional de Educação do Alentejo promoveu uma sessão de apresentação do ENE-Empreender Na Escola, um projecto que surge com o objectivo de desenvolver, junto dos jovens, uma atitude empreendedora. Participaram nesta sessão representantes de várias escolas secundárias do Alentejo.
Na prática o ENE consiste num programa de aprendizagem em torno da elaboração de um Plano de Negócios durante um ano lectivo, suportado por materiais didácticos e por um conjunto de actividades: formação de professores, visitas a empresas, um concurso de ideias e uma exposição das ideias de negócio.
http://www.vozdaplanicie.pt/

História das Religiões no Baixo Alentejo

Um projecto que vai muito para além da esfera da arte sacra e oferece aos visitantes uma perspectiva da História das Religiões no Baixo Alentejo. Trata-se do novo museu desta diocese - Museu do Seminário de Beja - que será inaugurado no próximo dia 10 de Outubro.
Numa cerimónia presidida pelo Ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, esta é uma das unidades – a sexta – da sua rede museológica do Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja. “Um projecto com quase cinquenta anos, que chega agora a bom termo e reúne importantes colecções de arqueologia, história e arte” – sublinha o director deste Departamento, José António Falcão.
Pondo em diálogo peças que vão desde as setas utilizadas na caça durante o Neolítico até à arte moderna, como é o caso de um báculo do bispo D. Manuel Franco Falcão, da autoria do escultor João de Almeida (1967), neste novo museu “não faltam também aspectos pouco conhecidos do património daquela diocese mas que configuram a história contemporânea, como as fotografias das últimas freiras dos conventos de Beja ou um Escapulário do Grau 7 – Rosa-Cruz – do Rito Maçónico Francês” – adiantou.
http://www.agencia.ecclesia.pt/

Fundação Alentejo-Terra Mãe oferece monumento a Cristóvão Cólon

No próximo dia 28 de Outubro, pelas 11h, será descerrada na Vila de Cuba a estátua de Cristóvão Colón – Descobridor das Américas, numa iniciativa conjunta da Câmara Municipal de Cuba, da Fundação Alentejo-Terra Mãe e do Núcleo de Amigos da Cuba.
http://www.rostos.pt/

Ministério diz que cursos profissionais já contam com perto de 15 mil alunos

O Ministério da Educação (ME) garante que um valor "muito próximo do total da oferta" de cursos profissionais, que ascende a mais de 650 cursos (turmas) e 15 mil alunos, está preenchido. A afirmação surge em resposta aos dados de um levantamento realizado pela agência Lusa, junto de 32 escolas de todo o País, onde se verifica que, em 130 cursos oferecidos, 50 não vão funcionar por falta de inscrições.
A amostra da Lusa só detecta taxas próximas do sucesso total na região Norte, enquanto a Grande Lisboa, o Alentejo e o Algarve concentram os casos de cursos que não arrancaram. No entanto, Ramos André, adjunto da Ministra da Educação, garantiu ao DN que estes dados são "totalmente acidentais" e "não representam de forma alguma a realidade dos cursos oferecidos".
http://dn.sapo.pt/

Universidade de Évora não vai ter dinheiro para os salários

3 milhões de euros é o valor do corte imposto pelo Estado no orçamento da Universidade de Évora.
Em 2007, o orçamento da academia deverá rondar os 30 milhões de euros. Menos 6,7% que no corrente ano.
Os valores foram revelados à DianaFM, pelo Reitor Jorge Araújo.
Segundo o Reitor da Universidade de Évora, o Governo tem de encontrar outra solução, já que estão em causa os salários dos funcionários.
Jorge Araújo acrescentou, que a instituição está a analisar outras formas de cortar nas despesas.
http://www.dianafm.com/

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outubro 08, 2006

COMENTÁRIOS EM PÉ DE PÁGINA - RUBRICA DE ANTÓNIO BERBÉM

Independentemente, de sermos um povo e um estado nação com características assinaláveis, nas quais, aliás, vem assentando a garantia da nossa difícil soberania, também é verdade que em Portugal, como no Alentejo…ou no Alandroal, se assobia muito para o ar, resultando daqui que os responsáveis políticos nacionais ou Locais após serem eleitos, se revelam, a muito curto prazo, Distantes, Ausentes e… Escondidos em demasia de quem os elegeu. À espera que a culpa (lhes) morra solteira.

Falta-nos e escasseia, especialmente, nos Agentes políticos uma verdadeira Educação e Cultura CÍVICA, enquanto vão sobrando “os porta-chaves” …os homens-de-mão-locais, os moços de recados e os pequenos caciques de tão triste memória. Os quais ou “recadeiam” ou ajudam à falsa e errada convicção de que quem tem o poder…e as Mordomias que lhe correspondem deve passar sempre Impune…
Sobra ainda em todo o país e na maioria dos concelhos, um peso partidário excessivo e fechado sobre si mesmo …Agora, se o Alandroal é uma excepção a este cenário…ainda bem que o é. Mas, João Cravinho, deputado do PS, e o P. da Republica, acabam alto e bom som, de alertar para isto mesmo, a propósito do combate aos vários tipos de corrupção, que parece grassar no país. Seja ela: MATERIAL ou ESPIRITUAL

Finalmente, o enquadramento exposto, pode e deve relacionar-se com o papel do Fórum Transfronteiriço. Conquanto a obra em si, seja boa e o nome sugestivo.
Mas… E o resto? O Fórum está, culturalmente falando, destinado ou não a ser mais um elefante branco? Já apresentou programas adequados ao Concelho? Têm vindo a ser executados? Quais são, se é que os há, os projectos para o futuro? Organizou, o quê?... Em matérias de interesses, problemas, motivações e temáticas transfronteiriças?
Esteve atento e promoveu Sessões de Leitura extensivas às Escolas do Concelho? Promoveu sessões de apresentações de Autores. Lançou sequer um ou dois debates sobre Assuntos de vária natureza, social ou económica, e que ao Concelho, na sua estreita e obvia relação com a Espanha mais deviam interessar?
TEM vida? Mais de um ano após ter aberto, em que ponto da situação estamos? De quem é a responsabilidade-mor? De quem deve ser a Iniciativa? Será que o Fórum é, ou pode vir a ser “um Caso de triste aborto cultural?...” Sem alma e sem vida previsível?
E quais são, os custos materiais ou espirituais de tanta fachada e de tanta inculta paralisia?

António Neves Berbém

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TAUROMAQUIA - PÁGINA DE HUGO CALADO

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A praça de toiros de Bencatel, recebeu um espectáculo de variedades taurinas, em que a segunda parte foi preenchida pelo grupo de recortadores espanhóis “Arte Charro”, que pela primeira vez actuam nesta região. Pela frente tiveram três imponentes toiros, que infelizmente não colaboraram, tendo sido assim um espectáculo com pouca emoção.
De seguida mostramos-lhe algumas fotos:

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Texto e fotos : Hugo Calado

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FUTEBOL DISTRITAL

Resultados do fim-de-semana:

Divisão de Honra

Alandroalense assume o comando
3 Jogos, 3 vitórias, 0 golos sofridos 6 marcados

União 3 – Calipolense 4
Valenças 1 – Redondense 1
Oriola 0 – Alandroalense 3
Borbense 2 - Portel 2
Estremoz 0 - Torre de Coelheiros 2
Bencatelense 2 – Escouralense 2
Monte Trigo 1 – Canaviais 2

1ª Divisão Série A

Cabrela 3 – Alcaçovense 1
Bairro Santo António 1 – Arraiolense 0
Luso Morense 1 – Brotense 1
Santana do Campo 1 – Giesteira 2
Aguiar 0 - Sporting Viana 1

1º Divisão Série B

Santiago Maior empata em casa

Azarujense 5 – Amieira 0
Perolivense 0 – Arcoense 1
São Romão 3 - Vera Cruz 2
Aldeense 1 - São Manços1
Santiago Maior 1 - Corval 1

Distrital de Juvenis

Atlético 3 Canaviais 3
Borbense 7 Terena 0
Estrela 2 Sport L. Évora 0
União 2 Rio Moinhos 1
Portel 0 Lusitano 2

O Futebol Distrital no Alandro Al é patrocinado pela:

Free Shipping at Fossil.com

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CRÓNICAS DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA/FM

Uma amabilidade da:

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Crónica de António Leitão

Há dias, a RTP1 excedeu-se e passou a horas relativamente normais 2 bons programas: primeiro, Maria Filomena Mónica a falar sobre Portugal, mais uma vez realçando a preguiça e cobardia portuguesas, a nossa mesquinhez e falta de ambição, o que deve ser a visão habitual e natural de quem se doutorou em Oxford. Como já tenho dito, suspeito que numa cultura tão antiga como a portuguesa, aquilo que parece ser um conjunto infame de defeitos deve esconder uma táctica para ultrapassar crises e poder ser feliz. Ser feliz é um fenómeno intermitente a que muitos não têm acesso: além de ter uma importante tendência genética, é próprio das pessoas simples. Acontece aqui e agora e não num futuro preparado. Se ser feliz é o melhor a que pode aspirar o ser humano, essa é outra conversa.
Eu achar-me-ia muito feliz se também tivesse estudado em Oxford ou em qualquer outra excelente Universidade – coisa que está muito longe de existir em Portugal. Mas já existiu, precisamente em Évora! Como se sabe, a Universidade de Évora, fundada em 1559, esteve ao nível das melhores universidades europeias da altura e teve grande influência no Brasil e na Índia, através dos missionários saídos do Colégio do Espírito Santo. Foi extinta pelo Marquês de Pombal em 1759 quando expulsou os Jesuítas de Portugal, tendo os seus bens sido transferidos para a Universidade de Coimbra, “que de súbito se viu opulentíssima” (Gabriel Pereira).
Não fossem as vicissitudes históricas, Évora poderia ter sido a universidade onde Filomena Mónica se orgulharia de ter feito o seu doutoramento, estando agora bem menos infeliz ao pensar em Portugal, país das laranjas, onde apesar duma história gloriosa as pessoas se contentam com pouco. Eu próprio já tenho saudades dos belos dias de praia que passei em Setembro. Mas, como outros melhores que eu têm dito e proposto, o Alentejo pode vir a ser mais do que um destino turístico de lazer. Pode ter uma Universidade em Évora (sem dúvida, contra a vontade das outras Universidades portuguesas), com um campus como a Mitra, onde estudantes de todo o mundo venham fazer os seus estudos e doutoramentos.
Do outro programa que vi nesse dia, que foi um filme chamado “A rapariga do café”, falarei mais tarde.

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CORREIO RECEBIDO

De: Grupo União Sport

NACIONAL DE JUNIORES-5ºJORNADA

Luso Barreiro 1-Despertar-2
Farense 2-Atlético-1
Olhanense 0-Barreirense-4
C. Piedade 0-Sesimbra-1
Juv. Évora -0 Corroios-1
Quarteirense 0-U.Montemor-0

De: GD Montemor

FUTSAL: SÉNIORES DO G.D.MONTEMOR ALCANÇAM NOVA VITÓRIA

2ªJORNADA

Castelo 6-Os Pantufas-7
Sapalense 2-Lagoa e Benfica-4
Praiense 6-Porto Santo-5
Vitória Olivais 2-Uni. Algarve-2
Vit. Setúbal 4-Independentes-4
Almodovarense 4-Montemor-5

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outubro 06, 2006

O ALANDROAL NOUTROS BLOGUES

Estes... querem o quê?
Vão lá ver, e digam lá se não merecem um par de açoites.
São parvos? Ou o quê?

http://hi5lesbians.blogspot.com/

Bem pessoal, temos boas e más notícias. As boas é que o vídeo que a seguir se segue é um strip parcial de uma convidada portuguesa que se apelida ... bruna... então vale a pena dar um pulinho a alandroal (o que quer que isso seja). Para mais informações sobre a Bruna carreguem aqui. Caso saibam onde raio é alandroal... carreguem aqui.

http://cjlapao.spaces.live.com/Blog/

Pois eu moro no alandroal, e COIMBRA é a apenas uns 325 quilómetros, pois é, um pouco longe mas o carro vale a pena.

Será que há outro Alandroal?

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FUTEBOL DISTRITAL

Jogos agendados para o fim-de-semana 07/08/10/06

Divisão de Honra

08/10 – 15 Horas

União - Calipolense
Valenças - Redondense
Oriola - Alandroalense
Borbense - Portel
Estremoz - Torre de Coelheiros
Bencatelense - Escouralense
Monte Trigo - Canaviais

1ª Divisão Série A

08/10 – 15 Horas

Cabrela - Alcaçovense
Bairro Santo António - Arraiolense
Luso Morense - Brotense
Santana do Campo - Giesteira
Aguiar Sporting - Viana

1º Divisão Série B

07/10 – 15 Horas

Azarujense - Amieira
Perolivense - Arcoense
São Romão Vera Cruz
Aldeense São Manços
Santiago Maior - Corval

Distrital de Juvenis

07/10 – 15 Horas

Atlético - Canaviais
Borbense - Terena
Estrela - Sport Lisboa e Évora
União Rio de Moinhos.

Disciplina:

Alandroalense: Ao Clube 10€ de multa; Luís Almeida: 2 jogos; Hugo Janeiro: advertência.
Santiago Maior: José Cavacas e Jorge Cameirão: advertência.
Rosário: Nada consta.

Na próxima semana inicia-se o Distrital de Infantis Futebol de 7, no qual vai estar presente o Alandroalense.

O Futebol Distrital no Alandro Al é patrocinado pela:

Free Shipping at Fossil.com

Publicado por tata em 05:34 PM | Comentários (0) | TrackBack

NOTÍCIAS DE INTERESSE SOBRE O ALANDROAL

9. Resolução do Conselho de Ministros que ratifica a suspensão do Plano Geral de Urbanização de Alandroal e o estabelecimento de medidas preventivas para a mesma área, pelo prazo de dois anos.

A suspensão pelo prazo de dois anos do plano, agora ratificada, e o estabelecimento de medidas preventivas para a área, tem como objectivo evitar que a alteração das circunstâncias e das condições de facto existentes na área, decorrentes das potencialidades geradas pelo Empreendimento de Fins Múltiplos do Alqueva e do Projecto do Alqueva, possam limitar a liberdade de planeamento ou comprometer ou tornar mais onerosa a exequibilidade das regras definidas no âmbito da revisão do plano.
http://www.governo.gov.pt/

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CRÓNICAS DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA/FM

Oiça, de segunda a sexta, em directo, as Crónicas da:

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Uma aventura numa terra sem amos
Eduardo Luciano

Hoje é, para mim, um dia especial. A minha filha faz cinco anos e por isso esta crónica tem um formato diferente. Abusando da paciência de quem me ouve vou-lhe contar uma estória em que eu e ela somos protagonistas. Uma aventura de um dia, ou um dia de aventura.
Acordámos um pouco antes do sol nascer. Demos as mãos e saímos para visitar um enorme parque, em forma círculo. Crianças e adultos brincavam com brinquedos que eram de todos e não eram de ninguém. Nem todos os presentes falavam o mesmo idioma, nem era preciso. Durante toda a jornada aprendemos hábitos e costumes de outras gentes e ensinámos os nossos.
Era um parque onde as Barbies eram apenas bonecas de plástico e os Action Man andavam desarmados. Aliás, nesse parque a maioria dos brinquedos tinham sido construídos pelos pais e mães das crianças. Coisas que ensinavam a admiração pelas diferenças, a sentir o vento no rosto, o odor das plantas e a textura da pele daqueles que amamos.
Nesse espaço comum os conventos serviam apenas para o recolhimento de religiosos e religiosas, nunca para juntar alcateias de lobos famintos que assumiam o compromisso de sugar o sangue de quem trabalha.
Era um belo parque, aquele que visitámos, onde a palavra competitividade só fazia sentido no léxico desportivo. Onde cada um contribuía com as suas capacidades para o bem comum e recebia como contrapartida a satisfação das suas necessidades.
Um espaço onde todas as crianças tinham água, alimentos, livros, tempo. Onde o bolo dos bens disponíveis não tinha fatias enormes para alguns e migalhas para todos os outros.
Imaginem que esse mundo particular tinha um sistema de segurança social em que os pais asseguravam a velhice tranquila dos avós, sabendo que os seus filhos fariam o mesmo por si. Um mundo em que já estava em desuso o princípio do salve-se quem puder. Do cada um por si.
Fartámo-nos de brincar durante todo o dia. Quando anoiteceu regressámos a casa cansados, mas felizes e mais ricos. Mais ricos porque mais humanos. Não tínhamos mais, mas éramos melhores.
Se aquele parque, onde eu e a minha filha vivemos esta aventura, se chamasse Terra, seria certamente uma terra sem amos.
De repente um clarão enorme nos meus olhos. Ergui a cabeça… e vi os olhinhos da minha filha fixos em mim, com aquele sorriso que só os pais vêem nos filhos.
Afinal tinha sido um sonho. Ainda bem. Uma aventura que não começa por um sonho, não é merecedora de tal nome.
Até para a semana

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CINE CLUBE DOMINGOS MARIA PEÇAS

WORD TRADE CENTER

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Oliver Stone
a fazer o que sabe... e bem

World Trade Center é um filme dramático baseado nos ataques de 11 de Setembro de 2001 nas torres gémeas do World Trade Center de Nova Iorque lançado a 9 de Agosto de 2006 pela Paramount Pictures. Foi realizado por Oliver Stone, que já foi premiado com um Óscar, e conta com a participação de Nicolas Cage, Michael Peña, Maggie Gyllenhaal, Maria Bello, Stephen Dorff, Jay Hernandez e Michael Shannon.

O filme é inspirado na história verídica dos polícias John McLoughlin (Nicolas Cage) e Will Jimeno (Michael Peña). No dia 11 de Setembro de 2001, o Voo 11 da American Airlines foi desviado em voo e embateu intencionalmente na Torre Norte do World Trade Center de Nova Iorque. John McLoughlin e Will Jimeno estavam entre os primeiros a chegar ao local e, juntamente com um pequeno grupo de outras pessoas, entram dentro da torre atingida de forma a ajudar quem se encontrava lá dentro a sair. O filme retrata também os esforços feitos por David W. Karnes (que também ajudou a salvar sobreviventes do ataque terrorista) para salvar as pessoas depois da torre se desmoronar.

Direção: Oliver Stone

Elenco: Nicolas Cage, Michael Peña,Maggie Gyllenhaal,Maria Bello,Stephen Dorff,Jay Hernandez,Michael Shannon

Saiba mais em : http://www.wtcmovie.com/

Publicado por tata em 04:01 PM | Comentários (1) | TrackBack

NOTÍCIAS DO CLUB RUGBY DE JUROMENHA.

O Clube de Rugby de Juromenha participou no passado dia 1 de Outubro numa prova de atletismo de estrada em Câmara de Lobos, Madeira, com 16 atletas.
João Pedro Rodrigues, ainda infantil na próxima época, venceu neste escalão, onde também participaram David Tavares, ainda Benjamin (4º.class.), Gonçalo Patacho e Daniel Mourinho.
Em iniciados Fábio Tavares foi 3º., escalão onde também competiram Joaquim Rodrigues, Nuno Mourinho e João Rasteiro.
Cátia Serra, campeã do Alentejo em corta-mato e vencedora de todas as provas de estrada organizadas pala A.A.Évora no escalão de iniciados, foi a única participante feminina, não deixando, no entanto de mostrar o seu valor ao classificar-se á frente de bastantes competidores masculinos.
Na prova principal, Carlos Maneiras, 6º.no escalão júnior, foi o melhor classificado do C.R.J., tendo sido acompanhado por Hugo Rosado, Manuel Valente, César Magalhães, Rui Serra, Manuel Coelho, atleta menos jovem em prova com quase 65 anos, e Isabel Calado, também a menos jovem em idade, mas a mais jovem em espírito.
O Clube de Rugby de Juromenha agradece a forma amiga como foi recebido pelos elementos da direcção da Associação de Atletismo da Região Autónoma da Madeira, que foram inexcedíveis no acompanhamento e em todo o apoio prestado durante a estadia do Clube na Ilha da Madeira.
Em relação a futuras actividades a equipa de Rugby de veteranos vai participar num torneio internacional em Málaga, nos próximos dias 27 e 28 de Outubro. Além do nosso clube participam os Veteranos de Málaga, Puerto de Santa Maria, Badajoz, Académica de Coimbra, Veteranos Bombay (Argentina) e uma equipa francesa.

Paulo Jaleco

Publicado por tata em 03:15 PM | Comentários (0) | TrackBack

CORREIO RECEBIDO

De: Tiago Salgueiro

O Museu Nacional de Arte Romano de Mérida, conjuntamente com a Junta da Extremadura e outras instituições espanholas e portuguesas, vai organizar uma conferência sobre a extracção de mármore nos dois paises, com especial ênfase na perspectiva arqueológica do tema.
No dia 1 de Novembro (sexta-feira) terá lugar um painel temático coordenado pelos Dr. Carlos Fabião (Universidade de Lisboa) e Th. Schattner (Instituto Arqueológico Alemão) com a seguinte designação: "Las explotaciones marmóreas en Lusitania como factor economico e ideológico. El ejemplo del Santuario del Endovélico en Alandroal".
Penso que será de toda a conveniência que possa ser feita a divulgação deste evento, uma vez que o nome do Alandroal aparece em destaque.
Se desejar obter informações mais detalhadas, basta consultar o site do Museu.

De: gdmontemor@iol.pt

FUTSAL:EQUIPA FEMININA DO G.D.MONTEMOR CONTINUA A SUA PREPARAÇÃO

A equipa sénior feminina do G.D.Montemor continua a sua preparação para o campeonato, depois de no primeiro jogo ter ido a Marinhais vencer por 8-3, agora foi a vez da mesma equipa vir a Montemor, o resultado foi um empate a 2 bolas. A equipa do GDM irá nos próximos dias fazer os seguintes encontros:

DIA 7 às 11:00: G.D.MONTEMOR-MONTIJO
DIA 14 às 11:00: G.D.MONTEMOR-MOURÃO

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Publicado por tata em 03:09 PM | Comentários (0) | TrackBack

O QUE INTERESSA SOBRE O ALENTEJO

Empresa de Alqueva dinamiza parques de merendas das aldeias ribeirinhas

A Empresa de Alqueva anunciou a criação de um plano de desenvolvimento comunitário que pretende dinamizar em parceria com a Gestalqueva e mais sete autarquias, situadas na área de influência das albufeiras de Alqueva e Pedrogão. "Valorizar e reforçar as potencialidades culturais e socio-económicas das aldeias ribeirinhas" é o principal objectivo da intervenção que irá decorrer até 2009. Numa primeira fase, o plano prevê "o apoio ao desenvolvimento cultural e associativo traduzido no incentivo às populações locais para fruição dos parques de merendas instalados", explica um comunicado da EDIA. A empresa pretende que tal iniciativa seja "o ponto de partida para outros eventos a realizar pelas comunidades locais".

Universidade de Évora e Globalsoft celebram protocolo

A Universidade de Évora e a Globalsoft celebram dia 11 de Outubro um protocolo de cooperação para a criação e promoção de soluções profissionais baseadas em "software livre". Ao abrigo do protocolo, "será testado e certificado um conjunto de soluções informáticas da Globalsoft sobre o sistema operativo Alinex, de base Linux, disponibilizado pela Universidade de Évora através do seu Centro de Investigação em Tecnologias de Informação", explica um comunicado de imprensa. O protocolo prevê uma colaboração estreita entre as duas instituições tendo como objectivo "a criação e promoção de soluções profissionais".
Notícias Alentejo

Assembleia-geral da ATOP Reino Unido reúne no Alentejo

Vai ter lugar no Alentejo, de 12 a 14 deste mês, a Assembleia-geral anual da ATOP (Associação de Operadores Turísticos que Programam Portugal) no Reino Unido, que contará com a participação 20 entidades daquele país, nomeadamente operadores turísticos e companhias aéreas.
http://www.turisver.com/

14 urgências podem encerrar

Este é o número de unidades de urgências hospitalares que podem vir a encerrar se o Governo aceitar a proposta da Comissão Técnica de Apoio ao Processo de Requalificação das Urgências.
Segundo o parecer da Comissão Técnica, o Alentejo está fora dos possíveis encerramentos.

http://www.dianafm.com/

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outubro 04, 2006

UM & meio?

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Mete-os no ..

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CRÓNICAS DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA/FM

Évora e a competitividade
Hélder Rebocho

Quarta, 04 Outubro 2006
No passado fim-de-semana foi dada à estampa num jornal de âmbito nacional e com honras de destaque na primeira página uma notícia que surpreendeu os Eborenses - Évora está no topo da competitividade entre 18 cidades capitais de distrito, segundo o estudo publicado pelo referido jornal. Confesso que fiquei no mínimo estupefacto com o teor da notícia.
Num primeiro momento olhei de imediato para o calendário, não fosse estar no dia 1º de Abril sem ter dado por isso. Não estava.
Por isso, num segundo momento belisquei os braços, pois pensei estar a sonhar. Também não estava.
Afinal vivo em Évora há 38 anos e nunca constatei que fosse sequer uma cidade competitiva e muito menos que fosse a mais competitiva do país.
Não sei se o título de primeira página foi mera casualidade, ou se pretendia “dar o jeito” a alguém, mas que os menos atentos poderiam cair no logro de pensar que Évora é a cidade mais competitiva do país, disso não tenho a mínima dúvida.
Vamos chamar as coisas pelos nomes sem artifícios ou habilidades. Aquilo que o referido estudo revela é que Évora é a cidade do país com maior potencial de competitividade, não é a mais competitiva, o que é bem diferente.
Sejamos claros, os indicadores que servem de base a este estudo não são a riqueza, o desenvolvimento, o nível de industrialização, o poder de compra ou o planeamento estratégico, porque se fossem, Évora seria, certamente, a última das 18 cidades.
Na minha opinião o aspecto mais importante, aquele que não constitui novidade para ninguém, resulta da constatação que Évora é uma cidade com elevadas potencialidades.
Também não é novidade nenhuma que essas potencialidades têm sido sucessivamente desaproveitadas pelos executivos camarários. Os resultados são demasiado visíveis para poderem ser encobertos pelo título de um jornal, é como pretender tapar o sol com uma peneira.
Basta olharmos á nossa volta para percebermos que o potencial competitivo de Évora está há muitas décadas em arquivo morto no edifício da Praça do Sertório, e o resultado, aliás, está á vista. O desemprego tem crescido para níveis preocupantes, a industria é quase nula, a mobilidade urbana toca o limiar do péssimo, a cultura já aqui não habita e faltam infra-estruturas adequadas às exigências de uma cidade de média dimensão.
De acordo com o estudo em questão, Évora é a cidade com maior potencial de competitividade, sendo comparada, em sentido figurativo, a uma estrada de terra batida com uma enorme recta para acelaração.
Pois muito bem, se beneficiasse de uma intervenção adequada, poderia em breve, passar a IP e no futuro até a auto-estrada do desenvolvimento. Mas para isso seriam necessários engenheiros competentes e um projecto de construção consistente, que infelizmente não existem, e por isso a estrada vai sendo remendada aqui e ali apenas para tapar buracos causados pela inércia de quem muito promete e nada faz. Asfalto, nem vê-lo.
Os dados que servem de base ao estudo são de 2002, por isso aguardo com expectativa nova publicação de resultados daqui a três anos, quando se fizer o balanço de dois mandatos consecutivos do actual executivo camarário.
Pela forma como Évora tem sido tratada, nessa altura a velha estrada de terra batida com uma enorme recta, que se poderia ter transformado em auto-estrada, já estará intransitável. Esta será a principal consequência do erro de adjudicação da obra a quem não tinha capacidade para a fazer.

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O QUE INTERESSA SOBRE O ALENTEJO

Urgências: alentejanos a mais de uma hora

Um em cada cinco habitantes do Alentejo reside a mais de uma hora de uma urgência hospitalar, enquanto em Lisboa essa situação afecta menos de um por cento da população, revela um estudo da tutela, escreve a agência Lusa.
http://www.portugaldiario.iol.pt/

Reguengos de Monsaraz recebe Encontro Nacional de Catamarans

A aldeia de Campinho, Reguengos de Monsaraz, recebe no próximo fim-de-semana o Encontro Nacional de Catamarans. A prova realiza-se nos dias 7 e 8 de Outubro no Grande Lago de Alqueva e está integrada no calendário nacional das classes de Catamarans Dart 18 e Hobie Cat. Segundo a Câmara de Reguengos de Monsaraz, na competição participam quatro dezenas de embarcações que terão de realizar duas regatas de médio/longo curso, com partida e chegada à aldeia de Campinho, num percurso mínimo de 5 milhas e máximo de 15 milhas.
http://www.noticiasalentejo.pt

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TAUROMAQUIA - PÁGINA DE HUGO CALADO

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A começar o resto das fotos da CORRIDA DA VENDA

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E agora :

A Crónica da 1ª Corrida do novo Coliseu de Elvas:

Faltaram toiros na primeira do Coliseu de Elvas

O Coliseu José Rondão Almeida, abriu pela primeira vez as suas portas á tauromaquia, no passado dia 1 de Outubro, numa corrida de toiros á portuguesa que contou com a casa praticamente cheia, ficando pouquíssimos lugares vazios. Estavam anunciados os cavaleiros João Moura, Joaquim Bastinhas e o praticante Marcos Tenório (Bastinhas), estes que lidaram 6 toiros de Ortigão Costa (1), João Moura (1) e Romão Tenório (4), as pegas estiveram a cargo dos Amadores do Aposento da Moita, Portalegre e Académicos de Elvas.
Abriu praça o cavaleiro da casa, Joaquim Bastinhas, este que teve pela frente dois toiros com pouco andamento. Na primeira lide, teve pela frente um mansote de João Moura de 550Kg, com Bastinhas a andar regular nos compridos, enquanto que nos curtos começou por cravar um ferro um pouco descaído, mas conseguiu emendar ao longo da lide terminando-a em bom plano. Na segunda lide, o elvense não foi muito por aí além, perante um Romão Tenório de 590kg, Bastinhas cravou dois compridos regulares, enquanto que nos curtos esteve um pouco melhor, onde se destaca o ferro de palmo e o par de bandarilhas que cravou no final da lide.
Seguiu-se João Moura, que teve duas lides distintas. Na primeira, diante dum Romão Tenório de 580 kg que cumpriu, permitindo a Moura ter uma boa lide, iniciando-a com dois bons compridos, já nos curtos o cavaleiro de Monforte esteve em plano elevado, dando primazia ao seu oponente, bregando bem o toiro cravando bons ferros, sendo no final ovacionado de pé. A sua segunda lide, foi completamente diferente da primeira, pois o Ortigão Costa de 490 kg, manso e que cedo se fixou-se nos médios e a muito custo de lá saiu, mas João Moura deu-lhe a volta cravando bons ferros.
A fechar a noite, outro filho da terra, Marcos Tenório que na primeira lide pouco pôde fazer, pois o seu oponente, de Romão Tenório de 560 kg, cedo se encrençou em tábuas , mas Marcos mostrou o seu valor dando a volta a este manso, e em sortes a cesgo cravou a ferragem da ordem. Já a segunda lide do jovem alentejano, foi melhor, pois o toiro de Romão de Tenório de 510 kg, permitiu mais. Marcos recebeu-o muito bem em sorte gaiola, ouvindo forte ovação. Na ferragem comprida o jovem esteve bem, nos curtos continuou da mesma forma terminando com dois ferros de palmo de boa nota.
No que respeita á forcadagem, pelo Aposento da Moita foram caras Pedro Barradas á terceira e Netino Wen á primeira, pelos de Portalegre Artur Dominguez á primeira e Nelson Nabiça á terceira e pelos da casa, Académicos de Elvas, foram cara David Barradas á terceira e Tadeu Lopes á primeira.
Quanto aos toiros Ortigão Costa, João Moura e Romão Tenório, no geral foram mansos e com pouco andamento.
O espectáculo foi dirigido pelo Sr. Manuel Jacinto.
No final houve prémios para todos, cavaleiros, forcados, e banda.
Neste primeiro espectáculo no Coliseu de Elvas, já há algumas coisas a assinalar, primeiro ao sistema de som que só funcionou na segunda parte e só para dizer as informações sobre os toiros e o nome dos cavaleiros, ficando assim para a maioria dos espectadores a incógnita do nome do forcado, outro ponto negativo, foi o número excessivo de pessoas na trincheira. Dirijo também uma nota negativa para o publico que continua a chegar em cima da hora, fazendo com que este espectáculo tivesse começado 15 minutos mais tarde.
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Texto e foto: Hugo Calado - 2/10/06

Continue a ver fotos desta corrida (10). Clik

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RECORDAÇÕES DA INFANCIA

Assumindo poder vir a ser considerado saudosista, ou até mesmo piegas, não resisto a prosseguir o relato dos locais da minha infância. Sinto-me bem recordando e deixando desfilar pela memória os tempos da meninice. Estarei a envelhecer?
Hoje vou recordar o MONTE:
Antes que o dia amanhecesse, pelas segundas-feiras partiam os dois carros de parelha (chamavam-se de parelha por serem puxados por dois machos), com os mantimentos para a semana. Eram conduzidos pelo MANECAS e pelo FARINHEIRA. Quando o sol nascia partíamos nós, eu e o meu padrinho na charrete., conduzida pelo JANOTA . Ainda era uma distância muito razoável. Pois havia que apanhar atalhos para evitar a ribeira de Terena.
No Inverno, tempo das sementeiras, a coisa não era lá muito do meu agrado, valia a distracção dos relas (bácoros recém nascidos), a ordenha das cabras e as voltinhas no burro e o armar aos pássaros.
Mas no Verão… aí sim que bem se estava no MONTE. Era o tempo da ceifa, depois da debulha. O MONTE tinha mais vida, havia mais gente. Até porque na charrete iam sempre umas grades de cervejas, para os ceifeiros quando cumpriam a empreitada, e de pirolitos para mim.
O trabalho começava ao raiar da aurora, era altura de levantar, e ir espalhar as armadilhas, preparadas de véspera com isco tirado dos carapetos, depois com a pressão de ar ir para debaixo dos choupos à espera que algum passarito desse o corpo ao manifesto. Há hora do almoço juntava-se todo o pessoal na rua do Monte, para o gaspacho, confeccionado pelo LADISLAU, com muito pepino e tomate mas parco em azeite, e omisso em paio, substituído pelas azeitonas sapateiras. E vinha a sesta.
Pela tarde, era o banho na ribeira, e a pesca à lapa, onde muitas vezes o peixe era substituído por uma ou outra cobra de água, o que me fazia regressar ao Monte mais depressa que o que eu queria. O dia completava-se com o jantar, gaspacho para não variar, de vez em quando umas sopinhas de tomate, e quando o rei fazia anos uma açorda de pechelim. À noite armava-se a tarimba, à volta da eira, contavam-se histórias, com sorte lá havia um que tocava uma gaitada, outro que cantava uma chapota, e toca a dormir que o dia fui duro, e o de amanhã vai ser o mesmo.
Talvez, seja por isto, por ter vivido com todos aqueles que sentiram na pele o trabalho árduo da vida do campo, que autores como: ALVES REDOL (Fanga, Barca dos Sete Lemes), FERNANDO NAMORA (O Trigo e o Joio, A Casa da Malta, Retalhos da Vida de um Médico) JOSÉ SARAMAGO (Levantados do Chão) MIGUEL TORGA (A Criação do Mundo) MANUEL DA FONSECA (Seara de Vento), ocupam um lugar mais que previligiado, nas minhas leituras preferidas .
JÁ AGORA…. SABEM DE QUE MONTE ESTIVE A FALAR???
Xico Manel
Saudações Marroquinas

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SUGESTÃO PARA UM MUSEU NO ALANDROAL

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O "caldeirão" das "matanças"

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VELHAS GLÓRIAS

"Artistas da Bola" que mereceram "cromos"

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Freixo

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Inácio

Uma colaboração com: http://cromodoscromos.blogspot.com/

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outubro 03, 2006

NOTÍCIAS DE INTERESSE SOBRE O ALANDROAL

Projecto para recuperar a serra d’Ossa

A governadora civil de Évora, Fernanda Ramos, disse que vai ser desenvolvido um projecto integrado para a recuperação da serra d’Ossa, onde as chamas destruíram cerca de cinco mil hectares de floresta em Agosto.
O debate contou com a participação dos presidentes dos municípios de Alandroal, Borba, Estremoz e Redondo, cujos concelhos foram atingidos pelas chamas, assim como um autarca do vizinho concelho de Vila Viçosa.
http://www.oprimeirodejaneiro.pt/

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TAUROMAQUIA - PÁGINA DE HUGO CALADO

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Coliseu de Elvas inaugurado com Festa Ibérica

Foi com casa cheia, que no passado dia 28 de Setembro, que a cidade de Elvas, inaugurou o Coliseu José Rondão de Almeida, com uma "Festa Ibérica", num misto de dança, música e arte equestre, com ligações culturais às culturas do Alentejo, Ribatejo, Estremadura espanhola e Andaluzia, onde foi também homenageada Rocio Jurado, grande voz de Espanha falecida este ano.
A noite começou com as já tradicionais, cerimónias protocolares com a bênção do recinto por parte do Sr. Padre Francisco Couto, seguindo-se os discursos de D. Ruan Garcia, presidente da F.E.V.A.L, José Rondão de Almeida, autarca de Elvas e a terminar os discursos um representante do governo, é pena que nos três discurso pouco ou nada se tenha falado na tauromaquia, uma das principais actividades daquele recinto. Entretanto e antes de se entrar em directo para todo o pais, através da RTP, actuou o tenor Carlos Guilherme.
Seguiu-se então o espectáculo em si, já em directo para a RTP e com a apresentação dos alentejanos José Carlos Malato e Isabel Angelino, entrou em cena o Grupo Equestre Cultural de Andaluzia, que demonstrou ambiente festivo de Andaluzia. De Andaluzia para o Baixo Alentejo, representado pelos grupo "Adiafa" que interpretou o tema " A Feira de Castro". Da musica novamente para os cavalos, onde esteve em demonstração o Centro Equestre da Lezíria Grande, numa conjugação com o ballet equestre e a musica. Seguiu-se Lola Mendoza Rodiguez, interpretando "Padre Nosso", precedida por bailado flamenco e doma vaquera, intitulada por "Garrocha". Depois de ter aberto a noite o tenor Carlos Guilherme votou ao palco para cantar "Granada", que foi seguido por Diamantina que cantou os fados " Fado Toureiro" e "Foi na Travessa da Palha". E a fechar a primeira parte os Alunos de Apolo do Porto que dançaram um passo doble.
Abriram a segunda parte os Adiafa, com "As Meninas da Ribeira do Sado", seguiram-se os "Ares altos", demonstrando a arte Barroca. Continuando o espéculo ouviu-se o "Conjunto de Guitarras Parreira", onde se ouviram os acordes das guitarras portuguesas, aos quais se seguiram cavaleiros portugueses e espanhóis, que demonstraram o trabalho no campo, nesta segunda parte de destacar ainda a homenagem a Rocio Jurado, onde se ouviram "La Señora" pela voz de Tamara Aguilera e "Como yo te amo" pela voz de D. Mareano.
E o melhor para o fim, a terceira a ultima parte desta festa, foi preenchida por uma lide a cavalo e uma a pé a cargo do cavaleiro da terra Joaquim Bastinhas e do matador José Luís Gonçalves, a pega esteve a cargo dos Académicos de Elvas.
Joaquim Bastinhas, teve pela frente um Lopo de Carvalho de 425 kg, ao qual começou com um magnífico ferro comprido, já o segundo comprido foi em plano regular, nos curtos Bastinhas inovou o seu estilo de lide, mostrando outro tipo de brega, o qual não estávamos habituados de ver neste cavaleiro, da ferragem curta destacamos o quarto ferro de muito boa nota, um magnífico ferro de palmo e a terminar a lide o já famosos par de bandarilhas. Uma lide abrilhantada pelas guitarras portuguesas.
A forcadagem esteve a cargo dos Académicos de Elvas que consumaram a pega ao segundo intento, numa pega duríssima á barbela.
A terminar a noite o matador José Luís Gonçalves, que lidou um Ortigão Costa de 422 Kg e que o recebeu á verónica, depois conjuntamente com Paulo Sérgio, um quite "a la limon", na muleta Gonçalves andou muito bem, com bons "derechazos" em redondo e bons naturais. Um boa lide, pondo o publico de pé. Esta parte dedicada á tauromaquia foi dirigira pelo Sr. Pedro Reinchard.
E a festa terminou com o Hino Nacional, festa esta agradável, e que esperamos que o ambiente que se viveu nesta noite se repetia por mais ocasiões, e que a festa brava marque presença neste Coliseu.
Crónica de Hugo Calado

E agora mais fotos da Corrida de Aldeia da Venda:

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Hugo Calado

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O QUE INTERESSA SOBRE O ALENTEJO

Marques Mendes aposta no Alentejo

O presidente do PSD, que cumpriu sábado a sua sétima deslocação a Évora em ano e meio, mostrou-se solidário com os social-democratas alentejanos, em termos de combates políticos. Marques Mendes enumerou preocupações do PSD no Alentejo, considerando que alguns projectos ficaram ao abandono.
Declarações de Marques Mendes, no encerramento da Convenção Distrital do PSD, que decorreu sábado, em Évora.
http://www.dianafm.com/

Hospital de Beja vai ter farmácia a funcionar 24 horas por dia

O Hospital José Joaquim Fernandes, em Beja, vai ter uma farmácia a funcionar 24 horas por dia. No final da semana passada foi aprovado em Conselho de Ministros o Decreto-Lei que estabelece o regime de instalação, abertura e funcionamento de farmácias nos hospitais.

Autarquia de Beja baixa impostos municipais

A Assembleia Municipal de Beja aprovou na última sessão ordinária uma descida nos impostos cobrados directamente pela autarquia. "Atendendo às dificuldades sentidas pelas empresas e, no sentido de dar um sinal positivo a todos os possíveis investidores do concelho, a Assembleia Municipal aprovou, por proposta da Câmara Municipal de Beja, a redução da taxa da derrama dos 10% (valor máximo permitido legalmente) para os nove pontos percentuais", explica um comunicado do município bejense. Quanto ao imposto sobre imóveis, a proposta da autarquia de Beja surgiu com "o intuito de aproximar as taxas cobradas aos prédios urbanos anteriores à reforma de 2003".

http://www.noticiasalentejo.pt/

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A TERRA DO ENDOVÉLICO

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Introdução:

A Terra do Endovélico – O Deus dos Lusitanos – é um romance histórico escrito por José Galambas, e cuja acção se desenrola em locais do Concelho do Alandroal.
A obra com prefácio de Manuel Calado e ilustrações de Eunice Gomes, editado pela Zéfiro, ficciona uma história de amor vivida pelos nossos antepassados, sob as bênçãos do Deus Endovélico.
Depois de autorizado pelo Autor, o Alandro al propõe-se divulgar extractos da obra, dando especial atenção aos locais (do nosso Concelho), onde a mesma se desenrola.
Não só aos que fazem parte deste Concelho, mas a todos, aconselhamos vivamente a leitura de A TERRA DO ENDOVÉLICO – O DEUS DOS LUSITANOS.

O TEMPLO DA ROCHA

Os velhos e altos carvalhos lá estavam, como se quisessem fazer-lhe uma última despedida, sacudindo as suas ramagens novas e verdejantes, repletas de folhas e bolotas verdes. ........... Formavam, em conjunto, uma densa floresta, onde poucos eram aqueles que à noite conseguiam aventurar-se sozinhos........ Altos freixos acompanhavam, nesta floresta de carvalhos, quase toda a extensão de um ribeiro, de ambas as margens, serpenteando-se com as suas copas e ocultando a água que corria livremente por baixo.
.............
.............
Ele, o Chefe Guerreiro, estava no Monte Rochoso mais sagrado daquele belo local.
........
A floresta de carvalhos, o ribeiro e as rochas, rodeavam este monte, conhecido pelos seus habitantes como o Templo da Rocha.
...........
...........
O Chefe Guerreiro fechou os olhos. O cheiro da terra molhada era intenso e forte, dando-lhe vigor ao corpo e refrescando-lhe o espírito. Chegou à beira do precipício e saltou, gritando bem alto com o coração aberto e a plenos pulmões:
-Viriatho!!!


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FOTOS COM HISTÓRIA

A dança das bonecas

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Era assim que se intitulava o bailado no qual as "bonecas" saiam de uma caixa.
Tudo isto num Teatro concebido pela saudosa D. Maria Helena, que subiu à cena no palco da extinta S.A.R.A. (já lá vão mais de 50 anos)
Não lhes passa pela cabeça quem é esta "bailarina"...

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CRÓNICAS DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA/FM

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Compromisso (com) Portugal?
José Faustino


Segunda, 02 Outubro 2006
Reuniram pela segunda vez no Convento do Beato mais de meio milhar de gestores, empresários, economistas e afins.
A iniciativa chama-se “Compromisso Portugal”.
Nada me move contra este tipo de iniciativas, especialmente quando elas vêm do sector privado da sociedade e sem a atribuição de subsídios para a sua realização.
As opiniões de gente deste nível não se podem desperdiçar e certamente muitas delas serão aproveitadas por quem as possa utilizar.
É pena que tenham ficado apenas por sugestões ao Governo e não tenham também surgido medidas para o sector privado a que eles próprios pertencem, poderiam até ir um pouco mais longe, assumindo alguns compromissos para com o país, fazendo jus ao seu próprio nome.
Por exemplo: poderiam auto-limitar as suas próprias regalias, reduzindo o leque salarial praticado por muitas das suas empresas, aproximando-se do que se verifica nos outros países; poderiam também comprometer-se a não vender mais empresas aos espanhóis, especialmente depois de pedirem ajuda ao Presidente da Republica para manter os centros de decisão em Portugal.
Mas das conclusões do encontro, a que mais me fez pensar foi a do despedimento de 200.000 funcionários públicos.
Este número vindo de quem vem não é engano, 200.000 postos de trabalho têm incidência directa ou indirecta em mais de meio milhão de pessoas, estamos a falar de 5% da população portuguesa. É muita gente!
Sem dúvida que isto representaria uma redução da despesa pública anual equivalente a 4% do produto interno bruto era, sem dúvida, do ponto de vista económico, uma medida que em muito contribuiria para o equilíbrio das contas do Estado.
Mas, como dizia o Presidente Jorge Sampaio, há mais vida para além do défice, o que significa dizer que os governantes não podem só olhar à vertente económica, a vertente social é também muito importante.
Já se pensou o que se iria fazer a tanta gente? O sector privado teria capacidade de absorver toda esta gente? Penso que não.
A proposta feita, já teria outro valor se o sector privado se comprometesse a absorver pelo menos metade do número apontado, mas claro que isso não é possível.
É verdade que é urgente começar a reduzir a despesa pública pois como sabemos o Governo tem tido resultados inversos, a despesa cada vez é maior e quando se gasta mais do que se recebe sabe-se antecipadamente qual é o resultado.
Para equilibrar as contas públicas é necessário fazer grandes reformas de fundo e não aplicar apenas medidas avulsas como esta, isso é aliás, o que o Governo tem feito ultimamente.
Por outro lado, era só o que faltava era que os políticos para remediarem a situação económica a que chegámos, da qual são eles próprios os principais responsáveis, fossem agora criar mais um novo problema social desta envergadura.
Reduzir a despesa não significa só despedir trabalhadores é preciso muito mais imaginação, é isso que se exige a um bom gestor e no Beato, ao que parece, havia muitos.


Compromisso Portugal
Domingos Cordeiro

Terça, 03 Outubro 2006
Quando, há dois anos, surgiu o Compromisso Portugal e deu a conhecer ao que vinha foi visto por muitos, entre os quais me incluo, como algo a saudar.
Finalmente tínhamos a sociedade civil no debate da política económica e social.
Decorridos dois anos sobre aquele primeiro encontro, período durante o qual o Compromisso Portugal primou pelo silêncio, os mentores do movimento promoveram novo encontro, uma vez mais, no Convento do Beato.
Neste encontro, que teve forte cobertura mediática, apontaram, entre outras, para as seguintes medidas: O Governo deve despedir duzentos mil funcionários e deve promover a privatização total das empresas ANA, TAP e da CP, entre outras.
O que propuseram não contem novidade, é pouco acertado e esquece que o contexto económico e político do Pais são agora outros.
Entre o que disseram há dois anos e o que fizeram – que foi pouco ou nada – esvaiu-se o mérito da proclamação inicial do Compromisso Portugal.
Ficou-se pela receita.
Isto para não dizer que figuras do Compromisso já foram destacados governantes e que, enquanto tal, nada fizeram para mudar o estado das coisas que agora criticam.
O Pais tem uma doença endémica: criticam-se os governos, recriminam-se as políticas, pede-se menos Estado, mas, depois, se não é o Estado o motor das mudanças e do desenvolvimento, tudo continua como dantes.
Talvez por isso, o que ressalta do último encontro é que os empresários e gestores privados que ali se reuniram falaram, essencialmente, dum único negócio: o dos dinheiros públicos.
Ora a propósito de dinheiros públicos convêm lembrar que no passado dia 27 de Setembro, o insuspeito Forum Económico Mundial de Davos explicou que, no cômputo das actividades desenvovlvidas que concorrem para medir, em padrões internacionais a competitividade de Portugal, o sector privado tem pior nota do que o sector publico.
As empresas privadas ficam, assim, a perder no confronto com as instituições públicas.
Assim sendo, sem querer ser pretensioso, sugiro ao empresários e gestores privados que estiveram no Beato que, à frente das suas empresas, apostem numa liderança mais cautelosa e menos exuberante, na qualificação dos recursos humanos, investigação, desenvolvimento e investimento, e deixem os assuntos de Estado para os eleitos e eleitores.
Em suma, que se comprometam mais com Portugal.

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outubro 02, 2006

TAUROMAQUIA - PÁGINA DE HUGO CALADO

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Toiros Falé Filipe triunfam na Aldeia da Venda

Realizou-se no passado dia 30 de Setembro, em Aldeia da Venda, concelho do Alandroal, Distrito de Évora, uma corrida de toiros à portuguesa, perante ¾ de casa, estiveram em praça os cavaleiros Joaquim Bastinhas, Luís Rouxinol e o praticante Marcos Tenório (Bastinhas), que lidaram toiros da ganadaria alentejana de Falé Filipe, completavam cartel os Forcados Amadores de Portalegre e Aposento do Alandroal.
Abriu praça o Elvense Joaquim Bastinhas, que começou com dois compridos regulares, já nos curtos, não iniciou da melhor maneira a série de quatro ferros, pois falhou o primeiro, mas emendou-se bem com um bonito ferro, a lide continuou em plano regular, terminando-a com um bom ferro de palmo. Na segunda lide, tal como na primeira, Bastinhas andou regular nos dois compridos que cravou, nos curtos o ginete de Elvas esteve um pouco melhor, cravando bons ferros, bem rematados, com destaque para o par de bandarilhas.
Seguiu-se Luís Rouxinol, este que veio até ao interior alentejano para triunfar. Na primeira lide, Rouxinol teve um bom começo, cravando três compridos de boa nota, continuando assim nos curtos, preparando bem as sortes e cravando bons ferros, destacando-se o ferro de violino e o par de bandarilhas com que fechou a primeira lide. Já na segunda lide continuou em bom plano, bem na brega preparando e rematando boas sortes, nesta lide destacou-se o segundo ferro e o palmito com que fechou a lide.
Para fecho de tarde o praticante Marcos Tenório, este que na sua primeira lide andou regular com a ferragem tanto comprida como curta a ficar ligeiramente descaída, ainda assim bregou bem e rematou bem as sortes. A segunda lide foi melhor, recebeu bem o toiro, cravou de seguida dois bons compridos. Nos curtos o jovem Elvense, mostrou-se bem, com ferros de boa nota dos quais destacamos o ferro de palmo com que encerrou a lide. É uma pena que o jovem Marcos não tenha muita ligação ao público, notando-se alguma distância.
No que respeita à forcadagem foi cara pelo Amadores de Portalegre, Nuno Miranda à segunda tentativa, Francisco Matias e João Tavares concretizaram à primeira.
Pelo Aposento do Alandroal, Fábio Fitas à primeira, Bruno Capitão foi dobrado por Fábio, que por sua vez também dobrado por Bruno e João, consumaram a pega de cernelha, fechou a tarde Mário Pinto à primeira.
Quanto aos toiros da ganadaria Falé Filipe, deram bom jogo, permitindo assim uma agradável tarde de toiros, tendo o ganadeiro dado uma merecida volta á arena.
Dirigiu a corrida o Sr. Pedro Maria Gomes.


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(Durante a semana fotos desta corrida)

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MOTIVOS PARA VISITAR O CONCELHO DO ALANDROAL

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Altar da Igreja Matriz

(foto José Manuel Rodrigues - Edição C.M.A.)

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COMENTÀRIOS EM PÉ DE PÁGINA - RUBRICA DE ANTÓNIO BERBÉM

Independentemente, de estarmos ou não no Ranking, a favor ou contra esta lei das Finanças Locais, que obviamente penaliza as Autarquias com excessivo endividamento, o que deve interessar-nos enquanto Concelho (e munícipe) do Alandroal, é conhecer a real situação financeira da Câmara Municipal.
Ou seja, podemos saber qual é, neste momento, a posição da Câmara em termos de Endividamento? Deve muito ou pouco? Tem vindo a endividar-se e a gastar mais ou menos do que pode fazer?
Tem cumprido os seus compromissos com os pequenos e grandes Credores? Paga a tempo e horas? Quais são os tempos de atraso médios no incumprimento/pagamento? O orçamento camarário (assim se espera) tem vindo a ser executado sem desvios?
Tudo isto é segredo de Estado?
Ou corre a Câmara riscos de se isolar e deixar de ser politica e socialmente confiável?
Para desfazer estes rumores, justos ou injustos, verdadeiros ou falsos, não seria útil que desta vez a Autarquia, Em Acto Público, e de verdadeira mas Simples Coragem, viesse Esclarecer-nos sobre o conjunto de dados financeiros relevantes para o Futuro do Concelho?
Está a pedir-se muito?...

António Neves Berbém

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NOTÍCIAS C.M.A.

Assembleia Municipal de Alandroal rejeita Lei das Finanças Locais

A Assembleia Municipal de Alandroal, reunida ontem, dia 29 de Setembro, em sessão ordinária que decorreu no edifício sede do Município de Alandroal, rejeitou por unanimidade a Proposta de Lei das Finanças Locais aprovada pelo Governo. Já em reunião extraordinária, dia 27 de Setembro, o Executivo Municipal de Alandroal tinha tomado idêntica deliberação.
Considerada pelo Município de Alandroal como uma limitação à autonomia da autarquia, esta Proposta põe em causa a capacidade de intervenção da gestão autárquica na criação de condições para o desenvolvimento.
Embora a Câmara Municipal de Alandroal não conste da listagem avançada pelo Governo, que dá conta dos Municípios impedidos de recorrer ao crédito caso a proposta de Lei das Finanças Locais venha a ser aprovada, é nossa convicção que, tal como está, esta Lei irá a curto-prazo criar problemas financeiros à Autarquia.
Esta tomada de posição não deve ser tomada como uma afronta ao Poder Central, cujo esforço de modernização e de contenção apoiamos mas, estando convictos que irá afectar negativamente o futuro e a modernização do nosso Concelho, entenderam os seus membros que esta é uma forma de manifestar a posição unânime de desacordo da Assembleia Municipal sobre esta Proposta que consideramos gravosa, caso seja aprovada tal como se encontra.
Estamos convictos que seremos ouvidos e que de acordo com o bom senso que este Governo tem demonstrado ao longo da sua governação, a Proposta será alterada, garantindo ao Poder Local a manutenção da sua autonomia e capacidade de intervenção.
Gabinete de Imprensa - CM Alandroal

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RECORDAÇÕES DO PASSADO

Pequenos contos que nos transportam no tempo e nos deixam um sorriso nos lábios.
Histórias que se voltam a publicar no Blog Alandro al

A FAENA DO CARTUXO

Deixou o Alandroal à procura de melhor vida pouco depois de fazer vinte anos. No entanto era daqueles que assim que podia estava caído na sua terra de que ele tanto gostava. Nunca falhava a Festa de Setembro, enquanto pôde levava o Andor da Santa, e nas Touradas era figura indispensável.
O CARTUXO, homem alegre, folgazão, amigo da brincadeira, excelente músico, ao pé dele ninguém ficava triste, nunca se fazia rogado a uma boa pinga. Depois de bem bebido, dava gosto ouvi-lo tocar no saxofone ou no banjo.
Um ano, depois de alegre confraternização com os amigos, resolveu testar os seus dotes de diestro numa tourada da Festa. À falta de um Capote e Muleta serviu um lencinho branco que trazia no bolso. Em grande estilo citou a fera, que não se fez rogada e investiu desarmando o toureiro Cartuxo. Depois de bem amassado, e valentemente corneado, o bicho anichou-o entre as patas, numa demonstração inequívoca que ali o mais forte era ele.
Após tão grande humilhação o Cartuxo regressou a casa onde outro mal o esperava. A mulher furibunda… fazendo-lhe ver a figura triste que tinha feito: Olha para ti… todo sujo, todo esfarrapado… mal cheiroso… não tens vergonha… ali debaixo da vaca e toda a gente a rir de ti…
Tens toda a razão… SÓ QUE NÃO ERA UMA VACA… ERA UM BOI. EU BEM VI QUANDO ME ESTAVA A MIJAR PARA CIMA…

Saudações Marroquinas
Xico Manel

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ALENTEJO HISTÓRICO

Está quase a chegar a época

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Imagem de um postal que pode comprar na loja LUSITANIA POSTCARDS.

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NOTÍCIAS DE INTERESSE PARA O ALANDROAL

Cinave não está acreditada junto do Ministério da Defesa.

A empresa Cinave, de Wilfred Burke, hoje interrogado pelas autoridades por suspeita de crimes de corrupção em contratos com a Marinha, não está acreditada junto do Ministério da Defesa como comerciante de armamento. Da lista de 45 «comerciante de bens e tecnologias militares», a que a agência Lusa teve acesso, consta a Ortsac, de André Canto e Castro, empresário também detido na quarta-feira e hoje interrogado.
.........
..........
Ainda segundo fontes do sector, a Cinave dedica-se actualmente ao fabrico de indicadores de voo, como altímetros ou DME (medidores de distância), e chegou a trabalhar com a OGMA - Indústria Aeronáutica de Portugal.
A empresa chegou a apresentar publicamente em 2005, no Portugal Air Show, bienal de aeronáutica no aeródromo de Évora, um projecto para construir um helicóptero UAV (Veículo Aéreo Não Tripulado) vocacionado para a vigilância e detecção de incêndios.
O investimento, de perto de seis milhões de euros, visava a instalação de uma fábrica no Alandroal, Évora, e estava dependente da angariação de compradores.
http://diariodigital.sapo.pt/

Publicado por tata em 03:34 PM | Comentários (0) | TrackBack

CORREIO RECEBIDO

De : gdmontemor@iol.pt>

FUTSAL: G.D.MONTEMOR VENCE V.SETÚBAL POR FALTA DE COMPARÊNCIA

Pavilhão cheio para ver a equipa principal do GDMONTEMOR, na 1ªjornada do campeonato, no entanto a equipa do Vitória de Setúbal, não compareceu ao jogo.
A direcção do GDM tentou contactar alguém do Vitoria de Setúbal, para saber o que teria acontecido, mas não obteve qualquer resposta.

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CRÓNICAS DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA/FM

Sintonize a :

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Crónica de António Leitão
Sexta, 29 Setembro 2006

Até há alguns anos, a Ordem dos Médicos tinha um exame próprio para atribuir o título de especialista. Só havia 3 classificações possíveis: não aprovado, aprovado e aprovado com distinção. Distinção. Nesses tempos, ainda recentes, interessava distinguir, reconhecer, discriminar entre os médicos quais os especialmente competentes para tratar determinado tipo de doenças.
Este é apenas um exemplo do valor positivo, eu diria necessário, da discriminação entre cidadãos, porque – desculpem-me insistir no que toda a gente já sabe – é pelo esforço, pelo estudo e pela reflexão que nos içamos acima do nível animal e nos tornamos verdadeiramente humanos. Isto pode estar fora de moda, mas continua a ser verdade.
Nos últimos tempos, este antigo conceito de discriminação positiva tem vindo a perder alguma dignidade. No referido exame, que agora junta no mesmo júri representantes do Estado e da Ordem dos Médicos, a classificação passou a ser numérica (de 0 a 20) – o que pode ser útil em concursos para vagas da função pública, mas já não se destina a distinguir uma elite.
Vejamos: que necessidade temos nós de elites em cada actividade profissional? Para melhor começar a responder a esta pergunta, precisamos de saber em que tipo de sociedade vivemos.
Como sabemos, há 2 tipos extremos de sociedade: a sociedade civil liberal, em que, todos iguais perante a lei, cada um trata da sua vida sem mais obrigações; vale tudo dentro da lei e o Estado é o árbitro (árbitro - esta palavra diz-vos alguma coisa?). No outro extremo, a sociedade tipo empresa, em que todos devem contribuir para superiores objectivos comuns. Neste caso, o Estado assume uma função preponderante na definição dos objectivos e o governo propõe um plano, uma estratégia, para os atingir. Há sempre aqui alguma perda das liberdades individuais, o que pode ser bastante desagradável, como o comunismo e o fascismo nos ensinaram.
Portanto e em resumo, numa sociedade liberal, a elite tende a dar o exemplo enquanto, numa sociedade planeada, tende a dirigir. Na Europa, o normal é essas 2 funções aparecerem juntas e em equilíbrio: dar o exemplo e dirigir – e tudo estaria bem para todos se os actuais dirigentes (desde o futebol até aos representantes de corporações profissionais, de instituições e do próprio Estado) tivessem capacidade para isso, fossem realmente pessoas de grande mérito, que a sociedade pudesse apreciar devidamente, seguir e até imitar, copiar. Sim, porque copiar coisas bem feitas é sempre melhor do que inventar mal e, com muito treino e aquisição de experiência, talvez leve a qualquer resultado original.
Desde os anos 60 do século passado, depois de guerras horríveis, estando em paz e com boa situação económica, surgiram na Europa políticas sociais generosas, como nunca tinha havido na história da humanidade. Muitos de nós nunca sentiram realmente fome ou medo e, talvez por isso, os verdadeiros líderes deixaram de ser necessários e parecem ter desaparecido. Ficámos órfãos de pessoas que possamos admirar e imitar, em quem possamos ter confiança.
Tem sido o tempo do cruzamento entre liberais e esquerdistas, empenhados em acabar com todas as discriminações negativas: raciais, religiosas, sexuais, de hábitos, costumes e tradições, a favor do uso de drogas e de deficiências várias inclusive a da própria vontade de progredir, numa euforia libertária fantástica. O pior é que o mundo não é perfeito e, infelizmente: o racismo não é exclusivo dos brancos e está a aumentar; as diferenças de cor e de nascimento não justificam que os desfavorecidos não queiram estudar nem trabalhar e se achem no direito de ser violentos; ser homossexual não é uma normalidade que todos possamos aceitar alegremente por muito que a TV nos pressione; ser mãe solteira e subsidiada é muitas vezes mais fácil do que ser uma mulher casada normal; fazer um aborto pode não ser um acto médico, etc., etc., etc.
Quem me conhece sabe que eu detesto o racismo. Sou contra qualquer tipo de discriminação excepto na distinção daqueles que se tentam, com esforço, aperfeiçoar e desenvolver, o conceito antigo de discriminação positiva. Acredito que a grande maioria das pessoas concorda comigo, mas não o diz. Do mesmo modo que milhões de muçulmanos pacíficos não dizem hoje uma palavra contra os fanáticos religiosos.
A globalização é imparável e a Europa está em perigo de se afastar da liderança, tanto cultural como tecnológica e económica. As consequências podem ser muito graves, pelo que, se não queremos perder este jogo, devemos começar já a falar uns com os outros, voltar à política e, especialmente, desistir de ser “politicamente correctos”.
É preciso mais ideologia, no preciso momento em que, em Portugal, deixou de haver exame de Filosofia no 12º ano do ensino secundário. Alguém sabe porquê?

A vítima
Eduardo Luciano

Se há coisas que me irritam nesta vida, uma delas é o aparecimento de coligações partidárias constituídas depois dos actos eleitorais e como tal não sufragadas pelos eleitores.
Lembro-me do governo PS/CDS, lembro-me do bloco central, de má memória, em que PSD e PS partilharam o poder, lembro-me dos orçamentos “limianos”, em que o governo de António Guterres “comprava” o voto de um deputado do CDS/PP e, mais recentemente, o entendimento entre PS e PSD conhecido como pacto de regime para as questões da justiça.
E porque é uma situação com a qual não me consigo sentir confortável, foi com preocupação que li as declarações prestadas pelo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Évora acerca de um suposto entendimento entre o PCP e o PSD para lhe infernizar a vida.
Por achar que tal afirmação era no mínimo estranha, resolvi tentar perceber o que se tem passado nas reuniões de câmara, ao nível das posições dos diversos partidos sobre as matérias colocadas à votação.
De todas decisões tomadas, 1971 foram tomadas por unanimidade. Excluídas essas, concentrei-me nas restantes para tentar descobrir o famigerado entendimento espúrio entre PCP e PSD.
O resultado da pesquisa não corrobora de forma nenhuma as afirmações do Senhor Presidente da Câmara. O PCP e o PSD votaram em sintonia em 7 assuntos colocados para decisão. Curiosamente, o voto do PSD serviu para aprovar propostas do PS em 24 ocasiões. Olhando friamente para os números, aquilo que parece é a existência de uma convergência estratégica entre PS e PSD. E em assuntos tão importantes como a taxa do Imposto Municipal sobre Imóveis ou o aumento das rendas de habitação social. Ainda ontem, PS e PSD convergiram na decisão de atirar com metade dos vendedores que operavam no mercado da Horta da Laranjeiras para um parque de estacionamento situado no Bacelo.
O Senhor Presidente afirmou que PCP e PSD concertavam as suas posições antes das reuniões de câmara, levando tudo preparado e sintonizado. Ora, se tal fosse verdade e olhando para as decisões tomadas em sintonia pelo PS e pelo PSD, teríamos de concluir que o vereador do PSD faria o mesmo quando opta por votar ao lado do Senhor Presidente da Câmara. Quanto mais não seja por uma questão de gestão de tempo, não creio que o Dr. António Dieb consiga participar nas reuniões da concelhia do PCP, da concelhia do PS e ainda nas do seu próprio partido.
Arrumada a preocupação reflecti um pouco sobre a necessidade e oportunidade das afirmações do Senhor Presidente.
Confesso que não encontrei outra motivação que não fosse o desviar das atenções das mais recentes decisões judiciais que o deixam numa situação politicamente incómoda.
Em duas semanas seguidas, as instâncias judiciais decidiram: por um lado obrigá-lo a proceder à eleição do represente da Câmara de Évora na Região de Turismo, por outro extinguir o procedimento cautelar por si instaurado contra a Região de Turismo de Évora, por inutilidade superveniente da lide.
Nestas circunstâncias mandam as regras que o acossado se transforme em vítima, bradando aos quatro ventos que, como diz a canção, o mundo se uniu para o tramar.
Foi isso que o Senhor Presidente fez e com a mesma elegância com que o Shrek pediu namoro à Fiona.

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outubro 01, 2006

FUTEBOL DISTRITAL

RESULTADOS

Divisão de Honra

União de Montemor e Alandroal, comandam invictos.

União 3 – Monte Trigo 0
Redondense 1 – Oriola 1
Alandroalense 1 – Borbense 0
Portel 1 – Estremoz 0
Torre de Coelheiros 0 – Bencatelense 0
Escouralense 2 – Canaviais 2
Calipolense 2 – Valenças 0

1ª Divisão Série A

Alcaçovense 1 – Bairro Santo António 1
Brotense 1 – Santana do Campo 2
Giesteira 3 – Aguiar 1
Sporting de Viana 3 – Fazendas do Cortiço 4
Arraiolense 1– Luso Morense 2

1ª Divisão Série B

Derrota para as Equipas do Concelho. Santiago Maior por números pesados.

Amieira 1 – Perolivense 3
Arcoense 0 – São Romão 0
Vera Cruz 0 – Aldeense 6
Corval 2 – Rosário 1
São Manços 4 – Santiago Maior 0

Publicado por tata em 06:31 PM | Comentários (0) | TrackBack