novembro 20, 2003

Sobre a Justiça

Caríssimos e estimadas,

Estando a Justiça a dominar a agenda mediática - que, para todos os efeitos, é a que infelizmente manda - faço questão em partilhar esta história convosco, sem qualquer comentário da minha parte.

Numa qualquer estrada portuguesa, uma viatura que circulava em excesso de velocidade é mandada parar por um agente de trânsito. O condutor dessa viatura é um advogado.

Agente: Posso ver a sua carta de condução?
Advogado: Não tenho. Foi suspensa da última vez em que cometi uma infração.
Agente: Posso então ver o registo de propriedade do veículo?
Advogado: O carro não é meu. Roubei.
Agente: O carro é roubado?
Advogado: Sim, é verdade. Mas agora que penso nisso, acho que vi o registo de propriedade no porta-luvas, quando coloquei a minha arma lá...
Agente: Tem uma arma no porta-luvas?
Advogado: Sim. Coloquei-a lá depois de matar a dona do carro e colocar o corpo dela no porta-bagagens.
Agente: Tem um corpo no porta-bagagens???
Advogado: Sim, senhor.

Ao ouvir isso, o agente chamou imediatamente o seu superior. O carro foi rapidamente cercado por um cordão policial e o capitão aproximou-se do veículo para controlar a situação.

Capitão: Senhor, posso ver a sua carta de condução?
Advogado: Claro, aqui está ela. (A carta é válida)
Capitão: A quem pertence este veículo?
Advogado: É meu, senhor guarda. Aqui tem o registo de propriedade. (O carro é, de fato, do condutor)
Capitão: Abra, por gentileza, o seu porta-luvas, lentamente, para eu verificar se lá se encontra uma arma dentro...
Advogado: Sim, senhor. (O porta-luvas está vazio)
Capitão: Quer abrir o porta-bagagens, por favor?
Advogado: Sim, senhor. (Não tem corpo nenhum)
Capitão: Não compreendo. O agente que o mandou parar disse que você afirmou não ter carta de condução, ter roubado o carro, ter uma arma no porta-luvas e um corpo no porta-bagagens!!!
Advogado: Ah!!, claro!! E aposto que o mentiroso também lhe disse que eu ia em excesso de velocidade, certo?

Publicado por Gonçalves em 10:06 AM | Comentários (0) | TrackBack

Aumento da produtividade

Segundo fontes governamentais, há uma conjugação de factores que abre excelentes perspectivas, nomeadamente no que concerne à produtividade dos trabalhadores portugueses, esses desleixados e preguiçosos responsáveis por este país estar assim. Um dos principais sinais de que as coisas vão mudar é, nem mais nem menos, o próprio calendário. Reparem:

- O ano de 2004 é um ano bissexto: mais um dia de trabalho;

- O 25 de Abril calha a um domingo: mais um dia de trabalho;

- O 1 de Maio calha a um sábado: mais um dia de trabalho;

- O 10 de Junho é também o dia de corpo de Deus: dois feriados num só, mais um dia de trabalho;

- O 13 de Junho calha a um domingo: que sorte para os lisboetas, mais um diazinho de trabalho;

- O 15 de Agosto calha a um domingo: mais um dia de trabalho;

- O 25 de Dezembro, Natal, calha a um sábado: mais um dia de trabalho;

- O 1 de Janeiro de 2005 (permitam-me incluí-lo) calha a um sábado: mais um dia de trabalho.

Que bom!

Publicado por Gonçalves em 09:54 AM | Comentários (0) | TrackBack

novembro 15, 2003

Jornalistas no Iraque - 3

Os políticos. Confesso que estou manifestamente farto dos nossos políticos, sobretudo dos que estão neste (des)Governo, cada vez mais imbecis, demagogos, primários e populistas - quase mesmo reaccionários.

A forma desastrosa com que estão a lidar com esta situação até nem me surpreende, mas chegarem ao ponto de, no quadro do debate político, compararem esta "necessidade imperiosa de intervirmos no Iraque" com a conjuntura que levou à intervenção em Timor-Leste é absolutamente estúpido.

Em Timor jogava-se a liberdade de um povo e o seu direito à autodeterminação face à ocupação ilegal e assassina exercida por um país vizinho, num quadro perfeitamente claro em termos de Direito Internacional. Ora nada disto acontece(u) no Iraque - aliás, a presente ocupação é ilegal, pois resulta de uma intervenção também ela ilegal, que assenta apenas em mentiras e mais mentiras.

E é perante estas evidências, constatadas por todos e que não foram, até agora, negadas por quem de direito, que os representantes da maioria surgem no espaço mediático a debitarem o mesmo discurso acéfalo. Que lata!

Publicado por Gonçalves em 01:35 AM | Comentários (21) | TrackBack

Jornalistas no Iraque - 2

Outra questão que é incontornável é a situação precária em que se encontra o Carlos Raleiras (para ele, a minha fé; para a família e os amigos, a minha solidariedade).

Ele foi raptado, por ele pedem um resgate. Se o resgate não for pago, o que lhe irá acontecer, sobretudo se ao mesmo tempo houver uma tentativa de intervenção militar por parte das forças especiais? E se for pago, em que situação ficam todos os jornalistas que estão neste momento no Iraque? Não se tornarão eles alvos apetecíveis para qualquer grupozeco ávido de receber uns dólares em nome da causa?

Publicado por Gonçalves em 01:25 AM | Comentários (0) | TrackBack

Jornalistas no Iraque - 1

Há muita emoção ainda no ar, mas vários aspectos começam já a ser focados:

1. A irresponsabilidade das empresas de comunicação social ao não apostarem na formação dos jornalistas para teatros de guerra.
É inadmíssivel este amadorismo. É inconcebível que se continue a olhar para os jornalistas como meros redactores de factos, capazes de escrever sobre tudo e mais alguma coisa sem a devida preparação. A formação profissional é um conceito alargado a quase todo o tecido empresarial, não se percebe que ainda não tenha chegado às empresas de media (portuguesas). A lógica de poupar uns tostões, alicerçada na pequenez da nossa mentalidade, dá nestas coisas.

2. A inconsciência dos jornalistas
Todos têm culpa, incluíndo os jornalistas. Para além da falta de preparação, decorrente do que escrevi no ponto anterior, eles não souberam avaliar correctamente a situação. Há, aliás, uma intervenção, creio que da própria Maria João Ruela, já depois da operação cirúrgica, que deixa entender que eles não tinham a noção de que a situação no Iraque tinha atingido tamanho grau de instabilidade. Óu seja, encararam a viagem com espírito de aventura e não com profissionalismo, não fazendo uma avaliação fria, objectiva, cautelosa e rigorosa do ambiente que iam enfrentar - por outras palavras, não fizeram o trabalho de casa.

3. O governo...
... ou dever-se-á escrever desgoverno? Porque é que é, uma vez chegados ao Kuweit, os responsáveis da missão se descartaram dos jornalistas, deixando-os sem qualquer tipo de protecção? Não sei, mas isto é, realmente, deplorável e censurável, pois esta atitude só revela que se serviram dos jornalistas para montar o show-off mediático - uma vez longe dos olhos dos portugueses, é cada um por si.

Publicado por Gonçalves em 01:15 AM | Comentários (0) | TrackBack

novembro 12, 2003

Hoje é um dia muito especial

Nada mais me interessa. A não ser que ela faz seis meses. Meio ano. Como o tempo passa...

Por isso, quero, publicamente, dar-lhe os parabéns. Mas quero, acima de tudo, dizer-lhe Obrigado!

Obrigado, B., por teres nascido na adversidade, pela lição de vida que deste, resistindo e lutando hora após hora, dia após dia, semanas a fio.

Obrigado por teres mostrado que vale a pena ter fé, ter esperança e que o optimismo compensa e o amor triunfa, sempre.

Obrigado também pelos teus sorrisos, pelos teus suspiros, pelas tuas gracinhas, pelos teus mimos, pelos teus olhos. E por chorares, por acordares a meio da noite, por interromperes a minha leitura, o meu programa.

Obrigado por me devolveres a inocência, o carinho e o afecto nos seus estados mais puros.

Obrigado por realizares o meu maior sonho, por dares o sentido à minha vida, por me ajudares a ser melhor enquanto ser humano.

Obrigado por tudo. Sobretudo por teres tornado o (meu) mundo muito mais bonito.

Publicado por Gonçalves em 07:49 PM | Comentários (0) | TrackBack

Deixa-me rir

(esta impressão andou perdida, mas quis o acaso que ela surgisse, como que por magia, no meu ecrã. Faço pois a vontade ao Destino, publicando-a)

Há cromos que, com o tempo, viraram postais. Postais que ilustram o quanto a inveja, a mesquinhez, a hipocrisia, as vistas curtas - o "umbiguismo", se me permitem o neologismo - pode toldar mentes e comportamentos. Vem isto a propósito da recente "polémica" sobre a decisão do FCPorto em não convidar o presidente da Assembleia da República, Mota Amaral, algo que, na perspectiva de alguns postais, constitui um gesto de desrespeito, se não mesmo insulto, para com a instituição parlamentar. Perdão?

Definitivamente, os tais postais continuam iludidos, pensando viverem no tempo da Grande Metrópole, de onde, sobranceiros, espreitavam para a paisagem que os rodeava com o mesmo espírito paternalista que se confundia com o desdém, decretando o que estava certo e o que estava errado, o que importava e o que nem por isso. Apesar de tudo, a verdade é que, no caso da cidade do Porto, a nossa secular história está enriquecida por episódios que demonstram claramente que, por cá, só pisa ramo verde quem nós queremos. Ora, sendo certa e sabida a enorme identificação que existe entre a cidade (e região), as suas gentes e o FCPorto, adivinha-se que os espasmos alucinados daqueles iluminados terão o mesmo efeito que têm as abelhas na cultura da batata...

Neste caso, os espasmos, para além de alucinados, expõem ao ridículo quem os sofreu. Censurar o FCPorto, mais concretamente o seu Presidente, por não convidar Mota Amaral, é apenas (mais) uma desculpa para tentarem denegrir quem lhes provoca tanta asia e noites mal dormidas. Primeiro, porque em situações similares, nunca o presidente da AR foi convidado pelo clube, privilegiando-se sempre o Presidente da República e/ou o Primeiro-Ministro; depois, porque mesmo que a decisão de não o convidar se relacionasse com o caso das multas aplicadas aos deputados, o FCPorto teria todo o direito, decorrente de vivermos em democracia, de demonstrar o seu desagrado para com aquela decisão (já agora, imagino se o mesmo grau de "moralidade" seria respeitado fosse o Benfica ou o Sporting a estarem em Sevilha. Hipótese que, diga-se, exige mesmo MUITA imaginação...).

Mas Pinto da Costa já veio desmentir tal hipótese. E eu acredito nele. É que, ao contrário de outros, ele não teria qualquer problema em dizê-lo publicamente se tal fosse verdade. E isso também os irrita...

Publicado por Gonçalves em 12:06 AM | Comentários (0) | TrackBack

novembro 11, 2003

Médicos Espanhóis (cont.)

Concordo com o Gonçalves mas, para além da limitação de vagas, o gritante é o critério de entrada. Já o meu ilustre colega (e amigo) referiu a falta de simpatia, atenção e educação no seio da classe, honra seja feita a quem tem estas qualidades e, felizmente, não são tão poucos quanto isso. Se o critério de entrada neste tão cobiçado curso se mantiver ao nível das notas (conjugação das médias do secundário com os exames) não atingiremos o nível de excelência desejado.

O sistema está doente e ninguém tem a coragem, política e moral, de o tratar. Importantões deste país: Uni-vos em torno desta causa e imponham uma prova de admissão supervisionada por um psicólogo e por alguém ligado à ética em cuidados de saúde.

Já agora, achei que "descascar" seria o termo indicado à acção em causa pois o sinónimo está muito batido com o caso casa pia...

Publicado por Silva em 07:07 PM | Comentários (0) | TrackBack

Médicos espanhóis

Foi emitida hoje, no Jornal da Tarde da RTP 1, uma interessante peça sobre a existência de médicos espanhóis a trabalhar integrados no Sistema Nacional de Saúde. Deixo, desde já, absolutamente claro que nada tenho contra aqueles profissionais. Aliás, reconheço-lhes competência e, acima de tudo, algo que infelizmente escasseia no corpo médico português: atenção, educação e simpatia no trato dos doentes. E falo, naturalmente, de experiência própria.

Contudo, não deixo de esboçar um sorriso irónico perante as declarações dos responsáveis hospitalares e estatais, nomedamente quando se queixam que o investimento do Estado nos médicos espanhóis não tem o devido retorno, pois, uma vez concluída a etapa profissionalizante, estes regressam ao país de origem. Afinal, ano após ano, os ministérios da Saúde e do Ensino Superior colocam de parte a possibilidade de se aumentar o número de vagas nas diversas faculdades de Medicina, facto que, confesso, sempre me deixou intigrado dada a gritante falta de recursos humanos no sector, nomeadamente no interior do país.

Não haverá aí uma cedência a um eventual lobby corporativista, preocupado em manter determinados privilégios sociais e remuneratórios?

Publicado por Gonçalves em 05:01 PM | Comentários (0) | TrackBack

Descascar não!...

... sobretudo em cima de alguém, que isso do strip-tease não é comigo (felizmente para as potenciais vítimas).

Há, nas entrelinhas da última impressão do Silva, um convite à minha participação que não posso recusar. A conversa a que ele faz referência estava eu a tê-la, precisamente, com uma ex-jornalista, mas também a posso ter com um jornalista no activo, ou com qualquer outra pessoa interessada na matéria.

De facto, é minha opinião de que algo vai mal no mundo do jornalismo, e a questão dos critérios de agenda é apenas a ponta do iceberg, pois tenho para mim que é na área da Ética e da Deontologia que reside o principal problema.

Aqui está uma discussão que se quer aberta e constante, pelo que novas impressões sobre ela serão aqui publicadas.

Publicado por Gonçalves em 12:13 PM | Comentários (0) | TrackBack

O espírito da Coisa

Ainda agora estava a ouvir o meu amigo Gonçalves a "descascar" em cima dos jornalistas e dos seus critérios de selecção de notícias. Na mesma "faca" estavam os nossos queridos comentadores, que usam do mesmos expediente. Ou seja, se há hipótese de haver sangue, independentemente de estar tudo confirmado como verdade, vai-se para a frente com a novidade, denegrindo pessoas ou entidades, sem a mínima preocupação. Não é aceitável que alguém, que vale tanto ou menos que os visados, só porque está (ainda que temporariamente) empossado de disparar uma "arma" cujos efeitos secundários não conhece, possa dizer o que lhe apetece e ficar impune, quer ao abrigo da confidencialidade das fontes quer pela construção habilidosa do discurso.

É o espírito da coisa que está deturpado. A liberdade trouxe muita coisa boa mas, como diz o meu pai (não o meu tio Olavo!) "(...)calem-me esses filhos da mãe..."

Publicado por Silva em 12:04 PM | Comentários (0) | TrackBack

Perdão...farpei-me!

And the Oscar goes to...Dr. Pacheco Pereira...tcharammm!!!
Este erudito ex-deputado, Português e Europeu, e antigo discípulo maoísta foi protagonista do maior suicídio político que eu conheço. Nem o Rui Rio conseguiu ser tão enfático da queda!
No jornal da noite da SIC, no passado domingo, este corajoso senhor "ass(ass)inou" um comentário que incentivava os deputados convidados para a inauguração do estádio do Dragão a boicotarem esse evento. Tudo em nome da defesa da imagem e honra do Parlamento Português. Em causa estava o facto do Sr. Pinto da Costa não ter convidado o presidente da Assembleia da República e alegadamente ter dito que não o convidaria por este ter marcado falta aos deputados que foram ver a última final da taça UEFA.
Espero que nos próximos anos este senhor não se lembre de vir fazer campanha ao Porto. Caso contrário, o caso Felgueiras (este protagonizado pelo Dr. Francisco Assis) vai parecer uma brincadeira de criança.
Nunca pensei que uma pessoa tão experiente como o Dr. Pacheco Pereira se deixasse levar por um entusiasmo bacoco, e sem fundamento (leia-se hoje as declarações do Sr. Pinto da Costa no JN).
Isto de ser comentador de televisão tem que se lhe diga. Perdão...farpei-me!

Publicado por Silva em 09:20 AM | Comentários (0) | TrackBack

Eu não fujo à regra!

É impressionante a forma como hoje em dia qualquer pessoa vende a alma ao diabo por 5 minutos de fama! Seja uma entrevista de rua, uma desgraça com um vizinho, um concurso de televisão ou outra coisa qualquer, toda a gente quer aparecer e ser reconhecido, seja esse reconhecimento por boas ou más razões.
Eu não fujo à regra!
A ideia de criar este blog foi exactamente essa: Sermos reconhecidos e, de preferência, pelas boas razões. O grande objectivo desta página foi o mesmo que norteou outras acções, noutros tempos.
Queremos ser a voz da multidão, da massa anónima que faz andar, mal ou bem, este país. Queremos despertar as consciências adormecidas deste povo de brandos costumes.
Agora que já me acalmei, neste meu sonho intemporal, talvez seja melhor começar a largar algumas farpas (no bom sentido claro!) contra os homens fortes deste país, que o fazem apodrecer mais um pouco, todos os dias...

Publicado por Silva em 09:18 AM | Comentários (0) | TrackBack

novembro 07, 2003

De passagem

... para outra margem, não resito a deixar umas pequenas impressões:

1. É sempre uma delícia assistir às transmissões dos jogos do Benfica feitas pela SIC. A isenção, o rigor, a forma completamente desapaixonada com que os profissionais daquela televisão abordam cada momento é uma verdadeira lição para todos os jornalistas. Bem Hajam!

2. Na mesma linha, queria louvar o especial dedicado pelo programa "Opinião Pública", da SIC Notícias, à jornada europeia dos clubes de Lisboa, pois a eles devemos a promoção do bom nome desportivo de Portugal. Bem Hajam, também!

3. Para não dizerem que sou faccioso, aqui deixo também o meu sincero reconhecimento pela abordagem rigorosa com que a RTP, nos seus diversos serviços noticiosos, informou os portugueses da ida do jogador Deco à Liga de Clubes para responder pelo incidente registado no jogo Boavista-Porto, em que ele, cito , "atirou uma chuteira ao árbitro". Bem hajam também para vós!

(e agora, la piéce de resistence)

4. Um grande bem haja a todos os órgãos de comunicação social portugueses pelo enorme destaque dado, nos últimos dias, ao noivado do príncipe de Espanha com uma jornalista plebeia. Fez-me sentir muito mais europeu - NÃO!, MELHOR! - mais ibérico, mais espanhol. Mal posso esperar pelo dia do casamento!

Publicado por Gonçalves em 08:29 PM | Comentários (0) | TrackBack

Expectativa

Já se faz tarde! O meu parceiro já anda por aí (com uma gravata quase, quase laranja...), mas ainda não teclou até aqui. Tenho procurado manter um silêncio respeitador, por forma a ser ele a abrir as hostilidades, embora ontem, ao fim do dia, não tenha resistido a um primeiro disparo (ainda que de pólvora seca). E tanta coisinha boa para pintar a manta!... A expectativa, pois, mantém-se. Por enquanto...

Publicado por Gonçalves em 03:35 PM | Comentários (0) | TrackBack

novembro 06, 2003

Alto!...

... nada como uma boa conversa para arrepiar caminho até aqui para mandar uma "posta". A meio de um telefonema com uma amiga, eis que ela dá conta da seca que foi fazer a cobertura de mais uma manifestação anti-propinas. "Já não dá para aturar o Não Pagamos!", desabafou e, sem se deter, rematou: "Enquanto isso, para ter o meu filho no pré-escolar, tenho de pagar 250 € por mês, pois na minha área de residência não há um único estabelecimento de ensino público. E mesmo que houvesse, era preciso ter sorte de a) conseguir vaga; e b) terem ATL até às 5 da tarde, porque o horário oficial é até às 3...". Se a isto acrescentarmos esta marretada, talvez percebamos que, realmente, alguma coisa não bate certo.

Publicado por Gonçalves em 06:57 PM | Comentários (0) | TrackBack

Sem pachorra

Hoje o azul e o branco estão no céu, o cinzento está comigo. Estou sem pachorra. Melhores dias virão.

Publicado por Gonçalves em 04:19 PM | Comentários (0) | TrackBack

novembro 05, 2003

Azul e Branco...

... são as cores de hoje. Apesar do cinzento que nos cobre e a chuva que nos molha, muitos de nós disseram um sorridente "bon jour". Até já!

Publicado por Gonçalves em 11:45 AM | Comentários (0) | TrackBack

novembro 04, 2003

A abrir

4 de Novembro. Podia ter sido noutro dia qualquer, a data não vem ao acaso. A aventura começa hoje. Não sei quando ou mesmo se algum dia vai acabar. A ver vamos. Se alguém passar por aqui, é bem-vindo(a). Até já!

Publicado por Gonçalves em 11:45 PM | Comentários (0) | TrackBack