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outubro 31, 2011

Os ninguéns ( Galeano)









Publicado por samartaime às 09:55 AM | Comentários (0)

outubro 30, 2011

adenda ao mural alheio



mentiras novas.jpg
(in Cinco Dias)



... e uma máquina de aparar relva!






Publicado por samartaime às 08:38 AM | Comentários (0)

outubro 22, 2011




O meu país não tem uma bandeira tricolor.

Ficamos sempre no sangue e no enrolo da esperança.



O
meu
país
não
tem aiiiie
uma
bandeira
tricoloriiiie



Ficamos
sempre aiiie
no
sanguiiii
i
no
enrolo do fado aiiiiiiiie
i da
esperaiinçaaa
trelim trelim
trelim tim tim.








Publicado por samartaime às 05:22 PM | Comentários (1)

outubro 20, 2011

Mouammar Kadhafi, la fin du « Guide »


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JEUDI 20 OCTOBRE 2011 / PAR MICHELLE NOUGOUM

Arrivé au pouvoir il y a 42 ans par un coup d’Etat, l’énigmatique Mouammar Kadhafi n’a finalement pas résisté aux forces armées du Conseil national de transition, mais surtout aux frappes de l’OTAN. L’ex-dirigeant libyen a été abattu à Syrte, sa ville natale, ce jeudi 20 octobre 2011, soit huit mois après le début du conflit. Portrait d’un dirigeant fantasque qui a joué avec les nerfs de la communauté internationale.
La chute était inéluctable. Alors que la tête du dirigeant libyen Mouammar Kadhafi était mise à prix, mort ou vif, le "Guide de la révolution libyenne" a fini par être tué dans une attaque aérienne de l’Otan à Syrte, sa ville natale, le 20 octobre 2011. L’excentrique dirigeant a dirigé le pays d’une main de fer pendant 42 ans. Imprévisible, il s’est fait à son tour surprendre par un soulèvement populaire qu’il a d’abord violemment réprimé avant de se retrouver en position défensive face aux armées de l’OTAN.
[...]

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Publicado por samartaime às 07:06 PM | Comentários (0)

outubro 18, 2011

Dividir para reinar com a malta




Dizem os entendidos que as famílias pagam seis mil milhões e tal

o sr estado tres mil milhões e tal

e as donas empresas 600 milhões e tal.


Donde:

as famílias pagam a módica quantia de nove mil milhões e tal

e as empresas devem às familias (via banca) seiscentos milhões e tal.


Então,

a banca é uma coisa que se inventou para endividar triplamente as famílias.

[A Santa Madre Igreja que me desculpe o desaforo, mas isto é um caso bem mais cabeludo que o da pomba mariola do Espírito Santo!]


A quem não entender aqui a pitonisa grega menor, posso explicar em serviço personalizado:

a seis mil euros/hora sem recido, ou

a quinze mil euros/hora com recibo eletrónico que inclui: licença de passagem por vários concelhos, apoio a leis alternativas, recolha de lixo da estratoesfera, reposição de lucros por abstenção de utentes, dividendos de acionistas maiores, direitos de contrafação e taxa de apoio ao correio tradicional.

Mais se declara, para os devidos efeitos legais, que sou inimputavel por ter uma orelha de cada lado da cabeça e o nariz, desgraçadamente, no meio da cara embora um pouco descaído apesar de arrebitado.
Mas, note-se, não fui eu quem atirou o famoso e terrífico ovo indignado nas escadarias da real Assembleia da res impudica.





Publicado por samartaime às 10:18 AM | Comentários (0)

outubro 16, 2011

As Novas Tardes da Júlia



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(autor desconhecido)



Publicado por samartaime às 03:43 PM | Comentários (0)

outubro 15, 2011

D. Januário Torgal Ferreira
arrasa medidas do Governo




Em entrevista à RTP, D Januário Torgal Ferreira critica as opções do Governo para o Orçamento de 2012, que acusa de "falta de lucidez". "Sinto que a classe média em Portugal e os mais desfavorecidos vão ser perfeitamente esmagados", alertou o bispo das Forças Armadas. "Eu não sei se não estaremos a caminhar para o Apocalipse Now da Grécia".








Publicado por samartaime às 06:04 PM | Comentários (1)



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We Are The 99% from socially_awkwrd on Vimeo.

(roubado ao 5 dias )

Publicado por samartaime às 08:07 AM | Comentários (0)

outubro 14, 2011

United for Global Change




15 de outubro às 15:00



PROTESTO APARTIDÁRIO, LAICO E PACÍFICO


- Pela Democracia participativa.
- Pela transparência nas decisões políticas.
- Pelo fim da precariedade de vida.



MANIFESTO:


Somos “gerações à rasca”, pessoas que trabalham, precárias, desempregadas ou em vias de despedimento, estudantes, migrantes e reformadas, insatisfeitas com as nossas condições de vida. Hoje vimos para a rua, na Europa e no Mundo, de forma não violenta, expressar a nossa indignação e protesto face ao actual modelo de governação política, económica e social. Um modelo que não nos serve, que nos oprime e não nos representa.

A actual governação assenta numa falsa democracia em que as decisões estão restritas às salas fechadas dos parlamentos, gabinetes ministeriais e instâncias internacionais. Um sistema sem qualquer tipo de controlo cidadão, refém de um modelo económico-financeiro, sem preocupações sociais ou ambientais e que fomenta as desigualdades, a pobreza e a perda de direitos à escala global. Democracia não é isto!

Queremos uma Democracia participativa, onde as pessoas possam intervir activa e efectivamente nas decisões. Uma Democracia em que o exercício dos cargos públicos seja baseado na integridade e defesa do interesse e bem-estar comuns.

Queremos uma Democracia onde os mais ricos não sejam protegidos por regimes de excepção. Queremos um sistema fiscal progressivo e transparente, onde a riqueza seja justamente distribuída e a segurança social não seja descapitalizada; onde todas as pessoas contribuam de forma justa e imparcial e os direitos e deveres dos cidadãos estejam assegurados.

Queremos uma Democracia onde quem comete abuso de poder e crimes económicos e financeiros seja efectivamente responsabilizado por um sistema judicial independente, menos burocrático e sem dualidade de critérios. Uma Democracia onde políticas estruturantes não sejam adoptadas sem esclarecimento e participação activa das pessoas. Não tomamos a crise como inevitável. Exigimos saber de que forma chegámos a esta recessão, a quem devemos o quê e sob que condições.

As pessoas não são descartáveis, nem podem estar dependentes da especulação de mercados bolsistas e de interesses financeiros que as reduzem à condição de mercadorias. O princípio constitucional conquistado a 25 de Abril de 1974 e consagrado em todo o mundo democrático de que a economia se deve subordinar aos interesses gerais da sociedade é totalmente pervertido pela imposição de medidas, como as do programa da troika, que conduzem à perda de direitos laborais, ao desmantelamento da saúde, do ensino público e da cultura com argumentos economicistas.

Os recursos naturais como a água, bem como os sectores estratégicos, são bens públicos não privatizáveis. Uma Democracia abandona o seu futuro quando o trabalho, educação, saúde, habitação, cultura e bem-estar são tidos apenas como regalias de alguns ou privatizados sem que daí advenha qualquer benefício para as pessoas.

A qualidade de uma Democracia mede-se pela forma como trata as pessoas que a integram.

Isto não tem que ser assim! Em Portugal e no Mundo, dia 15 de Outubro dizemos basta!

A Democracia sai à rua. E nós saímos com ela.


Em Portugal, às 15:00


Lisboa - Marquês de Pombal | Porto - Praça da Batalha | Angra do Heroísmo - Praça Velha | Braga - Avenida Central | Coimbra - Praça da República | Évora - Praça do Sertório | Faro - Jardim Manuel Bivar





15 October





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outubro 12, 2011

Sia Tolno (Guiné/ Serra Leoa)



eh sangha



Polli Polli



ODJU WATCHA


Le Zèbre de Belleville







Publicado por samartaime às 05:44 PM | Comentários (0)

outubro 09, 2011

Livro de Horas extraordinárias (16)




Poema destinado a haver domingo



Bastam-me as cinco pontas de uma estrela
E a cor dum navio em movimento
E como ave, ficar parada a vê-la
E como flor, qualquer odor no vento.


Basta-me a lua ter aqui deixado
Um luminoso fio de cabelo
Para levar o céu todo enrolado
Na discreta ambição do meu novelo.


Só há espigas a crescer comigo
Numa seara para passear a pé
Esta distância achada pelo trigo
Que me dá só o pão daquilo que é.


Deixem ao dia a cama de um domingo
Para deitar um lírio que lhe sobre.
E a tarde cor-de-rosa de um flamingo
Seja o tecto da casa que me cobre


Baste o que o tempo traz na sua anilha
Como uma rosa traz Abril no seio.
E que o mar dê o fruto duma ilha
Onde o Amor por fim tenha recreio.



NATÁLIA CORREIA







Publicado por samartaime às 04:09 PM | Comentários (2)

outubro 06, 2011

United for Global Change




15 October





For more info, visit: http://15october.net/


Publicado por samartaime às 09:52 AM | Comentários (0)

outubro 04, 2011

Ora agora criso eu, ora agora crisas tu



(Le Monde.fr/Economie /04/10/2011 )


Les actionnaires de Dexia amorcent un démantèlement de la banque

Cécile de Corbière

Ce mandat revient à lui demander d'organiser le démantèlement de Dexia, victime de la crise des dettes souveraines en Europe, devenue ingérable. Lundi, quelques heures avant le conseil d'administration, l'agence de notation Moody's avait menacé d'abaisser sa note, pointant notamment les difficultés qu'elle pourrait rencontrer en matière de refinancement.
Plusieurs pistes sont à l'étude pour soulager le groupe plombé par ses faiblesses structurelles. La banque pourrait d'abord procéder à l'isolement de son portefeuille d'actifs non stratégiques. D'une valeur de 125 milliards d'euros, c'est un véritable boulet hérité de l'avant crise de 2008, qui pèse très fortement sur les besoins en financement de l'établissement.

CRÉATION D'UNE "BAD BANK"

Dexia pourrait loger ces actifs dans une "bad bank", une structure de défaisance qui, le cas échéant, bénéficierait de la garantie des Etats actionnaires (France et Belgique). Dans ce portefeuille, sont notamment réunies les branches italienne et espagnole, Crediop et Dexia Sabadell, ainsi que les dettes souveraines (près de 21 milliards d'euros sur les pays périphériques de la zone euro).

Avant la crise de 2008, la banque s'était fait une spécialité dans le rachat d'obligations souvent très longues, financées à court terme, "quasiment au jour le jour", expliquait Pierre Mariani. Un comportement très risqué, qui rendait la banque extrêmement dépendante des marchés. En 2008, ces besoins en financement à court terme s'élevaient à 265 milliards d'euros.

Propulsé aux commandes de la banque au plus fort de la tempête financière qui a suivi l'effondrement de la banque d'affaires américaine Lehman Brothers en septembre 2008, M. Mariani a dû réduire massivement les besoins en liquidité de l'établissement. Au 30 juin 2011, ces besoins avaient été ramenés à 96 milliards d'euros. Autre enjeu pour la banque, le sauvetage de ses activités commerciales viable. Il pourrait passer par des adossements, des partenariats ou même des cessions. Depuis l'automne 2008, la banque a vendu 74 milliards d'actifs jugés non stratégiques.

OPTIONS DE RAPPROCHEMENT SUR LA TABLE

L'option d'un rapprochement de la branche Dexia Municipal Agency, spécialisée dans le financement des collectivités locales, avec la Caisse des dépôts et consignations (CDC) ou encore la Banque postale est sur la table, sans que le schéma ne soit encore totalement arrêté. Toutes les autres activités commerciales, dont la filiale turque Denizbank, sur laquelle Dexia fondait beaucoup d'espoir pour restaurer sa rentabilité, sont également dans la balance.

La banque doit aussi mener à leur terme les multiples procédures engagées par les collectivités locales françaises ayant contracté des prêts auprès d'elle et qui s'estiment flouées sur la nature exacte de ces emprunts. Une fois essorée, que restera-t-il de Dexia ? La question hante les actionnaires.

04/10/2011 - EL PAYS:

Dexia, de sobresaliente a suspenso en menos de tres meses

MIiguel Jiménez

La entidad francobelga en crisis fue una de las que mejor nota sacó en las pruebas de resistencia. -Su caída da la puntilla a la credibilidad de las pruebas, como antes lo hizo la banca irlandesa

Dexia sacó un 10 en las pruebas a la banca en julio. O, para ser más exactos, un 10,38%. Esa era la solvencia con que la entidad francobelga resistiría el escenario más adverso de los contemplados por la Autoridad Bancaria Europea (EBA, por sus siglas en inglés) para los próximos dos años. Entre los bancos con más de 100.000 millones de euros en activos ponderados por riesgo, hubo solo dos (Rabobank y Danske Bank) que mejoraron esa nota. Ahora, cuando aún no han pasado ni tres meses, la entidad busca alternativas para sobrevivir entre las que se encuentra el segundo rescate por parte de las autoridades, la venta de activos o el troceamiento de la entidad.

Por el camino, Dexia publicó en agosto unas pérdidas trimestrales de más de 4.000 millones de euros, las mayores de su historia, como consecuencia del deterioro de su cartera de deuda griega. Esos resultados ya pusieron de manifiesto que algo no cuadraba con las pruebas europeas. Y lo que no cuadraba era, precisamente, que las pruebas no contemplaban la hipótesis de un impago o quita de la deuda por parte de ningún país.
Solo una semana después de la publicación de las pruebas, la Unión Europea y los principales bancos y aseguradoras pergeñaron una reestructuración "voluntaria" de la deuda griega que implica una quita equivalente al 21% y tras el agravamiento de la crisis griega es posible que la participación privada en el rescate sea aún mayor.

Por eso, en España provocó indignación que el comisario de Mercado Interior, el francés Michel Barnier, utilizase como referencia lo resultados de las pruebas para pedir una nueva ronda de recapitalización en la banca europea. Barnier sugería que las entidades que debían buscar capital eran las 14 que habían pasado las pruebas con una solvencia entre el 5% y el 6%, entre ellas siete españolas y, curiosamente, ninguna francesa. Pero se olvidaba de que lo que genera miedo entre los inversores es precisamente la exposición a la deuda soberana, la que apenas se tenía en cuenta en el examen a la hora de calibrar la solvencia.

Por segundo año consecutivo, las pruebas de resistencia a la banca no solo no han servido para que se recupere la confianza de los inversores, sino más bien para todo lo contrario. En 2010, el efecto balsámico de las pruebas duró unos meses, hasta que los agujeros de los bancos irlandeses que habían pasado el examen holgadamente pusieron en entredicho la credibilidad de los resultados.

Las autoridades europeas se conjuraron para que la historia no se repitiese. Diseñaron unas pruebas más duras, exigieron una solvencia mayor para pasar el corte, pero, de nuevo, se olvidaron de la deuda soberana (o de contemplar la hipótesis de una quita), que es justo el factor que genera incertidumbre entre los inversores. Y la historia se repitió, solo que esta vez peor.

Solo unas semanas después de publicarse los resultados de las pruebas de este año, los inversores empezaron a poner contra las cuerdas a los bancos de toda la zona euro. Algunos de los que habían aprobado el examen con nota muy alta, como BNP o Société Générale, han vivido en vilo todo el verano. Algunos de los mayores bancos de la zona euro se han visto zarandeados en los mercados como vulgares chicharros, el término despectivo que se usa para empresas de baja capitalización y liquidez que se disparan a se desploman en Bolsa cada dos por tres ante cualquier noticia buena o mala (o incluso sin noticia alguna).

En todos los casos, el volumen de la cartera de deuda de los países periféricos, con Grecia en primer plano, ha sido uno de los factores clave. La credibilidad de las pruebas a la banca, que mostraron solo un ramillete de suspensos, entre ellos varias cajas españolas que ya estaban en proceso de recapitalización, quedó en entredicho. La caída de Dexia, que ya fue objeto de un multimillonario rescate en 2008 (y que gracias al dinero público de entonces sacó buena nota en las pruebas) es la puntilla.


Publicado por samartaime às 10:23 PM | Comentários (0)

virgindades & imberbices



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Taditos! Mas não desesperem que isso passa.

eh eh eh




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outubro 03, 2011

economiaComFuturo




GENTES & TERRITÓRIOS

- uma combinação virtuosa para o Progresso !



Desde há muito que considero e publicamente defendo que o Desafio da “Coesão Territorial” é uma questão central nos impasses e oportunidades dos nossos Desenvolvimentos. Hoje essa ideia está reforçada e mais clara. Porque os desequilíbrios territoriais continuam a agravar-se e, principalmente, porque concluo que a desvinculação das Pessoas e actividades económicas com os Territórios é a causa das causas das nossas actuais Crises.
Esta visão e postura aérea não tem a ver connosco Humanos, porque não somos Pássaros. Nós temos obrigatoriamente de ter cabeça, tronco e membros ligados à Terra. Só artificialmente e a espaços planamos sobre a Terra. Quando somos afastados dos nossos Locais-Comunidades vamos perdendo identidades e visões humanistas. Vamos sacrificando os nossos futuros, particularmente os dos vindouros, porque nas pressas dos voos do já, hoje e na hora perdemos lucidez estratégica.
Exemplo claro e brutal do afirmado são os “Impérios Financeiros”, que voam nos céus observando e intervindo em todas as partes do Mundo, mas sempre desligados dos Territórios e das Gentes. E todos sabemos o que essas práticas e posturas provocaram no nosso Mundo, Continente, País, Região e Local. Diremos que uns encavalitados lhes vai faltando o ar e outros sem calor de largas envolvências humanas vão arrefecendo, mas uns e outros tristes e sem irem tocando e perspectivando as possíveis felicidades terrenas.
Exige-se, pois, que se desenhe e incremente Estratégias que gerem “uma combinação virtuosa de Gentes & Territórios para o Progresso. Esta é uma opção de vida ou morte para TODOS NÓS E PARA O NOSSO PLANETA.
Repovoar e descongestionar Territórios será imprescindível. Mesmo do ponto de vista estritamente económico, densidades demográficas equilibradas favorecem um desenvolvimento sustentável, particularmente agora com o estreitamento de distâncias, face ao avanço fabuloso das comunicações entre Pessoas e Territórios.
Este caminho implica que todas as lideranças – políticas, sociais, económicas e territoriais – se envolvam neste Desígnio, o que significa abandonar “mais do mesmo” e combater os “lobbys conservadores”. Ao Estado exige-se Políticas Públicas que incrementem, favoreçam e facilitem este caminho, seguindo as conclusões das avaliações críticas do que foi e não feito nas últimas três décadas. À Sociedade Civil Organizada caberá o imprescindível papel de mobilização dos actores e empreendedores nos diferentes Territórios para, de forma conjugada, para novos e renovados projectos e iniciativas. Mobilização que exigirá divulgação, sensibilização e formação de grande qualidade e amplamente participada.
Como diz o Povo, “mais vale tarde, que nunca!”. Mas o tempo URGE!
Façamo-nos ao caminho!


José Carlos Albino

Messejana, 26 de Setembro de 2011.



in economiaComFuturo




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outubro 01, 2011

Dia Mundial da Música



BOMTEMPO - 12 estudos op.19 (III sol maior)

Sofia Lourenço, piano




Publicado por samartaime às 08:04 PM | Comentários (0)



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Publicado por samartaime às 10:19 AM | Comentários (0)