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maio 16, 2010

Um deputado eleito pelo círculo de Braga que mora nas Caldas da Rainha, dá aulas, em Lisboa, "em três escolas do ensino superior", detesta "a desonestidade e a mentira" e diz que, um dia, assumirá "as suas responsabilidades"...

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Expresso-Única, 15.05.2010

O Expresso dedica-lhe a capa da Revista e oito páginas. Sucede que António José Seguro, no seu registo parlamentar de interesses, declara que é "colaborador do Jornal Expresso" e da SIC. A entrevista publicada, promocional, deverá provavelmente fazer parte da avença. Mas repare-se mais: António José Seguro também declara, no seu registo de interesses, que tem como actividade principal... a docência universitária. Mais: informa que dá aulas "na Universidade Autónoma de Lisboa, no Instituto Superior de Comunicação Empresarial e num curso de pós-graduação no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas". É obra! Dá aulas em três escolas do ensino superior e ainda consegue ser... deputado. Mais: é deputado por Braga e mora nas Caldas da Rainha. Este rapaz, que tanto abomina a "desonestidade e a mentira", tem futuro!...

abril 25, 2010

A minha memória mais intensa do dia 25 de Abril de 1974...

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Se for vivo, suponho que sim, terá oitenta anos (nasceu em Novembro de 1929). Dá pelo nome de António Castanheira Neves e fez carreira como professor da Faculdade de Direito de Coimbra, onde, como aluno, o conheci, no dealbar dos anos setenta do século passado. Foi o professor mais incompetente que tive na Faculdade: não conseguia comunicar, nem se fazia entender. Os alunos saíam das aulas a perguntar uns para os outros: o que é que ele disse? E riam. O homem era completamente destituído de competências comunicacionais, mas fez toda uma brilhante carreira universitária a escrever e a publicar para os mortos, que os vivos não faziam parte do seu mundo. Castanheira Neves era um produto refinadíssimo do conúbio entre um certo salazarismo envergonhado (fora, de resto, procurador à Câmara Corporativa) e a igreja católica, que representou em diversas instâncias. Não lhe quero mal: tenho pena dele, acho que era, como professor e como ser humano, um tipo profundamente infeliz, que só disseminava à sua volta a infelicidade. Nada aprendi com ele, a não ser a distrair o tédio...
No dia 25 de Abril de 1974, quando chegou à Faculdade para dar aulas (como se nada tivesse, entretanto, acontecido no país), Castanheira Neves só não foi agredido (e, porventura, barbaramente agredido) porque um grupo de ex-alunos, entre os quais eu me encontrava, o defendeu e o escoltou. Todos ali o odiávamos ou detestávamos, mas... o bom senso triunfou. Ele era tão medíocre e tão grotesco que não merecia que o transformássemos em mártir da revolução. E nada de grave ou irreparável lhe aconteceu. Ouviu uns insultos, mas ninguém lhe tocou. E jamais me esqueci ou esquecerei do pânico que vi nos seus olhos quando os alunos o rodearam e começaram a invectivá-lo. O pobre homem deve ter pensado que dali já não saía vivo. Mas saiu... e sem um arranhão. Pelo menos, na pele. Só não sei se algum dia recuperou do susto do 25 de Abril...

abril 24, 2010

Irá pronunciar-se, exactamente, sobre quê?...

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Expresso, 24.04.2010

Nos anos sessenta e setenta, o terror dos alunos da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra dava pelo nome de Rogério Guilherme Ehrhardt Soares. Nas provas de exame, muito especialmente, nas orais, ele deleitava-se em confrontar os pobres examinandos com questões absurdas, muitas das quais pouco ou nada tinham que ver com o direito. E, quem não fosse capaz de esboçar uma resposta minimamente estruturada e inteligente... era, sumariamente, "dispensado" da prova, digo, "chumbado". Gerações de protojuristas provaram do fel e não gostaram. Naquela época, os professores universitários, sobretudo, os catedráticos, eram... inimputáveis.
Quatro décadas volvidas, não sei, francamente, se alguma coisa mudou nas universidades portuguesas, muito especialmente, nas escolas de direito mais tradicionalistas. Ao ler o enunciado da prova de Direito Constitucional II, que tanta celeuma está a provocar, senti-me regressado aos anos sessenta e setenta. E nem me reporto, apenas, ao conteúdo politicamente provocatório da primeira questão. Tecnicamente, o teste é, todo ele, um aborto. Como se corrige uma prova organizada e apresentada nestes termos? Os alunos conheceriam os respectivos critérios de correcção? Ou esses critérios nem sequer estariam explicitados? A ideia com que fico (espero estar enganado) é que estamos no terreno da pura arbitrariedade docente: o professor corrige a prova como quer e como lhe apetece e os alunos comem e calam. A única baliza objectiva parece ser a cotação máxima atribuível a cada uma das três respostas pedidas aos alunos: cinco, sete e oito valores, respectivamente. A partir daqui, o professor é soberano: valora o que entender, corrige como lhe der na realíssima gana. Se as provas fossem entregues, para correcção, a outro docente, as classificações seriam, muito provavelmente, distintas. Muito distintas. Era assim há quarenta anos (e há quatrocentos); receio, por este exemplo, que continue a ser.
Marcelo Rebelo de Sousa, como se sabe, adora dar notas. Dá notas a tudo, a olhómetro. Fico na expectativa da nota que ele irá dar ao teste do seu colega Otero. Marcelo Rebelo de Sousa é o presidente do... Conselho Pedagógico da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa...

Um "teste bestial" e um "catedrático" de direito que, curiosamente, já defendeu.. Sócrates...

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DN, 23.04.2010

Alguns catedráticos de direito deste país foram meus colegas de curso e de turma, em Coimbra. Uns respeito; outros, nem por isso. Este Otero ou Otário... não sei quem seja, mas suponho que terá feito Direito... em Lisboa. Seja como for, é muito mais novo do que eu, pelo que jamais poderíamos ter sido colegas de turma, mesmo que ele tivesse estudado em Coimbra. Não comento, por comiseração, o teste a que ele submeteu os alunos (que reproduzo em baixo). Mas sugiro que consulteis esta tão irónica notícia, de 2008. A "bestialidade" de Otero tem pergaminhos...

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abril 23, 2010

Improviso para consagrar mais um milagre da natureza, à portuguesa...

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Um escaravelho da família dos
rola-bosta ou
(à portuguesa)
vira-merda
chegou a
professor catedrático da
faculdade de direito da
universidade de lisboa
nem kafka antecipou
uma tão extraordinária e medonha
metamorfose
garantem as agências noticiosas
que nunca um escaravelho
oferecera à ciência jurídica
tantas pernas traseiras
e tanto excremento
para definitiva consagração da escola
dita superior
só falta mesmo que o rola-bosta
ou (à portuguesa) vira-merda
junte as apetências biológicas
à ratazana de turno.

Ademar
23.04.2010

abril 13, 2010

Quando, ao folhear um jornal como o Público, esbarro com anúncios deste género... penso logo que os nomeados morreram...

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Público, 13.04.2010

Digo-vos: quem tem "familiares" capazes de publicar um anúncio como este... não precisa de inimigos, nem de detractores. Devo referir que, embora os apelidos não me sejam estranhos, não conheço (ou julgo não conhecer) a "Excelentíssima Senhora Doutora" Ana Maria...

abril 09, 2010

Falta saber a que conclusões chegariam se, em vez de ratos, tiivessem usado ratas...

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Correio da Manhã, 08.04.2010

abril 04, 2010

O sexo rende ou... as coisas extraordinárias que esta rapaziada descobre em laboratório...

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DN, 03.04.2010

Com padres e freiras a servirem de cobaias, sim: eu ficaria na expectativa das conclusões. E talvez fossem surpreendentes. Assim, não: é mais do mesmo. Obviedades...

março 12, 2010

"O gajo é lento!"...

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Jantávamos. Quando, inesperadamente, apareceu José Gil no Jornal das Nove, da SICNotícias, pedi aos meus filhos mais novos que... prestássemos atenção. O Henrique (11 anos) fingiu adormecer. O Francisco (17 anos) fingiu que ressonava. Interrogado por Mário Crespo, José Gil lá foi debitando as vulgaridades do costume. No fim, pedi ao Henrique um comentário. Saiu, fulminante: Pai, o gajo é lento! E o Francisco acrescentou: estava sempre a repetir-se!
José Gil ainda não aprendeu o óbvio: a televisão é um meio estranho à filosofia e ao professorado. Se fosse um pouco mais clarividente ou um pouco menos vaidoso, recusaria liminarmente todos os convites para ser interrogado em directo por um Mário Crespo qualquer. Os ritmos da televisão não conjugam com os ritmos do pensamento ruminante. O Henrique, nos seus onze anos, poderia ensinar José Gil a dialogar um pouco melhor com o espelho...

março 07, 2010

Mais dez milhões de ideias como esta e estaremos salvos!...

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i, 06.03.2010

Salvação, implementação, inovação, organização, resolução, gestão, colaboração... Não sei se Portugal caberá inteiro nesta grande e original ideia, mas esta grande e original ideia caberá, certamente, em Portugal. Pior do que isto só o Raposinho a evacuar sobre o "eduquês"...
A universidade portuguesa sempre sofreu da próstata...

fevereiro 19, 2010

Espero que alguém explique à rainha o significado (íntimo) deste gesto...

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i, 19.02.2010

janeiro 24, 2010

E ainda falta criar a Universidade Guerra Junqueiro, em Freixo de Espada à Cinta...

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Expresso, 23.01.2010

A ciência californiana está sempre a surpreender-nos...

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NotíciasSábado, 23.01.2010

janeiro 19, 2010

A Universidade de Sevilha e o... copianço...

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Correio da Manhã, 19.01.2010

Ao contrário do que sugere o CM, o regulamento adoptado pela Universidade de Sevilha não incentiva os alunos a copiar, nem tão pouco desresponsabiliza o comportamento daqueles que, comprovadamente, recorram à fraude. Poderei duvidar da eficácia do regulamento, mas até entendo que seja conferida outra solenidade ao processo sancionatório dos trapaceiros.
Mas concordo com o ministro Ángel Gabilondo: só exames dirigidos à memória proporcionam a fraude do copianço. E exames dirigidos à memória... avaliam muito pouco...

janeiro 02, 2010

Não percebo o vosso espanto! Posso garantir-vos que o meu cão, apesar de rafeiro, também é catedrático!...

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Correio da Manhã-Vidas, 02.01.2010

A wikipédia garante que Manuel Monteiro é "professor catedrático no Instituto Politécnico de Tomar e na Universidade Lusíada em Lisboa e no Porto". Será piada?...

"Sua mãe"... "seu tempo"... "seu pai"... "seu marido": como continua a escrever-se tão mal na universidade portuguesa!...

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Um texto que não tenta seduzir os leitores, que, delicadamente, não lhes pisca o olho, é um texto prepotente. Quando, a noite passada, comecei a ler esta monografia, senti-me, como leitor, imediatamente maltratado. Se um aluno meu, em cinco linhas, usasse quatro pronomes... eu pedir-lhe-ia que reformulasse o texto. Quem escreve mal... raramente pensa bem. Desgraçadamente, a universidade portuguesa está cheia de gente que escreve muito mal...


dezembro 07, 2009

Fátima Bonifácio: um verdadeiro cromo universitário...

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Quando a conheci, há muitos e muitos anos, não era ainda académica e não se fazia identificar pelo apelido do pai (o famigerado Bonifácio dos manuais do Estado-Novo). Penso que, na altura, usava, como revolucionária de fresca data, o apelido do marido. Depois mudou de orientação, entrou no mundo universitário, endireitou-se (politicamente falando) e foi ficando cada vez mais parecida com um rapazinho. Ontem, a SIC, no Plano Inclinado, retirou-a do armário e deu-lhe mais uns minutos de tempo de antena, para ela zurzir no país que nunca a mereceu. Eu rio, rio, rio. Fátima Bonifácio continua a achar que a universidade portuguesa é uma vítima indefesa dos alunos desgraçados que o ensino secundário, todos os anos, nela despeja. Esquece-se sempre que os professores que, pelos vistos, tão mal preparam os alunos nas escolas inferiores são, precisamente, os mesmos que as escolas superiores "formaram" e certificaram. Bem prega madame Bonifácio!...

outubro 15, 2009

Nunca deis guarida a rebanhos, muito menos, estudantis!...

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Correio da Manhã, 15.10.2009

setembro 26, 2009

"Se soubesses o que custa mandar, gostarias de obedecer toda a vida" (António de Oliveira Salazar)

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Correio da Manhã, 26.09.2009

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i, 26.09.2009

Quem pode, manda; quem não pode, sujeita-se e obedece...
Este é o fado, canalha, de todas as praxes...

setembro 06, 2009

Como José Sócrates faz hoje anos (52), dedico-lhe este vídeo intitulado "EU SEMPRE DEFENDI OS REGIMES SIMPLIFICADOS DE AVALIAÇÃO"!...

julho 24, 2009

Eu sei onde o Dr. Jacinto fez o curso de direito: foi na Universidade Independente, por correspondência. Talvez Sócrates possa confirmar...

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Sábado, 23.07.2009

Ele até era, nos alvores de jornalista, um bom rapaz (e nunca, nessa altura, lhe passaria pela cabeça dizer-se "doutor"). Um dia, porém, passou por Coimbra e engraxou na baixa (ele sempre adorou engraxar). E quando o engraxador lhe dirigiu a palavra, tratou-o por "senhor doutor" (os engraxadores de Coimbra tratam por doutor qualquer espécie animal, mas Jacinto não sabia). E Jacinto adorou ser tratado por "senhor doutor". Depois, foi o que se sabe. Jacinto avençou-se (digo, converteu-se, como tantos outros, num jornaleiro avençado) e nunca mais foi o mesmo. Até hoje...
Pobre Jacinto, sempre tão perdido entre as cidades e a serra!...

julho 19, 2009

Todos têm razão (ou uma parte dela) e todos, porém, ficam muito mal na fotografia...

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Público, 19.07.2009

julho 16, 2009

A minha única interrogação é: quem licenciou estes licenciados?...

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Correio do Minho, 16.07.2009

O aviso era claro e estava à disposição de todos os candidatos, no site da UM. Aqueles que falharam a pontualidade, não foram, naturalmente, admitidos a prestar a prova. Ainda assim, como são portugueses (e licenciados), protestam. E um pasquim em forma de jornal que se publica em Braga... concede-lhes a primeira página. Espero que estes "licenciados" jamais me apareçam pela frente como... médicos...

julho 15, 2009

Quam anda à chuva (na universidade portuguesa), corre o risco de se molhar!...

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i,15.07.2009

A universidade portuguesa está impregnada de jesuitismo. E quem tem costas... está mesmo a pedir uma facada...


junho 03, 2009

Mais uma consagração: a Universidade do Minho na rota de Cristiano Ronaldo e de Angélico!...

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Correio da Manhã, 03.06.2009

maio 29, 2009

Portugal, como sempre, na vanguarda da ciência: investigadores da Universidade de Coimbra descobriram, finalmente, que "o orgasmo é relevante na satisfação sexual da mulher"!...

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Correio da Manhã, 29.05.2009

maio 28, 2009

Universidade de Aveiro consegue, finalmente, demonstrar que a ingestão de ovos moles favorece a libido...

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Público, 28.05.2009

Estes académicos do sexo são mesmo uns pândegos: andam tão excitados!...

maio 21, 2009

Num país governado pelos melhores, António Nóvoa, se quisesse, faria parte de qualquer governo digno desse nome...

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Público, 21.05.2009

Há mais de 30 anos que o conheço assim: lúcido, frontal, cultíssimo, integérrimo. Eu, se pudesse, faria dele primeiro-ministro...

maio 02, 2009

As coisas extraordinárias que os "cientistas" vão descobrindo...

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Notícias Sábado, 02.05.2009

No Portugal rural mais arcaico, as mulheres nunca tiveram défice de... testosterona. Nesses tempos, evidentemente, "competiam" apenas com a vida e com a natureza...

abril 20, 2009

Espero que o Bispo de Aveiro (ex-Auxiliar de Braga) se "voluntarize" para...

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Público, 20.04.2009

Mais um milagre creditável à intercessão do Cónego Melo: a extra-ordinária sobrevivência deste Instituto Superior...

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Correio da Manhã, 20.04.2009

Os milagres multiplicam-se. Os bustos ainda hão-de sangrar...
Temos beato...

março 13, 2009

Parabéns, António! É reconfortante saber que, neste país, ainda há espaço para a decência...

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DN, 13.03.2009

dezembro 24, 2008

13 dias de poupança ou... nada se perde, nada se cria, tudo se transforma...

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Correio do Minho, 23.12.2008

Boas Festas... académicas...

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Correio do Minho, 23.12.2008

novembro 13, 2008

A eterna diferença entre os gigantes e os anões...

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António Nóvoa (ampliado), em cima, Mariano Gago (reduzido), em baixo. Troco cem cromos do segundo por um cromo do primeiro. Desprezarei sempre a arrogância e a pesporrência dos governantes efémeros...

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Público, 13.11.2008

outubro 11, 2008

O mais pateta dos católicos portugueses...

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Público, 10.10.2008

Como poderei qualificar um "académico" que escreve que o Estado "criou há menos de cem anos o casamento civil? Primeira hipótese: ignorante e atrevido. Segunda hipótese: mentiroso. Terceira hipótese: pateta.
Para não recuar mais no tempo, recordo o que, nesta matéria, dispunha o Código Civil, de... 1867.

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outubro 10, 2008

Espero para ver o que os responsáveis da Universidade do Minho dirão e farão!...

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Correio do Minho, 10.10.2008

setembro 23, 2008

Atentai na felicidade irradiante destes caloiros! E a praxe ainda vai no adro!...

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Correio do Minho, 23.09.2008

De babete e cara pintada: bem-vindos à universidade, morcões!...

Queremos ser humilhados, queremos ser humilhados, queremos ser humilhados!...

São os próprios caloiros que se dirigem aos mais velhos a perguntar o que lhes vão fazer e vão até à associação de estudantes para saberem mais”.
Isto passa-se no Instituto Superior Técnico, de Lisboa. Os caloiros adoram ser humilhados pelos colegas mais velhos. Isto, claro, dizem os mais velhos...
O resto da história, exemplar, aqui...

setembro 21, 2008

Um magistrado pouco metrossexual...

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Público, 21.09.2008

Esta notícia transportou-me aos bancos da Faculdade de Direito de Coimbra, nos primórdios da década de setenta do século passado. Tive um ilustríssimo professor (não importa o nome) que, antes de iniciar as soleníssimas e chatérrimas prelecções, costumava limpar ostensivamente a porcaria das unhas. Das unhas... das mãos. Embora nós, alunos, receássemos sempre que, um dia, ele tirasse os sapatos e as peúgas... e começasse também a limpar as unhas dos pés. Muitos juristas formados em Coimbra antes do 25 de Abril saberão de quem eu estou a falar...
Paz à sua alma!... E às suas unhas, também...

setembro 19, 2008

Em Portugal, esta questão jamais se colocaria. Somos um país de poetas: corre-nos o plágio no sangue...

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Sábado, 18.09.2008

setembro 16, 2008

Os idiotas já começaram a humilhar os caloiros e a universidade, pelos vistos, consente ou faz de conta!...

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Diário do Minho, 16.09.2008

Tirarei o chapéu à primeira universidade portuguesa que decida educar civicamente os meninos e as meninas, interditando todas as formas de humilhação dos mais novos pelos mais velhos. Tristes universidades que continuam a condescender com a violência praxística e o seu infindo cortejo de abusos e iniquidades...

agosto 31, 2008

Valter Lemos e o Inferno, segundo João Pereira Coutinho...

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Expresso-Única, 30.08.2008


Nasceu em 1976 e é, notoriamente, um rapaz muito esperto, muito lido, muito esperto. Com 22 anos, já colunava em "O Independente", de Paulo Portas. Já então demonstrava semanalmente que era um rapaz (ainda mais rapaz) muito esperto, muito lido, muito esperto. Ah! e escreve bem. E vai directo aos assuntos: não sofre de bulimia retórica. O que só prova a sua esperteza (mediática). É colega de João Carlos Espada, na Universidade Católica e no Expresso. Até podia (pelos trejeitos) ser filho dele, mas não é. Já perguntei a Deus e Ele esclareceu-me: pelo que cumpre à natureza, João Pereira não provém de João Carlos. Na obra da criação, nem tudo pode ser perfeito...
Coutinho também não gosta de Valter Lemos e até o recomenda ao Inferno. Direis: ora aí tem uma alma gémea da sua! Lamento desiludir-vos: não tenho. Valter Lemos, para mim, é exactamente aquilo que é: Valter Lemos. Não lhe concedo mais importância do que essa. Para Coutinho, Valter Lemos é uma espécie de antonomásia: simboliza as mais execráveis propriedades da escola pública portuguesa, a tal (oh horror!) que procura integrar em vez de excluir.
Coutinho acha que a escola é para quem a merece. E que a plebe deve ser corrida a pontapé da escola, quando não é capaz de se elevar aos cumes da distinção social. O pensamento é velho de séculos. Mas como Coutinho é um rapaz muito esperto, muito lido, muito esperto e escreve com leveza... o pensamento até consegue parecer modernaço. Luís não tem lugar na escola de Coutinho. Luís está destinado ou predestinado ao Inferno. Não percamos tempo: fogo com ele!...

agosto 23, 2008

Ainda não percebi uma coisa: João Carlos Espada, ex-marxista-leninista-estalinista-maoísta, entre as 16:15 e as 18:40 horas, colocará o preservativo com a mão direita ou com a mão esquerda?...

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Expresso, 22.08.2008

Terei que estar atento às próximas newsletters do Oxford & Cambridge Club. Talvez me deixe também envolver assim...

Se todos fossem gays, ainda sobraria Jorge Miranda, duplo professor catedrático, para garantir a perpetuação da espécie...

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Sábado, 13.08.2008

Era este o magnífico título da entrevista de Jorge Miranda à Sábado, a tal em que o insigne mestre confessava, entre outras coisas, que fizera greve de fome em 1962 e que, para sobreviver, tinha que dar aulas em duas universidades...

A greve de fome de Jorge Miranda, o professor catedrático da Faculdade de Direito de Lisboa que, para sobreviver, tem que dar aulas em duas universidades, coitado...

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Sábado, 13.08.2008

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Sábado, 21.08.2008

Nestes processos "revisionistas", não há como espreitar o original que se pretende corrigir. Em português que todos entendem, a bota aqui não bate com a perdigota. Ou a Sábado ficcionou as respostas de Jorge Miranda, ou Jorge Miranda está mesmo a precisar de férias: não acerta uma...
Espera-se que os seus doutos pareceres sejam um pouco mais credíveis...


agosto 17, 2008

A confissão do século: para sobreviver, Jorge Miranda tem que dar aulas em duas universidades, porque o ordenado de professor catedrático na Faculdade de Direito não é suficiente!!!!!!!!!!!!!...

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Sábado, 13.08.2008

Começo a ficar com pena dos nossos catedráticos: não ganham sequer para... sobreviver. Nem quero imaginar como subvivem os demais!...
A partir de agora, em vez de os cumprimentar, vou passar a dar esmola aos meus amigos universitários, sempre que me estenderem a mão...

julho 26, 2008

Confesso que chego a ter pena do passado, quando é agarrado assim...

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24horas, 26.07.2008

julho 24, 2008

À atenção e ao cuidado de Mariano Gago, ministro das universidades...

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Correio do Minho, 24.07.2008

Na dificuldade, estas "universitárias", pelo menos, revelam ousadia e espírito empresarial...
Nem tudo está perdido...

julho 09, 2008

Graças a Deus, alguma coisa cresce em Portugal, para além do desemprego, do endividamento, da corrupção e da demagogia!...

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Procurei na listagem do Público e não encontrei : cursos de gestão de expectativas e ilusões de emprego. É imperdoável! Os nossos académicos andam distraídos...

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Público, 09.07.2008


julho 07, 2008

O factor C...

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Tudo tem uma explicação. E a explicação deste progresso é muito simples. Incide apenas na intervenção do factor C. C de Crato. Nuno Crato. Presidente da Sociedade Portuguesa de Matemática.
A equipa titular do Ministério da Educação e o presidente do GAVE já estavam fartos de ouvir os reparos, as críticas e as insinuações de Nuno Crato. Discretamente, puseram-se de acordo para... atenuar um pouco a complexidade das provas de exame.
Os professores de Matemática já estavam cansados de ouvir os raspanetes de Nuno Crato. Trabalharam mais, aplicaram-se mais, para que os resultados, finalmente, satisfizessem o insigne colega, Professor Superior...
Os alunos do 12º ano já não aguentavam mais as reprimendas de Nuno Crato. Esforçaram-se mais, estudaram melhor... para agradar ao Mestre dos Mestres.
Só a consabida modéstia de Nuno Crato impediu até agora que se desvendasse o mistério. As extraordinárias classificações registadas a Matemática nos exames do 12ºano... fundamentalmente, devem-se a ele, à sua permanente intervenção pública contra a pedagogia, contra o eduquês e contra o facilitismo, em todas as suas versões. Foi o Senhor Professor Nuno Crato que tornou possível a performance dos nossos alunos, que tanto está a envaidecer Portugal.
Na monarquia, já teria sido feito Marquês ou Duque, em vez de simplesmente Comendador...

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julho 01, 2008

O doutoramento e um dia...

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Correio da Manhã, 01.07.2008

Confesso que gosto de pessoas com princípios.
Com meios.
E com fins...

junho 30, 2008

Um líder carismático ou um neto carismático?!...

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Inovação&Ensino Superior, Junho.2008

Espero que a Universidade do Allgarve não se esqueça, já agora, das potencialidades do karaoke!....

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Inovação&Ensino Superior, Junho.2008